Comgás lança “Eu encanei”

“Eu Encanei”: em nova campanha, Comgás se apropria da categoria de gás natural encanado

Iniciativa tem como objetivo descolar a marca dos concorrentes da categoria de gás de botijão

A Comgás (Companhia de Gás de São Paulo) lança hoje sua campanha de marca assinada pela Bullet. Com o desafio de destacar a categoria de gás natural encanado, a campanha traz o mote “Eu Encanei”, apresentando pessoas que encanaram e mudaram o cotidiano de suas vidas pra melhor.

“É possível, por exemplo, ‘encanar’ com mais conforto e transformar o aquecimento do chuveiro; ou ‘encanar’ com mais praticidade e transformar o churrasco. Da mesma forma, as pessoas podem ‘encanar’ com uma situação profissional melhor, se preparar e buscar um novo emprego”, exemplifica a Head de Marketing da Comgás, Milena Brito.

Outro objetivo da campanha é valorizar os benefícios do gás natural encanado, como praticidade, conforto, lazer e eficiência, ressaltando todas as melhorias que as soluções da Comgás podem proporcionar no cotidiano das pessoas, em suas residências, comércios, veículos e até mesmo na indústria.

Estratégia

O plano de mídia da campanha 2018 contempla uma estratégia 360º, com foco no ambiente digital. Os dois principais filmes, cada um com 30 segundos, serão exibidos na internet. Há também versões de 15 e 6 segundos que enfatizam como cada segmento pode tirar proveito da melhoria proporcionada pelo gás natural encanado, destacando aplicações como churrasqueira, aquecimento para piscina e aquecedor para chuveiro, além, é claro, do fogão.

A estratégia de comunicação conta com ferramentas de geolocalização para segmentar perfil de público e área de atuação, com o objetivo de garantir menos dispersão da mensagem e levar conhecimento sobre o gás natural encanado e o seu poder de transformação para potenciais consumidores.

A ação também contempla spots de rádio, materiais Out Of Home, mídia programática, search, redes sociais e ações de branded content. Para isso, serão produzidos conteúdos exclusivos em um canal da marca dentro do portal de notícias UOL, que terá a participação de transformadores da vida real que serão apresentados por dois embaixadores: o chef do restaurante Mocotó, Rodrigo Oliveira, e o arquiteto e apresentador do Decora, do GNT, Maurício Arruda. A campanha contará também com investimento em patrocínios e eventos de gastronomia e arquitetura – os dois principais territórios a serem explorados pela Comgás, buscando democratizar esses temas e tornar a marca ainda mais próxima do consumidor.

“Nos preocupamos em passar a mensagem de forma clara, brincando com essa ambiguidade de “encanar”, ou seja, colocar uma ideia fixa na cabeça, fazer acontecer, e instalar o gás natural encanado, mostrando que Comgás realmente não é só gás”, comenta o Diretor Geral de Criação e Planejamento da Bullet, César Leite.

Ficha Técnica

Agência: Bullet
Cliente: Comgás

Título: Eu Encanei
Criação: Mentor Neto, Cesar Leite, Rubens Casanova, Alê Palermo, Leo Russo, Cristiano Santos e Flavio Carvalho
Planejamento: Cesar Leite, Janaína Navarrette e Vinicius Medeiros
Atendimento: Fernando Figueiredo, Eduardo Andrade, Stenio Moura e Amanda Borklian
Mídia: Franciane Cravo

Produção Agência: Neila Ceródio, Renata Montoro e Pablo Reato
Produtora: Trator Filmes

Produção Executiva: Gabriela Lemos e Armando Ruivo

Coordenadores de Produção: Kiko Ribeiro e Eduardo Saraiva

Direção de Cena: Will Mazzola

Direcão de Fotografia: Alberto La Salvia

Direção de Produção: Eduardo Saraiva e Eduardo Miranda

Diretor de Arte de Cena: Joaquin Corsiglia

Gerente de Projeto: Renata Prado

Assistente de Atendimento: Bruna Chamlian

Montagem: Matheus Akkari

Finalização: Trator Filmes
Produtora de Áudio: Lua Nova

Fotógrafo: Chico Audi

Aprovação cliente: Milena Brito e Luiza Carvalho

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis

Mestra abre vaga para mídia digital

Vaga para Analista de Mídia Digital

REQUISITOS
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Coluna “Discutindo a relação…”

As duas faces da moeda

Desta vez quero abordar um assunto que é controverso. E sobre o qual nem mesmo eu tenho um ponto de vista ou uma opinião definitiva.

Quero falar do modelo de agências de propaganda no Brasil no que se refere especificamente à manutenção, nas estruturas destas agências, do departamento de mídia.

Sim, pois não sei se todos sabem, mas o Brasil é um dos poucos países do mundo em que a mídia continua sendo uma área dentro da estrutura da agência de propaganda. Na maioria esmagadora dos países a mídia tornou-se empresa apartada, externa, especializada e independente.

Por aqui isso não ocorreu e não ocorre.

E por que a questão é difícil? Vamos lá!

Nos países em que a mídia deixou de ser um departamento ou área da agência houve a percepção – há umas três décadas – de que essa era uma área ténica, sofisticada e estratégica demais para permanecer apenas como mais um “pedaço” da estrutura maior. A evolução e o desenvolvimento da área de mídia acabou por levá-la para fora da agência. Surgiram empresas especializadas em planejamneto, estratégia e tática de mídia. Então, a partir do momento da cisão, o anunciante contratava planejamento de campanhas e criação em uma agência de propaganda e planejamento e estratégia de mídia em outra.

Parte importante desta saída da mídia de dentro da estrutura das agências se deve ao fato de que nos principais mercados de propaganda não ser tão fundamental (ou nem acontecer) o comissionamento pela compra de mídia.

Houve muita confusão conceitual, pois também mais ou menos na mesma época surgiram empresas especializadas apenas na compra de mídia. Ficaram conhecidas como “brokers”. Elas compravam espaços nas mais diferentes mídias em grande quantidade e negociando altos descontos e depois revendiam estes mesmos espaços para anunciantes e até mesmo para agências de propaganda. Foram danosas em muitos mercados. A Argentina, aqui em nossa região, é um exemplo de como as empresas que compravam mídia poderiam ser prejudiciais ao cenário de comunicação. O mercado de agências de propaganda quase foi extinto no nosso vizinho.

Aqui no Brasil a mídia segue até hoje sendo parte da estrutura das agências. Uma das principais razões para não termos acompanhado a mudança quase global é que aqui o comissionamento, o desconto concedido às agências de propaganda seguiu e segue existindo. E mais do que isso: segue sendo a maior forma de remuneração das agências brasileiras.

Tão pesada e importante é a comissão paga pelos veículos de comunicação às agências que muitas delas cobravam muito pouco ou, em casos mais radicais, nada pelos outros serviços – planejamento e criação, principalmente.

O fato é que hoje vemos muitas agências, redes e holdings multinacionais elogiando a decisão brasileira e pensando em rever a mudança de mais ou menos três décadas e… trazer a mídia de volta para casa. Os que defendem essa decisão dizem que o modelo brasileiro faz com que haja maior interação e envolvimento nas decisões estratégicas para os anunciantes. E isso é fato!

Fato também é que, infelizmente, ganhar pela compra de mídia fez com que as agências nacionais deixassem de saber cobrar por serviços pra lá de importantes. Conheci inúmeras casos de agências que abriam mão totalmente de cobrar pela criação para ter clientes, faturando apenas com o comissionamento. Daí minha indecisão a respeito do tema.

Por um lado é claro que ter o departamento de mídia integrado ao planejamento e à criação, principalmente, faz grande diferença em favor dos clientes. Por outro lado esse modelo existe muito em função de um certo “vício” pela receita da compra de mídia. Já faz muito, muito tempo que a figura de agenciar compra de espaços em veículos deixou de ser aquela que melhor representa e traduz o papel de uma agência de propaganda.

E mais! Em muitos aspectos pode significar certa distorção, uma vez que sabemos, embora muitos neguem até a morte, que coisas como BV e fome por gordas receitas pode levar a decisões não tão técnicas na hora de utilizar veículos em prol de uma anunciante.

Fica o impasse. Eu tendo a achar que há mais vantagens no modelo brasileiro. E que se as agências deixarem de ser dependentes da remuneração do agenciamento e passarem a cobrar melhor por outros serviços a coisa fica toda melhor resolvida. As chamadas agências digitais estão aí para provar que é possível e viável atuar de modo sustentável e rentável no mercado de comunicação sem ganhar comissionamento.

Revlon lança campanha LIVE BOLDLY

Ashley Graham, Adwoa Aboah, Imaan Hammam e Raquel Zimmermann são as novas embaixadoras globais da marca

Nesta semana a Revlon lançou sua campanha Live Boldly em Nova York e apresentou quatro novas embaixadoras globais, que se unem à atriz icônica Gal Gadot. Ashley Graham, Adwoa Aboah, Imaan Hammam e Raquel Zimmermann foram escolhidas para representar a nova campanha, porque elas são a expressão do que é “viver corajosamente”.

Como modelo e advogada, Graham tem usado sua fama e voz para desafiar percepções convencionais e inspirar as mulheres. Seu otimismo, sua compaixão e sua força tem modificado a perspectiva da indústria ao criar uma definição mais inclusiva de beleza.

“Estou emocionada por fazer parte desta oportuna e inovadora campanha, com diferentes tipos de mulheres, de todas as raças, idades e medidas, e influenciar esta plataforma a continuar a criar mudanças positivas”, disse Graham. “Viver corajosamente é o mantra da minha vida. Todo dia, em frente ao espelho, eu digo para mim mesma, ‘Eu sou corajosa, eu sou brilhante’, e junto com a Revlon, posso inspirar todas as mulheres a fazerem o mesmo.”

Aboah, Hammam e Zimmermann são inspirações por mérito próprio e exemplificam muitas características-chave da campanha Live Boldly. Aboah foi recentemente nomeada a modelo do ano e fundou a Gurls Talk, uma comunidade online dedicada a fornecer para garotas uma ferramenta para compartilhar suas histórias, empoderando-as por meio de uma comunidade mais ampla. Como uma modelo afro, Hammam foi agraciada com inúmeras capas de revista e desfiles de moda, e a ambientalista Zimmermann, descoberta aos 14 anos, foi nomeada pela VOGUE Paris uma das 30 top modelos dos anos 2000.

“Revlon nos deu uma plataforma que nos permite ser acessíveis a todos os tipos de mulheres”, disse Aboah. “Para mim, viver corajosamente significa ser desencana, viver sem limites, ser vulnerável, forte, autêntica com você mesma.”

A plataforma multimídia Live Boldly impulsiona interações sociais, digitais e pessoais para engajar, dar suporte e empoderar as mulheres por meio do desenvolvimento da comunidade, de experiências dinâmicas e conversas inspiradoras.

Fonte: Tacla Consultoria de Comunicação – Camila Hirano