Depois do presente, Dia dos Namorados pede…

Pesquisa ACI-Unitau revela como os casais de namorados planejam comemorar a data em São José dos Campos

E depois do presente?
Pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), revela: um almoço ou um jantar romântico ainda é o programa ideal para marcar o Dia dos Namorados.

Isso é o que pensam 45% dos entrevistados pela pesquisa ACI-Unitau, que ouviu 382 consumidores entre os dias 29 e 31 de maio em quatro regiões da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Além do almoço ou jantar romântico, outras opções são ir a um barizinho, show ou teatro (14,1%), ir a um hotel ou motel (6,1%), ou ainda comemorar em família (5,1%).

O importante, para a grande maioria é que seja uma comemoração especial, em um lugar escolhido pelo namorado ou pela namorada (30,8%), ou, ainda, em um lugar romântico (21,9%). O preço é importante para definição do local para 9,4% dos entrevistados.

O gasto médio nesse programa do Dia dos Namorados, segundo a pesquisa ACI-Unitau, deve ficar entre R$ 100,1 e R$ 200 para 28,8% dos entrevistados, entre R$ 50,1 e R$ 100 para 17,7% e entre R$ 200,1 e R$ 300 para 13,1%.

Os dados do levantamento feito pela Associação Comercial e Industrial e Universidade de Taubaté foram entregues à diretoria do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares) de São José dos Campos. O levantamento serve de orientação para os empresários do setor na preparação de seus estabelecimentos para o Dia dos Namoradores.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Hélcio Costa – Nathália Barcelos

Comunicação e novas tecnologias são decisivos para a hotelaria

Comunicação mais moderna e implementação de novas tecnologias é chave para o setor hoteleiro, segundo levantamento da Avaya

1ª Pesquisa da Indústria Hoteleira aponta a comunicação, o serviço, a fidelização e a satisfação do cliente como pontos mais sensíveis do setor

Hoje, cerca de 95% dos hóspedes insatisfeitos com o atendimento e com o serviço não reclamam, mas 91% deles simplesmente irão embora e não voltarão mais ao mesmo estabelecimento. Para entender o panorama do setor e identificar como é possível oferecer uma experiência mais satisfatória para o cliente, a Avaya realizou a 1ª Pesquisa da Indústria Hoteleira, que entrevistou 72 marcas globais de hotéis para identificar quais são as falhas, tendências de mercado e oportunidades de melhoria para o setor.

Uma experiência melhorada aumenta as chances de que o cliente volte a se hospedar no mesmo local. De acordo com o levantamento, para 62% dos participantes a qualidade da experiência do hóspede em suas instalações seria melhorada de forma significativa por meio do aperfeiçoamento dos serviços de quarto oferecidos e também os serviços nas instalações do hotel.

O telefone instalado no quarto é visto por 68% dos respondentes como um item que pode colaborar nesse sentido, se oferecer novas tecnologias, funcionando como mais do que um dispositivo de voz comum. Os aplicativos também são apontados como uma opção. Uma vez que os hóspedes estão de passagem durante sua estadia, 48% dos participantes reconheceram que os aplicativos oferecem as oportunidades mais atraentes para melhoria do serviço de qualquer tecnologia. Na verdade, 81% dos participantes estão planejando criar aplicativos de alto desempenho nos próximos anos.

O atendimento prestado ao cliente também é um ponto sensível. Um cliente tem 4 vezes mais chance de optar pela concorrência em uma nova estadia se tiver problemas com serviço, do que com questões relacionadas a preço e produto. Para oferecer um serviço melhor, é necessário empoderar as equipes e melhorar a comunicação com os hóspedes. Cerca de 60% dos participantes da pesquisa afirmaram que a incapacidade de sua equipe para se comunicar de forma efetiva com os hóspedes é um fator importante na depreciação da experiência do hóspede em suas instalações.

Muitas das empresas participantes afirmaram enxergar oportunidades significativas em se beneficiar da comunicação em múltiplos canais mobile, tanto para os hóspedes, quanto para a equipe. Mas, hoje, a utilização de canais diferenciados é muito baixa – cerca de 50% usam chat e 11% usam vídeo.

