Agência de Relações Públicas comemora 5 anos com nova marca

Pilares Relações Públicas relança marca e se posiciona como principal agência do segmento na Região

Em um evento repleto de arte, a Pilares Relações Públicas celebrou 5 anos de trajetória apresentando novidades para a nossa fase da empresa. A marca passou por um rebranding e ganhou novas formas, outra novidade é o lançamento de uma exclusiva Sala de Imprensa para jornalistas e veículos de comunicação.

A celebração, realizada na noite da última terça-feira (7), na Galeria Poente, no Jardim Esplanada, região nobre de São José dos Campos, reuniu convidados especiais como clientes, fornecedores, parceiros e profissionais do mercado de comunicação da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte.

Fortalecer ideias, expandir horizontes. Essa é a missão da agência Pilares RP, comandada pela empresária, jornalista e relações públicas Michelle Laboissiere. “O nosso propósito diário é conectar ideias e pessoas com estratégias de Relações Públicas para aumentar a potência de nossos clientes e parceiros”, disse. “É um relançamento da agência para o mercado regional e nacional”, completou.

A nova Pilares foi apresentada pelo time de criação da Agência, explicando todo o processo criativo. “Vivemos uma era sem precedentes para acessibilidade, democratização da informação e construção de imagem e reputação de marcas. Temos o orgulho de apresentar a nova marca, carregada de ideias e valores. O nosso azul representa confiança, segurança e criatividade. O amarelo remete a alegria do nosso time no dia a dia”, explica Lucas Cassimiro, Designer Gráfico.

A composição dos símbolos, um balão de fala e as aspas simbolizam uma comunicação séria, embasada e assertiva. “As arestas arredondadas simbolizam a união entre o nosso time e do nosso time com o cliente. Reiniciamos a nossa viagem rumo à novas diretrizes, conquistando ainda mais o nosso espaço”, completa Thaís Sung, Designer Gráfico.

Na internet, a Pilares RP também trouxe novidades e lançou um site que contém uma nova plataforma para a publicação de notícias. “A partir de agora, os principais assuntos ligados às áreas de atuação dos assessorados estarão disponíveis a um clique, explica o Relações Públicas e Designer, Guilherme Russi.

Um site intuitivo, dinâmico, funcional e autêntico. “Nosso objetivo é facilitar o acesso à informação e as novidades dos nossos assessorados bem como oferecer ao cliente mais uma vitrine das ações”, destaca.

Em uma verdadeira Sala de Imprensa, jornalistas, produtores, repórteres e editores poderão consultar os artigos e releases dos assessorados. “O objetivo do novo espaço é conectar ainda mais os clientes com a imprensa. Organizamos os assuntos por editorias e disponibilizamos os porta-vozes para entrevistas. Tudo para gerar ainda mais resultados e facilitar o acesso à informação”, completa Rodrigo Machado, Assessor de Imprensa.

Para conferir as novidades da Agência e a nova marca, acesse: www.pilaresrp.com.br

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Coluna Propaganda&Arte

Tecnologia não é o futuro (isso não é um clickbait)

Primeiro eu quero me desculpar se você chegou até este texto por uma estratégia de clickbait (quando criamos títulos chamativos e trazemos o leitor pela curiosidade), mas esta afirmação do título deste texto foi baseada em uma reflexão 100% genuína e que eu preciso compartilhar com você! Vamos nessa?

“Tudo é tecnologia”

O que as empresas 99, Buser, Creditas, iFood e Nubank possuem em comum? Todas são empresas ou startups que deram muito certo baseadas na tecnologia como principal pilar. Mas então, estamos afirmando que a tecnologia é o futuro aqui? Em partes sim, mas em muitos casos não. Tente acompanhar essa ideia.

Os olhares de todos os grandes e médios investidores estão voltados para startups de tecnologia, simplesmente por modismos, potenciais reais de retorno e por uma conta muito simples: estas startups resolvem problemas reais de forma muito mais fácil, barata e prática para o usuário e tem potencial de ser escalável (crescer rápido e atender cada vez mais pessoas com eficiência e economia). Esse é o core business dessas empresas, ou deveria ser. Isso não significa que investir milhões em novas tecnologias, pessoal especializado e novas plataformas vai resolver o futuro dessas empresas. Prova disso é que nem todas vão pra frente mesmo com ótimas ideias por trás.

Estamos na mão dos clientes (às vezes, literalmente)

Chegamos ao momento da verdade. Imagine você, uma startup que promete entregar bebidas geladinhas no conforto das casas em poucos minutos e com preços acessíveis? Essa é só uma das ideias que têm dado resultados, com um foco muito grande em tecnologia e experiência de usuário. O app Zé Delivery é um bom exemplo dessa entrega de valor. E eu, como cliente, queria isso. Mas, logo fiquei sabendo que muitos condomínios e prédios estão recebendo um novo tipo de serviço in loco: pequenas conveniências de autoatendimento (sem pessoas, você passa o produto e paga sozinho) que são montadas dentro dos condomínios, onde você pode comprar de tudo, snacks, produtos de higiene e até “aquela cerveja gelada”, que também é entregue pelo app todo tecnológico que citei aqui.

E agora? Qual das duas opções você escolheria? Pediria a bebida pelo app ou desceria no seu prédio e escolheria pessoalmente qual bebida ou comida comprar com toda facilidade do autoatendimento? Spoiler: eu escolhi a segunda. Este é um caso real, mas não me considero uma amostragem, porém me fez pensar.

Uma experiência (com) sem tecnologia

Ao vivenciar essa compra totalmente pautado na conveniência, pensei em quanto custaria fazer uma lojinha em milhares de condomínios de uma cidade, sem precisar de atendimento presencial (tudo bem, precisa investir em câmeras e conferência de estoque), mas quantos seriam os problemas técnicos e de tecnologia que precisaríamos resolver, problemas logísticos, tudo isso passou pela minha cabeça. E, novamente, voltei ao aplicativo de entregas. Essa seria apenas mais uma forma de resolver um mesmo problema: encontrar uma bebida gelada (ou produtos) na hora que eu quero e de forma simples e rápida. No final, a tecnologia ou a experiência do aplicativo de nada adiantou para mim e me fez questionar essa tendência de que tudo é tecnologia.

Necessária, mas não principal

Pronto. Cheguei até onde queria. Uma empresa que foca no real desejo do cliente vai atender ele melhor. Se for preciso abrir lojas físicas, esse é o caminho. Se for preciso criar um aplicativo, saiba das limitações tecnológicas de cada usuário e manda ver! Mas quem irá sobreviver não é a empresa diferentona, “toda tech” do Vale do Silício que recebeu aporte de milhões. Vai ser aquela que atende de forma mais completa a necessidade do cliente, mesmo que essa solução seja bastante convencional e sem tecnologia.

(Tudo bem, vai. Uma pitada de tecnologia é sempre bem-vinda!).

O que acha do tema? Sei que é um assunto polêmico, mas queria muito compartilhar essa visão com você!