Vaga para Designer Gráfico & Video Editor (Social / Motion / IA)

Presencial – São José dos Campos/SP, Modelo PJ, Nível: Júnior | Pleno

A GS2 está buscando um perfil criativo, rápido e atualizado com o novo momento da criação com IA.

Queremos alguém que vá além do “post bonito”.
A GS2 busca uma pessoa com olhar estratégico para redes sociais, velocidade de execução e repertório visual moderno.

O que essa pessoa vai fazer:

* edição de vídeos curtos (Reels, Shorts e TikTok)
* motions e animações
* criação de peças ON e OFF
* criativos para campanhas
* conteúdos para redes sociais
* apoio em campanhas e projetos estratégicos

Ferramentas importantes:

Adobe (Photoshop, Illustrator, Premiere, After Effects e InDesign)
CapCut / Captions
IA aplicada à criação:
ChatGPT, Runway, Veo 3, Midjourney, Firefly, Canva AI etc.

Diferenciais:

* inbound marketing
* tráfego pago
* landing pages
* branding
* social media design
* ClickUp / Trello / Kanban

Perfil buscado:

* organizado(a)
* ágil
* proativo(a)
* criativo(a)
* aberto(a) a feedbacks
* com senso de urgência e vontade de crescer

Sobre a GS2:
Uma agência focada em marketing, vendas, dados e tecnologia, com forte atuação em IA aplicada ao marketing através da GS2 Next.

Interessados podem enviar currículo + portfólio no privado email : rh@grupos2mkt.com

Assunto: Designer Gráfico / Motion Designer

Talento do Vale do Paraíba vence dois bronzes no Clio

O jovem publicitário João Guilherme Gouvêa, diretor de arte que hoje atua na DPZ e que foi embaixador da APP Brasil na Unitau e diretor da APP Vale, ganhou dois bronzes no The Clios Health Awards. Ele venceu nas categorias Culture e Creative Use of Data (Students).

O case vencedor também é sobre o Vale do Paraíba e está relacionado aos devotos que vão a pé, pela Rodovia Presidente Dutra, até Aparecida na data da padroeira do Brasil.

O cliente é o aplicativo Waze. Confira o vídeo:

Ficha técnica

Título: Faith Signals

Copywriter: Bruna Cairo

Art Director: João Gouvêa

Animator: Laiara Cristina

Art Director: Luan Silva

Doses de Mercado promove reflexão sobre criatividade, planejamento e IA no setor de comunicação

A segunda edição do Doses de Mercado reuniu profissionais, estudantes, empresários e representantes do setor de comunicação do Vale do Paraíba em uma noite dedicada à reflexão sobre os impactos e possibilidades da Inteligência Artificial aplicada ao mercado de propaganda, marketing e comunicação.

Promovido pela APP Vale — Associação dos Profissionais de Propaganda do Vale do Paraíba — o encontro aconteceu no Auditório do Sincomercio, em São José dos Campos, e reforçou a proposta do evento de funcionar como um “suplemento vitamínico” para o mercado regional, estimulando atualização profissional, networking e troca de conhecimento entre os participantes.

Com o tema “Inteligência Artificial aplicada a Planejamento e Criação”, o evento contou com duas palestras centrais, abordando de forma prática e estratégica como as ferramentas de IA vêm transformando as rotinas e processos das agências e departamentos de comunicação.

Na primeira apresentação da noite, Yasmin Duarte, diretora de marketing digital da Área Comunicação, falou sobre o uso da Inteligência Artificial no planejamento estratégico. Entre os principais pontos abordados estiveram o excesso de informações disponível atualmente e a necessidade de interpretação qualificada dos dados. A palestrante destacou que o diferencial competitivo já não está apenas no acesso às informações, mas na capacidade de identificar caminhos, tendências e oportunidades a partir delas.

Yasmin também apresentou aplicações da IA em pesquisa, execução de processos criativos, antecipação de cenários e desenvolvimento de estratégias preditivas, ressaltando que o planejamento contemporâneo exige preparação para múltiplos futuros possíveis. Segundo ela, “o futuro não pertence à IA, mas a quem souber interpretar inteligência”.

Na sequência, Guilherme Meneghetti conduziu a palestra sobre criação publicitária e Inteligência Artificial, trazendo reflexões sobre o papel da tecnologia nos processos criativos. Durante a apresentação, destacou que a IA deve ser entendida como ferramenta de amplificação da criatividade humana, e não como substituta do pensamento criativo.

Entre os insights compartilhados pelo palestrante estiveram conceitos relacionados à direção criativa, elaboração de prompts e equilíbrio entre velocidade e qualidade criativa. “A IA não cria. O profissional cria e a tecnologia amplifica”, afirmou Guilherme ao discutir a importância do repertório, da visão estratégica e da curadoria humana no desenvolvimento de campanhas e conteúdos.

De acordo com a organização, o resultado da segunda edição do Doses de Mercado reforça a relevância de iniciativas voltadas à qualificação contínua dos profissionais da comunicação, especialmente em um cenário marcado pela rápida transformação tecnológica e pela crescente integração entre criatividade, dados e inteligência artificial.

A APP Vale destaca que novas edições do Doses de Mercado já estão em planejamento, mantendo o compromisso de fomentar o desenvolvimento do ecossistema de comunicação, propaganda e marketing do Vale do Paraíba.

Coluna Propaganda&Arte

O Oscar tem receita de bolo? Entre o choque visual e o network de milhões

Por R. Guerra Cruz

Senta aqui, vamos conversar sobre a “fórmula mágica” de Hollywood.

Recentemente, alguns filmes me fizeram parar e pensar: o que produções como A Substância, O Agente Secreto e essas batalhas viscerais que a crítica tanto ama possuem em comum?

Pode parecer heresia para os puristas, mas para quem vive de comunicação e estratégia, a sensação é que já virou receita de bolo.

Se o filme entrega uma dose generosa de sexo, uma pitada de violência, um bocado de non-sense e aquele regionalismo (seja uma cultura específica ou uma referência cinematográfica bem nichada), ele já entra em campo com grandes chances de figurar entre as “obras-primas” do Oscar.

Estou viajando? Olhem bem para as telas.

Cada um desses filmes mencionados traz algo que nos tira do eixo.

É uma referência visual aqui, uma crítica social ali, e muita coisa caótica que nos faz duvidar do que estamos vendo, a “perna cabeluda” ou a transformação grotesca em A Substância estão aí para provar. E sexo, muito sexo, muitas vezes quando a gente menos imagina.

Parece simples ser notado pelos críticos, mas além de seguir o roteiro da “polêmica planejada”, tem que ter network.

Estar estrategicamente presente nos eventos onde os avaliadores circulam não é para amadores. É caro, viu? É preciso muito investimento para aparecer e ser lembrado.

No fundo, toda a indústria criativa sofre desse mal: o talento precisa de um empurrão financeiro e de relações públicas para brilhar sob os holofotes.

Por isso, o Oscar acaba sendo, frequentemente, o alvo favorito dos “críticos dos críticos”.

Mas, como eu sou um entusiasta que estuda e ensina cinema, me sinto no pedestal para criticar, sim, mas também para valorizar quando a pauta é necessária. Questões raciais, sociais, políticas e a invisibilidade de minorias encontram nas telas um lugar para respirar.

Um exemplo que me tocou foi o filme chinês Big World, que aborda a vida de um homem com paralisia cerebral. Com uma atuação de outro mundo de Jackson Yee, a obra conseguiu o que muitos discursos políticos falharam em fazer: mudar leis para esse grupo na China.

Isso, para mim, é a arte com impacto real.

Agora, o cinema será sempre assim?
Talvez.
Vale a pena continuar filmando nossas mazelas?
Com certeza.

No fim das contas, a dúvida se a vida imita a arte ou vice-versa é o que nos move por aqui.

Talvez a receita de Hollywood seja apenas um reflexo de uma sociedade que só consegue prestar atenção no “necessário” se ele vier embalado com um pouco de choque, beleza e, claro, muito dinheiro.