Uma nova visão do Festup

ceciEste ano escalei uma “correspondente especial” para cobrir as palestras que não pude acompanhar no 24° Festup. E o mais interessante: essa pessoa tem um olhar um pouco diferenciado, já que é aluna de jornalismo. Confira, na sequencia, o texto feito pela excelente aspirante a jornalista Cecília Láua, aluna de segundo ano matutino de jornalismo da Unitau.

24º FEST’UP: O OLHAR DE ALGUÉM QUE, MESMO LONGE, ESTÁ BEM PERTO.
POR CECÍLIA LÁUA
Nesse final de semana, 1 e 2 de setembro, aconteceu na FAAP – Faculdade Armando Álvares Penteado, na cidade de São Paulo, a 24ª edição do Festival Universitário de Publicidade organizado pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda), da qual tive o grande prazer em participar. Vocês se perguntam o porquê do interesse de uma aluna de jornalismo por esse evento, assim como tantas pessoas também me questionaram e, bem, confesso que até domingo eu responderia que o motivo da minha ida era “Produção” – sendo que, na verdade, não sabia ao certo a resposta.
No ano passado, como caloura, fiz uma matéria sobre a 23ª FEST’UP que foi publicada no jornal Diário de Taubaté. Lembro-me que para a apuração eu possuía apenas os dados fornecidos pelo site da APP e não me aprofundei muito. Hoje, relendo a matéria depois de ter vivido a experiência – jornalismo gonzo – percebi que poderia ter ido muito além.
Sábado, 01.09.2012
Apesar de termos sofrido com o horário de saída da cidade de Taubaté, às 5h30, fiquei grata por termos chegado tão cedo e conseguido os crachás de cor vermelha, bastante concorridos, visto a qualidade dos palestrantes para aquele auditório. Para quem não sabe, as palestras do FEST’UP são dividas em cores com respectivas salas. O crachá que se pega no sábado, vale também para o de domingo.
A programação para aquele dia contava com a Bullet  em Multiplataformas de Comunicação, a Cubo com Criatividade e Inovaçao, a Agencia África representando Agencias de Comunicação e como Produtoras de Cinema e TV, a Sentimental.
Logo de cara, a Bullet conseguiu conquistar o público com uma apresentação bastante visual, com diversos Cases –  Skol Folia e Ipod no Palito – e macetes para emplacar campanhas de sucesso:
# 1 Quebre a Rotina
#2 Faça seu consumidor se divertir
#3 Use os meios ao seu favor.
Mas, particularmente, o palestrante Aldo Pini conseguiu me conquistar ao fazer um link com a área de jornalismo e assessoria de imprensa – atitude que não aconteceu outro momento.  “Muita informaçao e pouco tempo, as marcas precisam aproveitar cada chance única com o consumidor”, “Marcas não vendem mais idéias, marcas tem que vender narrações verdadeiras, contando de diferentes formas em diferentes meios” – Aldo Pini (aldo@bullet.com.br).
Em seguida, o Matheus Barros discursou pela Cubo de uma maneira diferente, com menos recursos, mas também marcou presença de alguns conceitos como manter uma flexibilidade maior com o cliente. “O céu é o limite, na condição de que você saiba se comunicar bem com o cliente”.
Paramos para almoçar, mas somente quando voltamos ao auditório vermelho nossa fome por conhecimento foi saciada. O palestrante Marcio Santoro (msantoro@africa.com.br), da Agência África, fez uma apresentação encantadora, començando por contar um pouco das suas experiências e dizer que mantém dentro de si – e que todos deveriam fazer o mesmo – um “coração de estagiário”, renovando sempre o desejo de aprender sempre mais. Depois,  uma apresentação sobre a agencia, um holding de propaganda, mostrando as filiais em Rio de Janeiro, New York e San Francisco, dizendo que “O Brasil nunca esteve tao global”. O Marcio conseguiu conquistar a platéia mesmo com os Cases: Budweiser, Vivo (Eduardo e Monica), Itaú, Gilette e Brahma. Só posso dizer que no final da apresentação passou por mim uma vontade de mudar de curso – mas foi embora.
A apresentação da Sentimental Filmes foi mais técnica. Marcos Araujo detalhou organogramas, roteiros e todas as fases de produção – motivo pelo qual eu supostamente teria ido ao evento e que conseguiu suprir e tirar dúvidas restantes.
