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Redes Sociais, Google ou Blog? Qual a sua estratégia?

Hoje o perfil do consumidor mudou e muito, na era digital todos têm acesso a muita informação diariamente, o que fez com que as estratégias em marketing fossem atualizadas para essa nova necessidade: o “conteúdo”.

O novo consumidor quando quer algo vai atrás e tem acesso a milhares de informações com apenas alguns cliques. E é exatamente aí que o inbound marketing atua, na atração desses consumidores, mostrando a esse cliente – que é compatível com sua oferta – a sua empresa.

Em outras palavras, em vez de massificar a propaganda, direcionamos ela para o público alvo e atraímos por meio de um conteúdo relevante àquele consumidor. A partir desse momento as pessoas impactadas por meio do conteúdo tendem a se sentir mais confiantes em relação a empresa e iniciam um relacionamento saudável, caminhando até as oportunidades de vendas.

Mas como gerar essas oportunidades de vendas?

Para nós, o inbound marketing é a estratégia traçada para alcançarmos objetivo de ter mais oportunidades de vendas, aqui traçamos as estratégias tendo como base três pilares: Atração, Nutrição e Conversão. Usamos as redes sociais sim, e muito, mas elas deixam de ser somente um canal de comunicação (não que isso não seja importante) para se tornarem autoridades ou referências em um determinado nicho, ou então aumentar o conhecimento sobre a sua empresa/marca, e se tornam um canal de atração, nutrição e conversão. Assim também como o Google, o tão famoso Blog e e-mail marketing.

Já sei que irão dizer: “e-mail marketing não funciona”, “isso já não se usa mais”, assim também como o blog, e até mesmo as redes sociais. Quem é que não conhece alguém que investiu nas redes sociais e não obteve resultado algum? Sempre sou questionada sobre isso e minha resposta é sempre com uma pergunta: Qual era o objetivo final e a estratégia aplicada? A maioria responde: Eu não sei. Porque geralmente não há uma estratégia.

Ok, mas por que usar e-mail marketing na minha estratégia? Porque funciona!

Segundo dados da McKinsey, empresa americana referência em consultoria empresarial, os e-mails são 40 vezes mais eficientes para adquirir novos clientes do que o Facebook e o Twitter juntos. Ele ainda converte três vezes mais do que as redes sociais. Para a Convince and Convert, empresa que presta consultoria de mídia digital, o e-mail marketing tende a aumentar em 138% as vendas, assim também como o blog, que é uma ferramenta importantíssima na educação e na nutrição dos leads.

Para que tudo isso funcione dois fatores são importantes: seu objetivo e sua estratégia.

Não existe uma receita de bolo que sirva para todos, cada marca, cada empresa tem um objetivo e uma necessidade diferente e é nesse momento que o inbound passa a fazer parte do processo, traçando estratégias de como alcançar o seu público alvo, atraindo-o para o seu objetivo, pelos canais da internet.

Então qual eu devo utilizar?

Se eu pudesse dar uma opinião aqui seria: onde seu público está! Mas como saber isso? Estude seus clientes ideais, aqueles que você sonha em manter fidelidade.
Como eles se comportam? Eles usam mais Facebook? Mais Instagram? Ou será que utilizam o LinkedIn? Quais as perguntas que eles mais te fazem? Quais as suas dores? E seus sonhos? O que ele espera que seu produto ou serviço resolva?

Aqui você começa a identificar a ponta de uma estratégia e o que faz sentido ou não para você usar no seu marketing e começar a gerar resultados.

A COMUNICA – Marketing de Resultado: é uma agência de inbound marketing que tem como objetivo atuar no crescimento e expansão de seus parceiros/clientes. Parceira da RD Station, localizada em Taubaté, com 8 anos de experiência, atendendo clientes do Brasil inteiro.

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Coluna Propaganda&Arte

Instagram cortou os likes e seu ego pode não gostar disso

Com a nova atualização do Instagram, especificamente no Brasil, a rede social desabilitou a visualização de likes nas postagens. Como isso vai afetar, em longo prazo, na sua autoestima?

O Facebook e o Instagram já são palco de uma inconsciente competição por mais likes há anos. Isso já foi analisado por psicólogos e universidades ao redor do mundo e perceberam que a felicidade, autoestima e sensação de pertencimento do usuário destas redes sociais está intimamente ligada à quantidade de likes que recebe ou que outros recebem (no caso de sentimentos negativos de inveja, por exemplo) em cada postagem.

Com o objetivo de diminuir essa competitividade, o Instagram fez o teste e já está valendo no Brasil: você não consegue ver os likes nas postagens alheias, apenas nas suas.

Como menos likes podem ajudar você a curtir mais a vida?

O Instagram acredita, e experimentos feitos na Universidade de Illinois mostraram isso no Facebook, que tirar o foco da quantidade de curtidas e focar na história em si pode ser mais saudável para o emocional e psicológico dos usurários.

Como nada nas redes sociais são por acaso, eles perceberam que o objetivo da rede social não estava sendo alcançado, criando um ambiente antissocial, cada vez mais observador e menos participativo. Até nas empresas, nas contas de marcas, sabemos que curtidas não resolvem e não vendem produtos. Elas são apenas uma das formas de interações e que está sendo botada em cheque.

Você já pensou nos motivos que te levam a postar uma foto?

Veja, você. Faça uma análise e compare as últimas três fotos postadas no Instagram. Com qual intenção você fez aquelas postagens? De que forma, ter mais likes lhe faria sentir bem? Será que não é mais importante interagir e mostrar algo realmente verdadeiro do que passar uma imagem de algo?

O Instagram percebeu que seu ambiente virou uma grande prateleira de situações quase irreais que, ao invés de unir, está gerando uma competição bizarramente acirrada. Tornando tudo mais fútil e sem movimento real, sem emoções. Virou o ícone do culto à imagem, algo muito antigo na sociedade.

As redes sociais estão presando cada vez mais por qualidade e não quantidade

O Facebook também está trabalhando para diminuir o número de perfis fakes e atrapalhar os boots que dão curtidas em páginas ou em postagens para entregar aos usuários e empresas cada vez mais números reais e testados.

Às vezes, estão até exagerando neste controle e bloqueando usuários normais que trabalham com ferramentas de automação de redes sociais, aquelas que postam em mais de uma rede por vez, os considerando boots.

Estamos em meio a uma guerra de atenção, isso é fato. E, se as redes sociais não se movimentarem para entregar uma experiência cada vez mais real e menos artificial, não sei o que será do futuro das redes sociais. E, consequentemente, do futuro do próprio comportamento humano.

Não dá para separar hoje os sentimentos virtuais dos reais. Tudo é uma coisa só e esse tipo de mudança, como a tirada dos likes aparentes, poderá mudar a nossa forma de interagir.

Será que estamos preparados para mudar o foco das postagens?

As redes sociais, por princípio, querem que a gente interaja. E se for de forma saudável, combatendo a depressão e ações excludentes, melhor ainda. Fato é que pouco se fez para remediar esse comportamento humano de viver de aparências e de inflar o ego até então. E as redes sociais estão percebendo que se não tratar este problema, que já virou um mal do século atual (competitividade e supervalorização da imagem), não teremos pessoas sãs ou vivas no futuro para curtir ou dar likes nas postagens. (Tudo bem. Exagerei, mas foi só para mostrar a gravidade do assunto).

No fim, é uma ação de sobrevivência, em um ambiente que está beirando a superficialidade e tirando das pessoas (e marcas) a sua essência.

Como você está cuidando do seu ego e do ego das empresas que trabalha? Vamos focar mais nas histórias e nos seguidores engajados?

Um flash no fim do túnel

Talvez esse seja um “flash no fim do túnel”, mas eu prefiro esperar para saber o que vai acontecer com os futuros selfies e com esse experimento social que o Instagram está iniciando, aparentemente inofensivo no Brasil.