Estadão leva mais um prêmio

Estadão recebe o prêmio Pixels Awards

Nova versão mobile do site foi considerada um dos projetos mais inovadores em mídias digitais no mundo

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A versão mobile do site do Estadão, que entrou no ar em maio do ano passado, acaba de receber um dos mais importantes prêmios internacionais para projetos inovadores em mídias digitais no mundo: o Pixel Awards. O site foi vencedor na categoria News & Publications (Notícias e Publicações).

O novo site alia o conteúdo do Estadão a recursos inovadores de leitura e compartilhamento de notícias. Com ferramentas de geolocalização, identifica onde está o leitor e fornece informações de trânsito e clima. O projeto foi desenvolvido em parceria com a agência digital Huge.

“É mais um relevante reconhecimento internacional de nosso aplicativo de notícias, que se tornou referência de qualidade no País. Temos muito orgulho de nossa parceria digital com a Huge, que é coerente com a missão do Estadão de sempre inovar em benefício do leitor”, diz João Caminoto, diretor de Jornalismo do Grupo Estado.

“Nos sentimos honrados por mais essa vitória com o projeto digital do Estadão, principalmente por ser em uma das categorias de escolha popular do Pixel Awards, uma premiação extremamente representativa para o mercado digital. Isso prova, mais uma vez, a qualidade da parceria feita entre a Huge e um dos principais jornais do Brasil, e como o leitor é o principal beneficiado dessa iniciativa” afirma Eduardo Torres, vice-presidente da Huge para a América Latina e diretor do escritório carioca da agência.

O Estadão Mobile já havia recebido no ano passado o UX Awards, um dos mais importantes na área de experiência de usuários em plataformas digitais, sendo o único vencedor de um país fora dos Estados Unidos e Reino Unido e o único de uma empresa de comunicação.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

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IVC medirá ad-blocks

IVC lança novo serviço para medir ad-blocks em sites

Produto inédito em âmbito mundial indica que, em média, 15% das páginas brasileiras têm anúncio bloqueado

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) sai na frente em âmbito mundial e passa a detectar usuários com ad-blocks que acessam sites brasileiros. O produto, chamado AdBlock Detector, foi desenvolvido pelo IVC em parceria com a Alliance for Audited Media (AAM), o IVC americano, e tem como objetivo informar os publishers sobre a interferência na visualização de campanhas publicitárias em seus sites.

Desenvolvido com tecnologia inovadora, o serviço tem como base a tag criada pelo Instituto usada para auditar tráfego de websites, o Site Certifier. A AAM lançará o serviço nos Estados Unidos no próximo ano e o objetivo é que outros IVCs pelo mundo também o disponibilizem aos seus mercados. No Brasil, associados e não associados do IVC podem adquirir o serviço, com a garantia de que os dados serão fornecidos somente ao contratante.

A partir de projeto-piloto com alguns dos principais sites de jornais e revistas do País já é possível ao IVC assegurar que, em média, 15% das páginas brasileiras têm anúncios bloqueados e que 19% dos usuários de internet bloqueiam anúncios nos sites que visitam. “Há dois problemas imediatos a serem entendidos: quanto do inventário de mídia do mercado realmente está sendo atingido e qual o volume da receita de mídia que não se materializa. O novo serviço dará um diagnóstico geral e individual, com relatórios semanais e de tendência. Os publishers poderão avaliar sua situação, tomar medidas e avaliar os resultados destas medidas nas semanas seguintes. Os IABs pelo mundo têm divulgado cartilhas de recomendações sobre o tema”, afirma Pedro Silva, presidente executivo do Instituto.

Metodologia – A partir da tag própria já desenvolvida pelo IVC, um detector de ad-block verifica se o browser do visitante da página bloqueia anúncios. A tag é um código instalado nas páginas web para coletar dados sobre todos os acessos. Esta tecnologia detecta também qual dispositivo (computador, smartphone etc) está sendo usado e outros detalhes de sistema, geolocalização e horário.

Enquete – Os resultados já apurados mostram que mercado e usuários não têm referência de como as ferramentas de bloqueio de anúncios interferem na real visualização de uma campanha publicitária. Entre outubro e novembro, o Instituto promoveu enquete com leitores de sua newsletter e no site www.ivcbrasil.org.br com a seguinte pergunta: “Quanto da população brasileira, que acessa a Internet, você acredita que usa ad-block?”.

Para a maioria dos respondentes, menos de 10% dos usuários usam bloqueadores. “A percepção sobre os ad-blocks é totalmente oposta aos resultados já aferidos pelo IVC, mostrando que o campo de trabalho para agências, anunciantes e publishers é muito grande. Em alguns sites encontramos índices de 6%, mas em outros o bloqueio de publicidade em suas páginas ficou acima de 30%”, assegura Pedro Silva.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone