Alunos da Universidade de Taubaté criam Rede Social

No começo, o projeto era apenas para o TCC. Hoje, a ideia está muito além

Alunos do último ano do curso de Sistemas de Informação da UNITAU estão desenvolvendo uma nova rede social, chamada Dreampper. É uma rede de entretenimento, direcionada para pessoas que gostam de séries de TV, de jogos e de literatura! Sim, literatura. A rede social é também voltada para leitores e escritores.

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O projeto, na realidade, começou apenas com uma ideia para o trabalho de conclusão de curso (TCC), porém os alunos queriam mais, então resolveram expandir a equipe. Atualmente, o projeto conta com uma design do Rio de Janeiro, outra de Niterói e outra de Brasília, com o intuito de lançar o projeto em uma escala maior.

“No começo, o meu orientador me deu várias ideias, porém, eu sempre quis ter algo para chamar de meu, então eu criei a Dreampper”, conta o aluno Felipe Santana, criador da rede social.

O diferencial da Dreampper é que o usuário pode encontrar características de grandes redes sociais, porém com conteúdos mais elaborados. Ela é separada em dois níveis, a primeira será liberada para pessoas publicarem conteúdos em geral, e a segunda parte é para pessoas criarem álbuns de entretenimento.

Felipe conta que sempre gostou de redes sociais e o curso de qualidade que faz o ajuda muito. “Eu sempre gostei de redes sociais e, no mundo de hoje, quando você faz um curso de qualidade como o meu, você quer ter um destaque. Criando uma rede social, terá que passar por várias partes da tecnologia e com certeza isso é um diferencial”, finaliza o aluno.

Fonte: Luciana Oliveira – ACOM/UNITAU

Classe C ainda usa pouco o mobile

Estudo aponta baixa utilização da internet móvel na Classe C

Levantamento feito pelo TVxtender mostra preferência por desktop e ainda identifica principais regiões e faixa etária em volume de acesso

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O acesso à internet no Brasil, passados 20 anos, deixou de ser concentrado apenas na população com poder aquisitivo mais elevado. A classe média, representada por 54% dos brasileiros, vem dominando o acesso atualmente. O TVxtender, veículo de distribuição de mídia digital para campanhas de vídeo pertencente à ROIx, estudou os hábitos de consumo deste segmento e identificou que 71% dos usuários possuem baixa propensão a se conectar por meio do celular. O dispositivo é preferido para ações mais rápidas como navegar nas redes sociais ou se comunicar com amigos por meio de aplicativos. Já 53% gostam mais de acessar a internet via desktop, seja em casa ou no trabalho.

Das cinco regiões brasileiras, a predominante em números de acessos é a Sudeste, com 42% do total. Na sequência vêm as regiões Nordeste 33%, Norte (30%), Centro-oeste (19%) e Sul (18%).

O estudo aponta ainda que a faixa etária mais representativa, com 50%, está entre 28 e 42 anos. Outro dado curioso é com relação ao sexo, pois homens e mulheres empatam no modo de consumir a internet. Dentro deste universo, mais de 50% dos usuários são casados e têm filhos.

Metodologia: O levantamento foi feita a partir de base de dados, própria do TVxtender, com 94 milhões de brasileiros. Esse universo foi formado com diversas fontes cruzadas por meio de tecnologias que exploram o Big Data para identificar hábitos e preferências dos consumidores no ambiente digital.

Sobre o TVxtender: O TVxtender é um veículo de distribuição de mídia que busca estender uma campanha de TV para os principais portais e sites da internet brasileira. Idealizada e gerenciada pela ROIx, empresa pioneira em gestão de dados e audiência no País, a plataforma de vídeo trabalha 100% direcionada à compra de mídia por audiência. Com mais de 94 milhões de usuários a plataforma de vídeo possibilita que a entrega do conteúdo publicitário seja realizada de forma precisa, ou seja, somente para o púbico que deve ser impactado. Com o objetivo de aperfeiçoar o alcance das campanhas publicitárias desenvolveram metodologia denominada Video Extension Strategy (V E S), que se propõe a estudar o ponto ótimo dos meios de comunicação que compõe um plano de mídia e busca oportunidades de redimensionar investimentos, assim, potencializando a entrega e resultados. Para gerar segurança e qualidade ao mercado anunciante o TVxtender trabalha com a ferramenta OCR da NIELSEN, que comprova, por meio de relatórios auditados, a assertividade da campanha em relação ao target definido.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa

TIM Tec lança mais um curso livre de tecnologia

Plataforma oferece cursos abertos e gratuitos a estudantes e interessados

São José dos Campos, setembro de 2015 – TIM Tec, projeto do Instituto TIM, que oferece cursos gratuitos sobre Tecnologias de Informação e Comunicação, acaba de publicar em sua plataforma uma nova opção de curso: Produção de Vídeos Educacionais para Web. O conteúdo é ministrado pela professora da Coordenadoria de Design do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), Catiucia Schneider, graduada em Artes Visuais, com especialização em Educação e Mestrado em Educação e Tecnologia, além de gestora da equipe de áudio e vídeo do Núcleo de Produção e Tecnologia Educacional (NPTE) do IFSul.

A plataforma, que já possui mais de 6 mil alunos cadastrados e 14 cursos publicados, utiliza o conceito MOOC (Massive Open Online Courses). Todos eles são livres, abertos e gratuitos, e estão alinhados ao Eixo Tec­nológico: Informação e Comunicação do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego).

Além de “Produção de Vídeos Educacionais para Web”, estão disponíveis na plataforma (timtec.com.br) as seguintes opções: “HTML5 – Introdução ao Front End”, “Desenho de Jogos”, “Introdução à Lingua­gem de Programação PHP”, “7 Lições para a Produção de Textos”, o curso para professo­res “TIM Faz Ciência”, “Introdução à Lógica de Programação”, “Introdução ao uso de banco de dados SQL”, “Publicação Digital em Dispositivos Móveis”, “Edição e Tratamento de Imagens”, “Arquitetura da Informação e Projeto de Sistemas”, “Javascript: conceitos e bibliotecas”, “Introdução à programação em linguagem Java” e “Programação Android”.

Outra grande novidade é que até o final do ano devem ser publicados outros três cursos, que estão em fase de pós-produção. São eles: “Introdução à criação de sites”, “Programação de games” e “Desenvolvimento de back-end”.

Fonte: Tawana Miquelino – Alameda Comunicação

Estadão ajuda varejistas a atrair consumidores para PDVs

Aplicativo PiggyPeg, criado pela corretora Geração Futuro, do banco Brasil Plural premia consumidores com valores e tem jornal como sócio

Um aplicativo que oferece dinheiro diretamente ao usuário. Esse é o conceito do PiggyPeg, app criado pela corretora Geração Futuro, do banco Brasil Plural, e que tem o Estadão como sócio. O conceito do app é premiar com valores creditado em conta-corrente consumidores que se dispuserem a visitar as lojas cadastradas. Em quatro meses de lançamento, já são 70 mil usuários cadastrados e 200 varejistas, entre eles redes nacionais, como Marisa, de moda feminina, e Chilli Beans, de óculos e acessórios.

De acordo com Eduardo Moreira, sócio-diretor da Geração Futuro, o conceito do PiggyPeg é de um programa de fidelidade em que o usuário não precisa trocar pontos e a “moeda” é a geração de fluxo de consumidores para as redes de varejo. O app pode ser usado tanto por grandes cadeias varejistas, que podem selecionar unidades com menor movimento para ofertar os prêmios, quanto por pequenos e médios comerciantes.

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Flávio Pestana, diretor executivo Comercial do Grupo Estado, explica que a sociedade no PiggyPeg é uma forma de o Estadão incentivar a criação de ferramentas benéficas para o varejo. “Queremos ajudar no desenvolvimento de tecnologias que melhorem a eficiência e colaborem para as vendas, afirma, acrescentando que o jornal também será parceiro de mídia do aplicativo.”

O cadastro de lojistas no aplicativo é simples. Cada loja ou filial de rede define um prêmio a ser coletado pelo cliente. Os valores geralmente começam em R$ 1, mas há casos de comerciantes oferecendo R$ 3. Uma vez na loja, o consumidor que baixou o PiggyPeg precisa ir até o ponto de coleta (geralmente um tablet), apontar o celular com o app aberto e capturar o QR Code da promoção. A pessoa poderá fazer apenas uma coleta por dia em cada unidade cadastrada. “O objetivo é fazer com que as empresas aproveitem os visitantes para gerar negócios”, diz Eduardo Moreira.

O aplicativo PiggyPeg está disponível para iPhone e Androide e pode ser baixado nas respectivas lojas virtuais.Ao fazer o cadastro, é preciso informar nome, CPF, idade e sexo, entre outros dados. A retirada de valores poderá ser feita sempre que se juntar ao menos R$ 20. O dinheiro será transferido para a conta-corrente informada.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa