Brasil soma 1 milhão de influenciadores no Tiktok, aponta plataforma da Influency.me

Em 2023, 60% das marcas realizaram ativações com influenciadores no Tiktok

O TikTok, da empresa ByteDance, surgiu há oito anos e já se consolidou como fonte de informação, em especial entre a “Geração Z”. Para 1 em cada 5 nascidos entre 1995 e 2010, o Tiktok é a única plataforma que utilizam para busca de informações, aponta relatório da Reuters Institute Digital News.

Para os criadores de conteúdo, a plataforma já é considerada a 2ª melhor para monetização do conteúdo, segundo pesquisa realizada pela Influency.me. A monetização se traduz no pagamento da plataforma ao influenciador pelas visualizações e alcance que seu conteúdo gerou, forma mais tradicional de lucrar com as redes sociais.

Para as marcas, o Tiktok já é considerado essencial, com 60% delas realizando ativações nessa rede social em 2023. Em 2022, esse índice era de 35%, de acordo com a Influency.me, que ouviu 350 profissionais do marketing de influência.

Tiktok soma 1 milhão de influenciadores no Brasil

Levantamento realizado em abril de 2024 pela Influency.me aponta que o Tiktok já soma 1 milhão de influenciadores, consolidando-se como 2ª rede social com mais influenciadores no País. No Instagram, são 1 milhão e 200 mil produtores de conteúdo.

O TikTok é a rede social na qual os usuários passam, em média, mais tempo: 95 minutos por dia. Em seguida, aparece o YouTube, com 74 minutos, e o Instagram, com 51 minutos. Os dados são de pesquisa realizada pela Sensor Tower.

“Rede social comparativamente nova, o Tiktok já desbancou o Instagram quando o quesito avaliado é o tempo do usuário no aplicativo. Esse dado pode ser relevante para o influenciador iniciante, que ainda pode escolher qual rede focar seus esforços e onde terá mais retorno financeiro”, aponta Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me

Marcas buscam métricas do Tiktok

Com tantos influenciadores e usuários, métricas de alcance e impacto das ‘publis’ no Tiktok são uma necessidade do mercado. Em 2024, a Influency.me acrescentou esse serviço ao portfólio e conta que esse foi um pedido dos próprios clientes.

“O TikTok se consolidou como uma das principais redes sociais. A pedido dos próprios clientes, agora nossa plataforma possibilita monitorar o engajamento com publicações no TikTok. Temos visto que a procura por esse serviço cresceu muito”, analisa o CEO da Influency.me.

O objetivo de métricas automáticas e elaboradas em tempo real é entender como os conteúdos (postados de forma orgânica ou como parcerias pagas) se conectaram com o público. “Quanto tempo o usuário ficou naquele vídeo, se assistiu até o final, se curtiu, comentou ou compartilhou. Com cada vez mais campanhas rodando no Tiktok, conhecer a fundo métricas de desempenho nessa rede é essencial para que as marcas invistam no que mais tem potencial”, finaliza o CEO.

Fonte: Trama Comunicação

Saiba quais são os influenciadores mais procurados pelas marcas em 2024

Camila Coutinho, Jade Picon e Vanessa Rozan aparecem no topo. Dos 20 influenciadores mais procurados, 19 são mulheres

Os primeiros quatro meses de 2024 foram marcados pela procura de 10 mil influenciadores brasileiros na plataforma Influency.me, que reúne mais de 3 milhões de profissionais da influência digital.

Entre os 20 profissionais mais procurados para campanhas, 19 são mulheres. Destacam-se os diferentes tamanhos das contas, que vão desde influenciadores como a Maísa, com 48 milhões de seguidores, até aqueles com cerca de 100 mil seguidores, como Matheus Ferreira (Geek Publicitário) e Mônica Pinto.

“A busca por influenciadores de porte mediano (entre 10 mil e 100 mil seguidores) é uma tendência de mercado. Os grandes influenciadores, que muitas vezes também têm projeção como artistas ou cantores, são bastante procurados, mas as marcas estão cada vez mais apostando na capilaridade das ações e na construção de campanhas com um maior número de perfis”, explica o CEO da Influency.me, Rodrigo Azevedo.

Confira os 20 influenciadores mais procurados em 2024:

Os influenciadores mais procurados são os preferidos por 2 mil clientes da plataforma Influency.me. “Nesse levantamento, consideramos os influenciadores que foram mais inseridos em campanhas. Ou seja, são os que mais vezes foram cotados para contratação e estão entre os favoritos de 2024”, considera o CEO.