Domingo, 02.09.2012
No domingo as palestras começaram mais tarde, às 10h, e contamos com Casblanca On Line, Naked e DM9DDB em parceria, Satelite e GLOBO.COM. Posso dizer que foi o dia que mais aproveitei e que mais me tocou profissionalmente.
André Porto Alegre fez um discurso emocionante e enérgico, pela Casablanca, ao falar da Indústria do Diálogo. “Nós estudamos para que as marcas dialoguem com os clientes”. Citou, também, os sete pecados capitais dos publicitários:
VAIDADE – “Ninguém é dono da verdade”
GULA – “A informação não é conhecimento”
LUXÚRIA – “Otimismo não é sucesso”
INVEJA – “Cuidado com o excesso de confiança”
AVAREZA – “A carreira é uma eterna jornada”
PREGUIÇA – “Atualize sempre opiniões e conceitos”
IRA – “A unanimidade é burra”
Explicou o Modelo Jabuticaba; disse, sabiamente, que para a formação de uma nova mídia deveremos saber dialogar com aqueles que estão hoje nas maternidades, visto que o futuro está nascendo hoje; conceituou a vocação das marcas e seus valores; defendeu as redes sociais como a melhor forma de diálogo com o cliente; revelou que comunicadores são “animadores do processo coletivo de inteligência”. Mas o ápice de sua palestra se deu em duas frases: “Vocês estudam comunicação, não estudam para aparecer” – quando criticava o youtube – e “A propaganda, hoje, é muito mais conteudista”, que resumiu todas as outras palestras daquele dia.
A Fabiana Manfredi da DM9DDB e o Luis Fernando Moteleone da NAKED prosseguiram na mesma linha ao dizerem que o conteúdo é uma nova abordagem da propaganda, que hoje é preciso criar uma comunicação muito mais funcional. O enfoque de ambos se deu pelo conceito de SHARING:
“A vida do consumidor é mais importante do que a marca. É ele quem vai determinar a sua reverberação” – Fabiana.
“Quando elas [pessoas] compartilham uma propaganda com alguém, elas estão preocupadas com o sentimento que vai despertar no amigo, alegrá-lo, e não com a marca. Hoje, propaganda é contar histórias e estabelecer valores”. – Luis Fernando
A palestrante do portal da GLOBO.COM, Jessica Arslan, trouxe uma apresentação mais voltada para números de audiência, acesso e crescimento de mercado, mas, ainda assim, sua conclusão foi a mesma daqueles que tinham se apresentado antes dela. “O conteúdo é o protagonista. Se você tiver uma boa história para contar, com certeza terá alguém para ouvir”.
Você deve estar se perguntando – ou não – se eu finalmente achei a resposta para a pergunta que me fizeram: “Se você é jornalista, o que está indo fazer num festival publicitário?”, pois bem, eu encontrei. Depois de domingo, fazendo uma reflexão sobre tudo o que aprendi, pude reencontrar em vários discursos aquilo que Chico Ornellas (Estadão) disse para nós, em uma palestra de duas horas e meia, na Semana da Comunicação da UNITAU: “Antigamente, tinha o poder aquele que detinha os meios de comunicação. Hoje, o poder está nas mãos daqueles que tem o acesso”. Ainda dirão que Jornalismo e Publicidade não têm nada a ver? Está bem, pois minha conclusão não termina por aqui. Quando entramos na faculdade, ouvimos dizer que liberdade de imprensa, na verdade, chama-se liberdade de empresa, visto que nossos meios, nossos trabalhos, são diretamente dependentes da publicidade. Agora eu te pergunto: Não seria lógico que jornalistas acompanhassem as tendências do mercado de publicidade? Saber onde, em qual meio ou veículo, está havendo mais investimento? Afinal, eles seguem o fluxo do público, daqueles que tem o poder de acesso, não deveríamos ter esse tipo de atitude também?
Em suma, para finalizar esse texto – que já se deu extenso demais – relembro, novamente, a matéria que fiz ano passado, uma fala do Professor Josué Brazil que dizia: “O aluno que vai a esse encontro volta com uma visão muito mais forte de sua profissão e com um conhecimento mais amadurecido”. De fato, ele tinha razão, afinal, não poderíamos esperar nada menos de um festival que, devido ao nome, tem a obrigação de te colocar “pra cima”.

24º FEST’UP: O OLHAR DE ALGUÉM QUE,MESMO LONGE, ESTÁ BEM PERTO.

Por Cecília Láua

Nesse final de semana, 1 e 2 de setembro, aconteceu na FAAP – Faculdade Armando Álvares Penteado, na cidade de São Paulo, a 24ª edição do Festival Universitário de Publicidade organizado pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda), da qual tive o grande prazer em participar. Vocês se perguntam o porquê do interesse de uma aluna de jornalismo por esse evento, assim como tantas pessoas também me questionaram e, bem, confesso que até domingo eu responderia que o motivo da minha ida era “Produção” – sendo que, na verdade, não sabia ao certo a resposta.

No ano passado, como caloura, fiz uma matéria sobre a 23ª FEST’UP que foi publicada no jornal Diário de Taubaté. Lembro-me que para a apuração eu possuía apenas os dados fornecidos pelo site da APP e não me aprofundei muito. Hoje, relendo a matéria depois de ter vivido a experiência – jornalismo gonzo – percebi que poderia ter ido muito além.

Sábado, 01.09.2012

Apesar de termos sofrido com o horário de saída da cidade de Taubaté, às 5h30, fiquei grata por termos chegado tão cedo e conseguido os crachás de cor vermelha, bastante concorridos, visto a qualidade dos palestrantes para aquele auditório. Para quem não sabe, as palestras do FEST’UP são dividas em cores com respectivas salas. O crachá que se pega no sábado, vale também para o de domingo.

A programação para aquele dia contava com a Bullet  em Multiplataformas de Comunicação, a Cubo com Criatividade e Inovaçao, a Agencia África representando Agencias de Comunicação e como Produtoras de Cinema e TV, a Sentimental.

Logo de cara, a Bullet conseguiu conquistar o público com uma apresentação bastante visual, com diversos Cases –  Skol Folia e Ipod no Palito – e macetes para emplacar campanhas de sucesso:

# 1 Quebre a Rotina

#2 Faça seu consumidor se divertir

#3 Use os meios ao seu favor.

Mas, particularmente, o palestrante Aldo Pini conseguiu me conquistar ao fazer um link com a área de jornalismo e assessoria de imprensa – atitude que não aconteceu outro momento.  “Muita informaçao e pouco tempo, as marcas precisam aproveitar cada chance única com o consumidor”, “Marcas não vendem mais idéias, marcas tem que vender narrações verdadeiras, contando de diferentes formas em diferentes meios” – Aldo Pini (aldo@bullet.com.br).

Em seguida, o Matheus Barros discursou pela Cubo de uma maneira diferente, com menos recursos, mas também marcou presença de alguns conceitos como manter uma flexibilidade maior com o cliente. “O céu é o limite, na condição de que você saiba se comunicar bem com o cliente”.

Paramos para almoçar, mas somente quando voltamos ao auditório vermelho nossa fome por conhecimento foi saciada. O palestrante Marcio Santoro (msantoro@africa.com.br), da Agência África, fez uma apresentação encantadora, començando por contar um pouco das suas experiências e dizer que mantém dentro de si – e que todos deveriam fazer o mesmo – um “coração de estagiário”, renovando sempre o desejo de aprender sempre mais. Depois,  uma apresentação sobre a agencia, um holding de propaganda, mostrando as filiais em Rio de Janeiro, New York e San Francisco, dizendo que “O Brasil nunca esteve tao global”. O Marcio conseguiu conquistar a platéia mesmo com os Cases: Budweiser, Vivo (Eduardo e Monica), Itaú, Gilette e Brahma. Só posso dizer que no final da apresentação passou por mim uma vontade de mudar de curso – mas foi embora.

A apresentação da Sentimental Filmes foi mais técnica. Marcos Araujo detalhou organogramas, roteiros e todas as fases de produção – motivo pelo qual eu supostamente teria ido ao evento e que conseguiu suprir e tirar dúvidas restantes.

Domingo, 02.09.2012

No domingo as palestras começaram mais tarde, às 10h, e contamos com Casblanca On Line, Naked e DM9DDB em parceria, Satelite e GLOBO.COM. Posso dizer que foi o dia que mais aproveitei e que mais me tocou profissionalmente.

