Dicas para usar o IGTV

Youtuber Rezende dá dicas para usar a IGTV e aponta: “Tem espaço para todos”

Rezende, do canal RezendeEvil, coleciona mais de 6 bilhões de views, quase 18 milhões de inscritos e considera que novo recurso do Instagram não concorre diretamente com a plataforma de vídeos

Seja em pé ou na vertical, o youtuber Rezende se dedica inteiramente a produzir vídeos de entretenimento para seu público na internet. Com a chegada do IGTV, o novo recurso do Instagram, o jovem, que ostenta mais de 6 bilhões de views e quase 18 milhões de inscritos na plataforma de vídeos, conta que não vê concorrência direta entre as redes sociais.

“Gosto quando aparece alguma novidade em uma plataforma já conhecida. Cada um tem sua função, seu perfil de engajamento, então tem espaço para todo mundo. O importante é produzir conteúdos chamativos e de qualidade em todos. Plataformas diferentes demandam conteúdos diferentes”, aponta o youtuber.

O IGTV funciona como uma espécie de televisão dentro do aplicativo. O usuário pode filtrar os vídeos a partir dos perfis que segue na rede ou até mesmo seguir apenas o conteúdo que te interessa. “O Instagram tem uma reputação tão sólida que todo lançamento é positivo de alguma forma. A galera experimenta, cria e acaba bombando, como os stories. Esse recurso tem todo potencial”, completa Rezende.

O Youtuber ainda dá 3 dicas para usar a nova ferramenta:

Não confundam IGTV com YouTube – As interfaces dos dois aplicativos são bastante diferentes. Ao entrar no IGTV, um vídeo já começa imediatamente a ser reproduzido, é tudo bem direto e é aceitável apenas vídeos na vertical e de até 60 minutos. O YouTube já é uma plataforma mais complexa, tanto visualmente quanto em termos de funções e serve para vídeos mais longos e sofisticados. É importante fazer um conteúdo diferente para cada tipo de plataforma.

Os vídeos precisam ter qualidade e estarem no formato correto – o IGTV aceita apenas vídeos na vertical. Isso significa que o ideal é que faça seu conteúdo com o celular em pé. A proporção mínima aceitável é de 4:5 e máxima de 9:16, no formato MP4. Caso seu vídeo não esteja nesse formato, será necessário usar algum aplicativo para edição de vídeo para salvá-lo no formato correto ao criar conteúdo no IGTV.

Conteúdo precisa ser relevante e capriche no título – Quando um vídeo é publicado aparece uma notificação para os usuários com o título do vídeo, por isso, é importante um título chamativo. Mas tome cuidado com o conteúdo, é preciso que ele seja atrativo e relevante para o seu público.

Sobre Pedro Rezende, do canal RezendeEvil
Rezende é, na verdade, Pedro Afonso Posso Rezende, 21 anos, nascido em Londrina, no Paraná, de onde saiu aos 16 anos para ser goleiro do Real Rieti, time de futsal na Itália. Mas foi no computador que se transformou em um grande astro com suas séries no Minecraft, vlogs e desafios em seu canais no YouTube – “RezendeEvil”, “RezendeEvil Minecraft” e “Rezendinho”.

Cotado entre os youtubers mais vistos no mundo e escolhido pela Forbes como uma das pessoas com menos de 30 anos mais influentes no Brasil, o influencer da nova geração é hoje um exemplo dentro deste mercado que está mais que profissionalizado. Além de trabalhar até 15 e 17 horas por dia no canal, Pedro encontra tempo para mostrar suas habilidades em diferentes plataformas como literatura e teatro. O youtuber é autor de três livros, que já venderam mais de 500 mil exemplares – “Dois Mundos, Um Herói”, “De Volta ao Jogo” e “Jogada Final”. E já esgotou ingressos em mais de 30 cidades com os espetáculos “O Paraíso”, “A Batalha dos Mundos” e “Festival Aliança do Rezende #ADR”. Em 2018 se tornou sócio do gastrobar Gerônimo, de Londrina.

Fonte: Novità Comunicação Estratégica – Letícia Baptista

O humano mesmo no digital

A transformação é digital, mas o fator ainda é humano

por Federico Grosso*

Quando se fala em transformação digital – já há algum tempo -, o uso e implementação das tecnologias em voga são rapidamente associados e dados como passos principais. No entanto, passada a fase do buzz inicial em torno do tema, as empresas vêm, mais recentemente, sendo pressionadas para efetivamente fazer a grande virada e executar suas estratégias de transformação. Muitas ainda nem começaram. Tantas outras se perderam no caminho.

Passou da hora de entender o porquê. E me arrisco a dizer que grande parte do problema é o não entendimento da força motriz de qualquer processo real de transformação: as pessoas. Mais precisamente no mundo corporativo: a força de trabalho.

No entanto, esta outra metade da equação é bastante complexa. Consiste em atrair as pessoas certas e prepará-las para o futuro – algo que, a exemplo de investimentos em recursos tecnológicos, devem ser grandes prioridades para os líderes. Sempre me surpreendo com o esforço que as marcas fazem ao investir na escolha de tecnologias, sem pesar o impacto do talento na execução de todo o grande plano.

A estratégia de talentos e de negócios: paralelas e perpendiculares

Uso aqui nosso próprio exemplo. A Adobe de hoje não existia há sete anos. Todos se lembram: vendíamos caixas com softwares, com atualizações a cada 12 ou 18 meses. Queimamos nossos próprios barcos para fazer a virada. Fomos sinceros com nós mesmos e com o mercado. Sabíamos que seria uma transformação complexa e isso exigiu mudanças em toda a organização, envolvendo estrutura, habilidades e competências.

Os números de evolução do negócio vieram antes do previsto. Foi uma mudança cultural. Foi uma mudança liderada por pessoas e para pessoas.

Muitas vezes, seguir o caminho da transformação não significa uma correção de rumo, mas sim a evolução diante das tendências que se apresentam e visão de futuro. O exercício fiscal de sua empresa pode ter encerrado o ano com números incríveis em todas as linhas, mas não se pode fechar os olhos para o que está por vir. Ou de como o que está por vir pode representar ainda mais ganhos para todo o ecossistema da companhia.

Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente sejam da TI ou do CTO, as pessoas que mais as sentem – os usuários – nem sempre têm clareza ou visão do que se espera delas – uma vez que é da natureza humana evitar a mudança. Mudar é difícil – ainda que essencial para a sobrevivência de muitas marcas. Mexe com a cultura da empresa. Com o mercado. Com pessoas. E é aí que está o real desafio de conduzir a transformação digital.

Internamente, precisamos fornecer aos colaboradores o conhecimento e as habilidades necessárias para dar vida à estratégia comercial. Como gestor de um time, é preciso continuamente mostrar o cenário completo e o caminho a ser seguido até que todos, inclusive os gestores, perguntem-se: “como estou trabalhando coletivamente para chegar lá?”

O poder das redes

Pessoas engajam pessoas, por isso identifique quem são os primeiros simpatizantes da transformação dentro da organização e dê voz a eles. Uma ideia pode até ocorrer em silos, mas a mudança é moldada e efetiva quando espalhada em redes. Elas ajudarão a impulsionar a mudança e podem mostrar na prática o que a estratégia organizacional geral significa. Além disso, esteja ciente de que uma pequena porcentagem de indivíduos “pessimistas” pode inviabilizar a capacidade de uma organização de seguir uma nova direção. Se você consegue de 80% a 90% do time apoiando a mudança, ótimo, mas há uma parte de sua força de trabalho que nunca chega lá.

Storydoing > Storytelling

Recentemente, em nosso evento anual de Digital Marketing – o Adobe Summit – tive o prazer de ouvir do Jensen Huang, CEO da Nvidia, no palco, uma frase inspiradora: “não há outro caminho para a transformação do que arregaçar as próprias mangas”. Se como dito acima, ‘pessoas engajam pessoas’, os líderes são peças fundamentais nesse processo.

Eles são o exemplo

Um estudo recente da Wunderman descobriu que apenas 42% das pessoas dentro das organizações se veem como transformadoras, o que, em outras palavras, significa que apenas uma parcela menor de pessoas se sente à vontade para experimentar coisas novas e assumir riscos. Além disso, 72% das organizações não sacrificam benefícios de curto prazo para ganhos de longo prazo. Então, isso levanta a questão: “como você mantém os funcionários envolvidos? Como você os lidera para a transformação?”

As empresas que já estão no mercado há algum tempo, que viram dias bons e dias ruins, estão bem posicionadas para ver quando e onde a mudança é necessária. Geralmente, a maneira de manter os colaboradores engajados é garantir que eles estejam construindo uma cultura que pode mudar, mas os valores permanecem os mesmos, pois empresas que duram muito tempo estão realmente se mantendo fiéis a seus valores centrais.

As marcas também precisam construir uma cultura que abrace a diversidade e a inclusão, porque trazer perspectivas diferentes será a chave para o sucesso de uma empresa. Como temos uma grande variedade de clientes, também precisamos de uma grande variedade de pessoas, sendo que diversidade e inclusão dizem respeito a todos. Todos devem sentir que têm a oportunidade de participar. E é preciso haver sistemas e processos para permitir que todos participem.

Transformar é penoso. Leva tempo. Se o ‘x’ da questão é descobrir as tecnologias emergentes que melhor se encaixam para o negócio, o ‘y’ é a força de trabalho. Sem o componente humano, a conta nunca fecha.

*Federico Grosso é vice-presidente e diretor geral da Adobe para a América Latina.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Vaga de estágio para designer gráfico

Guichê Virtual abre vaga de estágio

O Guichê Virtual está com uma vaga de estágio aberta para designer, em São José dos Campos.

Envie seu currículo para recrutamento@guichevirtual.com.br

Mais um bom evento de digital

RD on the road em São Paulo

por Josué Brazil

No último dia 04 rolou em São Paulo mais um ótimo evento abordando o universo da comunicação e do marketing digital: o RD on the road. Promovido pela Resultados Digitais, o evento itinerante atraiu muita gente interessada em aprender um pouco mais e ficar antenado com as novidade e inovações.

Desta vez não pude acompanhar o evento in loco, mas fiquei atento a várias publicações sobre o que rolou por lá. Algumas agências da RM Vale do Paraíba marcaram presença no evento, casos, por exemplo, da Molotov e da Triadaz (ambas de Taubaté).

Ao todo foram 14 palestras simultâneas. Ficou curioso? Quer saber o que rolou? Então olha só que bacana, o pessoal da Resultados Digitais fez um baita resumo das palestras. E você pode conferir aqui.

Smartphone é a principal ferramenta de compra

Smartphone já é principal ferramenta de compra online para 33% dos internautas,
aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

74% dos internautas usam celular em ao menos uma etapa de compra online e 64% já desistiram de uma aquisição na internet na hora de realizar o pagamento, principalmente por causa do frete

Imagem: Pixabay

O consumidor digital brasileiro está mais maduro e familiarizado com as mudanças tecnológicas no mercado. Um estudo feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas que costumam adquirir produtos pela internet. O uso do dispositivo móvel para compras é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, seja um desktop ou um notebook, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

Considerando o processo de compra pela internet como um todo, a pesquisa revela que o celular já é utilizado por 74% da amostra em ao menos uma de suas etapas, como pesquisa de produtos e serviços (32%), comparação de preços (28%) e pagamento (14%). Apenas 24% dos entrevistados admitem não contar com o auxílio do celular nas compras que faz online.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o protagonismo dos dispositivos móveis para o comércio online tende a aumentar ainda mais nos próximos anos, principalmente, com a popularização de pacotes de dados de internet móvel e do alcance maior da banda larga. “Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica o presidente.

