Vaga aberta para mídia

Vaga aberta para Mídia On e Off na Molotov

Então envie seu CV até dia 28/3 (quarta-feira)

Atribuições:
– Atuar na elaboração de planos de mídia e gerenciamento em campanhas de mídia de performance (Google AdWords, Facebook Ads, Instagram Ads e outras mídias digitais);
– Gerenciar campanhas de social media (Facebook, Instagram e Linkedin);
– Analisar e monitorar as campanhas ativas;
– Construir relacionamento com veículos;
– Atuar com elaboração e análise de relatórios de resultados;
– Conhecimento avançado em compra de mídia programática;
– Capacidade de monitorar ações, mensurar resultados e transformar em insights e oportunidades de comunicação;
– Suporte ao desenvolvimento de propostas e planejamentos dentro da área de Mídias Digitais;
– Elaboração de cronogramas e relatórios;
– Reporte de resultados e cumprimento de tarefas e deadlines.

Pré-requisitos:
– Conhecimento avançado em Google Analytics;
– Formação Superior preferencial em Publicidade e Marketing;
– Perfil de liderança focada em resultados;
– Experiência comprovada na área digital de acordo com as atribuições do cargo;
– Capacidade de gerenciar equipe e estabelecer prioridades;
– Proatividade, comprometimento, dinamismo e criatividade;
– Excelente domínio da Língua Portuguesa.

Mais informações sobre a vaga:
Horário: Segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Local: Centro – Taubaté
Regime de contratação: CLT

Quer se candidatar?
Envie seu perfil no Linkedin + pretensão salarial + seu currículo/portfólio para: atendimento@molotovpropaganda.com.br com o assunto “Vaga – Mídia”.

Agência quer freelas

Agência digital busca freelancers

A Nagaoka Mídias Sociais está em busca de freelancers. A agência busca freelas apaixonados por redes sociais, para criação de conteúdo e artes e que morem em Taubaté e região.

Interessados devem mandar e-mail para contato@nagaoka.com.br

Uma ótima entrevista

Das grandes agências a dono de emissora de rádio

O Publicitando entrevistou Maurício Guisard, Diretor Geral da SPRIO FM (101,5 FM). Dono de uma trajetória única no mercado de comunicação, o Mauricio passou por várias das principais agências de propaganda do país até resolver empreender e ter sua própria emissora de rádio.

Confira tudo que ele contou para o Publicitando:

Publicitando – Você trabalhou em grandes agências de propaganda no mercado paulistano. Fale um pouco desta experiência para os leitores do Publicitando.

Mauricio – Iniciei minha carreira na publicidade em 1993 como assistente de Diretor de Arte, passando por várias funções numa empresa familiar, a Guisard Faria Propaganda.

Já formado sempre tive como objetivo me transferir para grandes agências e minha primeira posição foi na McCann Erickson, hoje WMcCann. No fim dos nos 90 a McCann era a maior agência do pais, ingressei no Grupo GM participando de inúmeros lançamentos da indústria nacional.

Após quatro anos fui convidado para atender a conta do Unibanco na WBrasil, no começo mal acreditava que ia encontrar o Washington todos os dias, o mito da publicidade da minha geração. Fiquei na W até migração da conta do Unibanco para a F/Nazca, mas como na época W e Lew/Lara eram sócias na Holding Prax, acabei indo para a Lew/Lara. Considero essa a fase da virada na minha carreira.

Luiz Lara e Marcio Oliveira, hoje presidente da DM9DDB, me colocaram num novo patamar de Atendimento. Na Lew/Lara atingi meu primeiro cargo de direção, dirigindo a conta do SECOM BR, coordenando a maior PPP de Publicidade que o país já produziu, a campanha de Autoestima do Governo Lula “O Melhor do Brasil é o Brasileiro”, que ajudou nos índices de popularidade do seu governo e se tornou parte da cultura popular.

Em 2006 me transferi para o Grupo Talent para atender a ainda pequena Cacaushow, um ano depois recebi um convite para atender o Bradesco na NeoGama/BBH, uma outra inesquecível experiência. Alexandre Gama estava no auge, lá permaneci por dois anos, só então passei a trabalhar no meio rádio.

Vivi uma época que trabalhávamos e éramos contratados pelos donos das agências, a agência do Celso Loducca, do Júlio Ribeiro, do D do P ou do Z ou do Ale Gama. Um Diretor de Atendimento bem relacionado, com boas contas atendidas não ficava fora do jogo. Tive muita sorte atendendo a GM, Unibanco, Bradesco entre outras contas, o que me proporcionou conhecer clientes maravilhosos, os melhores Diretores de Criação e Produtoras.

Só produzíamos com os Tops, conheci Breno Silveira, Flavia Moraes, Clovis Mello e Julinho Xavier, o Diretor do filme da Valisère, que privilégio. Uma campanha para um novo carro era uma verdadeira saga, da reunião de pré-produção até a sua primeira veiculação, na maioria das vezes no Fantástico.

Hoje as agências são grupos, BBDO, Interpublic, Dentsu, TBWA, os interesses são diferentes, mas o bom produto criativo feito por publicitários geniais sempre vai prevalecer, no Digital, no Off-Line no Live Marketing.

Publicitando – Como surgiu a ideia de empreender no Vale do Paraíba? E por que escolheu o meio rádio?

Mauricio – Uma mistura de coisas.

Filho de taubateanos, família fundadora da primeira emissora de rádio no Vale, meu avô foi contador da Rádio Difusora, meu pai uma das vozes mais marcantes da Rádio Bandeirantes – Celso Guisard Faria – eu cresci nos corredores da antiga Rua Radiantes 13, vendo verdadeiras lendas do rádio brasileiro. O meio rádio já estava no meu sangue.

Após 16 anos trabalhando em agências, decidi migrar minha carreira e me tornar um executivo de veículo e ingressei na RBS. Como Gerente Comercial comercializava oito emissoras Gaúchas e Catarinenses, agora para os meus amigos mídias das agências (kkkk).

Em 2009 fui convidado pelo Mario Baccei VP da Band até hoje, outra pessoa que mudou os rumos da minha carreira, para assumir a gerência comercial da recém-criada Rádio SulAmérica e seis meses depois me promoveu a Diretor Comercial, mas como acontece em todos as empresas, em 2011 a Band fez vários cortes e entrei na lista, não imaginava que uma oportunidade estava nascendo.

Havia acabado de chegar dos Estados Unidos da “Radio Show” em Washington, lá conheci o segmento de rádio estrada. Com quase 40 anos, vontade de empreender, fortes origens no meio rádio e no Vale do Paraíba – situado entre São Paulo e Rio – nasceu a SP/Rio FM.

O primeiro ano foi extremamente difícil, comecei alugando um prefixo, pensei em desistir várias vezes, mas aí minha vivência na indústria da publicidade me ajudou, alguns meses após o lançamento da SP/Rio FM, trouxe a bandeira Conectcar do Grupo Ipiranga para patrocinar o projeto.

A emissora passou a se chamar Conectcar SP/Rio FM. Neste momento meus 20 anos de mercado valeram muito, as histórias do Seu Altino de Barros da McCann (recém-falecido), as inúmeras conversas com Luiz Lara e a oportunidade dada por Mario Baccei, me trouxeram até aqui.

O patrocínio permaneceu na operação por 5 anos até o Itaú assumir a gestão da marca em 2017, o que nos ajudou a manter e consolidar a operação nos anos de recessão. Em poucos meses completaremos sete anos de vida, com a saída da ConectCar eu e meus sócios da Rede DS desde 2012, decidimos não procurar um novo “naming”, por entender que a nossa marca tem enorme potencial para um voo solo.

Publicitando – O meio rádio está enfrentando dificuldades junto a anunciantes e agências?

Mauricio – Esta como todos, mas ao mesmo tempo é o que mais se reinventou.

Veja a repercussão dos excelentes programas de rádio, eles fazem parte das nossas rodas de conversa.

As convicções do Reinaldo Azevedo na Band News, o comentário do Villa na JP, as brigas do Datena na Rádio Bandeirantes, a entrevista do João Dória para Renata Lo Prete na CBN ou as alfinetadas do Paulo Skaf nos Tucanos na Rádio SP/Rio, e sabe o que é o mais legal? Estamos seguindo o conteúdo do rádio nas mídias sociais, no app e também no dial obviamente.

Nós, gestores de rádio, se entendermos como rentabilizar todas estas plataformas no nosso negócio, nunca deixaremos de ter nossos anunciantes e de estar na estratégia e no radar das agências.

Publicitando – Como você vê o futuro do rádio em nossa região?

Mauricio – Meu pensamento é bem claro neste sentido.

O Eixo SP/Rio, Alto Tietê, Vale do Paraíba e Vale Histórico, está separado em dois segmentos únicos, a rádio jovem não existe mais.

De um lado, a enorme maioria que escolheu a audiência popular, essas emissoras irão se matar eternamente pela audiência, promoções, shows, música, música e música.

Do outro, as rádios formadoras de opinião, a grande minoria, que buscam a audiência qualificada e querem prestar um bom serviço. Falando particularmente da SP/Rio é a nossa escolha há quase sete anos, nunca mudamos nossa linha editorial, nem o nosso posicionamento “A rádio que viaja com você”.

Nova plataforma de streaming de quadrinhos será lançada ainda neste semestre

Através de site oficial, plataforma já recebe cadastro para obras de artistas independentes e editoras

Compatível com dispositivos móveis (smartphones e tablets com sistema operacional IOS e Android) e ambiente desktop através de qualquer web browser, a plataforma para leitura de quadrinhos, Digital Comics , tem previsão de lançamento para junho deste ano. Diferente de outras soluções presentes no mercado, a plataforma está sendo desenvolvida com o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança digital e garante uptime de 99,99%. “Com uma infraestrutura baseada em DR ( Disaster Recover ) onde, se por algum motivo, todos os nossos servidores fiquem fora do ar, imediatamente é acionada uma infraestrutura idêntica em outro Datacenter de forma automática, garantindo assim nenhuma queda aparente para os usuários” explica Fábio Júnior, CEO da Digital Comics.

Modelo de negócio – Com valor fixo para assinatura, R$19,90 por mês e 15 dias gratuitos para testar, a plataforma estima receber 7 mil assinantes já em seu primeiro semestre de atuação. Além de ser um modelo acessível ao público fã de quadrinhos, a Digital Comics é o caminho para que autores e artistas independentes consigam publicar suas obras para apreciação do público com redução de custos. “Nosso modelo de negócio se baseia na quantidade de páginas lidas de cada obra. Ao final do mês é gerado um relatório com as estatísticas de cada artista/editora, mostrando o desempenho das obras cadastradas. Quanto mais páginas lidas, maior é a porcentagem de pagamento no rateio final” acrescenta Fábio Júnior. Em fase final de desenvolvimento, a plataforma já está recebendo inscrições de obras desde o final do ano passado. Os artistas e editoras interessadas podem fazer o cadastro de seu conteúdo pelo site https://digitalcomics.com.br/cadastro/.

Fonte: Luar Conteúdo – Agência de comunicação – Vanessa Luckaschek

Passo importante para a IoT no Brasil

Abinc une-se à LoRa Alliance e dá passo importante para a popularização do uso do IoT no Brasil

Associação Brasileira de Internet das Coisas une forças com a instituição internacional para padronizar a tecnologia de transmissão dos dispositivos de IoT no país e ajudar a reduzir custos, estimular a produção e inovação nacional e acelerar a proliferação do uso da tecnologia

A Associação Brasileira de Internet das Coisas anunciou nesta semana que uniu-se à LoRa Alliance, entidade internacional que trabalha no desenvolvimento de um padrão global para a Internet das Coisas, a fim de desenvolverem em conjunto uma definição padrão da frequência utilizada para a comunicação de dispositivos de IoT.

O anúncio vai de encontro com os avanços que o setor pretende promover nos próximos meses com a regulamentação da portaria da Anatel que homologa o uso da tecnologia Lora no Brasil, que passará a valer a partir de Abril.

Com a colaboração entre as duas entidades, empresas brasileiras associadas da Abinc poderão promover as tratativas para desenvolvimento de uma rede de comunicação padrão para o país e para a América Latina. “Essa padronização vai permitir a interconectividade entre os dispositivos de IoT, estimular a produção e desenvolvimento de tecnologia nacional e ajudar na popularização do uso das tecnologias por todos os setores da economia e para o usuário final com custos mais acessíveis”, avalia o diretor de Tecnologia da Abinc, Luis Viola.

A LoRa Alliance promove um padrão aberto para redes baseadas em LoRa denominadas LoRaWAN. O padrão foi desenvolvido pela Semtech e os proprietários da tecnologia do chip são a IBM Research e a Actility. Fazem parte da LoRa a Cisco, KPN, Orange, ZTE entre outros.

Em uma solução de IoT, a conexão direta de “coisas” (sem utilizar um gateway) para distâncias superiores a 300 metros (Wide Area) é feita em grande parte utilizando-se as redes celulares nas suas diversas tecnologias (GPRS/EDGE, 3G e 4G). Estas redes foram projetadas para comunicação entre pessoas e apresentam um custo de conexão e consumo de bateria que limitam a viabilidade de sua utilização na conexão de “coisas”. As redes Low Power Wide Area (LPWA) surgiram para conectar milhões de “coisas”, com redes de melhor cobertura, menor custo de conexão e menor consumo de bateria, ampliando desta forma o leque de soluções de IoT.

Fonte: Motim.cc – Silas Colombo

Aplicativos que são sucesso

Os aplicativos que são um sucesso financeiro

Desde a pré-história, o homem inventa para suprir suas necessidades ou apenas para satisfazer os seus desejos. Na era atual não é diferente. Baseando-se nas conexões e interações da vida, alguns indivíduos criaram ‘‘ferramentas” que se tornaram muito populares na propagação instantânea da rede.

Conheça 5 das ‘‘ferramentas” chamadas APP’s ou aplicativos, que levaram seus criadores à altíssimas cifras de dinheiro, nesse infográfico preparado pelo site Sirius App.

Agência abre vagas

Agência busca candidatos para várias vagas

A OnHead Marketing está crescendo e por isso está em busca de mais profissionais para sua equipe.

Acesse aqui e saiba mais

Mestra trouxe reforço

Gente nova na mídia online

A Mestra Comunicação de SJCampos acaba de trazer reforço para a área de mídia online.

A nova contratada é a jornalista Camila Carvalho. A profissional já atuou na Rede Vanguarda como Analista de Mídias Sociais e também teve passagem pela Alameda Comunicação – onde também atuou com mídias sociais.

 

IoT e os negócios

Os impactos rápidos e práticos da Internet das Coisas nos negócios

*Por Eros Jantsch

O conceito de Internet das Coisas (IoT) tem ganhado cada vez mais destaque e está presente na vida de muita gente. De acordo com o Gartner, até 2020, teremos mais de 20 bilhões de coisas conectadas. Se considerarmos os mais de sete bilhões de habitantes no planeta, haverá quase três vezes mais coisas conectadas do que pessoas.

Quando olhamos a evolução da tecnologia, percebemos que um houve um avanço acelerado nos últimos anos, se comparado com décadas anteriores. Hoje, com a popularização da mobilidade, quase todo mundo tem acesso a um dispositivo móvel. O surgimento da nuvem facilitou o investimento de pessoas e empresas em inovações, como inteligência artificial, social e etc. Em resumo, a tecnologia está mais acessível.

Eros Jantsch

Por trás de tudo isso, e muitas vezes não visível aos nossos olhos, está a velocidade de processamento dos dispositivos, que tem ficado cada vez mais acessível em função da escala. A conexão com a internet melhorou e o custo baixou, isso no mundo todo. Esses dois fatores, bom processamento e a possibilidade de conectar as coisas com mais agilidade e um valor menor, criou um cenário propício para explorar a internet nas coisas.

As tais coisas conectadas já estão disponíveis no mercado, são relógios, equipamentos fitness, geladeira, ar condicionado, uma série de objetos inteligentes com acesso à web e às infinitas possibilidades que ela proporciona. Viveremos em um planeta com bilhões desses objetos que, em um futuro próximo, terão uma influência maior no nosso cotidiano – até mais do que as próprias pessoas.

No mundo dos negócios não será diferente e a IoT terá um impacto significativo em todos os segmentos. As coisas conectadas estão provendo uma série de informações que antes não existiam ou demandavam um esforço enorme para se obter. No varejo, por exemplo, os dispositivos inteligentes serão os responsáveis por identificar o perfil de cada consumidor de uma loja – desde o sexo e faixa etária, até a frequência de visitas ao local. Tudo isso, sem ter que ficar buscando dados em diferentes sistemas ou aplicando pesquisas com os clientes. E esse tipo de informação tornará possível um planejamento mais direcionado.

Vamos imaginar um estabelecimento que comercializa cosméticos e usa sensores de IoT. Por meio de uma câmera inteligente, o gerente saberá quem são as consumidoras presentes no exato momento em que elas estão no estabelecimento. Monitorando esse tráfego, ele poderá ver que às 15h, a maioria das mulheres que estão no local tem acima de 40 anos. Não seria um bom momento para fazer uma promoção relâmpago de cremes anti-idade? Ou ainda, enviar uma mensagem de texto sugerindo um produto com desconto que a consumidora demostrou interesse no e-commerce? Aqui, o objetivo, além de conquistar a fidelidade, é proporcionar uma experiência multicanal –começou no online e terminou na loja física.

Viabilizar esse tipo de inovação, seja em um estabelecimento comercial ou uma fábrica, requer a adoção de sensores inteligentes, um gateway e uma plataforma para gerenciar tudo. São estes 3 componentes que armazenam, trafegam e analisam os dados. Porém, de nada adianta ter os dados, mas não os utilizar de uma maneira que traga benefícios para o negócio. Nesse ponto, a figura da plataforma IoT é essencial, pois é ela que vai analisar as informações e dar os insights necessários para que se extraia valor dos dados.

Ou seja, para usufruir dos benefícios de um mundo conectado nos negócios, não basta ter uma câmera inteligente, é necessário que ela esteja conectada à um gateway e ele à uma plataforma. Parece uma dinâmica complexa, mas na prática é muito mais simples, desde que o seu parceiro tecnológico conheça os caminhos das pedras e te entregue tudo pronto no modelo PaaS (sigla em inglês, para plataforma como serviço). Já a plataforma, precisa contar com uma interface simples e intuitiva para que soluções de negócios deslanchem.

Como qualquer novidade, no começo, é difícil enxergar quais serão os benefícios que a tecnologia trará – foi assim até com o celular. O mercado ainda tem dificuldade para entender que esse investimento traz um retorno rápido, não só em vendas, mas em experiência para o consumidor – cada dia mais digital e ávido por um atendimento personalizado. E o resultado prático disso é: operar com mais eficiência, ser mais lucrativo e, por que não, criar novas fontes de receita?

*Eros Jantsch é CEO da Bematech e vice-presidente de Micro e Pequenos Negócios da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Regina Sanches

Curso trata de mídia online para quem está começando

Mídia online para iniciantes

Objetivo

Proporcionar técnicas e conceitos básicos para utilizar as mídias sociais como ferramenta de marketing, ensinando como aplicar e utilizar ao seu mercado. O conteúdo do curso é para quem tem interesse de fazer conteúdo patrocinado, mas ainda não fez.

Conteúdo programático

Como fazer um planejamento – Nessa etapa vamos mostrar como se faz um bom planejamento, definições dos objetivos de comunicação, dos personas e públicos de interesse, quanto investir, onde investir, listar as palavras chaves.
Estratégia de Conteúdo – Vamos definir quais e como os conteúdos podem ser postados, com que frequência com quanto de investimento. Definir o que é um bom CTA, o que deve ou não ser feito.
Investimento FaceAds e AdWords (Search) – Aqui vamos ver as estratégia de cada uma dessas mídias, quais os anúncios ideais, como funciona as ferramentas, quais padrões seguir.
Monitoramento – Aqui definiremos o que é importante para se monitorar, quando fazer isso, com quais ferramentas, quando corrigir rotas.
Análise e Resultados – Como interpretar os gráficos e relatórios, o que eles nos dizem.

Professora​

Monique Baraúna
Jornalista e Gestora de Mídias Digitais com 12 anos de carreira em comunicação, destes cinco dedicados ao trabalho com Planejamento Estratégico e Desenvolvimento de Comunicação Digital, gerenciamento de campanhas, mensuração e análise de dados.
Graduada em Comunicação Social – Jornalismo (2005) e pós-graduada em Política e Sociedade Brasileira Contemporânea, ambas pela Unitau. Especialista em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais no Senac- SJC (2013) e mestranda em Linguística Aplicada, na Unitau.

Local e Data​
​24/03 das 9h às 18h
Co-necta Espaço de Coworking – ​ Praça Chuí, 35 – Vila Ema
São José dos Campos

Inscrições aqui

É recomendável levar um laptop para acompanhar os exercícios práticos.

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