Inteligência de Mercado com Carla Barreto

O passado e o futuro da Inteligência de Mercado

O Conceito de Inteligência de Mercado ou Inteligência competitiva surgiu em meados dos anos 80, com a criação de bancos de dados para o armazenamento de informações , que fornecia uma ferramenta para o Marketing, além das Pesquisas de Mercado.
Alguns métodos foram surgindo para auxiliar o Marketing nas empresas , tais como:

• Data Warehouse – o próprio banco de dados
• Data Mining – cavar as informações
• CRM(Customer Relationship Manager)- Gerenciamento do Relacionamento com o cliente.

A Base dados, os softwares, as planilhas e os relatórios garimpados cheios de informações extramente úteis não eram por si só produtivos na aplicação da Gestão do Marketing. Era necessário entender como utilizar essas informações. O acesso a elas foi possibilitado através da tecnologia, porém era preciso muito aplicar a inteligência de forma precisa, funcional e criativa.

Com isso, profissionais especializados que possam compreender de que forma utilizar as informações, fazem a diferença no momento em que vivemos; do “agora”, de informações frescas e atualizadas o tempo todo, que redirecionam decisões, e que precisam ser controladas em tempo real.

A Revista Época Negócios aponta que : “As 500 maiores empresas americanas têm uma área – ou um profissional – para monitorar a concorrência que, na maioria das vezes, tem o nome de Inteligência Competitiva. No Brasil, cerca de 20% das 500 maiores empresas têm uma área ou profissional dedicado a acompanhar, monitorar e apresentar relatórios de “Inteligência Competitiva”. No entanto, os nomes da função, no Brasil, podem ser: Inteligência Competitiva, Inteligência de Mercado, Serviços de Marketing, Pesquisa e IC, entre outros, com atividades por vezes muito diferente das dos colegas americanos.”

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No Brasil as empresas mais competitivas possuem um sistema de Inteligência: A Embraer possui 13 áreas de Inteligência Competitiva.

O futuro das empresas como vemos claramente está na sua diferenciação no mercado que quanto mais imersa no mundo digital de forma estratégica traz os devidos resultados. É saber como usufruir de forma mais eficaz as mídias sociais, que podem ser utilizadas como ferramentas para a Inteligência competitiva . No livro Manual de Marketing em Mídias Sociais, os autores Barefoot e Szabo , trazem esse conceito competitivo: ” Preste atenção no que os seus concorrentes estão fazendo. Se eles estiverem todos frequentemente as mesmas feiras de negócios, você também deve frequentá-las. Se eles estiverem usando blogs corporativos e inserindo comentários nos websites mais importantes da indústria, então você deveria estar fazendo o mesmo. Avaliar as atividades online dos seus concorrentes é a prova de fogo para o valor do marketing em mídia social na sua área. Se os seus concorrentes já estiverem colhendo os benefícios, não espere mais para entrar no jogo. Se eles estiverem atrasados, essa pode ser a sua chance de se tornar um líder na área.”

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Carla Barreto de Deus
Articulista de Inteligência de Mercado

Fontes:

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG80520-8373-10,00.html

http://www.ricardoalmeida.adm.br/planejestrmkt5.pdf

http://im-br.blogspot.com.br/2012/10/nova-tendencia-monitoramento-da.html

 

Mais uma dica de boa leitura

Lançamento da Editora Atlas

NEUROMARKETING: A Nova Pesquisa de Comportamento do Consumidor

Este livro busca a compreensão da natureza humana ligada a escolha e consumo de bens e serviços e às novas formas de pesquisas. Dividido em quatro partes, na Parte I estão os Capítulos 1 e 2, que têm o propósito de introduzir o assunto sobre o comportamento do consumidor, os fatores biológicos que nos faz agir e a neurociência. A Parte II (Capítulos 3 a 8) traz à tona os aspectos biológicos que podem vir a prejudicar a pesquisa qualitativa tradicional de comportamento do consumidor. Na Parte III estão os Capítulos 9 e 10, que são introdutórios aos novos estudos do comportamento econômico humano e que deram origem ao neuromarketing. Na quarta e última parte, a obra explica como surgiu essa tal ciência aplicada denominada de neuromarketing (Capítulo 11). O Capítulo 12 entra mais especificamente nas pesquisas em neuromarketing, os cientistas e as universidades pioneiras no uso das novas técnicas e também as empresas que surgiram para transformar os estudos antes acadêmicos em produtos mercadológicos. O Capítulo 13 trata da ética na pesquisa em neuromarketing, mais especificamente sobre bioética. Já no Capítulo 14 o livro discorre sobre o uso da imagem como ferramenta da pesquisa científica, os métodos e instrumentos usados nos estudos em neurociência e em neuromarketing. O Capítulo 15 encerra com a nova perspectiva do marketing sensorial. É algo que já era usado, mas sem uma visão biológica que agora se impõe por tomar-se consciência de que os sentidos são as portas de entrada para o sistema nervoso, e ele é quem processa nosso comportamento em geral, assim como o de consumo.

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Obra destinada a administradores, gerentes de marketing, profissionais de pesquisa de mercado e comportamento de consumo, agentes de trademarketing e publicitários. Leitura complementar para as disciplinas Marketing, Publicidade e Propaganda, Gestão de Marketing e outras matérias correlatas dos cursos de graduação e de pós-graduação das áreas de administração, marketing e publicidade e propaganda.

Fonte: http://www.editoraatlas.com.br/

Pesquisa realizada pela ACI

Num mercado tão carente de pesquisas como o do Vale do Paraíba, dados como estes são sempre muito bem vindos. Confira:

Pesquisa mostra que aumento do poder aquisitivo muda hábito de consumo do joseense

O índice divulgado pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos no início de dezembro de 2012 sinaliza uma melhora na situação econômica do consumidor joseense: 53% dos entrevistados apresentaram aumento na renda de 2011 para 2012 e 36% mantiveram sua renda. Apesquisa detectou também uma mudança no comportamento do joseense em relação aos gastos no fim do ano, uma vez que um número significativo de pessoas preferiram utilizar o 13º para pagamentos de dívidas (18%) e passeios e férias (17%).

Confira a pesquisa completa: http://codigobr.com.br/aumento-do-poder-aquisitivo-muda-habito-de-consumo-do-joseense/