De volta ao mercado publicitário

Mariano assume posição no Grupo Band

Mariano Ramos Junior – profissional com longa e larga atuação no mercado publicitário do Vale do Paraíba – após período de atuação em outros segmentos, está de volta ao mundo da propaganda valeparaibana.

Ele está começando um novo ciclo como Executivo de Contas no Grupo Bandeirantes do Vale do Paraíba, onde já atuou anteriormente.

Central de Outdoor lança ECOSS OOH, plataforma de inteligência de dados e automação para anúncios

Com inteligência da Adsmovil OOH, plataforma reúne o inventário de mais de cem empresas associadas

Agilidade no planejamento e compra de mídia. A Central de Outdoor, maior associação de mídia exterior do Brasil, em parceria com a Adsmovil OOH, lança a plataforma ECOSS OOH, que reúne soluções de inteligência de dados e automação para anúncios estáticos e digitais. A plataforma oferece às agências, planejadoras e anunciantes o acesso ao inventário de exibidoras associadas, e já está disponível para uso. Para acessá-la, é preciso entrar em contato via e-mail com a associação.

Halisson Pontarolla, vice-presidente da Central de Outdoor, Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor, João Batista, presidente da Central de Outdoor, e Marco Muñoz, diretor regional de negócios da Adsmovil, no lançamento da plataforma – Crédito: Divulgação

A ECOSS OOH utiliza a inteligência da Adsmovil OOH para se consolidar como uma plataforma de planejamento, compra, implementação, execução e automatização, facilitando e agilizando o trabalho tanto de agências criativas e planejadoras quanto de anunciantes e exibidoras. Assim, mais do que planejar, com a ECOSS é possível realizar compras, de forma tradicional ou programática, diretamente com as empresas associadas à Central de Outdoor, sem uma intermediação.

A plataforma atua com a automação de anúncios estáticos e digitais de mídia exterior, padronizando as métricas de avaliação de cada inventário. A partir de sua tecnologia, a busca pela audiência de um determinado ponto passa a ser automatizada. Ela oferece a seus usuários, que devem ser associados à Central de Outdoor, a facilidade de programação baseada em dados para faces estáticas e digitais para anúncios, proporcionando mais segmentação, inteligência, produtividade e eficiência.

Pela ECOSS OOH, agências e anunciantes têm acesso a dados de performance e audiência de um determinado ponto, como quantas pessoas são impactadas por mês, alcance e perfil do público, e informações do ponto de interesse, como sua localização, quem é o dono do inventário, formato e tamanho disponível, horário de funcionamento e fotografia do local.

Com a mesma base de informação para todas as empresas de todo o país, nas capitais e no interior, a plataforma possibilita-as de terem condições para acessar uma ferramenta poderosa para a mídia OOH. “Os associados da Central de Outdoor estão presentes em todo o país com uma capilaridade que busca a integração das etapas de planejamento, programação, compra e execução, alcançada, agora, por nossa plataforma”, diz Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor.

“Com a ECOSS OOH, é possível atingir o público alvo de forma mais assertiva e integrar quantificação e qualificação. A inteligência da Adsmovil OOH veio para somar com o rico inventário da Central de Outdoor e, assim, auxiliar o mercado brasileiro de mídia exterior, como fazemos com iniciativas similares lideradas pela Adsmovil OOH em outros países”, afirma Marco Muñoz, diretor regional de negócios da Adsmovil.

Fonte: Agência ERA® – Mariana Cruz

Vaga para analista de marketing em shopping

Shopping Jardim Oriente contrata

O Shopping Jardim Oriente, localizado em SJCampos, está em busca de um analista de marketing para compor seu time.

Veja tudo sobre a vaga na arte abaixo.

A TV 3.0 e o futuro da televisão no Brasil

Por Caio Machado*

Nos últimos anos, testemunhamos uma transformação radical na forma como consumimos conteúdo audiovisual. A TV 3.0, um reflexo dessa revolução tecnológica e comportamental, traz consigo uma infinidade de oportunidades e desafios para a indústria de televisão. À medida que assistimos à ascensão das plataformas de streaming e à crescente fragmentação das audiências, é fundamental refletir sobre o futuro da televisão, especialmente no contexto regionalizado.

A TV 3.0 representa uma evolução na maneira como a televisão é entregue e consumida. Os modelos tradicionais de transmissão cedem lugar às plataformas de streaming, permitindo que os espectadores escolham quando e como desejam assistir a seus programas favoritos. No entanto, a TV 3.0 é mais do que apenas uma mudança tecnológica; é uma mudança cultural e de hábitos de consumo que redefine nosso relacionamento com a programação televisiva.

O crescente sucesso das plataformas de streaming globais, como Netflix, Amazon Prime Video e Disney+, é inegável. Elas oferecem uma vasta gama de conteúdos sob demanda, atraindo audiências em todo o mundo. Entretanto, a questão que emerge é: como as emissoras tradicionais podem competir e permanecer relevantes na era da TV 3.0?

Uma estratégia crucial será o foco em conteúdo regionalizado. Enquanto as plataformas globais podem oferecer uma variedade de shows e filmes populares, elas muitas vezes carecem da autenticidade e da conexão cultural que os telespectadores locais procuram. É aqui que as emissoras têm a chance de brilhar. Ao criar e transmitir conteúdos que ressoam com as identidades regionais, elas podem cultivar uma audiência leal e engajada.

Além disso, a TV 3.0 permitirá uma interatividade sem precedentes. A capacidade de interação direta com os espectadores, por meio de enquetes, comentários ao vivo e redes sociais, deverá criar um senso de participação ativa. Essa interação pode ser particularmente valiosa em um contexto regional, permitindo que as emissoras adaptem sua programação de acordo com o feedback direto dos telespectadores.

No entanto, é importante reconhecer que a transição para a TV 3.0 não é isenta de obstáculos. Questões como a adoção lenta da tecnologia em um país de proporções continentais, o alto custo da produção de conteúdo de alta qualidade e a concorrência acirrada das plataformas de streaming são desafios a serem superados. Ainda assim, esses obstáculos podem ser oportunidades disfarçadas. O investimento em tecnologias rejuvenescerá os canais atuais, juntamente com o compromisso de conteúdo regionalizado, e poderá posicionar as emissoras na vanguarda dessa mudança.

A TV 3.0 representa um futuro promissor e ao mesmo tempo desafiador para a indústria de televisão. Hoje, minha aposta é que a chave para o sucesso reside em abraçar a autenticidade regional, criando uma conexão profunda com as suas comunidades. Nesse novo cenário, as emissoras que souberem alinhar a tecnologia à autenticidade regional irão se destacar como os verdadeiros líderes da próxima era da televisão no Brasil.

*Caio Machado é formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, com MBA pela EAE Business School. O profissional já passou por agências como WMcCann, Z +, Suno Creators e RAPP, além de ter atendido a grandes contas como MasterCard, BMW Group e Pepsi. Hoje, é Diretor Executivo da Curious, agência boutique de publicidade que tem o propósito de articular a cultura das marcas, comportamento e negócios. A agência faz parte do Grupo TV1, rede multidisciplinar de comunicação e tecnologia que está há mais de 30 anos no mercado.