CX Trends 2023: 61% dos consumidores esperam ter experiências cada vez mais naturais e fluidas

Estudo da Zendesk, lançado globalmente hoje, também constatou que 71% dos líderes empresariais estão repensando processos de experiência do consumidor

A mais recente edição do estudo global CX Trends, apresentado hoje pela Zendesk revela que os consumidores esperam ter cada vez mais experiências imersivas, e essas têm se tornado rapidamente um importante diferencial para as empresas manterem a competitividade e a fidelização de seus clientes. De acordo com o relatório, focado em tendências de Customer Experience (CX, ou Experiência do Cliente), 61% dos consumidores esperam ter experiências cada vez mais naturais e fluidas, o que inclui o atendimento pós-venda.

A experiência imersiva está evoluindo para um novo padrão, redefinindo o nível de envolvimento das empresas com seus clientes. Essa mudança é resultado de consumidores cada vez mais exigentes, que desejam ser atendidos onde quer que estejam, pelo canal que lhes for mais conveniente e por meio de interações contínuas, sem atritos. Nos últimos anos, líderes de negócios reconheceram que essa transformação requer um papel mais amplo de CX, o que tem exigido investimentos relevantes para permanecerem competitivos e atenderem às elevadas expectativas dos consumidores.

“Os clientes têm expectativas altas, pouca paciência e muitas opções na hora de fazer um negócio”, diz Adrian McDermott, Chief Technology Officer da Zendesk. “Este ano, o CX Trends mostra que essa mudança de comportamento levou os líderes a investir em tecnologia para criar experiências mais imersivas e contínuas. Trata-se de um novo padrão de atendimento, que é essencial para conquistar clientes, mantê-los fiéis, e, consequentemente, aumentar a lucratividade das empresas”.

O relatório Zendesk CX Trends 2023 foi feito com dados de 3.700 clientes e mais de 4.700 líderes de CX, agentes e compradores de tecnologia de 20 países, além de dados de utilização de produtos Zendesk de quase 100 mil clientes da empresa em todo o mundo, entre pequenas e grandes companhias. As principais descobertas deste ano destacam que Inteligência Artificial (IA), atendimento conversacional, personalização e atenção ao sentimento do cliente, além do alto nível de integração de equipes, são componentes determinantes para que uma empresa consiga oferecer experiências imersivas e que definirão o futuro da Experiência do Cliente.

Clientes querem (e esperam) que a Inteligência Artificial evolua

O aumento de investimento em IA não passou despercebido e os clientes estão se sentindo mais à vontade com sua presença. Daqueles que interagem com bots de atendimento ao cliente regularmente, 72% identificaram melhorias de qualidade e dizem que os bots funcionam bem ao responder a perguntas simples, respondem mais rápido do que os agentes humanos e são confiáveis para fornecer informações precisas e úteis.

À medida que os clientes desfrutam de experiências mais ricas com bots, suas expectativas também aumentam. Segundo o relatório, 75% dos clientes esperam que as interações de IA se tornem mais naturais e humanas com o tempo, e a evolução da Inteligência Artificial permitirá que os clientes façam perguntas cada vez mais complexas.

“É evidente que os consumidores continuam a aderir cada vez mais ao atendimento feito por IA, ao terem seus problemas resolvidos de maneira quase idêntica ao suporte humano”, afirma McDermott. “Sabemos que as empresas estão trabalhando para melhorar a Inteligência Artificial, mas há uma percepção crescente de que atender às expectativas dos clientes exigirá um esforço mais concentrado. Os clientes, por sua vez, não estão dispostos a esperar que as empresas façam mudanças graduais, um sinal de que a mudança precisa acontecer rapidamente”.

Experiências de conversação empoderam os clientes

Os clientes estão impulsionando o avanço das experiências de atendimento conversacional. Eles querem interações fluidas, amigáveis e naturais, que os coloquem no controle e não atrapalhem suas próprias tarefas. No caso de um atendimento interrompido, por exemplo, eles esperam que um novo agente do SAC consiga facilmente retomar de onde a conversa anterior terminou. A verdade é que 70% dos clientes gastam mais com marcas que oferecem uma experiência perfeita em todos os pontos de contato. Da mesma forma, 64% gastarão mais se seus problemas forem resolvidos no canal que estão usando naquele momento.

Embora as expectativas dos clientes sejam muito claras, as empresas ainda estão se atualizando. O estudo mostra que 71% dos líderes se comprometeram a reprojetar o atendimento ao cliente e 60% desejam (ou estão planejando ativamente) implementar serviços de atendimento conversacionais.

