Aplicativo “Boca a Boca” remunera pessoas por indicação de serviços e produtos que gerem vendas para as empresas

Projeto criado por mineiros já está no ar e garante renda extra para indicações que gerem novos negócios

Ganhar uma renda extra simplesmente por indicar um produto ou serviço! Isto é o que faz o aplicativo “Boca a Boca”, que remunera pessoas que indicam clientes para empresas e esta concretiza a venda por meio da indicação. Foi pensando nisso que o fundador Denis Miranda junto ao seu sócio Filipe Guedes criaram a nova ideia que já está em funcionamento e possui mais de 2 mil clientes cadastrados.

Da esquerda para direita – Filipe Guedes e Denis Miranda – Foto: Divulgação

Disponível nas lojas de aplicativo Google Play e Apple Store de forma gratuita, o Boca a Boca tem navegabilidade simples e é pioneiro ao remunerar em dinheiro quem o utiliza. Para utilizar o app, basta que o usuário baixe o aplicativo no seu celular, faça um cadastro e selecione a empresa que deseja fazer a indicação e informe os dados do indicado. A partir deste momento, o usuário acompanha em tempo real o status da negociação e, caso a venda seja convertida, o valor é depositado direto na conta do indicador, sem descontos e sem burocracia. A bonificação é definida pela empresa recomendada, mas o ticket médio é de R$40 por indicação que concretize em novo negócio.

A ideia de criar a plataforma surgiu em março de 2017, quando o sócio fundador Denis Miranda em busca de uma ferramenta para atrair clientes para seu call center de vendas de TV por assinatura, criou um programa interno de indicações. “Na época, os clientes que recomendassem novos compradores recebiam ate R$30,00 por indicação que concluísse em vendas. O próximo passo foi validar a ideia com outras empresas que prontamente a aderiram. Com mais instituições parceiras, convidei meu sócio Felipe Guedes que desenvolveu o app”, revela.

Com pouco tempo de funcionamento, o aplicativo já possui mais de 2 mil clientes ativos e 70 empresas cadastradas e aptas para serem indicadas. “Atualmente, temos três funcionários e dois sócios full life no projeto. Nosso objetivo é fechar 2018 com mais de 100 mil usuários, 3.000 empresas cadastradas e nos tornar a maior plataforma de marketing de indicação de Minas Gerais. E, no inicio do próximo ano, começaremos o projeto de expansão para todo o país”, conta Denis.

Cadastro de empresas parceiras

A empresa que deseja fazer parte do aplicativo “Boca a Boca” precisa preencher um formulário e pagar uma taxa anual de R$149,90. O valor da bonificação pago ao cliente indicador é definido por cada empreendimento, que faz diretamente o depósito em conta, sem intermediários. “É importante ressaltar que as empresas que comercializam produtos e serviços de valor agregado baixo ou produtos de varejo não têm perfil para utilizar nossa plataforma”, explica o sócio Filipe Guedes.

O app é um meio seguro e confiável de realizar negócios. “Atualmente, 92% da população mundial afirma confiar totalmente em indicações de amigos e familiares. Além disso, 77% dos consumidores se sentem motivados a comprar um novo produto quando este é indicado via ‘boca a boca’”, finaliza Filipe.

Fonte: Doizum Comunicações – Érika Costa

A experiência cria defensores da marca

Valorização da experiência transforma consumidor em defensor da marca

A logística do atendimento nunca foi tão importante para as marcas como agora. Isso porque, com a tecnologia inserida no cotidiano das pessoas, a venda online e offline se completam e, com isso, novos desafios surgem para a era do varejo omnichannel – tendência que converge todos os canais de venda utilizados por uma empresa e faz com que a experiência do cliente seja o ponto-chave.

Na era da experiência, é preciso pensar em cada cliente como uma unidade e não mais como um grande público, afinal, cada um tem necessidades específicas, fator que exige a presença das marcas em todos os pontos de contato. No entanto, isso vai além da simples padronização de apps, sites e lojas, neste processo acompanhar a jornada do cliente é fundamental.

Wilmar Lima, da FH

Um estudo realizado pela SAP Hybris aponta que 49% dos consumidores se sentem confortáveis com o compartilhamento de dados pessoais com as marcas. No entanto, em troca, eles esperam que as interações sejam em tempo real, personalizadas e adaptadas de acordo com as preferências de compra, o histórico de transações e o comportamento do usuário. Isso significa que durante a jornada de compra a expectativa vai além da qualidade de serviço, também envolve a proximidade com a marca e o sentimento de valorização.

A pesquisa ainda revela que 43% das empresas concordam que uma boa experiência com as marcas torna o consumidor um defensor delas, mais do que isso, ainda garante a utilização do serviço mais vezes e indicação para outras pessoas. Outro ponto da pesquisa é que 51% dos consumidores esperam ver as mesmas ofertas de uma loja em múltiplos canais.

O fato é que o potencial dos recursos digitais, que vai desde as redes sociais até a Internet das Coisas, promoveu nos últimos anos uma verdadeira revolução no mercado varejista. Diante disso, a expectativa para as próximas décadas é que, cada vez mais empresas, de diferentes segmentos, apostem na multicanalidade para acompanhar a evolução do comportamento dos consumidores.

Confira algumas tendências omnichannel para o varejo em 2018 e o case de sucesso do primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil:

• Comando de voz – Os consumidores já utilizam comando de voz para fazer pesquisas, obter previsões meteorológicas, selecionar músicas, entre outras inúmeras tarefas. E, se já estavam habituados a adquirir produtos com um simples clique, por que não utilizar a tecnologia de comando de voz? Certamente, essa é a próxima aposta para aprimorar ainda mais a jornada de compra. Ao utilizar o comando de voz, pessoas com alguma deficiência física ou visual, ou até mesmo idosos, terão mais facilidade para fazer suas compras.

• Vitrines inteligentes – Os conceitos de omnichannel e machine learning possibilitam novas experiências para o varejo. De olho no mundo da moda, a SAP desenvolveu a solução Vitrines Inteligentes, uma tecnologia de recomendação de produtos que transforma as vitrines em auxiliares inteligentes de venda e de administração. A solução oferece agilidade e benefícios para lojistas e consumidores, além de um canal específico e personalizado de relacionamento com o cliente.

• Vendas assistidas – Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multiatendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada item, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada. O primeiro projeto em vendas assistidas omnicanal do Brasil, com a ferramenta SAP Hybris, foi implementado pela FH na Leroy Merlin, em 2017. O piloto foi realizado na loja de São Bernardo do Campo. Com essa integração entre site e mobile, a Leroy Merlin se tornou a primeira rede no setor de Varejo de Materiais de Construção (multiespecialista do lar, especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem) a atuar 100% no modelo omnichannel.

Wilmar Lima é vice-presidente de Transformação Digital da FH.

Fonte: SmartCom Inteligência em Comunicação – Karen Krinchev

Micro-influenciadores e seu papel no marketing

Especialista explica a importância do marketing com micro-influenciadores

O marketing com micro-influenciadores é uma tendência forte no universo digital e parece que vai se manter em alta por muito tempo. Mesmo empresas que ainda não estão investindo nesta vertente do marketing digital pensam em começar o quanto antes, pois é uma estratégia que tende a gerar bons resultados a baixo custo.

Porém, há quem ainda pense que os micro-influenciadores não são tão importantes, pois são comparados com os números de seguidores de celebridades ou líderes da indústria. Porém, o que deve ser destacado é o envolvimento direto que ele tem com seu público, geralmente muito mais relevante do que seu número de seguidores como um todo.

“O que ocorre é que os micro-influenciadores, apesar de possuírem um público relativamente menor em comparação com celebridades da internet, tendem a ser extremamente ativos e fiéis, gerando uma alta taxa de resposta para praticamente qualquer coisa que publicam”, explica Rodrigo Darzi, CEO e sócio da Agência de Marketing Digital IMMA.

Rodrigo também comenta que os micro-influenciadores dão um ar de autenticidade maior do que celebridades quando comentam algo sobre uma determinada empresa ou produto. “As pessoas sabem que as celebridades são pagas para fazer propaganda, mesmo em suas páginas pessoais. Por outro lado, elas veem os micro-influenciadores como pessoas que estão simplesmente dando uma opinião sincera”.

Como os seguidores de um micro-influencidor costumam confiar em sua opinião, o engajamento acontece de forma natural, rápida e econômica. E empresas de diversos portes tem visto com bons olhos como uma estratégia fundamental no marketing digital, principalmente as menores, que não possuem uma grande verba para gastar com publicidade.

