Global Data Bank anuncia chegada ao Brasil

Proposta inova na forma com que dados são coletados, protegidos, organizados e ativados

O Global Data Bank (GDB) anuncia o lançamento oficial de sua plataforma de dados que deve agitar o mercado. O GDB oferece abordagem completamente nova e segura de coletar e ativar dados, incrementando os resultados dos anunciantes e reduzindo os custos de dados dramaticamente.Baseado na ideia de que as empresas precisam assumir o controle sobre seus dados e ter a capacidade de combiná-los entre os mundos on e off-line, criando robustas segmentações e alcançando o melhor dos dois mundos, o GDB oferece todo o suporte para as empresas trabalharem seus dados de forma flexível, segura, em tempo real e com as melhores tecnologias disponíveis no mercado.

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GDB chega ao Brasil

O Global Data Bank é de livre entrada e participação, sem nenhum custo inicial e sem imposições contratuais custosas às empresas. Em vez disso, o GDB apenas cobra pequena porcentagem pelo uso de sua plataforma quando os dados são ativados para publicidade. Esta porcentagem vai de um terço a um quinto do que comumente cobra-se por dados de terceiros (empresas provedoras de dados – Data Providers). Isso cria um processo exponencialmente mais eficiente, com melhores opções de dados e permitindo maior fluxo dos recursos destinados à veiculação e ativação da mídia para o cliente, traduzindo-se em melhores resultados.

O GDB é uma empresa norte-americana que já nasce com operação no Brasil. Seus criadores e investidores são os veteranos de longa data em publicidade digital, John deTar e Guilherme Soter, em conjunto com a SIGNAL, sócia estratégica no mercado norte americano e que proverá tecnologia e distribuição. O GDB vem operando de forma Beta no Brasil há mais de seis meses, trabalhando com um grande portal, uma DSP local, com a multinacional AOL, a já consolidada ROIx e diversas agências e clientes diretos.

“Cada anunciante/agência/DSP tem sua própria conta no banco.E de forma segura eles podem depositar dados de diversas fontes, seja elas on ou off-line. Após isso, os anunciantes, que agem como “correntistas” desse banco, podem construir seus próprios clusters, segmentos e ativá-los em tempo real, programaticamente. Isso pode acontecer por meio de qualquer DSP no Brasil, como a AOL, Yahoo (YAM+), MediaMath, RocketFuel e Google”, diz John deTar.

“Tipicamente as empresas pagam entre 15% e 30% de todo o seu investimento no uso de dados de terceiros (thirdparty data) ao ativar uma campanha de mídia programática, e acabam se esquecendo de que o dado mais valioso é o seu próprio dado coletado e tratado (o firstparty data). Com o GDB, osclientes pagam apenas 5% pelousoda plataforma, e isso ocorre apenas quando os seus dados são ativados. Não cobramos nada adicionalmente pelos serviços de integração, coleta, organização nem tampouco pelo onboarding dos dados”, complementa Guilherme Soter. “A ideia é facilitar a vida dos anunciantes e agências, fazendo com que eles não tenham que pensar em construir sua própria Data Management Platform (DMP) ou que paguem por esse serviço sem ativação de mídia”. Dessa forma, todos podem se beneficiar da economia de escala que o GDB oferece com total segurança e privacidade total de seus dados assegurada por contrato.

“Nós não vendemos, compartilhamos ou alugamos dados. Apenas oferecemos a plataforma e as ferramentas essenciais para tornar o uso de dados eficiente para o cliente”, acrescenta Soter.

No mês de outubro de 2015, o GDB coletou mais de 11 bilhões de impressões de seus parceiros beta no Brasil, e já tem acesso a dados off-line de mais de 147 milhões de pessoas. Os resultados que os parceiros beta vêm alcançando têm sido expressivos. Em média, participantes têm atingido resultados 3,2 vezes superiores e custos de três a cinco vezes menores do que quando utilizam provedores de dados de terceiros.

Isto se traduz em um retorno 10,2 vezes maior quando uma companhia faz uso do GDB.“Estes resultados não nos surpreendem”, afirma deTar. “É o que se espera quando você reduz os custos e se concentra primariamente no uso de dados próprios ao invés de dados de terceiros, que você não sabe de onde estão vindo”.

Comercialmente, o GDB está sendo liderado por Marcelo Pincherle, vindo da Serasa Experian para assumir esta função, e que traz sólido conhecimento de ambos os mercados online e off-line de dados. Como parte da parceria tecnológica, Marcelo Nogueira, da SIGNAL, passa também a fazer parte do time comercial baseado em São Paulo.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Cláudio Garcia

Site mobile do Estadão ganha prêmio em Nova York

Plataforma recebe UX Awards, uma das mais importantes premiações do mundo em experiência de usuários nas plataformas digitais

A versão mobile do portal Estadão.com acaba de receber uma das principais premiações do meio tecnológico em âmbito mundial. O projeto do jornal de seu site móvel para smartphones e tablets recebeu o UX Awards. A escolha aconteceu em Nova York e reuniu especialistas em design de todo os Estados Unidos e de outros países, como a Inglaterra, em um evento com lotação esgotada na prestigiada escola Parsons The New School for Design, no Village, em Manhattan.

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Em sua quinta edição, o UX Awards está em sua quinta edição e já é considerado um dos mais importantes prêmios do mundo de experiência de usuários em plataformas digitais. Os vencedores foram escolhidos por oito jurados, entre eles profissionais do banco Morgan Stanley, da McKinsey, da Airbnb e da Tectonic, baseados em locais como Nova York, Londres, São Francisco e Seattle. No currículo de alguns, estavam a passagem por gigantes de tecnologia como o Google e a Microsoft.

O prêmio foi recebido por Ricardo Gandour, diretor de Conteúdo do Grupo Estado, e Feliphe Lavor, diretor de UX do escritório da Huge em Nova York, A Huge foi responsável pelo desenvolvimento do design e da pesquisa do site, enquanto a parte tecnológica ficou por conta da equipe do próprio jornal.

O redesenho demorou cerca de seis meses e durante o projeto foram ouvidos muitos profissionais do próprio jornal, além de entrevistas com leitores de São Paulo e de outras partes do Brasil. Além disso, foram ouvidos profissionais do jornal norte-americano The New York Times, do periódico inglês Guardian e da BBC News. O objetivo, segundo Lavor, foi desenvolver uma plataforma pensada no usuário e, para isso, se usou o que há de mais moderno tecnologicamente.

Durante a entrega do prêmio em Nova York para o jornal, o jurado Bill Flora, fundador da Tectonic e ex-diretor da Microsoft, destacou que entre os fatores que chamaram a atenção no novo site para plataformas móveis do Estado foi a criatividade, a forma de apresentação do conteúdo e os detalhes levados em consideração na apresentação desse conteúdo.

Para Eduardo Torres, diretor-geral da Huge no Rio e vice-presidente para a América Latina, o objetivo do trabalho, feito em conjunto com o Estado, foi desenvolver um produto digital que adapta a experiência de leitura do usuário no celular à excepcional qualidade da produção jornalística do jornal. “Trata-se de uma plataforma digital adaptada ao crescente consumo de conteúdo em smartphones e que deixa o jornal à frente de seus concorrentes em relação às demandas do leitor”, disse.

O projeto desenvolvido pelo Estadão foi o único vencedor de um país fora dos EUA e Reino Unido e o único de uma empresa de comunicação. Entre os outros projetos ganhadores na noite de ontem, estava um aplicativo para técnicos de jogos de tênis terem uma visão mais clara da partida e outro que avisa se uma criança está tendo uma reação alérgica. Também saiu vencedor um aplicativo que ajuda a montar móveis e outros equipamentos e uma pequeno compartimento de papelão que permite visão em três dimensões e vem sendo usada pelo jornal The New York Times para apresentar notícias.

