Mais um Fora de Série

O APP FORAS DE SÉRIE é um encontro com os principais nomes da propaganda no Brasil

Nesta primeira edição de 2015, a APP trará Sergio Gordilho, Copresidente/Diretor geral de criação da Africa.

Sergio Gordilho

Sergio Gordilho

Sérgio Gordilho
Formado em arquitetura, pós-graduado em Graphic Design pela Royal College of Art, em Londres, e MBA pela Berlin School of Creative Leadership, Sergio Gordilho é um dos mais respeitados e premiados diretores de arte do Brasil. Na Africa desde a sua formação, Gordilho já foi eleito Profissional de Criação pelo Caboré e pela APP, e acaba de ser eleito pela GQ um dos publicitários mais influentes do Brasil.
Sergio foi apontado em 2014 como Agency Innovator pela organização The Internationalist, sendo o único brasileiro apontado nessa seleta lista composta por 31 nomes que, desde 2006, tem nomeado executivos inovadores de todas as partes do mundo que estão mudando o negócio de seus clientes e fazendo a diferença para suas agências e anunciantes. Profissionais que têm habilidade de reconsiderar e inovar os processos na construção de marcas, incentivando a colaboração, gerenciando riscos, trabalhando em meio a mudanças rápidas e nunca perdendo de vista a “big idea”.
Sob sua liderança criativa, a Africa foi eleita em 2014 International Agency of the Year pela Advertising Age, bíblia da propaganda mundial, e apontada pela Adweek, publicação que é referência do mundo da propaganda, como uma das 10 agências mais criativas da atualidade.

Quando?
Dia 09 de junho de 2015
Das 19h30 às 21h

Onde?
Faculdade Cásper Líbero
Avenida Paulista, 900 – Bela Vista

Qual o preço da inscrição?
Associados da APP: gratuito
Não Associados: R$ 120,00

Informações:
atendimento@appbrasil.org.br
11.3813.0188

Inscreva-se por aqui

De casa nova

Assume posto no marketing

O jovem publicitário Raffael Cavalheiro (formou-se na turma 2014 da comunicação social da Unitau) deixa o grupo Milkshow/One Designer para assumir posição no marketing da Unimed de Pindamonhangaba.

Raffael passa a ser assistente de marketing e vai auxiliar na implementação de canais digitais da unidade.

Raffael Cavalheiro assume como assistente de mkt na Unimed Pinda

Raffael Cavalheiro assume como assistente de mkt na Unimed Pinda

 

Direto da Criação!

Cuidado! Você pode estragar uma ideia que vale ouro

Não é de hoje que vemos publicitários da área de criação reclamar de clientes que insistem em modificar dali, “melhorar” daqui  suas ideias. Também não é de hoje que vemos ideias sendo estragadas por esta prática.

A ideia do “eu estou pagando!” já se tornou obsoleta há muito tempo. Será que alguém dúvida ai?

Acredito imensamente no talento e no profissionalismo de muitos publicitários criativos e creio que cada imagem, cor e fonte escolhidas foram pensadas de maneira estratégica para melhorar não só a imagem, mas também as vendas dos seus clientes.

A insegurança pode ser um fator determinante para que o cliente queira modificar uma campanha ou até mesmo um layout, mas é também nosso dever, como publicitários assegurar que cada ação feita terá resultados. Afinal, é pra isto que escolhemos a publicidade! Nosso trabalho não é apenas desenhar, pintar, montar layout, tirar fotos, “photoshopar” pessoas e etc..

Temos plena consciência, e esperamos que você também, de que a publicidade não é um jogo de azar, mas sim o único meio possível para sua marca chegar não só a mente, mas também aos corações das pessoas. É por isto que um bom criativo não faz apenas layout e textos, mas também consegue mexer com a imaginação e as emoções das pessoas em cada trabalho que realiza.

Infelizmente, como em cada profissão, também existem aqueles “criativos” que pensam que criatividade pode ser algo automatizado, utilizando de ferramentas não muito criativas para acelerar o processo do job e mostrar eficiência. Mas sabemos que boas ideias são raras e aparecem em momentos inesperados. Assim, acredito que todo criativo que se preze tem uma listinha no celular de inúmeras ideias a serem, ou não, executadas.

Gosto de dizer que o criativo nada mais é do que um consultor de ideias inovadoras, ideias que aos poucos vão se revoltando diante das chatices do dia-a-dia e mostrando cada vez mais às empresas que a melhor linguagem para se falar com seu público é a junção da simplicidade com a criatividade.

 

Este artigo é uma contribuição esporádica de Amaro Monteiro

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Coluna “Discutindo a relação…”

Era uma vez um mundo distante…

Josué coluna correto

Havia um reino muito, muito distante.

Neste reino a propaganda, por uma questão de pura magia, era perfeita.

Neste reino, as agências de propaganda tinham equipes grandes o suficiente para atender todos os seus clientes sem precisar virar noites trabalhando.Isso ocorria muito, muito raramente e em situações especiais. E quando acontecia ninguém se vangloriava de ficar trabalhando horas a fio.

Lá (no reino), os criativos não tinham egos super/mega/blaster inchados e, embora gostassem de ganhá-los, não viviam desesperados por prêmios. Como eram assim, não havia criativos egoístas/egocêntricos e o ambiente nos departamentos de criação era pra lá de legal.

Também não havia concorrências predatórias. Todos mantinham bons preços pelos serviços prestados e valorizavam seu mercado de atuação acima de tudo. Os clientes, por sua vez, entendiam suas agências e tinham departamentos de marketing bem estruturados e sabedores das coisas da comunicação.

Neste reino, não se pagava BV, nem havia bola ou comissão para escolha de fornecedores. Nem taxas embutidas e/ou escondidas nos preços dos fornecedores.

Os atendimentos eram bem preparados, escreviam briefings bem redigidos e completos e lideravam internamente os trabalhos com precisão e empatia. Havia planners inteligentes, com ótima capacidade analítica e estratégica. E os mídias tinham um arsenal de pesquisas e dados a sua disposição e faziam mídia estratégica e técnica, sem chutes.

Os estagiários e os jovens publicitários em começo de carreira recebiam gordas bolsas e ótimos salários. E tinham sempre um sênior acima deles lhes ensinando os caminhos das pedras.

Neste mesmo reino, as agências buscavam contratar pessoas com perfil bem delineado (as vagas eram bem definidas) e não pediam estagiários com experiência.

Por pura magia mesmo, neste reino os donos de agências eram amigos pra valer e defendiam o mercado como um todo. Faziam reuniões constantes, trocavam informações sobre fornecedores e veículos e organizavam frequentemente eventos em prol do crescimento do mercado publicitário.

Quando alguém tinha uma nova ideia ou iniciativa para promover a propaganda os demais elogiavam, apoiavam, participavam e até ajudavam.

A magia era tão forte e a propaganda tão perfeita que um publicitário jamais falou mal do outro pelas costas ou mandou indiretas pelas mídias sociais.

De tão, tão perfeito, este mundo da propaganda era até chato…E ficava muito, muito distante do Vale do Paraíba.