André Porto Alegre fez um discurso emocionante e enérgico, pela Casablanca, ao falar da Indústria do Diálogo. “Nós estudamos para que as marcas dialoguem com os clientes”. Citou, também, os sete pecados capitais dos publicitários:

VAIDADE – “Ninguém é dono da verdade”

GULA – “A informação não é conhecimento”

LUXÚRIA – “Otimismo não é sucesso”

INVEJA – “Cuidado com o excesso de confiança”

AVAREZA – “A carreira é uma eterna jornada”

PREGUIÇA – “Atualize sempre opiniões e conceitos”

IRA – “A unanimidade é burra”

Explicou o Modelo Jabuticaba; disse, sabiamente, que para a formação de uma nova mídia deveremos saber dialogar com aqueles que estão hoje nas maternidades, visto que o futuro está nascendo hoje; conceituou a vocação das marcas e seus valores; defendeu as redes sociais como a melhor forma de diálogo com o cliente; revelou que comunicadores são “animadores do processo coletivo de inteligência”. Mas o ápice de sua palestra se deu em duas frases: “Vocês estudam comunicação, não estudam para aparecer” – quando criticava o youtube – e “A propaganda, hoje, é muito mais conteudista”, que resumiu todas as outras palestras daquele dia.

A Fabiana Manfredi da DM9DDB e o Luis Fernando Moteleone da NAKED prosseguiram na mesma linha ao dizerem que o conteúdo é uma nova abordagem da propaganda, que hoje é preciso criar uma comunicação muito mais funcional. O enfoque de ambos se deu pelo conceito de SHARING:

“A vida do consumidor é mais importante do que a marca. É ele quem vai determinar a sua reverberação” – Fabiana.

“Quando elas [pessoas] compartilham uma propaganda com alguém, elas estão preocupadas com o sentimento que vai despertar no amigo, alegrá-lo, e não com a marca. Hoje, propaganda é contar histórias e estabelecer valores”. – Luis Fernando

A palestrante do portal da GLOBO.COM, Jessica Arslan, trouxe uma apresentação mais voltada para números de audiência, acesso e crescimento de mercado, mas, ainda assim, sua conclusão foi a mesma daqueles que tinham se apresentado antes dela. “O conteúdo é o protagonista. Se você tiver uma boa história para contar, com certeza terá alguém para ouvir”.

Você deve estar se perguntando – ou não – se eu finalmente achei a resposta para a pergunta que me fizeram: “Se você é jornalista, o que está indo fazer num festival publicitário?”, pois bem, eu encontrei. Depois de domingo, fazendo uma reflexão sobre tudo o que aprendi, pude reencontrar em vários discursos aquilo que Chico Ornellas (Estadão) disse para nós, em uma palestra de duas horas e meia, na Semana da Comunicação da UNITAU: “Antigamente, tinha o poder aquele que detinha os meios de comunicação. Hoje, o poder está nas mãos daqueles que tem o acesso”. Ainda dirão que Jornalismo e Publicidade não têm nada a ver? Está bem, pois minha conclusão não termina por aqui. Quando entramos na faculdade, ouvimos dizer que liberdade de imprensa, na verdade, chama-se liberdade de empresa, visto que nossos meios, nossos trabalhos, são diretamente dependentes da publicidade. Agora eu te pergunto: Não seria lógico que jornalistas acompanhassem as tendências do mercado de publicidade? Saber onde, em qual meio ou veículo, está havendo mais investimento? Afinal, eles seguem o fluxo do público, daqueles que tem o poder de acesso, não deveríamos ter esse tipo de atitude também?

Em suma, para finalizar esse texto – que já se deu extenso demais – relembro, novamente, a matéria que fiz ano passado, uma fala do Professor Josué Brazil que dizia: “O aluno que vai a esse encontro volta com uma visão muito mais forte de sua profissão e com um conhecimento mais amadurecido”. De fato, ele tinha razão, afinal, não poderíamos esperar nada menos de um festival que, devido ao nome, tem a obrigação de te colocar “pra cima”.

Um pouco sobre o 24° Festup

Uma maratona de propaganda e comunicação mercadológica

Mais uma vez tive a oportunidade – eu e mais de 60 alunos da Comunicação Social da Unitau – de acompanhar uma edição do Festup – Festival Universitário de Propaganda. Esse evento, organizado pela APP e que chegou a sua vigésima quarta edição, reúne, em um fim de semana, diversos palestrantes de várias áreas da comunicação mercadológica e alunos (muitos de muitos lugares diferentes).

Vou tentar apresentar aqui um breve resumo do que vi e ouvi por lá. Não de tudo, mas daquilo que achei mais relevante. Vamos ver:

SÁBADO – 01/09

Comecei o dia muito bem, assistindo a uma excelente palestra do ótimo Hugo Rodrigues, da Publicis. O cara é fera e deu show de humildade e simpatia. Chegou a se emocionar de verdade com as palmas do público no final da palestra.

Ele centrou sua palestra em cinco itens que ele acha que a comunicação deve buscar trabalhar em um produto/serviço e estabelecer seu território: qualidade (citou o exemplo da Apple); serviço (o produto adicionar serviços, citou a Porto Seguro Auto); preço (estabelecer-se como o melhor preço, citou o Habibs); atendimento (o consumidor dá imenso valor ao bom atendimento, maior que ao preço e condições de pagto.) e ideia (o posicionamento, a ideia que pode diferenciar o produto).

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Hugo Rodrigues

Depois dele fui assistir ao Pyr Marcondes, da Plataforma PróXXIma, que palestrou sobre criatividade e inovação. Ele traçou uma trajetória de conceitos e ideias sobre inovação que abarcou biólogos, físicos e até Darwin. Mostrou que dos restos, do acúmulo de excedentes, do cruzamento de ideias e conceitos já usados é que surge a inovação. E que há saltos criativos da humanidade que surgem de momentos propícios para isso. Trouxe a conversa mais para o campo da propaganda mostrando o filme “Hitler”, de W.Olivetto para a Folha de S.Paulo, e o clássico “1984” feito para Machintosh, da Apple.

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Pyr Marcondes

Isso é o que eu destaco do sábado!

DOMINGO – 02/09

Marcello Magalhães Leo Burnett Taylor Made
04 tendencias trazidas de Cannes –
brand militance – marcas abraçando uma causa
brand real- marca se envolvendo na vida real das pessoas
brand app – marcas desenvolvendo tecnologia ligada a seus produtos e serviços (aplicativos)
brand shopping – como os hábitos de compra têm sido decisivos na hora de gerar relevância para as marcas
HumanKind – a criatividade tem o poder de mudar o comportamento humano (vai virar livro editado no BrAsil)
ativa-se através dos 4Ps
Pessoas – e não apenas consumidores
Propósito – a razão de existência de uma marca na vida das pessoas
Participação – menos discurso, mais ação
Popularidade – cria uma atmosfera em que a marca surge como uma propriedade das pessoas
marcello.magalhães@leoburnett.com.br
Guilherme Horácio – Ag. ClickIsobar – A inovação interativa e a mídia
Os canais são muitos e estão interligados em diversas plataformas.
Estamos passando de um mercado de massa para um mercado de nicho.Ele não é mais definido por geografia, mas sim por interesses.
Digital influencia mais do que jornal, rádio e revista.
Trabalho dos mídias ficou mais complicado. tem que enxergar dentro do caos a luz.
Fabrício Proti – Facebook
950 milhões de usuários no mundo…
Facebook está reconstruindo a internet em torno das pessoas. Não se procura mais apenas conteúdo, mas sim pessoas!
Foco no comportamento e não na tecnologia.
150 pessoas são realmente importantes e influentes em sua rede no Facebook
Facebook tem 51 mi de usuários ativos no Brasil/ 07:45 de horas/mês
Marcas grandes e globais passam a ter uma relação individual com suas marcas através do Facebook

Comecei o domingo assistindo à palestra de Marcello Magalhães da Leo Burnett Taylor Made. Marcello foi a Cannes esse ano e reuniu algumas tendências de tudo que observou por lá. São quatro:

brand militance – marcas abraçando uma causa (ver o case do Small Businnes Day)

brand real- marca se envolvendo na vida real das pessoas

brand app – marcas desenvolvendo tecnologia ligada a seus produtos e serviços (aplicativos, ver o case da Nike, Fuel)

brand shopping – como os hábitos de compra têm sido decisivos na hora de gerar relevância para as marcas