Além disso, a experiência do cliente se inicia antes da chegada dele ao hotel. As experiências ruins na hora do agendamento têm sido um ponto decisivo para a redução de receita e de market share, pois os clientes acabam optando? por Agências de Turismo Online. Isso fica claro quando 33% dos entrevistados afirmam que não atualizam seus sistemas há mais de 5 anos e apenas 50% deles admitem comunicação com os clientes fora dos já tradicionais telefone e email.

Com a satisfação elevada resultando em reservas futuras do cliente e com maior eficiência na economia de gastos por parte do hotel, os provedores de hotelaria são fortes candidatos a terem um retorno de investimento mais rápido e um baixo custo total de manutenção para seus investimentos.

“A experiência do hóspede é mais importante que o preço quando se trata de conquistar os clientes e suas recomendações. A grande questão é: como podemos melhorar a experiência do cliente com um custo razoável, quando quase tudo relacionado à hotelaria demanda um alto capital e despesas operacionais? Com a Avaya, nossos clientes na indústria hoteleira estão descobrindo novas maneiras de fidelizar os clientes, criando facilidades e satisfação que são garantia de reservas esgotadas”, afirma Frederick Sabty, vice-presidente da divisão global de Hotelaria da Avaya.

Sobre a Avaya

A Avaya facilita o funcionamento em tempo real da operação das aplicações de comunicação mais importantes do mundo. Como líder global no fornecimento de melhores experiências de comunicações, a Avaya disponibiliza o mais completo portfólio de software e serviços para contact center e comunicações unificadas, com Networking integrada e segura, seja nas instalações da empresa, na nuvem ou em modelo híbrido. O mundo digital de hoje exige mais habilidades em comunicações e nenhuma outra empresa está melhor posicionada para fazer isso do que a Avaya. Para mais informações, visite www.avaya.com/br.

Fonte:RMA Comunicação – Fernanda Kluppel

Jovens não desejam carro próprio

Mais de 60% dos jovens brasileiros que usam serviços de compartilhamento de veículos questionam necessidade de possuir carro

De acordo com o Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies, da Deloitte, tecnologias automotivas preferidas pelos brasileiros estão vinculadas a itens de segurança

A indústria automotiva, em especial a nacional, tem um grande desafio para garantir sua sustentabilidade diante das mudanças de comportamento dos consumidores estimuladas pelas novas tecnologias. É o que mostra a mais recente edição do Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies, elaborado pela Deloitte em 17 países.

O estudo mostra, por exemplo, que, dentre os brasileiros que utilizam serviços de veículos compartilhados para se locomover, 55% questionam a necessidade de ter seus próprios carros. Essa tendência é ainda mais evidente quando considerada apenas a opinião dos mais jovens, que pertencem às chamadas gerações Y e Z: 62% deles consideram dispensável possuir um veículo no futuro.

“A pesquisa apurou que a maioria dos brasileiros (64%) afirma nunca, ou quase nunca, utilizar serviços de compartilhamento de veículos. Isso é compreensível, já que nosso País é muito grande e esses serviços só estão disponíveis nos grandes centros urbanos. Mas é interessante perceber que 43% dos jovens que participaram do estudo utilizam esse serviço pelo menos uma vez por semana”, afirma Reynaldo Saad, sócio-líder da área de Bens de Consumo e Produtos Industriais da Deloitte Brasil.

“Nossos jovens estão cada vez mais inclinados a abrir mão de ter a propriedade de um carro, preferindo vivenciar esse movimento do compartilhamento, o que é um indicativo muito importante da tendência futura de consumo. Cabe à indústria automotiva acompanhar muito de perto essa nova realidade”, acrescenta o executivo da Deloitte.

Outro item relevante apurado pelo estudo, e que também deve estar no radar dos gestores da indústria automotiva, é o recuo na disposição do brasileiro de investir em recursos tecnológicos embarcados nos veículos. De acordo com o levantamento de 2014, os consumidores que participaram daquela edição afirmaram que poderiam gastar até R$ 5.951 em média para contar com determinados equipamentos tecnológicos em seus veículos. Essa pretensão de gasto caiu para a média de R$ 1.995 no estudo de 2016.

De acordo com Carlos Ayub, sócio da Deloitte especializado em Indústria Automotiva, além da crise financeira, que naturalmente afeta a disponibilidade para gastar do brasileiro, o consumidor hoje conta com novos recursos tecnológicos em seus próprios smartphones, que servem para complementar e facilitar sua experiência ao conduzir um veículo.

