Reforço na criação

Arriba! traz nova assistente de arte

A terceiro anista de publicidade e propaganda da Unitau, Esther Gimenez, é a nova assistente de arte da Arriba!

Ela chega para reforçar a equipe de criação da agência capitaneada por Dani Botelho.

A Esther começou a dar expediente na Arriba nesta segunda feira.

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Esther Gimenez, novo reforço da equipe de criação da Arriba!

Alameda traz novo profissional

Alameda tem gente nova em mídias sociais

A jovem publicitária Tuani Carvalho acaba de ingressar na equipe da Alameda Comunicação. Ela ocupa a função de Analista de Mídias Sociais desde a última segunda feira.

Formada na turma 2013 de Publicidade e Propaganda da Unitau, Tuani já tinha passagens pelo marketing do GACC e pela área de mídia da Mestra Comunicação.

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Tuani Carvalho, nova Analista de Mídias Sociais da Alameda Comunicação

Os Exportados

Terceira entrevista da série é com jovem diretora de arte

Chegamos a terceira entrevista da série que conversa com profissionais que iniciaram suas carreiras aqui no Vale do Paraíba e foram para o mercado de São Paulo. Desta vez nossa entrevistada é a jovem e competente diretora de arte Milena Balbi. Recentemente, Milena encerrou um projeto na W/McCann e agora atua como diretora de Criação/Arte no Graacc, onde desenvolverá as campanhas institucionais e internas da Ong. A partir desse ano a instituição aumentará a equipe de comunicação e Milena foi chamada para a frente do projeto.

Vamos ver o que ela tem a nos contar.

1 – Como você iniciou sua carreira aqui no Vale do Paraíba?

Desde o meu primeiro ano de faculdade eu já comecei a estagiar, fiquei uns meses em uma pequena agência, e foi la que descobri um pouco sobre a área de criação, bem pouco, mas foi na Publicarte que realmente eu trabalhei com isso pela primeira vez.

2 – Em que área atua atualmente e como chegou ao mercado de São Paulo?

Eu trabalhava como estagiária de criação na Triadaz, e a Professora Vânia, que me deu aula no Primeiro ano, sempre me incentivou a ir para o mercado de São Paulo, por um acaso, eu mandei meu currículo e minha pasta para algumas agência da Capital, uma agência de Eventos, chamada DZ Eventos, gostou e me chamou para uma entrevista, e em poucos dias já estava trabalhando em São Paulo.

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Milena Balbi, nossa terceira “exportada”.

3 – Quais as maiores dificuldades? E o que tem de melhor em relação ao mercado do Vale?

Na minha opinião, a maior dificuldade em relação a área de Criação, onde sempre trabalhei, é uma competitividade muito grande, existe muita gente boa, e muita gente que se faz de boa, então a maior dificuldade é conseguir mostra o nosso trabalho, a pressão por resultados é bem maior do que a pressão por um bom trabalho, muitas vezes não conseguimos mostrar nosso melhor, pois os clientes de São Paulo são maiores e exigem resultados. No Vale temos muito mais liberdade, e tempo para um trabalho ou um projeto, e isso acaba facilitando na hora de desenvolver um bom material.

4 – O mercado de São Paulo é mais exigente? Você tem que investir mais em você, em sua formação?

Percebo que aqui em São Paulo, o fato de ser formado em um cusro superior não significa muito, criação principalmente, eles buscam ideias, novidades, e em faculdades não aprendemos a ser criativos, nós aprendemos dentro das agência, mostrando maturidade, conhecimentos gerais, e que na minha opinião conquistamos muito mais durante a vida profissional do que acadêmica. Por isso acredito que estagiar durante a faculdade é muito importante, pois já saímos das salas de aula com um conhecimento que o mercado de trabalho necessita.

Os Exportados

Nova série de entrevistas do Publicitando

Estou gostando mesmo destas séries de entrevistas com profissionais de propaganda e comunicação de nossa região. Desta vez vamos conversar com profissionais que começaram suas vidas acadêmicas e profissionais aqui e acabaram alçando vôos maiores e foram parar no maior mercado do país: São Paulo (Capital).

A pessoa que abre a série de entrevistas é Maria Fernanda Chacon, profissional de atendimento na agência Nuts.

Vamos ver o que ela tem a nos dizer:

1 – Como você iniciou sua carreira aqui no Vale do Paraíba?
Iniciei minha carreira como estagiária da Construtora Teixeira Pinto. Fazíamos a recepção de clientes no apartamento decorado e também divulgação do empreendimento em Shopping e restaurantes.Logo após o término desse contrato prestei a prova na faculdade para trabalhar como estagiária na ACI da UNITAU e passei. Foi então meu primeiro contato com o mundo de agência e clientes. Foi onde realmente entendi e aprendi como esse processo funcionava.

2 – E como chegou ao mercado de São Paulo?
Trabalhei de 2011 a 2013 numa agência de São José dos Campos e, neste período, fui atendimento exclusivo de um cliente de São Paulo. Esse cliente passou a ser atendido por uma agência de São Paulo e ela precisava de um atendimento temporário que já conhecesse o cliente. Fui indicada pelo cliente a trabalhar na agência de São Paulo, onde atualmente atendo diversas contas.

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Maria Fernanda, a nossa primeira entrevistada da série Os Exportados. Ela é atendimento na Nuts, em São Paulo

3 – Quais as maiores dificuldades? E o que tem de melhor em relação ao mercado do Vale?
A primeira dificuldade é se adaptar ao novo momento e ambiente. Nova agência, novos clientes, novo ritmo de vida e uma nova cidade.
Tive dificuldade em encontrar um lugar para morar que compensasse estar em São Paulo. Dependendo do local de trabalho as pessoas levam 2, 3 horas para chegar, por morarem em lugares mais distantes onde o custo é mais baixo. Tive que pesquisar bastante e “gastar sola do sapato” até encontrar um lugar que valesse o custo x benefício. Além disso, é importante “saber se virar”. Quando você não conhece muita gente em uma cidade onde foi morar, você acaba dependendo 100% de você para resolver os problemas e tomar as decisões. É importante balancear esse tempo e energia gastos na vida pessoal com o trabalho, que também demanda muita atenção.
Acredito que estar no mercado de São Paulo nos torna mais “visíveis” dentro dele. É possível aumentar o network e saber de vagas porque você convive com pessoas que te proporcionam esse acesso às informações. Gosto também da ideia de atender clientes maiores e de superar desafios de comunicação que o grande mercado de São Paulo demanda. Aqui, o investimento na área de comunicação é alto e proporcional à expectativa e exigências do cliente.

4 – O mercado de São Paulo é mais exigente? Você tem que investir mais em você, em sua formação?
O mercado de São Paulo é mais exigente sim. Pequenos detalhes fazem a diferença numa contratação. Em compensação o acesso às boas instituições aqui também é mais fácil. Torna-se um ciclo, em que você consegue investir em um novo curso ou especialização, melhorando sua colocação em processos de seleção ou no próprio trabalho como promoção.