Para os consumidores conectados, as lojas online já ocupam a primeira posição dos canais mais utilizados para fazer compras no último ano: 93% de menções, ficando à frente das lojas de rua (62%) e dos shopping centers (58%).

Frete grátis é o que mais estimula compras online; 67% pesquisam índice de reclamações quando planejam comprar em um site pela primeira vez

De acordo com a pesquisa, os fatores que os internautas mais levam em consideração ao escolher um site ou aplicativo de compras é a possibilidade de frete grátis (58%), o preço dos produtos (51%) e a reputação da loja (37%). Em cada dez entrevistados, sete (68%) se sentem mais estimulados a comprarem pela internet quando não há cobrança de frete e 42% quando o tempo de entrega é reduzido.

Na opinião dos internautas que têm como hábito consumir pela internet, a principal vantagem percebida nesse tipo de compra é o preço mais baixo (53%), a comodidade de comprar sem sair de casa (43%) e a flexibilidade de poder realizar compras no momento em que quiser (33%). Em contrapartida, as desvantagens mais notadas são o pagamento de frete (64%) e o fato de não poder experimentar ou tocar o produto (58%).

Segundo o levantamento, 64% dos internautas admitem que já desistiram de uma compra pela internet no momento de concluir o pagamento e, nesses casos, o preço do frete, que encarece o valor final do produto (54%), é o principal empecilho. “O frete é um dos pontos mais sensíveis do comércio online. Muitas pessoas desistem da compra quando veem que a taxa pode encarecer o valor total a ser desembolsado, o que torna um desafio de custo e de logística para quem vende. Com o perfil cada vez mais exigente do consumidor digital, o frete grátis passa a ser um diferencial decisivo para os negócios dos varejistas na internet”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outra informação observada na pesquisa é a fidelidade do cliente online. Quando a experiência de compra é positiva, o consumidor tende a visitar novamente a loja online para novas aquisições. Exemplo disso, é que 91% dos entrevistados já compraram mais de uma vez em um mesmo site ou aplicativo, sobretudo em virtude da confiança na marca (53%) e pelos melhores preços (43%). Outro dado é que quando querem comprar um produto em uma loja online desconhecida, 67% pesquisam o seu índice de reclamação em sites e aplicativos.

Na hora de ir às compras, os conteúdos que os clientes mais esperam encontrar na internet sobre o produto ou serviço desejado são a ficha técnica e especificações (60%), depoimentos de pessoas que já comparam (56%) e fotos dos detalhes e ângulos do produto (44%).

“No mundo digital, os protagonistas são os consumidores e não as marcas. São eles quem participam ativamente do processo de construção de reputação das empresas, que devem promover um relacionamento mais próximo e de confiança com seus clientes. É o compartilhamento de experiências que influencia a decisão de outras pessoas e não, meramente, a propaganda” explica Pellizzaro Junior.

85% dos internautas ficaram satisfeitos com sua última compra online; entrega fora do prazo e não recebimento do produto são principais queixas

De modo geral, os resultados da pesquisa apontam que o comércio online já conquistou a confiança de grande parte dos consumidores conectados. Levando em conta a última aquisição que fizeram pela internet, 85% dos internautas ficaram satisfeitos, contra apenas 10% de compradores que se dizem arrependidos.

Imagem: Pixabay

Além disso, em cada dez consumidores ouvidos, oito (78%) afirmam não ter enfrentado problemas em sua última compra feita pela internet. Outros 21% não passaram por uma experiência positiva, sendo que as queixas mais comuns foram a entrega fora do prazo (12%) e o não recebimento do produto (6%). Entre os que lidaram com algum contratempo, 44% conseguiram, de algum modo, solucionar o problema. Nesse caso, 16% receberam o produto com atraso, 14% tiveram o dinheiro devolvido e 7% ficaram com crédito na loja. Outros 45% não conseguiram resolver o problema, sendo que 19% até mesmo desistiram da situação.