Para ter sucesso com o marketing por micro-influenciadores, conhecer o público da marca é fundamental, pois são as interações e discussões da comunidade que irão indicar as pessoas que se destacam como influenciadores de opinião.

Fonte: Agência de Marketing Digital IMMA

Mercado brasileiro de publicidade on-line recebe produto e tecnologia únicos no mundo

WorldSense, startup brasileira, chega ao mercado com uma proposta diferenciada: ser uma rede de distribuição de conteúdo na qual as marcas podem participar das histórias

A história de dois engenheiros, com grande experiência no mercado de tecnologia, poderia ser bem diferente – aliás, como a da grande maioria de empreendedores no mesmo segmento. Ao abrirem sua própria empresa, o caminho mais lógico seria optarem por um conceito conhecido, como a publicidade on-line. Mas Diego Nogueira e Davi Reis elegeram a inovação e uma nova perspectiva digital como diferenciais de atuação e criaram uma startup a partir de uma ideia inédita: uma rede de publicidade em conteúdo on-line, na qual marcas podem participar de histórias por meio de intervenções em artigos relevantes publicados nos principais portais da internet. Assim nascia a WorldSense, exatamente para suprir uma necessidade que sempre perceberam em meio ao mercado que viviam.

A WorldSense é uma rede de conteúdo on-line complementar aos principais produtos existentes, em sua maioria focados em segmentação por usuários e impacto por meio de formatos muitas vezes invasivos. Por ser a primeira rede de publicidade digital que oferece às marcas acesso direto às matérias dos canais parceiros, se diferencia pela alta contextualização e integração com o conteúdo, valorizando a história publicada pelo veículo e as oportunidades das marcas de interagirem com ela.

Produto e tecnologia desenvolvidos pela empresa são únicos no mundo. Sob a perspectiva do cliente – que são sites, agências e anunciantes -, basta uma simples integração para que as publicações passem a ser acessadas pelas marcas. A partir desse momento, o cliente passa a ver sua marca presente nas histórias da internet automaticamente. Internamente, a WorldSense funciona como uma máquina de busca reversa, na qual, dados os canais parceiros, determina-se quais seriam potenciais consultas de máquina de busca representadas por cada parágrafo publicado. Com base nessas consultas, faz o match com as mensagens das marcas a serem veiculadas.

Esse acesso é feito de forma altamente contextualizada dentro das notícias, ao contrário da maior parte dos produtos de publicidade digital, que se focam no perfil do leitor e não do contexto da matéria. A proposta da WorldSense é de fato única. Algumas soluções permitem que os conteúdos das marcas sejam descobertos a partir da experiência de navegação dos leitores do portal (como nas histórias relacionadas ao fim da página), aproveitando a estratégia de conteúdo existente de cada site parceiro. No entanto, nenhuma solução permite que a marca efetivamente participe das histórias publicadas (das publicações) nos portais em escala. A empresa (e sua rede de veículos parceiros) oferece às marcas acesso às matérias sendo distribuído na mídia que é relevante para estratégia de comunicação e publicidade da marca.

“O mercado de publicidade digital tem crescido muito nos últimos anos e não há evidências de uma desaceleração. No entanto, cada vez menos empreendedores têm se arriscado na área por causa da grande concentração da verba nos produtos do Google e do Facebook. Quando fundamos a WorldSense, com a missão ousada de trazer um novo produto a esse espaço, sabíamos que nosso maior desafio seria nos diferenciarmos das poderosas e bem sucedidas soluções oferecidas por esses gigantes”, analisa Davi Reis.

“Essa decisão, que acreditamos valorizar o conteúdo e preservar a experiência do usuário, resulta em fragmentação do inventário. Já temos naturalmente uma dinâmica de marketplace entre nossos parceiros e as marcas que anunciam conosco, e a liquidez se torna ainda mais difícil de manter na presença dessa decisão. Crescer o marketplace confrontando essa dificuldade é outro grande desafio”, completa Davi.

Segundo os fundadores, não há no mercado uma oferta com os mesmos recursos e resultados. Alguns produtos que estão no mesmo espaço, mas com propostas de valor diferentes, são as redes de pesquisa, como Adwords (Google), redes de conteúdo, como GDN (Google) e Criteo, redes de recomendação de conteúdo, como Taboola e Outbrain, e redes de links afiliados, como Awin e Lomadee. Nenhum deles almeja nível de integração com o contexto similar ao oferecido pela WorldSense.

Seus fundadores são profissionais experientes no mercado de informação e alta tecnologia. Há 15 anos trabalhando na fronteira da academia e da indústria, Davi é autor de artigos científicos e patentes nas áreas de publicidade on-line, extração de dados e recuperação de informação. Diego, por sua vez está construindo sua segunda startup. Ambos estiveram por quase uma década como engenheiros na Google, onde lideraram grandes projetos em publicidade on-line, busca e mapas.

A empresa foi fundada em 2015, mas começou a oferecer o produto ao mercado no início de 2017. “Oferecemos uma maneira mais assertiva de associação à marca, o que permite alcance qualificado a custos mais baixos que esforços de branding tradicionais. Isso faz do Brasil um bom mercado para o produto, uma vez que as verbas de branding possam ser mais restritas”, explica Diego Nogueira.

Conforme os sócios, a experiência extensa trabalhando em entendimento de texto em diversos produtos do Google e na academia, os levou a acreditar que teriam uma perspectiva única de como conectar a informação da internet. Isso fez com que vislumbrassem uma oportunidade de criar um mecanismo de publicidade e comunicação na web que fosse mais respeitoso e integrado à experiência do usuário e capaz de remunerar canais de qualidade e engajantes.

Para ampliar ainda mais essa atuação e fomentar negócios, era necessário um profissional com experiência de atuação junto ao mercado, por isso, juntou-se aos dois Ana Paula Ramos como gerente de Desenvolvimento de Negócios. Formada em Marketing e pós-graduada em Comunicação e Vendas pela Faap, conta com mais de 13 anos de experiência no mercado digital, atuou em empresas como Mercado Livre, Yahoo, Grupo Havas e Apontador. “Acreditei neste projeto desde a minha primeira conversa com o Diego. Para mim, é extremamente gratificante participar de tudo isso em um momento tão importante para o mercado publicitário no que diz a respeito ao ponto de vista comportamental. Sem dúvida, terei a oportunidade de ajudar as marcas e agências a utilizarem de forma estratégica um novo modelo de publicidade.”

Para os sócios, esse tempo de maturação foi necessário para entender melhor como atuar no mercado publicitário. Os sócios têm profundo conhecimento do mercado de publicidade no Brasil e no mundo, mas como o produto é inovador, foi preciso fazer várias especulações acima dos números que esperaríamos de um produto tradicional. Os primeiros clientes foram a Intel (McGarryBowen) e outras marcas menores, a partir de relacionamentos pessoais. O entendimento do valor do produto levou um tempo para ser capturado e ainda hoje é preciso um esforço de educação do cliente por se tratar de algo muito novo.

Para os veículos parceiros, a WorldSense é uma nova fonte de receita para o digital, principalmente no tráfego mobile, sem comprometer a experiência dos leitores e valorizando as publicações. Para as marcas e agências clientes, é um canal de associação de marca baseada em conteúdo e altamente complementar aos canais tradicionais. Atualmente já conta, em sua carteira de clientes nomes fortes no mercado, como TOTVS (Fbiz), IBM (Ogilvy), Deloitte, SONDA e Sistema Positivo de Educação (Predicta) entre as marcas. Dentre os parceiros, já contam com a rede Abril, NZN, IDG e Diários Associados.

Sobre a WorldSense – Startup criada em 2015, a WorldSense é uma content ad network (rede de publicidade on-line para conteúdo) complementar aos principais produtos existentes, em sua maioria focados em segmentação por usuários e impacto por meio de formatos muitas vezes invasivos. Criou a primeira rede de publicidade digital que oferece às marcas acesso direto aos canais, se diferenciando pela alta contextualização e integração com o conteúdo, valorizando a história publicada pelo veículo e as oportunidades das marcas de interagirem com ela. A empresa oferece às marcas acesso às publicações sendo distribuídas na mídia que são relevantes para estratégia de comunicação e publicidade da marca. Para saber mais www.worldsense.com.

Fonte: Galbraith PR – Robert Galbraith – Marco Barone