Na parte final ele apresentou o conceito HumanKind, que guia toda a filosofia de trabalho da Leo Burnett – a criatividade tem o poder de mudar o comportamento humano (vai virar livro editado no Brasil). Marcello mostrou que oHumanKind ativa-se através dos 4Ps

Pessoas – e não apenas consumidores

Propósito – a razão de existência de uma marca na vida das pessoas

Participação – menos discurso, mais ação

Popularidade – cria uma atmosfera em que a marca surge como uma propriedade das pessoas

Em seguida fui acompanhar a palestra do auditório laranja no módulo de mídia. O tema era – A inovação interativa e a mídia. Eram dois palestrantes. O primeiro a palestrar foi Guilherme Horácio da Agência ClickIsobar.

Horácio começou dizendo que os canais são muitos e estão interligados em diversas plataformas.Também afirmou que estamos passando de um mercado de massa para um mercado de nicho.Ele não é mais definido por geografia, mas sim por interesses.

Horácio apresentou uma pesquisa que mostra que o Digital influencia mais do que jornal, rádio e revista. Também afirmou que o trabalho dos mídias ficou mais complicado.Eles têm que enxergar dentro do caos a luz.

Depois foi a vez de Fabrício Proti, do Facebook.Ele iniciou dizendo que atualmente o Facebook tem 950 milhões de usuários no mundo e que ele está reconstruindo a internet em torno das pessoas. Não se procura mais apenas conteúdo, mas sim pessoas!

E que o foco de quem trabalha com comunicação deve estar no comportamento e não na tecnologia.

Ele demonstrou que apenas 150 pessoas são realmente importantes e influentes em sua rede no Facebook. Disse também que o Facebook tem 51 mi de usuários ativos no Brasil e que estes dedicam 07:45 de horas/mês ao site de relacionamento.

Fabrício disparou: Marcas grandes e globais passam a ter uma relação individual com suas marcas através do Facebook.

Para fechar o dia e o Festup assisti a uma ótima palestra de áudio de Jarbas Agnelli, que foi diretor de arte da W/Brasil e hoje é proprietário da AD, produtora de som. Destaco o fato de ele ter demonstrado que ele ter aprendido a trabalhar com imagem e som juntos fez com que seu trabalho melhorasse e ganhasse destaque. Mostrou um vídeo sensacional : The city of Samba. Procurem aí pela internet.

Foi isso! E foi bom demais. Ano que vem estaremos novamente por lá!

Vem aí o 24° Festup

Está chegando a hora

É no próximo final de semana. E, como sempre, irei com um grande grupo de alunos da Comunicação Social da Unitau. Vejam o texto publicado pela APP:

Mais de 50 palestrantes convidados e cerca de 1.200 universitários e professores de todo o Brasil se reúnem nos dias 1 e 2 de setembro no Festival Universitário de Propaganda (Fest’Up), realizado pela Associação dos Profissionais de Propaganda, com o apoio da FAAP.
Em sua 24º edição é um dos maiores eventos universitários de publicidade do Brasil.
A participação de estudantes frente a frente com profissionais das várias vertentes e esferas da comunicação é um dos fatores que influenciam e direcionam jovens
talentos ao sucesso.
A Associação dos Profissionais de Propaganda faz do Fest’Up um evento que proporciona aos profissionais convidados “feedback” das suas carreiras e para os universitários – futuros profissionais – uma visão global e real do que é e como está a publicidade mundial, os desafios e as oportunidades.
Com boas referências, você vê o mercado de outra maneira.

Mais de 50 palestrantes convidados e cerca de 1.200 universitários e professores de todo o Brasil se reúnem nos dias 1 e 2 de setembro no Festival Universitário de Propaganda (Fest’Up), realizado pela Associação dos Profissionais de Propaganda, com o apoio da FAAP.

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Em sua 24º edição é um dos maiores eventos universitários de publicidade do Brasil.

A participação de estudantes frente a frente com profissionais das várias vertentes e esferas da comunicação é um dos fatores que influenciam e direcionam jovens talentos ao sucesso.

A Associação dos Profissionais de Propaganda faz do Fest’Up um evento que proporciona aos profissionais convidados “feedback” das suas carreiras e para os universitários – futuros profissionais – uma visão global e real do que é e como está a publicidade mundial, os desafios e as oportunidades.

Com boas referências, você vê o mercado de outra maneira.