Clientes estão ansiosos por mais personalização

De acordo com o levantamento, 59% dos clientes desejam que as empresas utilizem a grande quantidade de dados que possuem para fornecer experiências verdadeiramente personalizadas, que transcendam os esforços típicos de marketing, seja na interação física ou online.

Infelizmente, a maioria das empresas tem uma visão estreita do que significa personalização e como fornecê-la; o que está em desacordo com 62% dos clientes, que acham que as empresas podem fazer mais. Se as organizações oferecerem experiências personalizadas, terão a oportunidade de colher os benefícios de relacionamentos duradouros com os clientes – 77% dos líderes empresariais concordam que uma personalização mais profunda leva a uma maior retenção de clientes.

Bem-estar e sentimento do cliente estão remodelando as experiências

As empresas não estão preparadas para entender as emoções dos clientes. As organizações têm se esforçado para melhorar o bem-estar do consumidor, mas 63% dos líderes empresariais admitem que esses esforços foram desfocados e reativos. As empresas não avançaram no rastreamento de dados emocionais de maneira mais formal. Apenas 22% dos líderes e gerentes dizem que o sentimento do cliente é usado para personalizar a experiência que o cliente recebe.

Uma experiência negativa com uma empresa pode causar danos emocionais reais e duradouros, e gerar críticos que vão espalhar a vivência com sua marca. Na verdade, 73% dos clientes mudam para um concorrente após várias experiências ruins e mais da metade deixa de comprar da marca após uma única interação insatisfatória.

Caminho a seguir para Customer Experience

Os líderes de CX estão cada vez mais conscientes dos benefícios de criar experiências imersivas e reconhecem que as funções de suporte são capazes de gerar receita. O fato é que 72% dos líderes de negócios acreditam que a fusão de equipes e responsabilidades em torno de CX aumentam a eficiência operacional, e 64% já têm planos para isso.

“À medida que olhamos para o futuro, fornecer um excelente atendimento ao cliente se tornará ainda mais importante para criar resiliência e gerenciar a incerteza”, diz McDermott. “As marcas que investem em tecnologia para fornecer um CX imersivo e sem atritos verão um aumento na aquisição e fidelidade do cliente e, finalmente, na lucratividade”.

Acesse aqui o relatório Zendesk CX Trends 2023.

Metodologia

O relatório Zendesk CX Trends 2023 traz dados de 3.700 clientes e mais de 4.700 líderes de CX, agentes e compradores de tecnologia de 20 países. Bem como dados de uso de produtos Zendesk de quase 100.000 clientes da empresa em todo o mundo, desde pequenas até grandes companhias durante julho e agosto de 2022. Os resultados foram ponderados para remover o viés das amostras da pesquisa. Os critérios de atividade da conta foram aplicados para filtrar dados de contas inativas. Os dados de uso de produtos Zendesk são baseados na utilização de julho de 2021 a julho de 2022.

Sobre a Zendesk

A Zendesk iniciou a revolução da experiência do cliente em 2007, permitindo que qualquer empresa em todo o mundo disponibilizasse atendimento ao cliente online. Hoje, a Zendesk é a líder no segmento e possibilita bilhões de conversas, conectando mais de 100.000 marcas a centenas de milhões de clientes por telefone, bate-papo, e-mail, mensagens, canais sociais, comunidades, sites de avaliação e centrais de ajuda. A empresa foi criada em Copenhague, Dinamarca, construída e desenvolvida na Califórnia, aberta na cidade de Nova York e hoje emprega mais de 6.000 pessoas em todo o mundo. Saiba mais em www.zendesk.com.br.

Fonte: Zendesk//Nova PR

ESPM mapeia conexão entre marcas e consumidores no ambiente digital

Pesquisa inédita mostra quanto a comunicação das marcas está conectada com os consumidores

Núcleo DIGI está estudando a Transformação Digital na Comunicação das Empresas, as empresas podem participar respondendo a pesquisa

Quanto a comunicação das marcas está conectada com seus consumidores? A questão é objeto da pesquisa inédita “Transformação Digital da Comunicação das Empresas” lançada pelo Núcleo de Transformação Digital da ESPM (DIGI) que faz parte do Centro de Gestão e Transformação de Negócios do curso de Administração. A pesquisa prevê a criação de uma plataforma com inteligência artificial para medir a eficácia das propagandas veiculadas em mídias sociais. A conexão será medida através dos atributos que aparecem nos anúncios como qualidade do produto, segurança e preço versus as expectativas dos consumidores detectadas em comentários nas mídias sociais.

O estudo, inicialmente, contempla seis segmentos: bancos, montadoras, telecomunicações, farmacêutica, supermercados e entretenimento, e analisa como as marcas se conectam com seus consumidores por meio de seus anúncios, como esses temas são apresentados, quais estão mais conectados ao consumidor e que possuem maior engajamento. As análises dos temas serão por meio de netnografia – descrição sistemática das situações sociais que fornecem dados para a análise da cultura de determinado grupo, produto ou sociedade -, baseadas em hábitos e comentários dos consumidores.

Claudio Luiz Cruz de Oliveira, coordenador da pesquisa e professor de Business Technology do curso de Administração da ESPM, ressalta que qualquer empresa pode participar da pesquisa. “O DIGI disponibiliza um link para participação e, em troca, a empresa recebe um relatório para otimizar os resultados de suas campanhas. A participação é rápida e simples. Ao término das respostas, o participante recebe um texto “Como transformar dados em resultados”.

As empresas interessadas podem responder a pesquisa através deste link 

Com Google no primeiro lugar, marcas de tecnologia dominam ranking das mais influentes no Brasil feito pela Ipsos

Seis dimensões foram utilizadas para analisar a influência das marcas

A nona edição do estudo “The Most Influential Brands” no Brasil, realizado pela Ipsos e divulgado nesta terça-feira, 12, comprova a força das empresas de tecnologia na vida das pessoas: oito das dez primeiras posições do ranking são ocupadas por marcas ligadas ao universo digital, com Google encabeçando a lista e levando o título de marca mais influente entre os brasileiros.

Completam o top 10: Samsung (2º), YouTube (3º), Netflix (4º), Lojas Americanas (5º), Amazon (6º), Facebook e Mastercard (7º), Natura e Nestlé (8º), Mercado Livre (9º) e Microsoft (10º). Destas marcas, quatro não apareceram entre as 10 no ano passado: Netflix, Lojas Americanas, Amazon e Natura.

Ao todo, seis dimensões foram utilizadas para avaliar a influência das marcas: Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade social, Engajamento On-line e o desempenho das marcas durante a pandemia por meio de uma dimensão Covid.

Para o CEO da Ipsos no Brasil, Marcos Calliari, a influência vai muito além da posição das marcas no mercado. “Marcas influentes são aquelas que são vistas e ouvidas. Ser vista faz parte do caminho para criar influência, inspirar as pessoas e estimular o engajamento do seu consumidor. Estas marcas não vendem apenas serviços ou produtos, mas, também, formam opinião e estabelecem modelos de comportamento a serem seguidos”.

Marcas nacionais também se destacam

Neste ano, o ranking do estudo traz não apenas um, mas dois nomes nacionais de peso entre as marcas mais influentes: Lojas Americanas, que foi um dos maiores destaques na dimensão de Engajamento On-line, e Natura, marca mais associada à Responsabilidade Social, entre todas as analisadas na pesquisa.

E, apesar de todo a força demonstrada pelo setor de tecnologia, os bens de consumo, que desempenharam um papel essencial na vida dos consumidores durante a crise de Covid-19, marcam presença com a própria Natura, ao lado da Nestlé, empatadas na oitava posição. O ranking das marcas mais influentes no Brasil foi divulgado em um evento on-line na manhã desta terça-feira, 12, com painel de discussão moderado pelo CEO da Ipsos no Brasil e com a participação do Executive Chairman da WMcCann, Hugo Rodrigues, a Diretora de Sustentabilidade, Comunicação & Branding da Nestlé, Bárbara Sapunar e a Head de Marketing Insights e Content do Google na América Latina, Maria Clara Fleury. A apresentação da pesquisa ficou a cargo de Ana Hashizume, Diretora de Brand Health Tracking, Paula Soria, Diretora Sênior de Clientes da Ipsos no Brasil e Steve Levy, Storyteller na Ipsos no Canadá e idealizador do estudo.

Fonte: Giusti Comunicação

E-mail se mostra uma fundamental ferramenta para o marketing durante todas as etapas da pandemia

por Danielle Contin*

Todos os profissionais de marketing enfrentam desafios cotidianamente. Temos que nos superar todos os dias, de forma a encantar nossos clientes e prospects, sejam internos ou externos. Chamo a atenção para os profissionais de e-mail marketing, sempre ansiosos para alcançar o próximo nível de desempenho com relação ao e-mail. No caso deles, os últimos anos têm trazido desafios adicionais, com mudanças muito repentinas de cenário.

Somente em 2021, a Covid-19 e suas cepas colocaram dúvidas sobre quando e se teríamos nossa velha normalidade de volta. A Apple lançou o Mail Protection Privacy (MPP), e novas leis de privacidade bloquearam muitas das técnicas de personalização amplamente utilizadas. Para aumentar o desafio, mesmo métricas de desempenho testadas e comprovadas (como taxas de abertura) começaram a perder seu valor.

O que tenho a dizer aos meus colegas de setor é: não tenham medo. Assim como os humanos caminharam na Lua, exploraram o fundo dos oceanos e escalaram o monte Everest, é possível que os profissionais de e-mail marketing naveguem – e dominem – um território nunca antes visto.

É fácil ficar focado no próprio programa de e-mail e não olhar o ambiente ao redor, mas os profissionais inteligentes de marketing sabem o impacto que o ecossistema de e-mail como um todo tem em seu sucesso.

O começo da pandemia de Covid-19, no início de 2020, teve enorme impacto no volume global de e-mails. À medida que os consumidores se voltavam para as compras online e muitos buscavam recursos para ajudá-los a se adaptar à “vida pandêmica”, empresas de todo o mundo perceberam o verdadeiro valor de seus canais de e-mail. O resultado? O volume global de e-mails aumentou 14% entre 2020 e 2021. Esse boom inicial criou um “novo normal” para a atividade de e-mail, que persiste desde então.

Como parte da nossa estratégia de análise constante do volume global de e-mails, a Validity confirmou que a atividade de e-mail aumentou aproximadamente 60% de março a abril de 2020, quando medidas restritivas foram postas em prática em todo o mundo. E o volume global de e-mails permaneceu muito elevado ao longo do ano passado.

Embora tenham ocorrido variações nesse ritmo durante o ano em razão das datas comemorativas, foi a partir de novembro que o volume de e-mails realmente ganhou força. Isso ocorreu à medida que as empresas se esforçavam para alcançar forte desempenho com as vendas no período, de forma a compensar a receita perdida durante a pandemia.

Os consumidores reforçaram essa tendência iniciando suas compras de fim de ano mais cedo do que o habitual, por causa de problemas amplamente divulgados na cadeia de suprimentos.

Como esperado, o volume global de e-mails disparou no fim de semana da Black Friday/Cyber Monday, ficando 70% acima da média de 2021 e 5% acima do fim de semana da Black Friday/Cyber Monday de 2020.

Outro ponto interessante observado em 2021 foi a diminuição do volume de e-mails em 25% nos fins de semana. Sobre essa oportunidade, falo mais detalhadamente abaixo.

Previsão para 2022

Em suma, esse novo normal veio para ficar, e o volume global de e-mail continuará aumentando neste ano.

A boa notícia é que o canal de e-mail está se mostrando mais relevante do que nunca. No entanto, o alto volume de envio significa pressão adicional na entrega e aumento da concorrência nas caixas de entrada dos assinantes.

Abaixo, listo três sugestões de como nós, profissionais de marketing, podemos nos adaptar a esse “novo normal” do canal de e-mail marketing.

• Manter uma reputação de remetente de primeira linha.
O aumento do volume de e-mail significa que uma reputação sólida do remetente é vital para ter boa entregabilidade. Os provedores de e-mail (MBPs) usam a reputação do remetente para informar suas decisões de entrega (quem será bloqueado, descartado ou limitado) e taxa de transferência. Os remetentes devem monitorar consistentemente sua reputação para identificar rapidamente áreas problemáticas.

• Alterar os tempos de envio programados.
Um MBP de grande importância no ecossistema de e-mail confirmou à Validity que 70% de todo o tráfego de e-mails ocorre nos primeiros dez minutos de cada hora (já que os envios em massa geralmente começam no início da hora). Mudar os envios em 10 ou 15 minutos significa que suas mensagens terão menos concorrência por espaço e capacidade de processamento, além de caixas de entrada menos congestionadas.

• Use a janela do fim de semana.
Dado que o volume de e-mail é 25% maior durante a semana, os fins de semana são uma excelente oportunidade para se comunicar com os clientes, visto que as caixas de entrada tendem a estar menos ocupadas.

*Danielle Contin é gerente de Marketing da Validity para a América Latina.