UOL completa 25 anos com nova marca

Maior empresa de conteúdo, tecnologia e serviços digitais do país se reinventa, passa por reposicionamento de marca e anuncia novidades na programação

O UOL, maior empresa brasileira de conteúdo, tecnologia e serviços digitais, completou 25 anos ontem, 28 de abril. Com uma trajetória marcada por inovação, a empresa não parou de se reinventar ao longo dos anos: batendo recordes de audiência, criando soluções que ajudam as pessoas, promovendo novas formas de consumir conteúdo, além de levar informação de credibilidade a todos. E para celebrar a data e acompanhar essas transformações, o UOL anuncia sua nova marca.

A mudança reflete o atual momento da companhia, que vem se reinventando com novos podcasts, programas em vídeo, documentários e produtos e serviços digitais, unindo a sua credibilidade à inovação. Com uma nova logomarca, que possui cores vibrantes e fonte com maior personalidade, a mudança sintetiza o compromisso de gerar diversas conexões entre cada brasileiro e o seu universo, informando, entretendo e facilitando a vida de cada um, reforçando principalmente sua essência genuinamente brasileira. O movimento é endossado por uma nova tagline: “seu universo online”.

“Aos 25 anos, o UOL reúne a experiência de uma empresa sólida e a jovialidade de um público inquieto e ávido por inovação. Somos a maior plataforma de conteúdo e serviços digitais do país, e nos sentimos muito felizes em permitir que o brasileiro se encontre ao se ver retratado em nossos canais, sempre a partir dos critérios de qualidade e independência que consolidaram nossa reputação e credibilidade”, afirma Paulo Samia, CEO do UOL Conteúdo e Serviços. Murilo Garavello, Diretor de Conteúdo do UOL, completa: “Os novos 25 começam agora e o nosso foco é a produção de vídeos”.

Nesta nova fase, o UOL também reforça sua expertise em conteúdo com o lançamento do Canal UOL. A empresa pretende criar mais de 2 mil horas em vídeo de conteúdo jornalístico, esportivo e de entretenimento, sendo que 75% deste montante será produzido ao vivo.

Recentemente, a marca lançou a segunda temporada de OtaLab, programa de entretenimento apresentado ao vivo por Otaviano Costa, em um estúdio montado na própria casa do artista, bem como “Brasil com Zeca”, programa de entretenimento e culinária liderado por Zeca Camargo. Há ainda uma agenda completa de estreias previstas para ocorrer ao longo de todo o ano, todas hospedadas no Canal UOL.

A empresa também investe de maneira sólida na evolução do UOL Play, a plataforma de streaming de vídeo do UOL, que acaba de integrar a programação ao vivo de canais lineares ao seu portfólio, e ainda terá outros lançamentos previstos para os próximos meses.

Samia dá detalhes sobre suas projeções para a companhia: “Temos hoje uma marca singular, reconhecida amplamente pelo país, entre leitores, parceiros e clientes. Vamos ampliar nossos investimentos em conteúdo, além de consolidar as soluções de tecnologia, como o UOL Meu Negócio, que conta com produtos e conteúdo para todas as etapas do pequeno negócio, com serviços de presença na internet, e-commerce, gestão de negócios e marketing digital; o UOL ads, uma plataforma self-service de compra de mídia, criada para facilitar a publicidade das pequenas e médias empresas do país, possibilitando a todos anunciarem nas páginas do UOL”.

O reposicionamento do UOL ocorre em meio a um contexto de expansão acelerada da companhia . O UOL teve, em 2020, sua maior receita de todos os tempos em publicidade, com crescimento de duplo dígito, impulsionado pelo investimento de conteúdos próprios e novos projetos de branded content. A empresa ainda viu sua audiência atingir recordes seguidos por conta da cobertura editorial da pandemia do coronavírus no Brasil – com mais de 114 milhões de visitantes únicos/mês, o site cobre 94% da internet brasileira. As novidades endossam a relevância do UOL como um dos maiores publishers de conteúdo do país. Além de seus canais oficiais, atualmente a marca também conta com mais de 300 sites parceiros e 100 blogs de colunistas e analistas sobre os mais variados assuntos.

