Brazil Vale do Paraíba

Posts Tagged ‘Vale do Paraíba’

Agência produz comercial com famoso

Árvore Propaganda grava com Celso Portiolli

Em trabalho para seu cliente Universo Materiais Elétricos a Árvore Propaganda trouxe um dos mais famosos apresentadores da TV brasileira para atuar como garoto propaganda. Celso Portiolli é a estrela do filme criado pela agência joseense.

De acordo com a agência foi uma experiência fantástica trabalhar com um profissional do nível de Celso Portiolli, um ícone da TV Brasileira e um dos melhores apresentadores do país. Ainda segundo a Árvore, ficou para eles uma parceria de sucesso e muita experiência.

Confira o vídeo:

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Discutindo a relação…

Por de pé

ENIC 51

Artigo de Josué Brazil

Há um sentimento muito claro no ar do mundo da propaganda regional e, ao que tudo indica, nacional. Está ficando tão forte que parece que podemos tocar. É o sentimento de que algo (ou tudo) precisa ser mudado. Que algo precisa ser feito para que a atividade publicitária volte a ter o valor que teve há pouco tempo. Parecido com a discussão que vemos em toda a mídia agora sobre nosso futebol. Será que estamos também tomando goleada na semifinal???

Dia desses li uma coluna e até separei um trecho para postar na fanpage deste blog. O que o trecho do artigo dizia é que não basta ter uma boa ideia. Que a tal da Big Idea por si só não resolve. É preciso executá-la. Fazer com que ela aconteça, fique em pé. Já tinha ouvido algo semelhante em uma palestra do Fernando Musa, da Ogilvy Brasil.

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Fernando Musa, da Ogilvy Brasil

Estou escrevendo isso porque acredito que temos de passar da discussão, do diz que me diz, das ideias soltas e isoladas para a ação.  O que o mercado publicitário como um todo – veículos, fornecedores e principalmente agências de comunicação – precisa é de um planejamento comum e um detalhado plano de ação para sair da inércia e começar a agir principalmente sobre um dos elos fundamentais do processo publicitário: o anunciante.

Modelos publicitários estão sendo revistos no mundo todo e já há alguns cases brasileiros. O cenário de comunicação mudou absurdamente nas últimas duas décadas. O consumidor brasileiro é outro. O Vale do Paraíba mudou. A tecnologia não para de mudar. Por que um setor que vive de criatividade, inovação e de gerar valor através da difrenciação é tão resistente a discutir sua própria necessidade de mudar?

Temos que estabelecer estratégias e práticas comuns ao mercado para que a atividade publicitária volte a ganhar valor. Para tanto, um dos passos fundamentais é parar de mentir para si mesmo. É fazer o contrário do que fez a comissão técnica (ex, já que foi demitida ontem) da seleção brasileira pós fracasso na copa e admitir que há erros e desvios. Alguns graves. Não dá mais para ficar dizendo que está tudo ótimo e que está faturando horrores e tem clientes lindos.

Admito que há agências, veículos e fornecedores que estão muito bem, obrigado.Mas é nesta hora, em que está tudo bem, que devemos pensar em tornar o mercado maior e melhor para todos. Publicitários aos montes criticaram a desorganização tática e a falta de plano de jogo da seleção nacional de futebol através das mídias sociais ou em papos nos botecos da vida. Alguns criticaram o individualismo de alguns atletas. Mas o mercado publicitário regional atualmente parece seguir a tática do “cada um corra por seu lado que, se der, nos encontramos no vestiário”.

Não temos uma associação, por enquanto. Então por que não estabelecer alguns GTs que se encarreguem de pensar e executar ações voltadas para o fortalecimento do mercado? Por que não agendar um fórum regional e estabelecer algumas pautas para discussão? Essas são só duas sugestões. Precisamos de mais, muito mais. Prontifico-me a participar e colaborar, dedicando o tempo livre que me sobra.

O post com a entrevista do Jair Rodrigues, diretor de arte da Regional Marketing, publicado aqui há alguns dias causou as mais diversas e extremadas reações do mercado. Por que não aproveitar essas acaloradas discussões para por alguma ideia em pé em favor do mercado?

