Descubra quem assiste vídeo publicitário na web

Estudo traça perfil dos espectadores de vídeos publicitários na web

Maioria das pessoas que assistem aos vídeos tem entre 28 e 47 anos, de acordo com levantamento feito pelo TVxtender

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Quem nunca parou alguns minutos o que estava fazendo na web para assistir a um vídeo? Atualmente, grandes empresas estendem vídeos publicitários produzidos para a TV para o ambiente online. Essa estratégia possibilita às marcas atingir a audiência que está predominantemente no meio digital, além de ampliar o alcance da campanha com custo menor. O TVxtender, veículo de distribuição de mídia digital para campanhas de vídeo pertencente à ROIx, analisou o perfil dos espectadores desses vídeos na web.

Segundo o estudo, que contou com base de dados abrangendo mais de 94 milhões de brasileiros, o maior volume de pessoas que assistem a vídeos publicitários tem entre 28 e 47 anos. Destes, 21% são considerados mouse potatos, perfil que passa grande parte do seu dia no ambiente online, consome notícias e redes sociais, gosta de interagir e está sempre em busca de novas descobertas. Já outros 30% dos usuários não possuem hábito de ficar muito tempo navegando, mas assistem a campanhas de vídeo.

Em relação ao sexo, o levantamento mostra empate de visualização entre homens e mulheres. Entre as regiões com pessoas que mais visualizam as campanhas está a Sudeste, com 58% dos usuários, seguido do Nordeste, com 12%.
A pesquisa ainda mostra a classe C como a maior faixa de audiência dos filmes publicitários, com 38,7%. Em seguida vem a classe B, com 35%. Considerando a base pesquisada, 59,3% do público apresenta grande afinidade com o mobile e outros 22% são pouco ligados à tecnologia.

“Com o crescimento da internet, a forma de consumir mídia está mudando. Acreditamos que cada meio tem seu ponto alto e promovemos a interação entre todos, mas a internet está ganhando cada vez mais espaço, principalmente porque seu poder de penetração é móvel e muito competitivo com a TV”, explica Sérgio Kligin, diretor Comercial do TVxtender.

Metodologia: O levantamento foi feito a partir de uma base de dados com 94 milhões de brasileiros. Esse universo é formado com diversas fontes cruzadas por meio de tecnologias que exploram o Big Data para identificar hábitos e preferências dos consumidores no ambiente digital.

Sobre o TVxtender: O TVxtender é um veículo de distribuição de mídia que busca estender uma campanha de TV para os principais portais e sites da internet brasileira. Idealizada e gerenciada pela ROIx, empresa pioneira em gestão de dados e audiência no País, a plataforma de vídeo trabalha 100% direcionada à compra de mídia por audiência. Com mais de 94 milhões de usuários a plataforma de vídeo possibilita que a entrega do conteúdo publicitário seja realizada de forma precisa, ou seja, somente para o púbico que deve ser impactado. Com o objetivo de aperfeiçoar o alcance das campanhas publicitárias desenvolveram metodologia denominada Video Extension Strategy (V E S), que se propõe a estudar o ponto ótimo dos meios de comunicação que compõe um plano de mídia e busca oportunidades de redimensionar investimentos, assim, potencializando a entrega e resultados. Para gerar segurança e qualidade ao mercado anunciante o TVxtender trabalha com a ferramenta OCR da NIELSEN, que comprova, por meio de relatórios auditados, a assertividade da campanha em relação ao target definido.

Fonte:
Lucia Faria Comunicação Corporativa

Coluna “Discutindo a relação…”

Não há motivo para fazer igual

Josué coluna correto

Por uma série de motivos diferentes, nas últimas semanas, tive a oportunidade de conversar pessoalmente com alguns proprietários de agências de propaganda (?). As conversas foram ótimas e bastante produtivas. Adoro falar sobre o negócio da propaganda (?) como um todo, principalmente com lideranças inteligentes.

Ouvi coisas interessantíssimas nestas conversas. principalmente em relação ao modo de atuar de algumas empresas. Ouvi muito da busca de um novo modelo de atuação para as empresas que lidam com comunicação e todos os seus (muitos) desdobramentos e novas possibilidades.

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Ouvi destas empresas com quem conversei novidades quanto ao modo de lidar com clientes, indo muito além da propaganda – por isso as interrogações entre parenteses no primeiro parágrafo – e do mero fornecimento de peças de comunicação. Ouvi que eles buscam novos tipos de clientes, novas maneiras de se remunerar e novas maneiras – o mais importante, creio – de serem percebidos e entendidos pelos clientes.

Sim, ouvi coisas animadoras. Trabalhar por projetos e não por fee, cobrar como consultoria, assessorar na gestão das empresas clientes, praticamente banir a remuneração por comissionamento e o modelo cristalizado muitas vezes imposto pela mídia tradicional. Trabalhar com equipes pequenas e com muitos trabalhos feitos por gente criativa de diferentes áreas e atuando independentes da agência, trabalhar com co-criação.

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Aliás, com todo respeito que eles merecem e devem ter, ouvi críticas (coma as quais concordo) sobre o modo de atuação das áreas comerciais das mídias de massa. Uma das principais é a de que eles não querem que nada mude no que se refere à relação cliente-agência-veículo, mas sem levar em conta que quem realmente mudou foram as pessoas e o modo como elas consomem comunicação e informação e, por consequência, marcas, produtos e serviços. Então não dá pra ficar no velho modelão. E muitas (agências) reclamam de uma pressão exagerada e desnecessária de alguns veículos sobre elas.

Deu para perceber que uma nova leva de agências de propaganda/comunicação, ou seja lá qual for o nome que possamos lhes dar, não vê mais no tradicional modelo de atuação o grande sonho a ser perseguido. Muitos recusam o modelo das grandes agências tradicionais. E buscam novos. E implantam novos.

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Cannes terminou recentemente e trouxe, mais uma vez, muitos questionamentos sobre a atuação da indústria de propaganda. Há muitos modelos de negócios fora do tradicional, do modelão. Em uma entrevista recente da ProXXIma com Nick Law, o lider criativo global da R/GA – uma das agências internacionais mais fora da curva que conheço – afirmou: “Sempre haverá espaço para certo tipo de propaganda, mas isso vai encolher. Em último caso, alguns formatos deixarão de existir. Aliás, é possível que nós, como indústria, encolhamos ao fazer essa transição.”

Tal afirmação parece assustadora, principalmente para nós brasileiros em função da crise econômica, mas ao mesmo tempo dá claros sinais de que as coisas já estão diferentes. E devem estar mesmo. E precisam ser encaradas com novas abordagens.

O questionamento que deve prevalecer agora não é o de por que fazer diferente, mas sim se há motivos suficientes para continuar fazendo o igual, continuar repetindo o modelão.

Pensemos, pois!

Nova consultoria em marketing

Nova empresa presta consultoria em marketing e vendas

Nosso entrevistado da vez é Sidney Amora Jr. Ele acaba de lançar sua consultoria e topou trocar algumas informações com os leitores do Publicitando. Sidney é Profissional de Marketing e Comunicação formado pela UNITAU – Universidade de Taubaté, com mais de 15 anos de experiência. Tem atuado com planejamento de marketing da área comercial para produtos de plataforma de comunicação como revistas, sites, programas de rádio e Tv, e eventos.

Sidney Amora Jr. lança consultoria especializada em planejamento de marketing e gestão comercial

Sidney Amora Jr. lança consultoria especializada em planejamento de marketing e gestão comercial

1 – Fale um pouco sobre sua trajetória até aqui.

Trabalhei por mais de 10 anos nas áreas de marketing e comunicação na Liquigás Distribuidora, empresa do sistema BR Petrobras, neste período pude adquirir uma visão corporativa que me ajudou a entender o negócio como um todo.

Iniciei como analista júnior, passei para pleno e cheguei a sênior. Desenvolvendo projetos, planejando ações e realizando eventos.

Uma das minhas atribuições dentro deste período foi a de ser responsável, como presidente de comissão de licitações, de efetuar concorrências públicas para contratação de empresas, como agências de publicidade para a Liquigás.

Após a saída da Liquigás, e com a bagagem lá adquirida, atuei durante 3 anos na Cobram – Cia. Brasileira de Marketing, uma agência multiplataforma de comunicação (Produtora de programas de TV, Rádio e Web) onde pude contribuir e também enriquecer meus conhecimentos, atuando junto à diretoria com as licitações, organizando a área comercial, implantando o CRM – Gestão de Relacionamento com Clientes – e realizando o planejamento de marketing dos produtos.

Mais recentemente atuei como consultor de licitação e atendimento e novos projetos para Innovant Editora, ganhando a concorrência para editar, publicar e distribuir uma revista feminina customizada (Revista Mulher Brasileira) dirigida ao público consumidor de GLP (gás de cozinha), que se tornou case de fidelização de clientes com mais de 550 mil exemplares auditados pelo IVC.

2 – Como foi a decisão de abrir uma consultoria em marketing?

A decisão de sair da zona de conforto é complicada, mas necessária para qualquer pessoa que quer crescer.

Depois de todo este tempo trabalhando para empresas em São Paulo, me deparei com a necessidade de colocar em prática todo conhecimento que obtive nas mais diversas empresas e segmentos onde atuei.

3 – Qual o foco de atuação da consultoria?

Com a sólida experiência e visão corporativa, o foco da consultoria é o Planejamento de Marketing e a Gestão Comercial, utilizando as mais diversas ferramentas e ações para aumentar as vendas e impulsionar receitas das pequenas e medias empresas do Vale.
Esse é o nosso objetivo.

Imagem do site da consultoria

Imagem do site da consultoria

4 – Acha este momento de crise oportuno para a consultoria ou prevê mais dificuldades para o estabelecimento do negócio?

Neste momento de crise acredito que possa ser muito útil às empresas que enxergam esta fase como uma oportunidade de se destacarem em meio a tanta retração.

Mas não sou inocente de acreditar que será fácil, visto que o mercado do Vale do Paraíba ainda é um território a ser desvendado por mim.

5 – O que os clientes da consultoria receberão?

Os clientes receberão valores agregados e não apenas serviços.
Temos que entender o que o cliente precisa para montar um planejamento que faça sentido para ele, e consequentemente os resultados aparecerão.