Fonte: XCOM Agência de Comunicação UOL

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Credibilidade da mídia impulsiona parcerias

Crescimento da credibilidade da mídia impulsiona parcerias de publishers para aumentar a monetização nativa

A onda de fake news e os discursos de ódio nas redes sociais reforçaram o papel do jornalismo na sociedade, ampliando o volume de audiência dos portais que buscam parceiros para monetizar seu inventário, sem perder engajamento

Legenda foto: Fernanda Negrini, gerente de Marketing da Outbrain no Brasil

Em um ano tomado pela Covid-19, a quantidade de notícias falsas circulando na mídia e nas redes sociais cresceu drasticamente. Em busca de informações confiáveis, a saída da audiência foi recorrer aos veículos jornalísticos com tradição e excelência e nas grandes produtoras de conteúdo para acessar um conteúdo de qualidade e credibilidade. Mas, se por um lado o crescimento da audiência foi exponencial – houve um aumento de cerca de 70% no tráfego ano após ano de acordo com dados da Outbrain -, por outro, as empresas de mídia se viram diante de um dilema, pois muitos anunciantes pausaram suas campanhas com a demanda reprimida para o consumo e o aumento do inventário ficou ocioso.

Diante deste problema, muitos publishers reforçaram e expandiram suas parcerias em busca de diversificação nas fontes de monetização para seus conteúdos. Além disso, a Outbrain, feed pioneiro de descoberta e publicidade nativa na open web, é uma solução adicional para gerar receita publicitária e também manter o usuário engajado e por mais tempo dentro do site por meio de placements nativos que podem ser aplicados em diversos espaços do site, com um mix de espaços pagos e orgânicos.

“A solução consegue entregar para os anunciantes uma alternativa de publicidade digital que alia escala com um inventário premium, garantindo o brand safety para as marcas além de diminuir sua dependência de plataformas de social e search. Na outra mão, consegue fomentar o jornalismo regional, servindo como uma nova fonte de monetização e como uma solução de inteligência editorial”, diz Fernanda Negrini, gerente de Marketing da Outbrain no Brasil.

Aliando monetização a engajamento

Os publishers não têm custo nenhum de instalação. A parceria com a Outbrain se baseia na divisão das receitas publicitárias comercializadas pela empresa e que utiliza o inventário do parceiro para chegar até o usuário final. Os espaços nativos da Outbrain associam espaços de mídia paga com espaços orgânicos, que exibem outros conteúdos editoriais, a fim de impulsionar a recirculação da audiência e o engajamento com o usuário.

A solução é bastante flexível e busca atender os objetivos comerciais e editoriais de cada parceiro. O mix entre recomendações pagas e orgânicas é definido junto ao publisher e, pelo painel de controle, as equipes têm total transparência para avaliar os anunciantes e criativos que estão sendo veiculados e definir os bloqueios necessários para adequar o conteúdo a sua linha editorial.

Além da monetização com os placements pagos, os espaços orgânicos dentro do próprio site associado ao uso da solução paga em outros sites, podem ajudar os editores a impulsionar outras frentes de geração de receita como assinaturas, projetos de branded content, podcasts, newsletters e iniciativas proprietárias de comércio eletrônico.

“Prezamos por uma diversidade de pilares editoriais que vão desde hard news, até entretenimento, celebridades e outros sites mais verticalizados. Independentemente do segmento, queremos garantir aos leitores e aos anunciantes que a Outbrain é sinônimo de qualidade e confiabilidade”, finaliza Fernanda da Outbrain.

Sobre a Outbrain

A Outbrain é o feed pioneiro de descoberta e publicidade nativa na open web. Um terço da população mundial conectada à internet explora e descobre informações por meio da nossa tecnologia de feed, utilizada por anunciantes emergentes e reconhecidos no mercado e integrada à rede de milhares de publishers premium para gerir e monetizar operações editoriais. A Outbrain opera em 55 países e está sediada em Nova Iorque, com escritórios em 18 cidades pelo mundo. Saiba mais em www.outbrain.com/pt_br e nos siga no Twitter , LinkedIn , Facebook e Instagram .

Fonte: OUTBRAIN COMMUNICA BRASIL

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Marketing de cortes: conheça a principal tendência da comunicação para 2021

*por Cezar Augusto de Lima Choptian

Dois movimentos vêm se destacando em 2021 e merecem a atenção de quem está buscando ganhar mais espaço e visibilidade: os podcasts e os canais de corte. Já não é de hoje que falamos sobre a tendência crescente dos conteúdos em formato podcast. O Spotify surfa em um espaço negligenciado pelo Youtube, com três pilares principais: mais leve que vídeo, permite fazer outras atividades durante o consumo e é muito mais fácil para o produtor de conteúdo. Mas e esse tal “canal de corte”, o que é?

Cezar Lima

Os canais de cortes publicam trechos de materiais maiores, atraindo pessoas com vídeos de poucos minutos, conquistando a atenção e promovendo o conteúdo principal. Mais do que um novo formato de vídeo, ele se tornou uma estratégia de marketing e de monetização para criadores de conteúdo. Porém, antes de falarmos sobre essa mega tendência, vamos contextualizar como chegamos até aqui.

