Tim incentiva empreendedorismo entre universitários

Instituto TIM abre inscrições de programa voltado para o empreendedorismo universitário
Academic Working Capital investe em estudantes de graduação que querem transformar ideias de produtos em negócios

Estudantes universitários da área de Ciências Exatas têm até o dia 23 de novembro para inscrever seus projetos de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no Academic Working Capital (AWC). O programa, desenvolvido pelo Instituto TIM, apoia novos negócios de base tecnológica a partir da criação de um produto, colaborando para que jovens empreendedores, em fase final de graduação, possam criar empresas a partir de sua ideia de TCC.

“O Instituto TIM investe na criação e na democratização de recursos e estratégias de ensino que promovam a inclusão tecnológica produtiva de jovens. Embora, no Brasil, existam diversos projetos de incentivo à criação de empresas inovadoras, o grande diferencial do Academic Working Capital é que ele busca apoiar estudantes que ainda estejam na universidade, colaborando com o desenvolvimento de suas ideias de produtos e negócios”, afirma Manoel Horacio, presidente do Instituto TIM.

Atualmente, 11 projetos já estão sendo assessorados pela equipe de consultores do AWC desde junho de 2015. Dentre as ideias selecionadas, estão um biodigestor capaz de usar energia elétrica excedente de fontes eólicas para gerar biogás, uma recicladora portátil de papel e o “Dumper Truck”, um veículo elétrico capaz de transportar até 200 quilos.

O projeto
O AWC é direcionado para estudantes de cursos nas áreas de Engenharia e Ciências Exatas em universidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Para participar, os candidatos precisam ter mais de 18 anos e comprovar que estão realizando o TCC. Os projetos a serem apoiados devem ter conteúdo tecnológico, além de serem comercialmente viáveis. Orientações completas para a inscrição estão no site: awc.institutotim.org.br.

Os projetos serão analisados por um comitê julgador especializado, formado por docentes e profissionais do mercado, e as equipes selecionadas receberão orientações e apoio financeiro para lançar seu produto ao longo do próximo ano. Ao longo do projeto, os estudantes participam de workshops de orientação em Negócios e em Tecnologia e são acompanhados semanalmente por monitores do AWC, que apoiarão o grupo principalmente na tomada de decisões técnicas e de negócio.

Ao fim do programa, os jovens terão a oportunidade de participar de uma Feira de Investimentos, em que cada projeto terá um estande e os membros da equipe ficarão à disposição para apresentar e demonstrar a solução para investidores e profissionais do mercado.

Sobre o Instituto TIM
Criado em 2013, o Instituto TIM tem como missão criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência, tecnologia e inovação, promovendo o desenvolvimento humano, utilizando a tecnologia móvel como um dos principais habilitadores. Possui quatro pilares que definem sua atuação: Ensino, que tem como foco a educação em ciências e matemática; Aplicações, com o objetivo de desenvolver novas soluções tecnológicas; Inclusão, com a difusão do conhecimento de tecnologias de informação e de comunicação; e Trabalho, criando novas formas de atuação por meio do conhecimento tecnológico. Até o momento, em 2015, os projetos do Instituto TIM já envolveram mais de 130 mil pessoas em 237 municípios de todas as regiões do Brasil.

Fonte: Alameda Comunicação – Tawana Miquelino

Global Data Bank anuncia chegada ao Brasil

Proposta inova na forma com que dados são coletados, protegidos, organizados e ativados

O Global Data Bank (GDB) anuncia o lançamento oficial de sua plataforma de dados que deve agitar o mercado. O GDB oferece abordagem completamente nova e segura de coletar e ativar dados, incrementando os resultados dos anunciantes e reduzindo os custos de dados dramaticamente.Baseado na ideia de que as empresas precisam assumir o controle sobre seus dados e ter a capacidade de combiná-los entre os mundos on e off-line, criando robustas segmentações e alcançando o melhor dos dois mundos, o GDB oferece todo o suporte para as empresas trabalharem seus dados de forma flexível, segura, em tempo real e com as melhores tecnologias disponíveis no mercado.

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GDB chega ao Brasil

O Global Data Bank é de livre entrada e participação, sem nenhum custo inicial e sem imposições contratuais custosas às empresas. Em vez disso, o GDB apenas cobra pequena porcentagem pelo uso de sua plataforma quando os dados são ativados para publicidade. Esta porcentagem vai de um terço a um quinto do que comumente cobra-se por dados de terceiros (empresas provedoras de dados – Data Providers). Isso cria um processo exponencialmente mais eficiente, com melhores opções de dados e permitindo maior fluxo dos recursos destinados à veiculação e ativação da mídia para o cliente, traduzindo-se em melhores resultados.

O GDB é uma empresa norte-americana que já nasce com operação no Brasil. Seus criadores e investidores são os veteranos de longa data em publicidade digital, John deTar e Guilherme Soter, em conjunto com a SIGNAL, sócia estratégica no mercado norte americano e que proverá tecnologia e distribuição. O GDB vem operando de forma Beta no Brasil há mais de seis meses, trabalhando com um grande portal, uma DSP local, com a multinacional AOL, a já consolidada ROIx e diversas agências e clientes diretos.

“Cada anunciante/agência/DSP tem sua própria conta no banco.E de forma segura eles podem depositar dados de diversas fontes, seja elas on ou off-line. Após isso, os anunciantes, que agem como “correntistas” desse banco, podem construir seus próprios clusters, segmentos e ativá-los em tempo real, programaticamente. Isso pode acontecer por meio de qualquer DSP no Brasil, como a AOL, Yahoo (YAM+), MediaMath, RocketFuel e Google”, diz John deTar.

“Tipicamente as empresas pagam entre 15% e 30% de todo o seu investimento no uso de dados de terceiros (thirdparty data) ao ativar uma campanha de mídia programática, e acabam se esquecendo de que o dado mais valioso é o seu próprio dado coletado e tratado (o firstparty data). Com o GDB, osclientes pagam apenas 5% pelousoda plataforma, e isso ocorre apenas quando os seus dados são ativados. Não cobramos nada adicionalmente pelos serviços de integração, coleta, organização nem tampouco pelo onboarding dos dados”, complementa Guilherme Soter. “A ideia é facilitar a vida dos anunciantes e agências, fazendo com que eles não tenham que pensar em construir sua própria Data Management Platform (DMP) ou que paguem por esse serviço sem ativação de mídia”. Dessa forma, todos podem se beneficiar da economia de escala que o GDB oferece com total segurança e privacidade total de seus dados assegurada por contrato.

“Nós não vendemos, compartilhamos ou alugamos dados. Apenas oferecemos a plataforma e as ferramentas essenciais para tornar o uso de dados eficiente para o cliente”, acrescenta Soter.

No mês de outubro de 2015, o GDB coletou mais de 11 bilhões de impressões de seus parceiros beta no Brasil, e já tem acesso a dados off-line de mais de 147 milhões de pessoas. Os resultados que os parceiros beta vêm alcançando têm sido expressivos. Em média, participantes têm atingido resultados 3,2 vezes superiores e custos de três a cinco vezes menores do que quando utilizam provedores de dados de terceiros.

Isto se traduz em um retorno 10,2 vezes maior quando uma companhia faz uso do GDB.“Estes resultados não nos surpreendem”, afirma deTar. “É o que se espera quando você reduz os custos e se concentra primariamente no uso de dados próprios ao invés de dados de terceiros, que você não sabe de onde estão vindo”.

Comercialmente, o GDB está sendo liderado por Marcelo Pincherle, vindo da Serasa Experian para assumir esta função, e que traz sólido conhecimento de ambos os mercados online e off-line de dados. Como parte da parceria tecnológica, Marcelo Nogueira, da SIGNAL, passa também a fazer parte do time comercial baseado em São Paulo.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Cláudio Garcia

Gente nova na equipe

Molotov reforça equipe

O ainda aluno de sexto semestre de publicidade e propaganda da Unitau, Matheus Pacca, acaba de assumir como estagiário em Produção Gráfica na Molotov (Taubaté).

Ele passou a dar expediente na agência comandada pelo trio Eduardo Spinelli, Fabiano Ferreira e Fernando Griskonis nesta segunda e já está super envolvido com os jobs.

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Matheus Pacca é o novo estagiário de produção gráfica da Molotov