Internauta fez, em média, quatro compras online no último trimestre; 57% receberam oferta de desconto caso pagassem à vista

A pesquisa revela que, nos últimos três meses, cada comprador online fez, em média, quatro aquisições na internet. Os itens mais adquiridos nesse período foram peças de vestuário, calçados e acessórios (40%), artigos para casa (26%), eletrodomésticos (26%), ingressos para atividades de lazer (25%), perfumes e cosméticos (25%) e também celulares (23%). E o valor desembolsado para levar os produtos para casa na última compra foi, em média, de R$ 323,84. Para o pagamento, 58% utilizam o cartão de crédito parcelado diretamente com a loja e 56% o boleto bancário.

A pesquisa ainda mostra que a internet ganha força quando o assunto é parcelar as compras. Entre os consumidores que realizaram compras nos últimos três meses, sete em cada dez (71%) dividiram alguma dessas aquisições, sendo que, em média, foram cinco prestações.

Apesar de a maioria ter optado pelo parcelamento nesse período, 57% dos internautas disseram ter recebido oferta de desconto caso o pagamento fosse à vista, principalmente no boleto bancário (40%) e no cartão de crédito em parcela única (21%). “O parcelamento é um mecanismo útil para o consumidor adquirir bens de maior valor, mas é comum varejistas oferecerem descontos para pagamento à vista nas compras online, especialmente via boleto bancário. Se a pessoa pesquisar, pode ser mais vantajoso optar por esse meio de pagamento, desde que o valor não ultrapasse os limites do orçamento pessoal. Mas se a opção for o parcelamento, vale ficar atento para não ceder às compras por impulso que desajustam as finanças”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de imprensa SPC Brasil – CNDL

Vaga de estágio em conteúdo

Vaga de Estágio em Conteúdo em São José dos Campos / SP

Empresa: Cuponomia – www.cuponomia.com.br

Início: Imediato

Não é vaga para Social Media

Estagiário de Conteúdo vai ajudar e aprender sobre:
Pesquisa e publicação de conteúdo relacionado a cupons e ofertas dos maiores sites de e-commerce do Brasil.
Verificação de Frontend
Moderação de conteúdo e organização das páginas internas.
Checagem de concorrência.
Manutenção do funcionamento dos cupons.

Requisitos:
Cursando faculdade, preferencialmente comunicação/marketing.
Imprescindível ser “rato” de internet
Já ter feito compras na Internet

Diferenciais:
Noções básicas de SEO
Reconhecer uma boa oferta e adorar economizar
Só fazer compras pela internet

Benefícios: Bolsa Auxílio, VR, VT e seguro de vida.

Interessados enviar CV para: vagas.conteudo@cuponomia.com.br

Vaga aberta de estágio em marketing

Estágio em Marketing

Redação e criação de conceitos e textos informativos para diversas plataformas de comunicação.
Pesquisa de informações para elaboração de publicações, discutir o briefing, elaborar o planejamento criativo de comunicação de projetos para clientes de diversos segmentos.
Gerenciamento de redes sociais.
Fundamental domínio ortográfico e gramatical da Língua Portuguesa.

Ser comunicativo, criativo e gostar de café!

Interessados, enviar currículo até 04/07 e boa sorte!

Pesquisa mostra relação das crianças com gadgets

Pesquisa da CRESCER revela que 38% das crianças de até 2 anos possuem algum dispositivo eletrônico

Estudo também traz queda positiva no comportamento dos pais ao liberarem os gadgets na hora das refeições: 37% liberam o uso, atualmente, contra 84% em 2013

A tecnologia digital e a internet fazem parte do nosso dia a dia e da rotina das crianças. E tudo indica que esse é um caminho sem volta. Uma pesquisa realizada pela CRESCER, e que estará nas páginas da edição de julho da revista a partir do próximo dia 27, revela a influência da tecnologia no dia a dia das crianças brasileiras. Segundo o levantamento, feito com 2.044 pais e mães, com filhos de 0 a 8 anos, 38% das crianças já têm um dispositivo eletrônico, como celular, tablet, computador, videogame ou TV.