Tamanho dos Conteúdos

Uma crença quase indiscutível num passado recente era que os conteúdos deveriam ser curtos, já que ninguém despende de longos períodos livres, e isso faria com que a taxa de visualização fosse baixa, prejudicando o desempenho junto aos algoritmos. Outra característica que reforçava o tempo reduzido era o limite que as próprias redes impunham, como o Instagram, que limitava o feed em apenas 1 minuto e o IGTV em no máximo 15 (para contas normais).

Nessa mesma linha, uma das referências em conteúdo para o Youtube desde os primórdios, Rafinha Bastos, criou um canal chamado 8 minutos, em que fazia entrevistas rápidas de, no máximo (como o próprio nome do canal já diz) 8 minutos. Em 2021, o humorista se alinhou à tendência dos conteúdos longos, que passaram a ter mais destaque, chegando muitas vezes a mais de duas horas de duração (uma mudança bastante relevante em relação às convicções do passado).

Nugget Vídeo

Dentro da linha dos “lançamentos” e do marketing de afiliados, surgiu a denominação “Nugget Vídeo”, que se refere a trechos menores de um conteúdo maior. Por exemplo, neste segmento, as lives e palestras são algo comum para atrair a atenção de novos seguidores/clientes em potencial, no entanto, nem todas as pessoas estão dispostas a dedicar logo de cara horas do seu tempo para assistir uma live ou uma longa palestra. Pensando nisso, e em se adaptar às limitações de tempo de cada plataforma, assim como ter uma frequência mais intensa de postagens, os conteúdos longos começaram a ser desmembrados em pequenos cortes, com um trecho, tema ou dica relevante. Dessa forma, o interlocutor tinha a chance de capturar a atenção do seu público em potencial em apenas alguns minutos, não mais em horas.

Canais de Cortes

Foi a partir destas mesmas deduções, adquiridas a partir do comportamento dos usuários, que criadores de conteúdo começaram a separar os “melhores momentos” de seus episódios (seja de podcast ou vídeo) em pequenos cortes para chamar a atenção de novos usuários de forma mais eficiente. O passo seguinte desse movimento foi criar um canal diferente do original apenas para o compartilhamento dos cortes. Entre outros motivos, a criação de um novo canal está relacionada ao aumento da exposição do conteúdo e à monetização destes vídeos dentro da plataforma.

Video on mobile screen, video sharing and marketing

O canal Inteligência Limitada, do humorista Rogério Vilela, inovou no segmento dos cortes, criando um “corte exclusivo”, um conteúdo captado juntamente ao podcast longo, porém que não vai ao ar nas demais mídias, nem faz parte do conteúdo original, indo apenas para o canal de cortes. Com isso, os usuários passaram a ter que seguir ambos os canais para assistir todo o conteúdo original.

Tendência

Apesar de ser uma tendência ainda pouco difundida, se comparada aos podcasts, os canais de corte vieram para ficar e já mostram resultados expressivos para quem vem testando a estratégia. Assim como outras novidades do segmento, é importante lembrar que a chance de ganhar visibilidade em novos formatos é sempre maior no início, devido à falta de concorrência. Sabendo disso, o que você me diz: vai testar ou vai deixar essa tendência passar?

* Cezar Augusto de Lima Choptian é sócio fundador da agência de marketing digital Stardust (https://stardust.digital)

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Sua empresa sabe nutrir seus leads?

Será que as empresas que fazem marketing digital sabem alimentar seus potenciais clientes com conteúdo suficiente para que eles tomem a decisão de compra?

O seu potencial cliente está lá navegando pela sua rede social numa tarde de domingo pesquisando sobre você. Ele entra no seu site em busca de conteúdo, procura um e-mail de contato, mas não acha. Te procura no Instagram e observa que você não faz posts com frequência, não tem muitos seguidores e muito menos engajamento. Te procura no Facebook e também não acha nada a seu respeito. Então, ele conclui: Essa marca não é suficientemente confiável, e parte para o concorrente, pois em um clique ele já está em outra empresa e você perdeu a venda.

Por tudo isso, a nutrição do seu lead é essencial quando se fala em marketing digital. Mas o que significa exatamente nutrir um lead e, mais importante do que isso, como atrair o lead para a sua empresa?

Vamos lá: O primeiro ponto que você precisa entender é que o processo de atrair um lead é realizado através do marketing de conteúdo pelas redes sociais e ele vem antes da nutrição.

Segundo a consultora em marketing digital, Flávia Valentim, diretora de uma das agências mais bem-conceituadas do Vale do Paraíba no segmento, a Vínculo, as empresas buscam atrair seus leads criando autoridade através da geração de conteúdo pelas redes sociais, por meio de um site robusto, blogs, etc. E do outro lado da tela, os consumidores fazem pesquisa sobre produtos, serviços e marcas na internet, e só se tornam leads após acessar determinado site e preencher um formulário de interesse no conteúdo que a empresa está oferecendo.

“A partir do momento que o cliente deixa os dados dele dentro de um sistema de automação através de um formulário, ele passa a receber e-mails, isso é um fluxo de nutrição”, explica a especialista em Automação de Marketing e Funil de Vendas, Flávia Valentim.

Depois que esse e-mail cai na base do funil, cabe a empresa nutrir esse lead de conteúdos elaborados, que serão enviados a esse potencial cliente através de um fluxo de e-mails até que ele seja convencido a adquirir a compra e se torne um cliente de fato.

Assim, a consultora em marketing digital explica que, nutrir um lead nada mais é do que alimentar o seu potencial cliente, o consumidor e internauta, com informações sobre a empresa com conteúdo elaborado voltado para a persona.

“Nutrir um lead significa manter um relacionamento e ajudar um potencial cliente no processo de decisão de compra, mesmo que ele ainda não esteja pronto. Essa nutrição é feita com o marketing de conteúdo através de e-books, e-mail marketing, tutoriais, podcasts, webinar, etc”, destaca Flávia.

A especialista explica, que todo esse processo de nutrição é desenvolvido dentro de uma estratégia de marketing digital, que visa transformar a empresa numa máquina de vendas, e isso se dá através do trabalho de uma agência especializada em inbound marketing e um software de automação de mkt, onde é possível criar campanhas e fluxos de nutrição visando a automação e o processo recorrente.

“É importante ressaltar, entretanto, que tudo isso não faz sentido sem uma agência especializada por trás operando o sistema, pois os robôs trabalham de forma automática, porém, o software só funciona se existirem profissionais operando o sistema. Assim, os esforços do time de marketing com relação ao tratamento dos leads passam a ser recorrentes, e o resultado em vendas tende a ser crescente”, destaca.

Fonte: Máquina Assessoria de Imprensa – Aline César

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Artigo mostra como melhorar a comunicação interna da empresa

Como melhorar a comunicação interna da empresa

por Rodrigo Gomes de Oliveira*

Investir na comunicação interna da empresa (endomarketing) pode ajudar a aumentar a motivação e a produtividade de todo o time de colaboradores, gerando melhorias permanentes para a empresa. Mas como trabalhar essas ações?

Um exemplo prático ocorreu recentemente em uma multinacional farmacêutica onde representantes comerciais e médicos não estavam reportando com a frequência desejada os possíveis efeitos adversos que os medicamentos produzidos estavam causando nos pacientes. Isso gerava perda de informações importantes, usadas para aprimorar os medicamentos, melhorar o produto e aumentar a satisfação do cliente final.

As ações de endomarketing realizadas para essa questão envolveram os representantes comerciais (público externo) e os colaboradores da empresa (interno), visando motivá-los e conscientizá-los sobre a importância dos relatórios de efeito adverso. Primeiro, a ideia foi mostrar que a função dos representantes comerciais não estava apenas ligada diretamente a sua atividade principal, que é a de apresentar o medicamento, mas ao sucesso da empresa, uma vez que com a menor satisfação do paciente, menor seria a aceitação por parte do médico em conhecer o laboratório e menores as chances de vendas.

Com base nesse cenário foi desenvolvida uma campanha com a mensagem chave que comunicava esse ciclo de dependência e ligações, mostrando inclusive que um dos pacientes poderia ser um familiar de um desses representantes. Outra ação foi criar uma competição interna com colaboradores, com um ranking de destaques em envio de relatórios de efeito adverso.

Toda ação de endomarketing configurou nas seguintes etapas:

• criação de identidade para a campanha de endomarketing;

• ilustração de personagens para melhor comunicação;

• desenvolvimento de um site interno com um ranking de resultados;

• envio de e-mails com conteúdo relevante para os representantes;

• entrevistas em áudio com os mais bem colocados no ranking;

• eventos de confraternização da equipe.

A ação de comunicação interna melhorou a motivação e o engajamento dos colaboradores, com aumento da produtividade, proatividade e diminuição no turnover (rotatividade de funcionários), que, inclusive, é um dos grandes desafios de uma empresa. Mais de 80% dos gestores de Recursos Humanos relatam essa dificuldade, gerando uma série de transtornos e perdas. Dessa forma, campanhas de incentivo podem aumentar muito a satisfação e o senso de pertencimento do colaborador, ajudando a reter talentos para alcançar bons resultados.

Para medir os resultados da campanha, a agência utilizou o Key Perfomance Indicators, indicador importante que norteia quais serão os próximos passos da empresa, de acordo com o sucesso de cada ação.

Entre outras ações gerais de endomarketing estão:

1. campanhas de incentivo: resgate de prêmios, bônus ou experiências;

2. palestras motivacionais;

3. eventos comemorativos;

4. dinâmicas e workshops: atividades lúdicas para conscientizar sobre o novo processo;

5. pesquisas;

6. treinamentos;

7. reconhecimento e Accountability;

8. vídeos institucionais ou tutoriais;

9. artigos com conteúdo rico;

10. newsletter;

11. podcasts;

12. cursos de aprimoramento;

13. rádio corporativa.

Diante desses fatos, a empresa precisa entender que ações de comunicação interna bem estruturadas são fundamentais para manter a equipe motivada, envolvida, informada e comprometida com os resultados, diminuindo o turnover e criando maior alinhamento entre os níveis hierárquicos. É importante destacar que o plano de marketing interno é elaborado de acordo com a necessidade de cada empresa, sendo fundamental o apoio de profissionais especializados para um projeto eficiente.

*Rodrigo Gomes de Oliveira é sócio fundador na Agência Tupiniquim, especialista em marketing digital e performance.

Fonte: Case Comunicação Integrada – Cristiane Pinheiro

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O rádio aproveita o embalo digital

Praticidade e dinamismo garantem vida longa e relevância ao rádio em meio à revolução digital

Crescimento no consumo de ‘podcasts’, arquivos de áudio disponíveis na internet e que abordam temas diversos, prova que a mídia está longe do fim.

Poucas mídias são tão dinâmicas e práticas quanto o rádio. Quem vê toda a euforia com que o veículo é tratado hoje em dia nem imagina que um dia chegou a ser condenado à extinção, quando a televisão surgiu, no início do século XX. Com o passar dos anos, o rádio se reinventou e hoje desponta como um dos canais mais promissores do século. E foi justamente a chegada da internet que permitiu essa grande virada: a rede mundial facilitou o acesso a gravações de entrevistas, análises e até mesmo programas de entretenimento. Tudo isso impulsionado pelos populares ‘podcasts’.

O recurso ainda está em fase de consolidação, mas já é visto como um dos responsáveis pela revitalização da plataforma. Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Podcasters (Abpod) com duas mil pessoas que estão regularmente conectadas À internet, 32% nunca ouviram falar de podcast. Por outro lado, 40% do público já acompanhou ao menos um programa desse tipo. A variedade de conteúdo impressiona: mais de três mil projetos foram produzidos em 2018, em todo o território nacional. Os maiores consumidores são os paulistas, que correspondem a 37% do total. São Paulo também é o lar de 80% dos apresentadores que comandam os cinquenta programas campeões de audiência.

Surfando na onda
O investimento em dinamismo e entretenimento passou a ser essencial para manter a audiência. Programas exibidos nas grades tradicionais das rádios mudaram para se beneficiar da nova onda. É o caso do ‘Esquenta’, exibido diariamente na Rádio 89 FM, o programa conquistou um público cativo e hoje assumiu a liderança de audiência no horário, segundo o IBOPE. O conteúdo tem como base pautas modernas e a presença de formadores de opinião para cativar o público durante o horário de apresentação. Exibido ao vivo, a partir das 22h, o programa é conduzido por Fitinha, Marcele Becker, Wendell e Bia Sato. Além dos temas diferenciados, a interatividade com o público é uma das marcas do Esquenta.

As mudanças na grade de programação também ajudam a promover novas bandas nacionais. Tudo isso porque uma das estratégias foi o desenvolvimento de programas com foco no ouvinte. Como resultado, a rádio ocupa a liderança na audiência da Grande São Paulo, de segunda a domingo, das 5h à meia noite, tanto nos rádios dos carros como também durante o trajeto dos ouvintes nos horários de pico, segundo dados do Ibope. No ranking geral, o programa é líder de audiência, em toda a Grande São Paulo, oferecendo muito rock n’roll e relacionamento com o público.

Mercado americano
Nos Estados Unidos, os podcasts fazem parte da rotina mensal de 26% da população. A abrangência ajudou a conquistar dinheiro e promoveu adaptações para a televisão e outras mídias. Consultores especializados estimam investimentos de quase US$ 700 milhões nesse tipo de mídia, neste ano, em todo o país.

Fonte: Valle da Mídia

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