Até a contratação ser efetivada, outras questões podem ser determinantes, como disponibilidade de agenda do influenciador, budget de campanha e alinhamento do profissional à marca.

Tendência de campanhas com mais influenciadores

No último ano, 38% das campanhas tiveram entre seis e dez influenciadores contratados, enquanto 32% tiveram cinco influenciadores contratados. O dado representa um crescimento em relação a 2022, quando a maior parte das campanhas contavam com cerca de três influenciadores.

Segundo a pesquisa anual realizada pela Influency.me, até 66,7% das empresas devem aumentar os investimentos em marketing de influência em 2024, o que demonstra um amadurecimento do mercado e das relações entre marcas e diversos perfis de influenciadores.

“Chegar a diversos públicos requer a contratação de diferentes perfis de influenciadores. Ainda que sejam do mesmo nicho, cada influenciador se conecta melhor com um público. Os dados do 1º trimestre de 2024 refletem bem essa tendência de mercado e demonstram que campanhas mais robustas estão sendo desenvolvidas junto a influenciadores”, finaliza o CEO.

Fonte: Trama Comunicação – Flávia Salmázio

Pesquisa da Influency.me revela que 18% das marcas não contrataram influenciadores no último ano

Pesquisa revela que 18% das marcas não contratam influenciadores devido a experiências ruins

Principais problemas apontados são poucos resultados e falta de conexão do influenciador com a marca. Influency.me lança método capaz de prever o retorno da campanha e ajuda a mudar esse cenário

Pesquisa da Influency.me revela que 18% das marcas não contrataram influenciadores, no último ano, devido a experiências negativas. A pesquisa contou com mais de 350 respondentes que atuam no marketing de influência e acrescenta outras questões que levam as marcas a desistirem de contratar influenciadores, como seu posicionamento político e não emissão de nota fiscal.

“Experiências negativas com influenciadores acontecem, em especial, quando não se tem conhecimento de todo o fluxo para criação de uma campanha. Por exemplo, o planejamento da campanha deve ser realizado antes da seleção dos influenciadores mais adequados. Pular ou inverter etapas pode levar a resultados inesperados”, explica Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me.

Como prever resultados com influenciadores?

Dor do mercado, a imprevisibilidade dos resultados em campanhas com influenciadores pode ser driblada seguindo o método IMAP (Influencer Marketing de Alta Performance), desenvolvido pela Influency.me. Por meio dele é possível prever resultados como número de seguidores atingidos, visualizações do conteúdo, interações com a publicação e cliques.

“A principal métrica que deve ser analisada na contratação de influenciadores é o Custo Por Mil (CPM) visualizações. Esse valor é estimado com base na média recente de visualizações do influenciador, que deve constar em seu media kit”, explica Azevedo.

Para aplicação do método, é necessário conhecer o orçamento estimado para a campanha e o CPM do nicho em que se deseja iniciar campanha com influenciadores. Abaixo temos os principais budgets de acordo com o nicho.

Tendo essas informações, as etapas do método IMAP para criação de campanhas de influência são 4: planejamento da campanha, busca e seleção dos influenciadores, execução da campanha e aprendizado com base na performance. Os principais objetivos de cada etapa são descritos abaixo.

“O método IMAP, para ser criado, utilizou dados coletados em mais de 10 mil campanhas com influenciadores. O método foi desenvolvido com base em um processo científico de experimentação e aprendizado e, na Influency.me, é utilizado em todas as campanhas”, confirma o CEO. “É nossa forma de garantir a previsibilidade dos resultados em ações com influenciadores”, finaliza.

Para aplicação do método, a empresa disponibiliza gratuitamente a Calculadora de Investimento em Marketing de Influência.

Fonte: Trama Comunicação

Influenciadores e influenciados

Por Marli Gonçalves*

Influenciadores, influenciadoras, influencers. São notícia todos os dias. Para o bem e para o mal. Virou quase uma praga: cuidado que você pode ir tomar banho e encontrar um deles dentro do seu box indicando algum shampoo ou sabonete. Olhou no espelho? Repara que deve ter alguma por perto mostrando um creminho que faz maravilhas. Abriu o armário? Pronto: olha a tendência, com forte acento no ê.

Os influenciadores, influencers, são um fenômeno impressionante dos últimos anos de redes sociais digitais e que a cada dia se amplia em todos os aspectos da vida. Não tem como escapar, embora cada pessoa, parece, tenha os seus, de “estimação”. A cada dia surgem outros, em todos os cantos, em todos os assuntos. Nomes alçados a celebridades e que a gente nunca ouviria falar até que apareçam. Ultimamente, inclusive, nas páginas policiais quando maravilhados com ganhos incríveis se atolam em crimes, como jogos de azar, rifas falsas, golpes amorosos.

Uma nova categoria humana, baseada sempre em números, de seguidores, curtidas, apoio de empresas, vida pessoal mostrada como reality, dancinhas. Se espalham atraindo e reunindo pessoas em torno delas, em geral tudo iniciado com um golpe de sorte, alguma viralização, esse cavalo bravo que ninguém sabe bem exatamente de onde vem, como se monta ou como se doma.

Muitos já são conhecidos, como artistas, jornalistas, cozinheiros, BBBs e quetais, mas uma grande parte dos que ouvimos falar surgem quase que do nada. Pior é quando sabemos que existiam só quando morrem ou se metem em alguma encrenca, o que anda sendo bem comum.

Você tem algum de estimação? Quem é que o influencia? Influência é poder, e o poder sempre pode ser muito perigoso, principalmente quando descamba para a política, para ser dono de alguma verdade, como vimos muito por aqui nos últimos tempos causando controvérsias e crises com a disseminação de mentiras, como as da questão das vacinas e que tantas vítimas ainda podem estar causando.

Marli Gonçalves

Muitos mostram mundos irreais, para a maioria inacessíveis vidas de luxo. Em qualquer evento é comum encontrar alguns e algumas carregando consigo a tiracolo assessores e fotógrafos para que se registrem como se naturais fossem atos absolutamente programados. Pagos. Amo, inclusive, a nova expressão incorporada: “recebidinhos”. Presentes, brindes, etc. que amealham com os números que exibem em posts regiamente pagos, que juram ser de produtos que realmente usam.

Já surgem influencers de tudo. Assim como na internet onde se acha qualquer coisa, esse impressionante tudo. Basta procurar. Você acha; e vai encontrar também alguém especialista que procurará nortear seu entendimento sobre o assunto, por mais local e restrito que seja. Uma forma de comunicação que merece a atenção e uma análise mais aprofundada porque acabam se tornando veículos de transformação, seguidos por legiões.

Não consigo, no entanto, deixar de lembrar, pensar e associar perigos nos influenciadores e suas “flautas” ao incrível e triste conto dos Irmãos Grimm, sobre a lenda do estranho flautista que surgiu na Alemanha, Cidade de Hamelin, em 1284, e que mais precisamente em 26 de junho daquele ano teria sumido com 130 crianças que o teriam seguido hipnotizados pelo som da flauta, pela floresta, de onde nunca mais apareceram. O homem, assim, se vingava da cidade onde havia sido contratado para acabar com uma infestação de ratos que a tudo destruía. O flautista assim o fez, mas como não quiseram lhe pagar o combinado pelo serviço, usou o mesmo estratagema com as crianças, aproveitando quando todos estavam na igreja. Teriam sobrado, segundo a mesma lenda, apenas três crianças: uma era surda e não ouviu a música, outra era cega e não conseguiu ver para onde todas iam; uma terceira, com problemas nas pernas não teria conseguido acompanhar a turma.

Há muitas versões, inclusive de como houve mesmo uma inspiração real para os Irmãos Grimm escreverem muitos séculos depois o famoso conto sobre essa terrível história. As crianças poderiam ter morrido com a peste negra, transmitida por ratos, e o flautista seria apenas a personificação da morte. Com a extrema pobreza, há outras versões, inclusive a de que as crianças teriam sido mandadas embora pelas suas próprias famílias, para que fugissem da fome. A mais terrível: o flautista poderia ter sido um pedófilo. Como a lenda persiste até hoje, a rua onde as crianças teriam sido vistas pela última vez é chamada Bungelosenstrasse (rua sem barulho). Leva esse nome por que ali ainda seria proibido tocar música ou dançar.

Daí lembrar que é sempre bom ver e ouvir com atenção que apito tocam os influencers que seguimos encantados.

*Marli Gonçalves – Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano – Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). Vive em São Paulo, Capital. marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br