“Afinal, por que o consumidor vai pagar mais por um avançado sistema multimídia automotivo se ele já tem vários recursos disponíveis gratuitamente em seu celular, e que facilmente podem ser usados em veículos?”, questiona Ayub. “Cabe à indústria se adequar a essa realidade criada pelas tecnologias móveis e permitir que os novos automóveis facilitem a conexão para valorizar a experiência dos consumidores, que estão cada vez mais cautelosos no momento de gastar seu dinheiro. Firmar parcerias e oferecer serviços agregados ao produto também devem ser soluções que permitirão à indústria automobilística atrair clientes”, complementa ele.

Segurança em primeiro lugar
O estudo apurou também que os itens tecnológicos mais valorizados pelos brasileiros são os relacionados à segurança. Os quatro sistemas que foram considerados prioritários pelos participantes do estudo da Deloitte são: de reconhecimento de objetos na via para evitar colisões; de bloqueio de funções do veículo diante de situações de condução perigosa; de avisos de situações de condução perigosa; e de conexão autônoma do veículo para relatar e contatar autoridades ou outros serviços quando ocorre uma emergência médica ou acidente.

Na comparação internacional, a pesquisa mostra, por exemplo, que os brasileiros têm expectativas mais altas do que norte-americanos, canadenses ou mexicanos em relação à disponibilidade de recursos avançados de automação (que combinam ao menos duas funções automatizadas, como reconhecimento de objetos na trajetória e frenagem automática, serviço de concierge ou sensor que sinaliza itens no ponto-cego do motorista).

“Alguns dos itens avançados de automação já estão presentes no mercado nacional e são facilmente percebidos pelo público, por isso o desejo demonstrado pelo consumidor é mais perceptível. A tendência é que se tornem mais comuns e acabem sendo incorporados como equipamentos ou serviços em versões cada vez mais básicas dos veículos oferecidos no mercado, de acordo com a redução de custos que tende a ocorrer ao longo do tempo”, explica Carlos Ayub.

Excetuando-se justamente a forma avançada, vale destacar que diminuiu nos últimos dois anos o desejo dos consumidores brasileiros em relação à automação básica, à condução autônoma limitada e à condução autônoma total. “Diante dessas tendências, a indústria automotiva deve estar preparada para compreender e se adaptar às novas demandas dos consumidores”, conclui Reynaldo Saad.

Outras conclusões do estudo:

  • As tecnologias voltadas a funcionalidades de conveniência e conectividade (como sistemas de ajuda na gestão de tarefas diárias, que potencializam a personalização dos veículos, que oferecem entretenimento customizado aos passageiros ou que permitem ao motorista controlar remotamente equipamentos domésticos) foram vistas como as menos desejadas entre os consumidores brasileiros;
  • Cinquenta e cinco por cento dos participantes dizem confiar mais nos fabricantes tradicionais de veículos para que a tecnologia de condução autônoma total seja viabilizada no mercado. As empresas de tecnologia já existentes foram citadas por 22% das pessoas, mesmo percentual daqueles que confiam em uma nova empresa especializada em veículos autônomos;
  • Oito em cada 10 participantes do estudo temem ameaças de hackers ao compartilharem seus dados. No entanto, grande parte dos participantes (72%) compartilharia informações pessoais com os fabricantes em troca de melhorias e mais benefícios em seus carros;
  • O desempenho das baterias dos carros elétricos ainda deixa a desejar, tendo como referência o tempo de recarga de três a quatro horas em uma estação. Sessenta e quatro por cento dos consumidores só estão dispostos a esperar o máximo de uma hora para carregar completamente um veículo.

Sobre o estudo

O Global Automotive Consumer Study: Future of Automotive Technologies foi realizado em 2016 pela Deloitte, em 17 países, entre eles o Brasil. Questionários online foram aplicados a mais de 20.000 consumidores, dentre os quais 1.260 eram brasileiros. A primeira edição da pesquisa foi realizada em 2009 e a mais recente, em 2014.

O levantamento é focado em apurar hábitos, costumes e expectativas dos consumidores em relação a preferências tecnológicas incorporadas pela indústria automotiva a seus produtos e aborda também as escolhas e tendências sobre mobilidade indicadas pelos participantes do estudo.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Deloitte – In Press Porter Novelli – Carlos Brazil