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Jair Rodrigues, último entrevistado do Publicitando.

Caso você pense diferente e ache que nada precisa ser feito, das duas uma: ou você está mesmo muito bem, obrigado, ou mente muito bem para você mesmo.

Vamos passar para a ação planejada ou vamos continuar choramingando pelos cantos que é para ninguém ver???

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Reforço na equipe

Alameda reforça seu time

O núcleo de Assessoria de Imprensa da Alameda Comunicação ganhou mais um reforço.

A jornalista Cleo Ibelli chegou para integrar o time da agência.

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Cleo Ibelli acaba de chegar para reforçar a Alameda

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“O negócio todo tem que se reinventar, e logo.”

Entrevista bastante especial

Há tempos o Publicitando tinha desejo de entrevistar o Jair. Um dos profissionais mais respeitados em direção de arte em nosso mercado e com uma longa trajetória na Regional Marketing. Só esse fator – tanto tempo numa mesma agência – já demonstra o quão interessante é a carreira do Jair.

E ele não se poupou. mandou ver, soltou o verbo de verdade! Então vamos conferir o que ele tem a nos dizer. Boa leitura e bom proveito!

1 – Podemos dizer que você pertence a uma outra geração da propaganda no Vale. Como avalia o momento atual?
Sou do tempo do layout desenhado a mão, Josué. Naquela época não dava pra enganar.
Sobre o momento atual é triste dizer mas, em 22 anos de profissão, nunca vi o mercado do Vale tão ruim para as agências. E se agências vão mal, funcionários, produtoras e fornecedores também vão. É só olhar a espessura do maior jornal da região e os poucos anunciantes locais que aparecem na mídia de massa.
E que os profetas (inocentes recém-formados), defensores da “soxalmédia”, não me venham falar de apocalipse. Não existe (o nosso) mercado de comunicação sem nossos clientes aparecendo no jornal, revista, tv, outdoor, busdoor, social media, banner, endomarketing, busca do Google e o resto. Se não tá bom pra toda essa lista, não tá bom no geral.
As mídias sociais, que pareciam ser a salvação pra algumas “polianas”, só prometem mas não entregam. Alguns anunciantes não se tocaram ainda que, em termos de internet (em raríssimos casos), se eles querem falar de graça, ninguém vai ouvir.
Quem está fazendo os grandes cases? Aqueles que usam outras mídias pra alavancar a coisa toda, num mix em que, na maioria das vezes, Facebook é apenas uma das engrenagens.
Ah, esqueci de dizer que a economia do país (e ainda mais com copa e eleições) como um todo, tem contribuído pra piorar mais a coisa. Afinal, tem cliente que só vai botar a mão no bolso depois das eleições.
Da minha geração de profissionais, uma parte está dando aula. Alguns deles, competentíssimos, estão fazendo falta no mercado. Mas os clientes não poderiam estar pagando o salário deles. Estava conversando com um amigo jornalista, que se formou comigo, e os problemas são os mesmos.
Ao mesmo tempo em que estamos nessa sinuca de bico, acredito também que estamos engatinhando, aprendendo a como lidar com todas as possibilidades que a social media trouxe, para clientes que não podem estar em horário nobre da Globo. Esse é o grande desafio.
O negócio todo tem que se reinventar, e logo. Temos que nos unir? É a saída.
Querem saber mais sobre a realidade atual do mercado? Acessem http://www.comunicavale.com.br/naradio-entrevista-com-jose-renato-pulice/

Jair Rodrigues Junior , diretor de arte da Regional Marketing

Jair Rodrigues Junior , diretor de arte da Regional Marketing

2 – Você é muito criterioso e rigoroso em seu trabalho como diretor de arte. Foi sempre assim ou isso vem com o tempo?
Eu sou o cara mais chato que conheço e não é de hoje. E quanto mais velho, mais chato. A tendência é piorar.
Ainda acho que a melhor ferramenta do diretor de arte é o olho. Vivo o tempo todo tentando consertar o mundo: ah, isso seria melhor dessa cor, essa letra da fachada do restaurante tá desalinhada, e por aí vai.
Não sei como minha mulher me aguenta, se ela tá pronta pra sair e pergunta se a roupa tá boa eu sou sincero: se você trocar a blusa Y pela camiseta X ficaria melhor.
Mas chato mesmo é dizer que tá tudo ótimo.
Quando digo, Josué, que quando comecei não dava pra enganar, é isso. Leva ao menos 5 anos pra você formar um(a) diretor(a) de arte. Se a pessoa tem senso estético, bom gosto, melhor. Se gosta de cinema (cinema de verdade), história em quadrinhos, fotografia, design, balé, melhor. Se além disso souber desenhar, pintar, ter algum refinamento artístico, bingo! Se tiver ótimas ideias esses 5 anos viram 2. Saber pacote Adobe é default, o cara tem que nascer sabendo. Imagina um redator te enviar um currículo dizendo que sabe Word? Isso é obrigação, isso é técnico, qualquer macaco aprende. É por isso que saber Photoshop não faz ninguém ser diretor de arte. Tem que criar conceitos, ter ideias e ter senso estético. Certa vez um diretor de criação me disse que pra ser diretor de arte não é preciso conhecer fontes. Levei um susto. Deve ser por isso que tem agência que só usa Myriad nos anúncios. Anúncios pra diferentes clientes, todos com a mesma fonte.

3 – O trabalho criativo está mais ou menos valorizado? Você concorda que as agências perderam valor?
Os clientes vêm até nós (também) por causa do trabalho criativo. Afinal é o que aparece. Então acho que ainda resta uma esperança. Agora, o que sinto, às vezes, é que, por causa do mercado não absorver todos os profissionais que saem da faculdade, muitos despreparados vão trabalhar no cliente pra fazer a ponte com a agência. E querem criar no lugar da agência — que vira produtora do gerente de marketing. Às vezes, pra aprovar uma ideia você tem que trabalhar em dobro: fazer a proposta que o cliente quer e outra que é a correta pra ele.
Hoje, o mundo virtual deu voz para para quem não sabe falar. Assim como todo mundo tem uma opinião formada, todo mundo virou criativo, os que já eram técnicos de futebol, designers e modelos, rs. São muitas alterações, muito briefing errado. Muita falta de foco. E muito amadorismo. Você acredita que, numa concorrência pública, uma agência pegou um anúncio que fiz na Regional, só trocou a fonte e o logotipo do cliente e apresentou na proposta dela? As agências estão perdendo valor porque não se dão ao respeito. A crise nos obriga a fazer o que o cliente quer e não o que ele precisa. Mas pra alguns deles (que bom que é maioria) ainda podemos dizer: se quiser fazer isso eu tiro a minha assinatura do anúncio. Isso é respeito, afinal, se ele te escolheu, tem que confiar em você.
Agora, o pior de tudo é quando a falta de respeito pela profissão parte dos próprios publicitários.
Todos sabem que a coisa tá preta, não precisa sair mentindo por aí, mas alguns ficam posando de Mad Men. É muita garganta, muita contação de vantagem, muito “eu jogo confete em você, você joga em mim”. Chega a ser ridículo. Tempos atrás um dono de uma agência foi agradecer num evento o prêmio que ganhou por causa da confiança do cliente na agência dele, bla, bla, bla… e o cliente era seu parente. Oi?
Volta e meia encontro com alguém do mercado que só fala, “nossa tô trabalhando pra caramba, os clientes são maravilhosos, gastam rios de dinheiro, tá legal pra caramba.” Que merda é essa? Viramos a Suécia e não estou sabendo? Tá querendo enganar quem? Não seja idiota, pare de mentir pra si mesmo.
Ainda tem as agências que se gabam por virar noite, é o “pague pra entrar e reze pra sair”: gente que posta foto no Facebook comendo pizza de madrugada na agência e achando o máximo. E tem curtidas, olha que beleza!
Meus colegas de trabalho, virar a noite na agência não faz de você um profissional melhor. Se deem ao respeito.

