b.drops assina com Studio Mormaii e atinge 7500 telas no Brasil

Maior canal de DOOH especializado em ambientes de autocuidado e bem-estar do país agora está presente em mais de 1.600 endereços com mais de 7.500 telas no País.

A b.drops acaba de ampliar sua atuação no mercado nacional de wellness ao assinar com o Studio Mormaii, a qual se junta na carteira de clientes ao lado de grandes grupos do setor, como Smart Fit, Panobianco, Ultra, Gaviões e Acuas.

O crescimento do alcance da b.drops com sua plataforma de mídia em academias é um dos fatores que fizeram com que a nova parceria fosse concretizada. Lançada há pouco mais de um ano e já presente em mais de 850 unidades de diferentes bandeiras, a plataforma tem o foco em ambientes de alta circulação e engajamento, e oferece uma programação dinâmica nas telas, reunindo informação, entretenimento e anúncios comerciais exibidos de forma contextual ao longo da jornada do público.

A proposta de transformar esses espaços em pontos relevantes de contato entre marcas e consumidores tem sido vista pelas grandes empresas de wellness do mercado, que veem na b.drops uma excelente opção de investimento de mídia.

Além da mídia digital, a b.drops também realiza ações de live marketing dentro das academias, promovendo experiências presenciais que aproximam o público dos produtos por meio de interação, experimentação e relacionamento direto com as marcas.

“Em 2025, mantivemos um ritmo de expansão de aproximadamente uma nova academia por dia. Para 2026, nosso objetivo é continuar crescendo nessa mesma velocidade, ampliando ainda mais nossa presença no mercado, tanto em academias como nas principais redes de salões de beleza, vertical que deu origem à b.drops”, afirma Felipe Viante, diretor da empresa.

O avanço acompanha uma mudança no comportamento do consumidor e na própria dinâmica do setor. Segundo Viante, “o mercado fitness evoluiu para um mercado de wellness. Hoje, as pessoas não procuram apenas estética, mas também longevidade e qualidade de vida. Esse movimento impulsiona o crescimento do número de frequentadores nas academias e salões e leva as marcas a desenvolverem cada vez mais produtos voltados a esse perfil de consumidor.”

Com a parceria entre b.drops e o Studio Mormaii, a empresa reforça seu posicionamento como parceira estratégica de academias e anunciantes, acompanhando a transformação do setor e criando oportunidades de conexão com um público cada vez mais atento a bem-estar e qualidade de vida.

SOBRE A B.DROPS

Maior canal de DOOH especializado em ambientes de autocuidado e bem-estar do Brasil, a b.drops possui programação exclusiva, exibida em ambientes de espera positiva e com oportunidades focadas em marketing de experiência. Atua em mais de 23 estados brasileiros, com mais de 7.500 telas distribuídas em mais de 160 cidades, incluindo as principais capitais.


Coluna “Discutindo a relação…”

Quando os algoritmos passam a decidir a conversa

Por Josué Brazil (com apoio de IA)

Durante muito tempo, fazer publicidade significava conhecer pessoas: seus hábitos, desejos, medos e aspirações. Hoje, conhecer pessoas também significa interpretar dados. Muitos dados. A publicidade entrou definitivamente na era algorítmica, em que decisões antes tomadas por profissionais — como segmentação, distribuição de verba, horário de exibição e até versões criativas de anúncios — são cada vez mais orientadas por sistemas automatizados. A pergunta já não é se algoritmos participam da publicidade, mas até que ponto queremos que eles conduzam essa relação.

Segundo o relatório Ad Spend 2025, da Dentsu, a publicidade global está caminhando para um cenário em que a maior parte dos investimentos em mídia será habilitada por algoritmos, com forte crescimento de compra programática, otimização automática e inteligência aplicada à mídia digital. No Brasil, esse movimento ganha força especialmente em campanhas de performance, varejo e e-commerce, onde velocidade e precisão fazem diferença real. Ferramentas de automação conseguem redistribuir investimentos em tempo real, identificar padrões de comportamento e ajustar campanhas com base em milhares de sinais simultâneos — algo humanamente inviável.

Na prática, isso significa que marcas conseguem conversar com consumidores em momentos cada vez mais específicos. Se antes a publicidade falava com públicos amplos, hoje ela busca falar com indivíduos em micro-momentos: quando pesquisam um produto, assistem a um vídeo, abandonam um carrinho ou demonstram intenção de compra. Dados do Think with Google Brasil indicam que decisões de consumo são fortemente influenciadas por interações rápidas e contextuais, reforçando a lógica de personalização contínua. O anúncio certo, na hora certa, para a pessoa certa deixou de ser promessa de apresentação de vendas e virou meta operacional.

Mas toda eficiência cobra um preço. Quando campanhas são excessivamente orientadas por performance, existe o risco de a publicidade se tornar previsível, homogênea e refém do que “funciona” estatisticamente. O algoritmo tende a repetir padrões bem-sucedidos, e isso pode reduzir experimentação criativa. Além disso, há um problema mais delicado: vieses algorítmicos. Sistemas treinados com bases de dados limitadas ou enviesadas podem reforçar desigualdades, excluir públicos ou replicar padrões discriminatórios sem intenção explícita. Em outras palavras: automatizar decisões não elimina problemas humanos — às vezes apenas os escala.

No contexto brasileiro, a discussão ganha camadas adicionais. O país possui alta digitalização do consumo e forte presença em redes sociais, mas também enfrenta desafios ligados à qualidade de dados, maturidade analítica e adaptação regulatória. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) adiciona responsabilidade ao uso dessas tecnologias, exigindo maior transparência sobre coleta, tratamento e finalidade dos dados. Ao mesmo tempo, ainda existe certa desconfiança do público em relação à hiperpersonalização — aquela sensação desconfortável de que “o celular está ouvindo tudo”.

No fim, publicidade algorítmica não deveria significar publicidade automática no sentido mais literal. Algoritmos são excelentes para encontrar padrões, otimizar processos e escalar resultados; já sensibilidade cultural, repertório e criatividade continuam sendo território humano. Talvez o maior desafio da comunicação contemporânea seja justamente este: usar inteligência computacional sem abrir mão da inteligência relacional. Porque dados ajudam a encontrar pessoas — mas ainda são as boas ideias que criam conexão.

Além do engajamento: o futuro da opinião pública

Por Igor Coelho*

A maneira como a opinião pública se constrói mudou radicalmente nos últimos anos. As conversas que antes aconteciam em redações, universidades ou mesas de bar agora se desenrolam em tempo real nas redes sociais. Nesse novo momento, o alcance é imediato e a pluralidade de vozes nunca foi tão ampla, mas a fragmentação da informação também cresceu na mesma proporção. A mídia digital não apenas vem acelerando o ritmo com que as notícias circulam, mas redefinindo quem tem voz, influência e poder de pautar o debate público.

Essas transformações revelam uma mudança profunda no processo de formação da opinião pública. A percepção do sentido coletivo passou a se espalhar pelas redes sociais. Hoje, criadores de conteúdo, comunicadores independentes e cidadãos comuns compartilham o poder de definir o que ganha visibilidade e relevância. E essa dinâmica democratiza o acesso e diversifica as vozes, mas também traz tensões: a velocidade com que a informação se espalha nem sempre vem acompanhada de verificação, e muitas vezes a emoção chega antes do fato.

De acordo com o Digital News Report 2025, do Reuters Institute, o Brasil está entre os países mais digitais do mundo na maneira de se informar. Mais da metade dos brasileiros (54%) prioriza plataformas online como principal fonte de notícias. Entre elas, Instagram e YouTube lideram com 37% dos entrevistados utilizando cada uma, seguidos de WhatsApp (36%), Facebook (28%), TikTok (18%) e X (9%). O relatório também aponta o avanço de novos formatos, como podcasts (10%) e chatbots de inteligência artificial (9%), que ampliam as formas de consumo e refletem o interesse por conteúdos mais explicativos e conversacionais.

No cenário internacional, o Pew Research Center, divulgado em 2025, confirma a mesma tendência. Nos Estados Unidos, 53% dos adultos afirmam obter notícias com alguma frequência nas redes sociais. O Facebook segue como principal canal (38%), acompanhado de YouTube (35%), Instagram e TikTok (20%) e X (12%). As redes, portanto, deixaram de ser um canal alternativo e se tornaram parte orgânica da dieta informacional de milhões de pessoas.

Ao mesmo tempo, o público busca mais do que informação: busca conexão. As redes sociais funcionam como espaços de troca e identificação, em que estar informado significa participar ativamente das conversas e se sentir parte de algo maior. Nesse ambiente, o engajamento amplia o alcance, mas não pode substituir a credibilidade e veracidade. O valor da informação está na combinação entre relevância e utilidade pública — e na capacidade de gerar reflexões que fortaleçam o debate coletivo.

Com a descentralização, a confiança se fragmenta. A credibilidade já não depende apenas de grandes marcas de mídia, mas também se constrói em comunidades menores, em torno de vozes percebidas como competentes, íntegras e acessíveis. Por isso, espaços de diálogo que abordam temas de interesse público com equilíbrio e profundidade tornam-se essenciais para contextualizar e traduzir as narrativas que circulam nas mídias digitais. Eles ajudam a transformar volume em compreensão, oferecendo curadoria, contexto e disposição para lidar com complexidade sem ceder à pressão do feed.

Nesta era de velocidade inédita, o maior desafio — e a maior oportunidade — é construir espaços dedicados ao diálogo honesto e ao pensamento crítico. O ambiente digital não é apenas uma ferramenta, é o palco onde o futuro da opinião pública está sendo definido. Temos a responsabilidade de usar a pluralidade de vozes e a coragem para o debate como antídotos contra a polarização. É assim que vamos transformar o ruído informacional em conhecimento e reinventar o diálogo para uma sociedade mais consciente e democrática.

*Igor Coelho é fundador do Flow Podcast e CEO Grupo Flow, hub pioneiro na produção de videocasts e conteúdo digital

Fim do “achismo criativo”: AdTech brasileira lança plataforma que explica, com dados, por que um anúncio vende

Unite transforma inteligência criativa usada por grandes anunciantes em SaaS e promete até triplicar o ROI ao eliminar testes cegos em mídia digital

Em um cenário em que os algoritmos das grandes plataformas digitais tornaram a compra de mídia cada vez mais automatizada e previsível, uma nova dor passou a dominar a agenda dos diretores de marketing: entender por que um anúncio funciona – ou deixa de funcionar. Apostando na inteligência criativa como principal diferencial competitivo da nova era da publicidade digital, a AdTech brasileira Unite anuncia o lançamento da Unite Optimize, plataforma SaaS que traduz dados de performance em direcionamento claro para criação.

A proposta é simples e impacta um dos maiores gargalos do marketing atual: o distanciamento entre os times de mídia e criação. Hoje, marcas sabem qual anúncio performou melhor, mas raramente conseguem explicar os motivos por trás desse resultado. A consequência é um processo baseado em tentativas, desperdício de verba e dificuldade para replicar o sucesso.

“O jogo mudou. As otimizações técnicas que antes funcionavam deixaram de mover o ponteiro. O único caminho real para aumentar o ROI hoje é a otimização criativa. A ideia certa, no criativo certo”, afirma Weverton Guedes, fundador da Unite. “O problema é que a maioria das marcas opera no escuro. Elas sabem o que vendeu, mas não sabem por quê.”

A ponte entre dados e criatividade

A Unite Optimize atua exatamente nesse vácuo. Enquanto plataformas como Meta, Google e TikTok entregam métricas de resultado, e as agências oferecem repertório criativo e intuição, a Unite conecta os dois mundos. A plataforma utiliza visão computacional e inteligência artificial para “assistir” a vídeos e imagens de anúncios, identificar padrões visuais e narrativos e cruzar esses elementos com dados reais de venda.

Na prática, isso permite responder perguntas que hoje ficam sem resposta no mercado, como: foi o gancho inicial, a trilha sonora, a expressão do ator, a forma de mostrar o produto ou a cor do botão que fez aquele anúncio converter mais?

“Nenhuma plataforma de mídia diz que seus vídeos convertem mais quando um benefício específico aparece nos primeiros três segundos, ou quando a narrativa é construída de um determinado jeito. Nós fazemos a engenharia reversa do sucesso criativo que o gerenciador de anúncios não mostra”, explica Guedes.

Do teste cego à decisão orientada por receita

Segundo o executivo, o principal erro das marcas hoje é tratar a produção de criativos como uma loteria: produzir múltiplos anúncios, colocá-los no ar e torcer para que um funcione. Quando funciona, o motivo raramente é compreendido, o que impede a escala.

Um caso recente em uma operação de varejo digital ilustra o ponto. A marca tinha um vídeo com alta taxa de parada de scroll, retenção e cliques, mas conversão baixa. A análise do Unite Optimize revelou uma desconexão entre o gancho inicial e a oferta apresentada no final do vídeo. Com um ajuste pontual na narrativa dos segundos finais, alinhando expectativa e proposta, o criativo deixou de atrair curiosos e passou a converter compradores.

“Transformamos um anúncio que seria descartado em top performer sem refazer tudo. Apenas entendendo, com dados, o que precisava mudar”, afirma Guedes.

Impacto comprovado e acesso democratizado

Durante sua fase de uso em operações de grande porte no modelo enterprise, a tecnologia foi aplicada em um grande player do setor de bens de consumo com canal direct-to-consumer, ao longo de um ano e meio de operação, resultando em ganhos de eficiência que chegaram a até três vezes de melhoria no retorno sobre investimento.

Agora, com o lançamento do modelo SaaS, a Unite busca democratizar esse tipo de inteligência. A plataforma passa a estar disponível para marcas e agências com investimento mensal em mídia digital a partir de R$ 50 mil, com planos acessíveis e foco em reduzir desperdício desde os primeiros dias de campanha.

IA como copiloto, não substituta

Apesar de ser baseada em inteligência artificial, a Unite se posiciona alinhada ao movimento crescente do mercado de que não existe IA sem inteligência humana. O conceito central da plataforma é o de “copiloto de performance criativa”.

“A nossa IA faz o trabalho pesado de analisar milhares de variações de criativos e dados de performance. O humano entra com o que a máquina não tem: empatia, leitura cultural e construção de narrativa”, diz Guedes. “A criatividade deixa de ser um chute e passa a ser uma intuição informada.”

Para o fundador, o futuro da publicidade não será menos criativo, mas mais consciente. “Acaba a era do ‘eu acho que assim fica melhor’. Começa a era do ‘os dados mostram que isso converte mais, então vamos criar a melhor história possível a partir disso’.”, finaliza Weverton.

Sobre a Unite: A Unite é uma AdTech especializada em Inteligência Criativa. Nascida desenvolvendo soluções de IA customizadas para resolver desafios complexos de marketing para o mercado Enterprise, a empresa pivotou para o modelo SaaS com a Unite Optimize, ajudando marcas e agências a escalar resultados através da decodificação de dados criativos.