Beverly May, diretora executiva da UX Awards, explicou que os jurados levaram em conta para escolher os vencedores fatores como o entendimento claro das necessidades dos usuários e se o produto resolve essas necessidades, além de ser intuitivo e bem desenhado. Também foi levado em conta se o projeto é criativo, tem “apelo” para o usuário e ainda tem “personalidade e autenticidade”. “Também houve muito debate e discussões entre os jurados sobre cada projeto e os premiados são todos excepcionais”, afirmou.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Planeta Serviços Digitais aumenta seu portifólio de produtos e passa a comercializar Facebook Ads

Empresa acompanha a tendência e cria novas oportunidades a MPEs

A Planeta Serviços Digitais, empresa do Estadão especializada em soluções digitais para micro e pequenas empresas (MPEs), inicia a partir deste mês a comercialização de Facebook Ads – links patrocinados na rede do Facebook. Com a nova operação, a Planeta aumenta seu portfólio de serviços e dá oportunidade ao micro e pequeno empresário de se relacionar com seu público nas redes sociais.

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Pelo Facebook Ads, a Planeta pretende ofertar cinco modalidades de anúncios: Curtir na Fanpage, Post Patrocinado, Direcionamento para o Site, Engajamento no Site e Anúncios por Geolocalização – que é a grande aposta da empresa para o público de MPEs. Essa modalidade de anúncio permite impactar pessoas que estejam próximas ao estabelecimento, em um raio de distância definido pelo empresário.

Atualmente, o Facebook possui aproximadamente 89 milhões de brasileiros conectados – oito em cada dez jovens possuem um perfil na rede social, de acordo com dados da própria rede. Esse tráfego qualificado permite gerar engajamento social com a marca, seja pelo site da empresa ou uma fanpage, possibilitando maior fidelização dos clientes.

Ainda segundo o Facebook, entre 2014 e 2015, o número de pequenas empresas com fanpage na rede social cresceu 50%. Nesse período, foram criadas 1 milhão de novas páginas com esse perfil. O número total passou de 2 milhões no ano passado para 3 milhões em 2015. Os negócios gerados também têm dados muito interessantes: os anúncios e vendas dessas empresas via Facebook movimentaram cerca de US$ 10 bilhões nesse ano. Além disso, as pequenas e médias empresas têm cada vez mais usado a rede social como uma forma rápida, direta e eficiente de se comunicarem com seus públicos-alvo.

“Mais de 1,4 bilhão de pessoas usam o Facebook em todo o mundo, sendo que acima de 900 milhões o acessam todos os dias. São 15% da população mundial com conta na rede social. O Brasil é o segundo país com mais usuários no mundo, perdendo apenas para os Estado Unidos. Poder se conectar a esse público por meio de um anúncio, tendo como base uma série de formatos, permite ter uma exposição quase que inimaginável para quem é pequeno. Hoje, não é somente importante ter presença na internet, mas também divulgar e investir em mídia. O Facebook é uma das mídias top para isso e, agora, está ao alcance de todos, independentemente do tamanho”, conclui Claudio Souza, diretor-geral da Planeta.

As empresas que quiserem conhecer o portfólio de produtos da Planeta e a nova ferramenta do Facebook podem obter maiores informações pelo telefone 4003-3736, e-mail: assine@planetaestadao.com.br ou no site planetadigital.estadao.com.br.

Sobre a Planeta Serviços Digitais – Há mais de 30 anos se relacionando com milhões de empresas, a Planeta Serviços Digitais, empresa do Estadão especializada em ajudar pequenas e médias empresas a desenvolver estratégias focadas no marketing digital, conta com equipe de consultores especializados e oferece serviços de maneira integrada. Promove soluções completas, ajuda o pequeno e médio empreendedor a ter presença na internet para que sejam gerados mais negócios.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Estadão cria canal para participação direta do leitor

Aplicativo Você no Estadão receberá fotos e vídeos de leitores, que poderão pautar redação

Com as ferramentas mobile disponíveis hoje em dia, o acesso à informação está cada vez mais rápido. Da mesma forma, a interatividade com leitores e internautas é amplamente difundida e incentivada pelos veículos de comunicação. Por esse motivo, o Estadão está lançando o aplicativo Você no Estadão que objetiva uma aproximação ainda maior com o público, fazendo dele um fornecedor de informação para o jornal.

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O app poderá receber fotos e vídeos de leitores, que chegarão diretamente à redação, responsável por selecionar e postar o material em site dedicado (www.voce.estadao.com.br) dentro do Portal Estadão. Além disso, a ideia é usar essas informações também nas redes sociais do jornal e na edição impressa, que terá seção específica para isso.

“As novas ferramentas que dispomos fazem com que a redação fique gradativamente mais interativa. O leitor não é mais somente passivo, ele participa, opina, critica, sugere. Muitas dessas informações são usadas pela redação, entram na discussão de pauta e até viram matéria. Queremos com o Você no Estadão ampliar essa interatividade. Nosso objetivo é criar um importante drive de informações que será amplamente usado pelos jornalistas do Estadão. Sem dúvida, é excelente oportunidade de a população ‘conversar’ com a redação e vice-versa, ampliando nossas reuniões de pauta para além das paredes do jornal”, afirma Luis Fernando Bovo, editor-executivo de Conteúdos Digitais do Estadão.

Segundo ele, o app foi concebido pela redação e desenvolvido por empresa especializada. O Você no Estadão estará disponível para os sistemas iOS e Android e terá comunicação direta com a redação, responsável por receber e gerir esse conteúdo, por meio de um sistema interno de administração, que fará a curadoria de todo material enviado.

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A participação do usuário será incentivada por meio do próprio aplicativo, do site e das redes sociais do jornal. Além de temas livres, periodicamente serão propostos temas para fotos, em um esquema call to action, no qual a interatividade será sempre incentivada. Para participar e enviar sugestões, o usuário tem de concordar com o termo de uso do aplicativo, simples e rápido de ser preenchido.

A comunicação do jornal com o leitor via tecnologia é uma constante no Estadão. O jornal, há anos, vem usando novos recursos de produção jornalística, como formatos multimídias, novas formas de narrativas que atraem mais os jovens e até mesmo criação de conteúdos de maior interesse do público, por meio de blogs voltados para comportamento, cultura, moda, ambiente e educação. Mas sempre respeitando o DNA jornalístico do Estadão e seu posicionamento.

“O Estadão é hoje a marca com o maior engajamento da internet brasileira, segundo pesquisa recente da Bites, que usa a ferramenta irlandesa NewsWhip. Conforme o estudo, os textos e vídeos publicados pelos sites do jornal registraram, em média, 1.012 interações (compartilhamentos, curtidas e recomendações) cada um em 2014, 27% a mais que o segundo colocado”, expõe Roberto Gazzi, diretor de Desenvolvimento Editorial do Estadão.

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Recentemente, o veículo lançou nova versão do seu portal móvel, o Estadão Móvel (http://www.estadao.com.br/aplicativos/celular/estadao-movel), desenvolvido para que o usuário tenha a melhor experiência possível ao ler informações em dispositivos móveis. Outro produto de grande aceitação está sendo o Minuto Estadão (http://tv.estadao.com.br/minuto-estadao), que resume em vídeos curtos e com linguagem inédita temas atuais do Brasil e do mundo. Esse projeto, aliás, nasceu de um concurso interno de inovação, o Futuro Estadão, realizado pela empresa entre seus funcionários no ano passado.

“Com as ferramentas disponíveis atualmente, os jornalistas mais do que nunca têm a oportunidade de tornar interessante o fato importante e importante o fato interessante”, diz. Caso do Estadão Dados, iniciativa pioneira do jornal no Brasil. Além disso, o portal apresenta narrativas multimídias, em vídeos e infografias elaboradas. “Atento a esse comportamento, o Estadão desenvolve tecnologias que facilitam o compartilhamento de conteúdos publicados em seu portal e seu site móvel, por meio de aplicativos e canais abertos via Whatsapp e Waze (outro serviço pioneiro do veículo). Outras novidades devem vir por aí”, conclui o diretor do jornal.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone