Empresa contrata designer

Empresa recruta Designer (PJ)

A PLASTIC OMNIUM, é uma empresa localizada em Taubaté e está buscando designer.

Formação acadêmica: Graduação completa ou cursando em Comunicação

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Atividades:
• Auxiliar o time de RH nas demandas de comunicação interna.
• Redação de comunicados, campanhas e jornais internos.
• Criação e produção de animações para o meio digital e publicação para redes sociais.
• Criação de logotipos e marcas internas.
• Planejamento e desenvolvimento de anúncios, panfletos, cartazes e vinhetas para a TV.
• Edição de vídeos.
• Realização de reportagens internas para jornal interno.

Para atuar como freelancer em multinacional.
Interessados encaminhar contato por e-mail: maisvagas.taubate@gmail.com

Duas vagas em comunicação

Empresa abre duas vagas de estágio

A Doha está em busca de duas pessoas para atuar em seu quadros na área de comunicação. As vagas são de estágio, uma em produção de conteúdo e outra para assistente de criação.

Confira nas artes abaixo e boa sorte!

Cresce o número de lojas on line no Brasil

Ritmo de expansão do total de lojas online no Brasil é superior a 40% ao ano

Em 2020, total de e-commerces já supera 1,3 milhão de sites; aceleração é a maior já registrada na série de pesquisas publicadas pela parceria entre PayPal e BigDataCorp; boa parte dos comércios eletrônicos adota recursos profissionais, como pagamento eletrônico, SSL e reforço de marketing via mídias sociais.

Thoran Rodrigues

A expansão do e-commerce no País bateu um importante recorde em 2020, totalizando mais de 1,3 milhão de lojas online, com um ritmo de crescimento de 40,7% ao ano. Essa forte expansão é um indicador do grande esforço que negócios de todos os portes têm feito para alcançar o seu consumidor em plena Covid-19, como revela a 6ª edição da pesquisa “Perfil do E-Commerce Brasileiro”.

Reflexo direto da pandemia e da necessidade de digitalização das empresas, a migração em massa de pequenos negócios para o comércio eletrônico impressiona. Se, em 2019, 26,93% dos e-commerces eram de pequeno porte e faturavam até R$ 250 mil por ano, hoje eles passaram a representar perto da metade das lojas online (48,06%).

Além da expansão acelerada, o e-commerce no Brasil segue amadurecendo: 55,68% já adotam meios eletrônicos de pagamento, o que representa um aumento de 5,4 pontos percentuais em relação ao estudo de 2019. Da mesma forma, mais de 3/4 das lojas online (76,55%) se encontram em uma das 211 plataformas de e-commerce mapeadas, aumento de 2,52 pontos percentuais sobre o resultado de 2019.

A série Perfil do E-Commerce Brasileiro é uma parceria entre BigDataCorp. e PayPal Brasil e, desde 2014, monitora os movimentos e tendências do setor. Confira, a seguir, os principais destaques do estudo deste ano.

Descobertas:

O e-commerce já é responsável por 8,48% do total de sites na internet brasileira. Essa fatia não passava de 2,65% há cinco anos.

88,77% dos sites de e-commerce no Brasil recebem até 10 mil visitas mensais; no extremo oposto, 8,73% são grandes sites, com mais de meio milhão de visitas mensais. Os 2,5% restantes estão na faixa intermediária: recebem entre 10 mil e meio milhão de visitas por mês.

Image by 3D Animation Production Company from Pixabay

Perto de 3/4 dos e-commerces (76,55%) oferecem até dez produtos em seus sites; 12,17% oferecem de 11 a 100 produtos; enquanto 11,28% apresentam mais de uma centena de produtos.

São Paulo segue sendo o estado que concentra a grande maioria dos e-commerces no Brasil: 58,95% deles. Em segundo lugar, mas muito atrás, está o Rio de Janeiro, com 6,93%, e Minas Gerais, com 6,2%.

Mais de três quartos (76,67%) das ofertas de produtos nos e-commerces brasileiros custam menos de R$ 100; 10,31% delas situam-se entre R$ 100,01 e R$ 500; em seguida há a faixa dos produtos acima de R$ 1 mil, com participação de 10,07%. Vale notar que a faixa de preços com a menor participação, 2,95%, é a das ofertas entre R$ 500,01 e R$ 1 mil (*).

As mídias sociais já são adotadas por cerca de 70% (68,63%) das lojas online.

O YouTube cresceu em importância no e-commerce brasileiro: entre as lojas online que se utilizam de mídias sociais, ele está presente em 39,87%, aumentando sua participação em 7,65 pontos percentuais em relação a 2019. A plataforma fica atrás apenas do Facebook, presente em 54,18% dos comércios eletrônicos do País. Na sequência vêm Twitter, com 30,45% de participação; Instagram, com 21,16%; e Pinterest, com 4,81%.

Entre as soluções adotadas pelas lojas online, a mais popular é a das plataformas fechadas (63,41%), que vêm conquistando participação gradual e constante desde o início da série histórica. Em seguida, as lojas sem plataforma são o formato preferido por quase um quarto dos e-commerces (23,45%). Plataformas abertas respondem por apenas 13,14% do total de e-commerces.

A adesão ao SSL (Secure Sockets Layer), uma camada de segurança que criptografa os dados transacionados entre consumidor e loja online, voltou a crescer e hoje se encontra em 88,43%. Essa adesão só foi maior em 2017, quando chegou a 91,27%.

81,96% dos e-commerces no País já são responsivos, ou seja, já estão preparados para serem acessados em qualquer tela, inclusive a do celular. Este é mais um recorde desta edição da pesquisa.

Já a presença de analytics caiu 6,4 pontos percentuais entre as lojas online este ano, para uma participação de 48,55%.

Metodologia

A série Perfil do E-Commerce Brasileiro usa o processo de captura de dados da internet da BigData Corp., o qual prevê o processamento de mais de 10 petabytes semanalmente, extraídos de visitas a mais de 28 milhões de sites brasileiros, dos quais são obtidos informações estruturadas e seus links. Os dados apresentados foram colhidos na primeira semana de agosto de 2020.

Fonte: Evocar Comunicação e Conteúdo – Ana Cecília Americano

Marcas investem 20% mais em influenciadores, apesar de polêmicas

Pesquisa mostra que no primeiro semestre 90% das empresas ampliaram recursos destinados ao marketing digital

A postura dos influenciadores digitais na pandemia rendeu várias polêmicas e resultou no cancelamento de contratos milionários. Mas também serviu para abrir debate sobre o papel desse profissional, deixando claro que a ascensão desse formato de marketing digital continuará a crescer juntamente com as redes sociais. A tendência, contudo, é que se refine e se consolide. É o que revela pesquisa recentemente da Adaction e da Inflr, companhias especializadas em mídias digitais.

Image by Markus Winkler from Pixabay

De acordo com o estudo “Tendências para o Marketing”, na contramão do mercado, houve aumento de 90% nos recursos destinados para a internet. E as marcas investiram 20% mais em campanhas com influenciadores digitais. Um sinal desse movimento foi o incremento de receita da Inflr, que atingiu R$9,1 milhões durante a quarentena.

A startup, que nasceu justamente da necessidade de oferecer serviços especializados em ações com influenciadores digitais, desenvolveu a primeira plataforma que conecta anunciantes à influenciadores dentro de um marketplace.

Nela, os anunciantes promovem seus produtos e serviços utilizando a influência dos ‘famosos’ junto a seus seguidores nas redes sociais. A plataforma gera relatórios em tempo real com os dados de cada campanha, para que as marcas e agências não dependam de relatórios manuais, enviados pelos próprios influenciadores.

Já a Adaction atua como veículo de comunicação de mídia digital e também tem crescido pela grande procura pelo marketing de performance – estratégia do meio online focada na conquista de melhores resultados por meio do uso de dados.

“No primeiro levantamento que fizemos, em março, vimos uma retração forte dos investimentos como um todo, mas em seguida, houve a realocação de verba, com a adequação das campanhas para a nova realidade trazida pelo isolamento”, explica Thiago Cavalcante, sócio da Adaction e diretor de novos negócios da Inflr.

Após a queda de 60% dos investimentos em marketing ocorrida em março, houve uma retomada em abril (+14%), maio (+17%) e junho (+14%), sendo que, praticamente o total deste incremento está relacionado a campanhas via internet. “Os influenciadores têm mostrado papel fundamental no acesso dos consumidores a novos canais enquanto estão distantes das lojas físicas durante a quarentena”, diz Cavalcante.

Image by Paul Henri Degrande from Pixabay

Esse acolhimento fez a diferença, inclusive, quando o assunto é faturamento. De acordo com a pesquisa, quem não lançou mão de nenhuma ação via web, sentiu uma queda 20% maior das vendas no período mais crítico do isolamento.

Cavalcante lembra que esta é uma tendência que veio para ficar. “As pessoas estão cada vez mais conectadas. O marketing digital já supera 50% dos investimentos em campanhas por ser mais assertivo. As empresas estão agora descobrindo o poder do marketing de influência que deve se refinar e se consolidar”, complementa.

Segundo o especialista, é preciso, entretanto, que haja certa cautela nas campanhas com influenciadores para evitar que estas sejam vistas como invasivas pelo consumidor. “Uma boa campanha agrega soluções de inteligência artificial a influenciadores digitais. Nelas a tecnologia evita a superexposição e a sensação de que alguém está querendo tirar vantagem de um momento tão difícil para o país”, diz.

E destaca que, para isso, a inserção do influenciador deve ocorrer apenas no momento certo e com a mensagem corretamente adaptada a cada situação. “É um meio legítimo de publicidade que vai amadurecer”, avalia.

Até 2023, mais de 60% dos orçamentos em publicidade devem ser alocados para o ambiente online. Enquanto mercados mais maduros já estão consolidados, o Brasil ainda tem um espaço considerável para crescer tanto em acesso como nas mídias. O País já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e deve fechar o ano movimentando algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas.

Fonte: Compliance Comunicação – Rachel Cardoso