Atuar como microinfluenciador pode ser uma opção de renda

Ser influenciador é alternativa para voltar ao mercado de trabalho

Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE no final de setembro, a queda da taxa de desemprego tem sido puxada pelo aumento do número de postos informais. Entre junho e agosto, foram registrados 12,7 milhões de desocupados, 4,8 milhões de desalentados e a taxa de subutilização era de 24,4%. Uma das alternativas encontradas por aqueles que não conseguem uma vaga formal é atuar em mídias sociais.

Chamadas de microinfluenciadoras, estas pessoas contam milhares de seguidores e atuam em nichos de mercado. Têm conhecimento sobre temas específicos e, por isso, chamam a atenção de alguns públicos que interessam às empresas. Por isso, acabam divulgando os produtos de forma efetiva, gerando mais conversões – negócios.

Mesmo que a pessoa esteja fora do mercado de trabalho, pode se engajar nas mídias sociais de forma a cativar públicos específicos. Ao fazer vídeos didáticos sobre como pintar uma parede, escolher a cor e como combinar com os móveis, um arquiteto conquista as pessoas que estão interessadas em reformar sua casa. Por que não associar uma marca a estas recomendações? Este tipo de material vale ouro para as empresas e muitas pessoas abandonaram seus empregos formais para viver disso.

Há influenciadores que têm poucos seguidores, mas que possuem grande credibilidade perante pessoas que se interessam por diferentes temas, desde informática a finanças, fitness a pets, o que permite que eles influenciem decisões de compra. É isso que as empresas querem, pois, ao invés de pagar fortunas para que uma celebridade mencione suas marcas nas mídias sociais eles têm o alcance sobre públicos que podem utilizar seus produtos e resultam em leads de melhor qualidade.

A valorização desse tipo de internauta se deve ao fato de que, com um investimento bem modesto, atingirem diretamente quem interessa às companhias. No entanto, as empresas que procuram influenciadores com esse perfil sofrem com um problema: ninguém sabe como encontra-los e mensurar o engajamento gerado. A questão que se impõe é como unir as empresas e estes influenciadores espalhados por todo o Brasil. Neste sentido, a tecnologia vem a facilitar a conexão. Plataformas específicas para isso, funcionam como uma espécie de “agência de modelos”, unindo o perfil do influenciador com a necessidade da empresa.

Além disso, o profissional de marketing consegue remunerar o microinfluenciador conforme seu alcance. O ideal é que as plataformas ranqueiem estes profissionais com notas diárias, pois sua influência muda a todo o momento. Ser influenciador pode ser uma saída para driblar o desemprego ou complementar a renda e a Inflr está entre as recrutadoras do mercado.

Thiago Cavalcante é sócio-fundador da Inflr

Fonte: Compliance Comunicação – Ana Borges

Como bombar meu Instagram?

Especialista dá dicas para garantir o engajamento e o aumento de seguidores

Há cerca de 8 anos, em meio ao boom das redes sociais, o mundo conheceu um novo aplicativo: o Instagram. Diferente de outras mídias populares na época, o Instagram incentivava apenas o compartilhamento de fotos, oferecendo filtros e opções de edição que davam um ar profissional as imagens, o que fez com que a ferramenta conquistasse e aumentasse seu número de usuários consideravelmente ano a ano.

Além de popularizar uma nova forma de informação e interação entre o público da internet, o Instagram se transformou em um dos principais canais utilizados por marcas e empresas para alcançar clientes em potencial. E para destacar as principais formas de conseguir aumentar o engajamento e ganhar muitas curtidas e seguidores, a especialista em branding e professora do pioneiro curso de Digital Influencer do Centro Europeu de Curitiba, Lizi Zue, preparou uma lista com dicas preciosas para quem deseja bombar no Instagram.

Conteúdo relevante: para a especialista, é fundamental que as fotos, vídeos, sorteios e divulgações estejam alinhadas as necessidades e interesses do público alvo do perfil.

Visual: segundo Lizi Zue, outra boa dica é buscar um posicionamento visual interessante. “Um feed organizado com uma característica marcante e harmonia entre os conteúdos, é uma das formas mais eficazes para atrair o público”, detalha a especialista.

Stories: use e abuse dos vídeos e fotos nos stories. “É uma ferramenta maravilhosa para ampliar seguidores, pois gera uma aproximação maior com o público, além de oferecer opções como as enquetes, hashtags e perguntas possibilitam muita interação e ajudam a identificar o perfil do público e os conteúdos que mais interessam”, comenta a Lizi Zue.

Parcerias: outro ponto relevante apontado pelo especialista é o de marcar outras pessoas, marcas, locais e hashtags, para aparecer para outros seguidores além dos seus.

Eventos: “Participar de festas e acontecimentos de interesse para o público alvo, além de ser uma ótima fonte de conteúdo, também ajuda a ampliar a rede de contatos e cria a oportunidade de aparecer para novas pessoas”, afirma a especialista.

Regularidade: Lizi Zue explica que a palavra chave quando se trata de Instagram é conteúdo, “O conteúdo que você oferece é o que vai atrair o seu público, e neste ponto a regularidade de postagens é crucial. Você precisa aparecer para os seus seguidores e isso só acontece com postagens diárias”, explica.

Nicho de mercado: Em um universo em que todos têm muito o que falar, encontrar um nicho específico de público é uma ótima estratégia. “É preciso entender o perfil e as preferencias do seu seguidor principal e oferecer o que ele espera, pesquisando, planejando e sendo profissional em todos os pontos de contato”, completa Lizi.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Caroline Rodrigues

O futuro da TV Conectada

TV, TE VI: o futuro é conectado

Por Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil*

Fico pensando sobre Assis Chateaubriand em 1950, quando fundou o primeiro canal televisivo no Brasil, a TV Tupi. Por muitas décadas o princípio “dessa televisão” era ser um receptor, ou seja, uma caixa que transmite conteúdo vindo de outros lugares. Depois de alguns anos, os nossos hábitos de audiência evoluíram, principalmente depois do advento do cabo nos anos 1970. Esse progresso não parou, lembro que passamos por alguns formatos, até chegar nos modelos de distribuição de streaming e over-the-top (OTT, qualquer app ou website que entrega conteúdo em streaming via internet), que também é conhecido por um termo genérico para descrever o que a TV se tornou: TV avançada, que representa a convergência da TV tradicional com o streaming de vídeo fornecido por plataformas OTT e TVs conectadas.

Foto: Pixabay

Essa evolução é tão evidente que o consumo de televisão com hora marcada está morto! Isso mesmo, morto, pelo menos entre Millennials (nascidos após 2000) e a GenZ (os nativos digitais nascidos em meados da década de 90), que em alguns poucos anos vão comandar o mercado de consumo. Os jovens de 18 a 34 anos já dedicam 24% do tempo de consumo de TV nos Estados Unidos a TVs conectadas, em comparação a 10% entre toda a população adulta, de acordo com estudo recente da Nielsen. Eles esperam assistir o que eles querem, quando eles querem e da forma que eles querem. Isso mesmo, estamos falando de streaming, de VOD (vídeo por demanda).

E essa mudança de comportamento está recriando a indústria de mídia, produzindo novos modelos de negócio. A Netflix, com seu investimento de US$ 8 bilhões, é o exemplo mais proeminente, mas há outras dezenas de bilhões sendo investidos em produção de conteúdo para streaming por empresas como Hulu, Amazon e Apple, além de fusões multibilionárias, derretendo e recriando modelos que nascem da intersecção de mídia, ad tech e telco a se sucederem. Disney e Fox, AT&T e Warner Media são casos recentes, e a evolução da Roku, de um hardware para o consumo de vídeo para um ecossistema de conteúdo, distribuição e publicidade segmentada é outro exemplo da transformação pela qual a indústria está passando.

No Brasil, que tem enorme tradição com TV, a tendência não é diferente. E mais, a receptividade a anúncios nos torna um mercado de alto potencial para um futuro AVOD (ad-based video on demand). Um estudo recente da Telaria com painéis em cinco países, incluindo o Brasil, mostra que somos o mercado que mais bem aceita a publicidade como uma troca para acessar conteúdo de qualidade. A única coisa que não dá para esquecer é que Millennials e GenZ toleram – até gostam da publicidade e a tratam como Conteúdo – mas desde que ela seja relevante e altamente personalizada. O que é boa notícia, pois as TVs conectadas reúnem o melhor dos dois mundos, a experiência lean back de consumo de vídeo associada às possibilidades de segmentação do ambiente digital, com 100% de viewability e 95% de completion rate (taxa de conclusão de vídeo), já que é non-skippable.

Imagem: Pixabay

Então, quem diria, a TV está mais viva que nunca. O que muda é a forma de ver. O OTT cresceu 200% em audiência no mundo nos últimos três anos, e muitos produtores de conteúdo premium estão surfando a onda. No Brasil, onde TV linear, tradicional, tem qualidade e um alcance gigantesco ainda há muito espaço para convívio amigável entre o que foi e o que será.

Mas o ambiente para o streaming já existe, e as oportunidades para os produtores de conteúdo de conquistar audiências e para as marcas de conversar com seus públicos já está aí. E você, não vai aproveitar essa oportunidade? Recomendo você dar o play, não perca tempo.

*Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil, é especialista em Ad-tech, Marketing e Mídia com foco em publicidade programática, streaming de vídeo e TVs Conectadas.

Shopping e rádio lançam campanha de arrecadação de brinquedos

Via Vale e Jovem Pan promovem campanha “Faça uma criança feliz, doe brinquedos.”

Ação do Via Vale & Jovem Pan visa arrecadar brinquedos para doação às crianças da Associação Vida Nova

Quanto vale o sorriso de uma criança?

Neste Dia das Crianças você pode fazer uma criança ainda mais feliz! O Via Vale Garden Shopping em parceria com a Jovem Pan, promove a Campanha de Doação de Brinquedos “ Faça uma criança feliz”. Até 12 de outubro os clientes podem participar doando um brinquedo novo ou em bom estado e ainda concorrer a dois super videogames relançamento da Atari. A arrecadação final será entregue para as crianças da Instituição Associação Vida Nova.

Para concorrer aos videogames basta realizar sua doação no balcão de atendimento Concierge, preencher um cupom e depositá-lo na urna no mesmo local. O sorteio será realizado no dia 15 de outubro e os ganhadores serão divulgados nas redes sociais do shopping.

Caso os clientes não queiram participar do sorteio, a doação também pode ser feita deixando os brinquedos diretamente na ‘Loja dos Sonhos’, no segundo piso do Via Vale – próximo a loja Constance.

Entre nessa brincadeira e participe!

Informações:

Período: 1 a 12/10

Local de Doação: Balcão Concierge ou Loja dos Sonhos, Via Vale Garden Shopping

Horário: funcionamento do Shopping