Para este estudo, também foi feito um comparativo com dados de outra análise similar de 2013, com 1.045 participantes com filhos na mesma faixa etária. Neste mesmo quesito, no passado, só 6% eram donas de um aparelho. Isso significa um aumento de seis vezes em cinco anos.

Outro destaque do levantamento é que 47% das crianças têm algum influenciador digital ou canal que acompanha com frequência. Para este caso, a neuropediatra Liubiana Arantes de Araújo, presidente do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, alerta que é preciso avaliar se o conteúdo é violento, sexual ou incentiva o consumismo, o que é comum em vídeos feitos para e por crianças. “É natural que as crianças copiem os gestos, o linguajar e até a forma de pensar dos youtubers, o que nem sempre condiz com a educação que a família preconiza”, afirma a médica.

Entre os achados que mais se destacam, eis uma boa notícia: caiu o número de famílias que permitem o uso de aparelhos eletrônicos durante as refeições ou antes de dormir. Por outro lado, aumentou o tempo que meninos e meninas passam diante de algum tipo de tela – dos televisores aos smartphones. Hoje, 47% deles gastam mais de três horas com a atividade. Há cinco anos, o volume era de 35%.

Confira dados da pesquisa completa:

Aumentou o número de crianças com seu próprio gadget

● 38% das crianças até 2 anos possuem algum dispositivo (computador, smartphone, tablet, TV, videogame). Em 2013, apenas 6% tinham seu próprio aparelho.

● 49% das crianças já têm seu próprio tablet.

● 20% das crianças já têm seu próprio smartphone.

O computador é o dispositivo mais compartilhado na casa pela criança com os outros moradores e/ou irmão (93%). Na sequência aparecem TV (83%), Smartphone (80%), tablet.

● 47% das crianças têm algum influenciador digital e/ou canal que acompanha com frequência.

● 45% das crianças passam mais de 3 horas por dia no videogame.

● 5% das crianças até 2 anos já têm perfil nas redes sociais (em 2013, apenas 1% tinha perfil).

Cresce o tempo das crianças gasto em frente as telas

● 43% das crianças passam mais de 3 horas em frente ao computador. Em 2013, somente 2% ficavam em frente a essa tela nesse mesmo período de tempo

● 30% passam mais de 3 horas diárias no tablet.

● 26% passam mais de 3 horas diárias no celular.

Comportamento dos pais

● 60% acham que os dispositivos preparam melhor o filho para o futuro.

● 59% acreditam que os gadgets são importantes para distrair os filhos enquanto fazem suas atividades.

● 51% ficam preocupados com o fato de o filho deixar de brincar para usar os gadgets.

Queda positiva

● Em 2013, 84% dos pais deixavam o filho usar algum dispositivo na hora de ele comer. Em 2018, somente 37% permitem esse hábito.

● A maior preocupação de 83% dos pais em relação aos dispositivos é sobre os conteúdos impróprios para a idade

Atividade preferida

O que as crianças mais gostam de fazer nos gadgets é assistir a vídeos, sendo essa atividade preferida para:

● 72% no smartphone

● 67% no tablet

● 65% no computador

Fonte: Assessoria de imprensa Revista Crescer – Giuseppe Mari

Vaga em social media

Vaga para Social Media com Experiência em Facebook ADS

Irá atuar juntamente com a equipe de marketing na criação de campanhas patrocinadas, com foco em geração de leads.

– Necessária experiência avançada em Facebook ADS.
– Necessária experiencia com métricas.
– Irá trabalhar em regime CLT com salário fixo mais bonificações por resultados.
– Local de trabalho será em Taubaté, oferecemos vale transporte para cidades vizinhas.

Enviar currículo para: helioarezo@grupova.com.br
Assunto: Social Media Taubaté

Gifs melhoram a comunicação

Gifs viram recurso coringa para tornar comunicação com clientes mais divertida, expressiva e humanizada

Arquivos de vídeo super curtos e leves possibilitam retratar emoções complexas, tornar a conversa mais informal e receptiva, além de construir uma relação mais próxima com os consumidores nos canais de atendimento digitais

* Por Renato Shirakahsi

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O ditado é tão conhecido quanto o fato de que os vídeos são o tipo de mídia predileta para a comunicação no ambiente digital. Mas como não dá para conversar por meio de trechos de filmes e séries de TV, os GIFs assumem o papel de transmitir emoções complexas e dar mais humanidade às conversas entre empresas e clientes.

Renato Shirakashi – Criador da Scup e General Manager da Sprinklr

Esses clips curtos e leves estão virando uma peça coringa para empresas que buscam inovações para o relacionamento e atendimento ao cliente. E a linguagem usada nas conversas está entre os fatores que precisam ser revistos e renovados, já que é parte fundamental para a boa experiência do consumidor.

A criação de experiências mais relevantes para os clientes, inclusive, foi o mote da criação do Scup Care, que não só ajuda em uma interação mais ágil, flexível e eficiente, mas também facilita o uso da comunicação por meio de canais que oferecem recursos além da escrita. Isso traz uma série de possibilidades de aproximação e identificação do consumidor. O uso de GIFs, por exemplo, é uma opção inovadora a ser explorada.

Popular principalmente entre os millennials, mas igualmente adorado por consumidores de todas as faixas etárias, a criação de GIFs para a comunicação com o seu cliente pode ser um tiro certeiro e aquele empurrão que você precisava para fidelizar o seu público de uma vez por todas.

Para isso, veja algumas dicas de como você pode aproveitar os GIFs para alavancar a sua marca no processo de atendimento.

Aproveite os gifs para mostrar a personalidade da sua marca
Os consumidores buscam por empresas mais humanas. A criação de um gif que mostre, em imagens, a personalidade de sua marca será um passo à frente a outras que costumam escrever longos textos sobre sua missão e filosofia. A linguagem jovial e contemporânea dessas figurinhas em movimento vão trazer uma boa autenticidade para a sua marca.

Mostre o seu produto
Quer oportunidade melhor para apresentar o seu produto se não por um gif? Em um vídeo de poucos segundos você poderá atrair a atenção e ainda fazer com que a sua apresentação seja compartilhada com mais pessoas.

Faça um pequeno tutorial
As possibilidades na criação de um gif vão muito além do que imaginamos. Com ele podemos não só mostrar o nosso produto, mas também ensinar o consumidor a como usá-lo, de uma forma lúdica e prática. Certamente será mais eficaz do que um texto e mais rápido que um vídeo.

Use as animações para apresentar dados
Em vez de mostrar números em gráficos e tabelas, que tal criar um gif animado para facilitar a vida de seus consumidores? Você pode, por exemplo, fazer um comparativo entre o seu produto e o da concorrência de forma leve e divertida.

Conte uma história
Este é, provavelmente, o uso mais óbvio dos gifs. Utilize fotografias em sequência para mostrar um acontecimento ou passagem do tempo. Grandes marcas têm criado animações para mostrar a evolução de seus logotipos ao longo dos anos, por exemplo.

Ofereça uma prévia
Os gifs carregam um conceito de vídeos em miniatura. Aproveite esse estigma e utilize-o para mostrar uma prévia de um vídeo maior que você pretende publicar. Certamente chamará atenção e aguçará a curiosidade do seu público.

*Sobre Renato Shirakashi

Renato é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo e desenvolvedor de produtos da área de tecnologia, focadas em melhorar a comunicação entre empresas e consumidores. Hoje atua como General Manager da multinacional Sprinklr, onde tem o apoio e respaldo para a o desenvolvimento da sua principal criação, a plataforma Scup.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino