Pesquisa aponta as páginas com mais seguidores do Facebook

Marcas globais ganharam espaço na plataforma

Popularidade e persistência: o Facebook foi uma das primeiras redes sociais a ser criada e ainda mantém seu público crescendo de forma exponencial mesmo com as concorrentes. Sabendo disso, a plataforma de descontos CUPONATION levantou dados sobre os seguidores da mídia.

Com quase duas décadas desde sua criação, a ferramenta se deparou com o fato de ser a rede social mais acessada no primeiro semestre de 2021 em todo o mundo, conforme a companhia internacional Statista.

Agora, a mesma empresa de dados de mercado e consumidores realizou outro estudo sobre as páginas de fãs do Facebook mais populares no começo de 2022, liberando um ranking com as 20 contas mais seguidas.

Surpreendendo, a conta que possui a maior base de fãs dentro da plataforma e ocupa o primeiro lugar da lista não é de uma pessoa física, e sim a página do próprio Facebook, somando incríveis 214.62 milhões de pessoas conectadas no primeiro dia do ano.

Com uma diferença significativa dos números do primeiro para o segundo colocado do ranking, o aglomerado de sucessos da Samsung fez com que a marca alcançasse 159.82 milhões de indivíduos seguindo a página da rede social. Veja o levantamento completo no infográfico interativo do CUPONATION.

O dado é novidade no mercado: nunca antes uma marca, sem ser o próprio Facebook, conquistou uma posição tão alta e acima das contas de pessoas famosas – ou seja, as marcas globais estão dominando cada vez mais o mundo e ganhando mais território social. No estudo, quase metade da lista é composta pelas gigantes.

Sendo a primeira celebridade a aparecer no ranking, o jogador de futebol Cristiano Ronaldo aparece na terceira posição da pesquisa, com 122.28 milhões de fãs o seguindo somente nesta ferramenta. A página do personagem fictício Harry Potter ficou em último lugar, totalizando pouco mais de 72 milhões.

Plataforma mede engajamento

Professor universitário cria plataforma inédita para avaliar o nível de engajamento das empresas nas redes sociais

O Engajômetro é um quiz com 16 perguntas que, combinadas, testam o nível de interação e engajamento das marcas no âmbito digital. Mas como essa ideia surgiu? A história começou em 2010, quando o professor Alysson Lisboa retornou de seu primeiro mestrado na Espanha. Lá, ele conheceu a fundo novas ferramentas de comunicação digital e um conceito chamado Transmedia Storytelling.

Desde então, foi desenvolvendo metodologias próprias para aplicar os conceitos estudados. O que intrigava o professor que, na época trabalhava com jornalismo digital e lecionava Marketing Digital, era o fato de que alguns conteúdos são mais aderentes que outros e, consequentemente, mais fáceis de serem propagados. Foi então que surgiu o Canvas Propagabilidade, um instrumento utilizado em sala de aula e também em congressos, workshops e mentorias na área de comunicação e marketing digital.

Durante o desenvolvimento da metodologia, que vem evoluindo constantemente, o professor Alysson sentiu a necessidade de digitalizar o processo para que mais pessoas pudessem ter acesso. Assim, nasceu o Engajômetro – um quiz com 16 perguntas que, combinadas, geram insights sobre a qualidade da propagação e engajamento da audiência de uma marca nas redes sociais. O professor Alysson é diretor da ETC Digital, empresa de Assessoria, Consultoria e Planejamento em Marketing Digital, com sede em Belo Horizonte (MG).

“Comunicação Social” não é uma ciência exata e há diversas variáveis quando falamos dos motivos pelos quais os conteúdos são ou não producentes. Segundo o pesquisador norte-americano e autor de importantes livros sobre convergência e cultura participativa Henry Jenkins, “a propagação, de todas as formas de mídia, depende tanto (ou mais) de sua circulação pelo público quanto de sua distribuição comercial”. Ele completa: “A propagabilidade é determinada por processos de avaliação social e com a participação ativa dos públicos engajados”. Para Jenkins, a circulação se dá pelo público e por meio dele. Mas a pergunta que o professor Alysson se fazia era: “Quais comportamentos das marcas nas redes sociais podem aumentar as chances de tornar o conteúdo ‘propagável’?”.

Esse foi então o ponto de partida para a criação do Canvas Propagabilidade, desenhado pelo professor, e que agora ganha uma adaptação para o digital. A ideia não é reproduzir a estrutura do trabalho anterior, mas sim apresentar uma evolução dos processos.

As respostas trazem apontamentos sobre comportamentos que dificultam que um conteúdo produzido para as mídias sociais chegue ao público certo. O grande desafio foi colocar pesos diferentes para cada resposta incluída no formulário. As pontuações são combinadas por algoritmos e, dependendo do que é marcado, indicam um nível de engajamento maior ou menor.

A comunicação por meio das mídias sociais levam em consideração diversos fatores e não apenas se há presença ativa em várias redes sociais, como Facebook, Twitter, Tik Tok etc. O empenho em construir conteúdo próprio, materiais ricos, como post blog e adaptar os materiais para cada público e rede são fortes indicativos de uma rede mais producente e próxima do cliente.

Ao final do questionário, o participante recebe um relatório sintético sobre o engajamento da marca nas mídias sociais. O índice é dividido em três níveis com pontuações diferentes, a partir das respostas geradas. Para utilizar o Engajômetro gratuitamente, basta acessar: www.engajometro.com.br e responder corretamente as perguntas. Para saber mais sobre o professor Alysson Lisboa, basta acessar o site da ETC Digital: www.etcdigital.etc.br.

 

Pesquisa revela cenário do marketing de influência em 2021

O levantamento “O Marketing de Influência no Brasil” está em sua terceira edição e teve mais de 600 respondentes

Como foi o cenário da indústria do marketing de influência em 2021 e as projeções para 2022? Essa e outras perguntas são respondidas na pesquisa “O Marketing de Influência no Brasil”, que foi promovida pelo Influency.me e que está em sua terceira edição neste ano. O levantamento foi divulgado por meio das mídias sociais do Influency.me — plataforma de marketing de influenciadores do Grupo Comunique-se.

O levantamento traz resultados valiosos tanto para quem pretende realizar campanhas com influenciadores, quanto para os criadores de conteúdo digital. Afinal, o material teve perguntas voltadas para os dois públicos, a fim de trazer insights para o dia a dia de trabalho de ambos os profissionais, além de entender como anda essa indústria no Brasil.

O cenário da influência digital no Brasil

O marketing de influência é uma estratégia que vem crescendo a cada dia. E é uma via de mão dupla. De um lado, cada vez mais surgem criadores de conteúdos na internet, interessados em empreender e alcançar a tão sonhada liberdade financeira. Do outro, as marcas têm enxergado nessa estratégia uma forma de impulsionar os resultados e se aproximar ainda mais do público.

A pesquisa “O Marketing de Influência no Brasil” — que contou com mais de 600 respondentes entre influenciadores e profissionais de marketing e comunicação — traz informações importantes sobre o mercado da influência. No material, será possível observar pontos como:

• O investimento no marketing de influência (2020 vs. 2021);

• Faturamento anual vs. tipo de agência;

• Quantidade de perfis e a rede social mais usada em campanhas;

• Indicadores de sucesso;

• Os maiores desafios na produção de conteúdo;

• A remuneração dos influencers… e muito mais!

“É notável observar mudanças no mercado em apenas um ano. As agências passaram a faturar mais, as marcas que não investiam passaram a investir, e as que já investiram aumentaram ainda mais o budget anual”, observa a supervisora de customer sucesso do Influency.me, Danielli Inácio. “Isso reforça a crescente valorização do Marketing de Influência e uma tendência ainda mais otimista para o próximo ano”, complementa a profissional, que foi a responsável pela produção do estudo.

O acesso ao material é gratuito. Clique aqui e acesse agora mesmo à integra do estudo!

Sobre o Influency.me

O Influency.me foi idealizado pelo empreendedor Rodrigo Azevedo, CEO e fundador do Comunique-se, media tech com 20 anos de história na comunicação digital do país.

A plataforma para influenciadores digitais foi desenvolvida em 2017, seguida pela implementação de uma área de especialistas responsáveis pela gestão completa de campanhas com influencers. Foi a partir desta visão empreendedora que marcas passaram a ter melhores resultados em suas ações com creators, utilizando a plataforma ou o formato full service, onde um time cuida de toda a campanha, desde a contratação e negociação com o influenciador até a mensuração de resultados.

Investimentos em publicidade digital

Investimentos em publicidade digital movimentaram R$ 36,9 bilhões no Brasil, em 18 meses

Dados exclusivos do Digital AdSpend retratam o ano de 2020 e o primeiro semestre de 2021. Estudo com metodologia inédita também revela que o período de pandemia da Covid-19 impactou no aumento da familiaridade dos consumidores com as tecnologias e uso das plataformas digitais.

O IAB Brasil, associação que representa o mercado de publicidade digital no País, em parceria com a Kantar IBOPE Media, lança o estudo Digital AdSpend. A nova versão traz como destaque o fortalecimento da publicidade no digital, que teve um investimento acumulado de R$ 36,9 bilhões, considerando o ano de 2020 (R$ 23,7 Bi) e os seis primeiros meses de 2021 (R$ 13,2 Bi).

O Digital AdSpend conta com uma metodologia inédita, com captura mais abrangente, e que traz maior granularidade ao dado com análises do comportamento de setores e categorias no mesmo padrão de mercado dos demais meios. Com isso, a pesquisa traz uma visão estratégica dos investimentos em mídia digital no país, considerando visões setoriais e expectativas para os próximos meses.

“A partir deste ano, o IAB Brasil conta com a Kantar IBOPE Media como parceira na elaboração do Digital AdSpend para levar uma visão ainda mais ampla dos cenários de setores e categorias que fazem parte da publicidade digital”, explica Melissa Vogel, CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil. “O estudo tem como objetivo disponibilizar informações para que o setor tome as decisões de maneira estratégica, compreendendo as atividades publicitárias com os mesmos critérios em todos os pontos de contato utilizados pelo consumidor”, complementa.

Dados 2021

Na análise comparativa de janeiro a junho de 2021 com o mesmo período de 2020, o Digital AdSpend indica que os investimentos em publicidade digital tiveram um crescimento de 25% no primeiro semestre deste ano.

Em relação à distribuição por tipo de dispositivo, mobile e desktop, os números ficaram bem próximos ao mesmo período de 2020, onde os anúncios publicados em mobile representaram 73% do share total.

Expectativa de crescimento para 2021

O IAB Brasil perguntou também para os seus associados sobre a previsão para o investimento em publicidade digital neste ano comparando a 2020 e identificaram que 79% das empresas associadas pretendem aumentar seus investimentos, outros 16% pretendem manter e apenas 5% diminuir.

Entre as empresas que pretendem aumentar, 34% aumentarão de 11% a 20% os seus investimentos e outras 32% declararam que irão potencializar o investimento entre 21% e 30%.

Dados 2020

O levantamento também revela que as compras dos anúncios em digital no ano passado foram 48% a mais em relação ao último relatório publicado pelo IAB Brasil, em 2019, com base de 2018.

Segundo o levantamento, cerca de 90% das transações de mídia digital em 2020 foram feitas de maneira automatizada, sendo 83% em plataformas self service, 4% em Programmatic Direct e 3% em Programmatic RTB (lances em tempo real). Completaram o share de modelos transacionais, as compras diretas (não automatizadas), representando 6% das transações e Adnetworks com 4%.

Outro destaque do estudo está na relação de direcionamento dos anúncios em Digital no ano de 2020, pois 73% dos investimentos foram endereçados para dispositivos móveis, sendo que as redes sociais tiveram 46% do total dos anúncios veiculados.

Os dados exclusivos também apontam que em 2020 o vídeo foi o formato líder nas redes sociais e representou mais de 80% do total da verba investida na publicidade digital, em comparação aos demais formatos de anúncios que foram 17%.

Os índices são reflexos, principalmente, do período de pandemia da Covid-19 que acelerou a adoção dos consumidores às tecnologias e plataformas digitais. De acordo com o estudo, 56% das pessoas entrevistadas afirmaram que a crise do Coronavírus fez com que elas incorporassem a tecnologia no seu dia a dia.

Setores que mais se destacaram

O Digital Adspend também analisou os números dos top 15 setores que investiram em publicidade no Digital. Em 2020 esses setores corresponderam a 94,4% da verba destinada às mídias digitais e os três anunciantes com maior participação na publicidade digital foram Serviços ao Consumidor (21,9%), Comércio (14,8%) e Financeiro e Securitário (12,2%).

Já em 2021, os 15 Top setores correspondem a 93% do investimento digital e alguns segmentos mudaram de posição no ranking por aumentar os investimentos, como Telecomunicações, Cultura, Imobiliário, Automotivo e Farmacêutico.

E o comparativo entre os primeiros semestres de 2021 e de 2020 revela um aumento no volume de anunciantes em canais digitais de 57% e comprova a curva de crescimento. Os setores com mais crescimento em novos anunciantes foram: Imobiliário (+142%), Eletros (+117%) e Serviços (+111).

“Pesquisas como estas são importantes tanto para quem compra quanto para quem vende espaços e soluções para publicidade. Nossa missão ao divulgar uma pesquisa como esta vai muito além de entregar um número frio. Queremos dar mais possibilidades de cruzamentos de dados, mais abertura para conversas, questionamentos e criação de hipóteses em uma época em que todos estão fechando seus planejamentos para o próximo ano”, comenta Cris Camargo, CEO do IAB Brasil.

Para conferir o estudo completo do Digital AdSpend, acesse o link aqui.

Fonte: XCOM – Agência de Comunicação do IAB Brasil