4 – Como você vê a nova geração de criativos da propaganda regional?
Temos muita gente criativa, alguns de uma geração um pouco mais nova que a minha como o Edu Griskonis, que tem um senso estético apuradíssimo. O Spinelli da Molotov. O Raul e o Thiagão da Avalanche. O Thiaguinho que foi pra outro mercado, infelizmente (pra nós). Gente mais nova ainda que é revelação do nosso mercado, como o Thiago Motta da KMS e o Lucaz Mathias — que tem até uma pegada autoral em alguns trabalhos (o considero, antes de tudo, mais artista gráfico do que publicitário). E tem o meu assistente que não vou falar o nome pra não me roubarem, rs. Isso pra citar alguns.
Agora, um conselho pros novos é: tenham bagagem cultural, assistam a filmes, leiam bastante, de tudo, e vivam bastante, fora da agência. Nem preciso dizer que, em termos musicais, você tem que conhecer de Abba a Zappa.
Algumas tendências, quando chegam até nós, já estão fora de moda. Então usar barba, gorro e camisa de lenhador não faz de você uma pessoa criativa. Tenha conteúdo.

 

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Estágio em publicidade e propaganda

Estágio para estudantes de publicidade e propaganda ou marketing

Estudantes nível técnico ou superior cursando período noturno. Com ou sem experiência. Buscamos perfil com iniciativa e responsabilidade para integrar a equipe de marketing. O contrato será firmado pelo CIEE, 6h diárias com excelente ambiente de trabalho e aprendizado, com possibilidade de efetivação após o período de estágio. Desejável familiaridade com internet e hábitos de compra on-line.

Função: Auxiliar no envio de e-mail marketing e administração dos comparadores de preço.

Bolsa auxílio:
VT + R$ 550 – nível técnico
VT + 650 nível superior

Interessados devem enviar o currículo somente se estiver dentro do perfil da vaga para redessociais@valejet.com com o assunto do e-mail: Estágio em Publicidade e Propaganda.

Local de trabalho: São José dos Campos

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Aprimore-se em fotografia

Estúdio oferece curso

Oportunidade para aprender fotografia de verdade desde o começo.
Workshop de Fotografia Básica.

Duas turmas dia 19 e dia 26 de julho! Escolha a melhor data.

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Jabuticaba finaliza projeto

Mais um projeto pronto

O Estúdio Jaboticaba acaba de finalizar trabalho para um projeto que tem como foco principal ajudar pais e filhos a manter o foco nos estudos e alcançar seus objetivos.

O projeto recebe o nome de NEP – Núcleo de Estudos Personalizados e é dirigido pela psicóloga Mariana Marco, especializada em Desenvolvimento Pessoal.

O Jabuticaba desenvolveu a marca e a identidade visual dos materiais impressos do projeto.

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Supera cria ação interna para Tenaris

Essa vem direto do site da Supera

Supera e Tenaris em campanha sobre e-mails

Para conscientizar seus funcionários sobre o uso adequado do e-mail, a Tenaris colocou no ar a campanha “Pense 2 vezes antes de enviar”, criada pela Supera Comunicação. O conceito explora diferentes situações em que o funcionário consegue refletir e identificar a diferença entre cheio e vazio, trazendo essa comparação para a caixa de e-mails: se uma fila de banco lotada não é legal, a fila de e-mails não lidos também não é. Com uma abordagem descontraída e leve, a campanha trazia essas diferentes reflexões e incentivava os funcionários a reverem a necessidade do e-mail, além de reforçar as outras ferramentas de comunicação da empresa.

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Vaga de estágio

Vaga de estágio em Publicidade e Propaganda

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Mudanças na Alameda

Novidades no Departamento de Mídias Sociais da Alameda Comunicação

Com o objetivo de adequar o atendimento às necessidades de seus clientes e as demandas do mercado, A Alameda mudou a estrutura de seu departamento de mídias sociais para oferecer a mesma qualidade e atendimento em dobro.

Confira o que mudou:

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