O humano mesmo no digital

A transformação é digital, mas o fator ainda é humano

por Federico Grosso*

Quando se fala em transformação digital – já há algum tempo -, o uso e implementação das tecnologias em voga são rapidamente associados e dados como passos principais. No entanto, passada a fase do buzz inicial em torno do tema, as empresas vêm, mais recentemente, sendo pressionadas para efetivamente fazer a grande virada e executar suas estratégias de transformação. Muitas ainda nem começaram. Tantas outras se perderam no caminho.

Passou da hora de entender o porquê. E me arrisco a dizer que grande parte do problema é o não entendimento da força motriz de qualquer processo real de transformação: as pessoas. Mais precisamente no mundo corporativo: a força de trabalho.

No entanto, esta outra metade da equação é bastante complexa. Consiste em atrair as pessoas certas e prepará-las para o futuro – algo que, a exemplo de investimentos em recursos tecnológicos, devem ser grandes prioridades para os líderes. Sempre me surpreendo com o esforço que as marcas fazem ao investir na escolha de tecnologias, sem pesar o impacto do talento na execução de todo o grande plano.

A estratégia de talentos e de negócios: paralelas e perpendiculares

Uso aqui nosso próprio exemplo. A Adobe de hoje não existia há sete anos. Todos se lembram: vendíamos caixas com softwares, com atualizações a cada 12 ou 18 meses. Queimamos nossos próprios barcos para fazer a virada. Fomos sinceros com nós mesmos e com o mercado. Sabíamos que seria uma transformação complexa e isso exigiu mudanças em toda a organização, envolvendo estrutura, habilidades e competências.

Os números de evolução do negócio vieram antes do previsto. Foi uma mudança cultural. Foi uma mudança liderada por pessoas e para pessoas.

Muitas vezes, seguir o caminho da transformação não significa uma correção de rumo, mas sim a evolução diante das tendências que se apresentam e visão de futuro. O exercício fiscal de sua empresa pode ter encerrado o ano com números incríveis em todas as linhas, mas não se pode fechar os olhos para o que está por vir. Ou de como o que está por vir pode representar ainda mais ganhos para todo o ecossistema da companhia.

Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente sejam da TI ou do CTO, as pessoas que mais as sentem – os usuários – nem sempre têm clareza ou visão do que se espera delas – uma vez que é da natureza humana evitar a mudança. Mudar é difícil – ainda que essencial para a sobrevivência de muitas marcas. Mexe com a cultura da empresa. Com o mercado. Com pessoas. E é aí que está o real desafio de conduzir a transformação digital.

Internamente, precisamos fornecer aos colaboradores o conhecimento e as habilidades necessárias para dar vida à estratégia comercial. Como gestor de um time, é preciso continuamente mostrar o cenário completo e o caminho a ser seguido até que todos, inclusive os gestores, perguntem-se: “como estou trabalhando coletivamente para chegar lá?”

O poder das redes

Pessoas engajam pessoas, por isso identifique quem são os primeiros simpatizantes da transformação dentro da organização e dê voz a eles. Uma ideia pode até ocorrer em silos, mas a mudança é moldada e efetiva quando espalhada em redes. Elas ajudarão a impulsionar a mudança e podem mostrar na prática o que a estratégia organizacional geral significa. Além disso, esteja ciente de que uma pequena porcentagem de indivíduos “pessimistas” pode inviabilizar a capacidade de uma organização de seguir uma nova direção. Se você consegue de 80% a 90% do time apoiando a mudança, ótimo, mas há uma parte de sua força de trabalho que nunca chega lá.

Storydoing > Storytelling

Recentemente, em nosso evento anual de Digital Marketing – o Adobe Summit – tive o prazer de ouvir do Jensen Huang, CEO da Nvidia, no palco, uma frase inspiradora: “não há outro caminho para a transformação do que arregaçar as próprias mangas”. Se como dito acima, ‘pessoas engajam pessoas’, os líderes são peças fundamentais nesse processo.

Eles são o exemplo

Um estudo recente da Wunderman descobriu que apenas 42% das pessoas dentro das organizações se veem como transformadoras, o que, em outras palavras, significa que apenas uma parcela menor de pessoas se sente à vontade para experimentar coisas novas e assumir riscos. Além disso, 72% das organizações não sacrificam benefícios de curto prazo para ganhos de longo prazo. Então, isso levanta a questão: “como você mantém os funcionários envolvidos? Como você os lidera para a transformação?”

As empresas que já estão no mercado há algum tempo, que viram dias bons e dias ruins, estão bem posicionadas para ver quando e onde a mudança é necessária. Geralmente, a maneira de manter os colaboradores engajados é garantir que eles estejam construindo uma cultura que pode mudar, mas os valores permanecem os mesmos, pois empresas que duram muito tempo estão realmente se mantendo fiéis a seus valores centrais.

As marcas também precisam construir uma cultura que abrace a diversidade e a inclusão, porque trazer perspectivas diferentes será a chave para o sucesso de uma empresa. Como temos uma grande variedade de clientes, também precisamos de uma grande variedade de pessoas, sendo que diversidade e inclusão dizem respeito a todos. Todos devem sentir que têm a oportunidade de participar. E é preciso haver sistemas e processos para permitir que todos participem.

Transformar é penoso. Leva tempo. Se o ‘x’ da questão é descobrir as tecnologias emergentes que melhor se encaixam para o negócio, o ‘y’ é a força de trabalho. Sem o componente humano, a conta nunca fecha.

*Federico Grosso é vice-presidente e diretor geral da Adobe para a América Latina.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Como obter mais sucesso na Black Friday

Estratégias para fazer a melhor Black Friday de todas foram tema de evento em São Paulo

Representantes de empresas de diferentes setores da economia, de olho na data de maior faturamento do comércio eletrônico do país, se reuniram na manhã de quinta (21) em São Paulo. A Campanha S.O.S. Black Friday é uma iniciativa do Pagar.me e quatro empresas parceiras, para esclarecer seus clientes sobre estratégias e armadilhas presentes na data.

“A Black Friday tornou-se o dia mais importante do ano para todos os envolvidos em e-commerces. Entender o comportamento do consumidor e preparar seu negócio para atender com qualidade o cliente é essencial”, comenta Alessandra Giner, CEO do Pagar.me.

Durante o evento, especialistas em Inteligência de Mercado apresentaram dados e projeções de consumo, além de uma curva de comportamento, indicando horários de pico para pesquisa e para compras. Os indicadores trouxeram dicas sobre posicionamento de ofertas, cuidados com estimativa de fluxo de acessos, entre outros.

Após a apresentação de todo o cenário, foi realizada uma mesa redonda, com representantes de quatro das empresas envolvidas – Pagar.me, MundiPagg, Stone e Equals. O público, composto de representantes de 24 clientes destas empresas, pôde trocar ideias, tirar dúvidas e checar estratégias. Foram levantadas questões de prazos de pagamento, chargeback, segurança de informações entre outros.

As dicas da campanha SOS Black Friday não ficarão restritas aos atuais clientes das empresas parceiras. Elas podem ser acessadas gratuitamente através do hotsite (www.sosblackfriday.com.br), que inclui também um e-Book para download.

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação – Silvia Rossetto

Vaga em startup de educação

Quero Bolsa busca redator publicitário

A Quero Educação é uma startup brasileira de marketing educacional que desenvolve soluções para instituições do ensino superior. Nosso principal produto é o Quero Bolsa, marketplace que ajuda futuros alunos do Brasil inteiro a escolher o curso ideal, por um preço que podem pagar.

A startup reúne talentos de todo o Brasil em sua sede em São José dos Campos – SP.

O Redator Publicitário, irá planejar e executar estratégias de otimização com foco na aquisição de tráfego orgânico qualificado para nossos sites e canais, o principal deles sendo querobolsa.com.br. Haverá uma interação constante com as áreas de produção de conteúdo, design, produto e desenvolvimento.

COMO SERÁ O SEU DIA A DIA?

Será responsável pela elaboração dos materiais de comunicação do Quero Bolsa;
Caberá a essa pessoa desenvolver as peças de comunicação, campanhas e identidade visual da empresa junto com a equipe de designers e atendimento;
Planejamento e criação de conteúdo para mídias sociais – facebook, twitter e revista eletrônica;
Desenvolvimento de conceitos para campanhas publicitárias 360;
Contribuição em Brainstorms;
Participação efetiva no desenvolvimento de planejamentos;
Revisão de textos.

NO QUE VOCÊ PRECISA MANDAR BEM?

Conhecimento em técnicas de texto e redação;
Facilidade em criar textos curtos, criativos e diretos;
Desenvoltura para falar;
Bom relacionamento com equipe;
Ser proativo, antenado, informado e ter domínio da língua portuguesa;
Inglês para leitura é um diferencial.

O QUE OS COLABORADORES TÊM?

Cozinheira que faz comida de vó
Alojamento
Jogos (video game, pingue-pongue, arcade etc)
Ambiente descontraído
Você pode trabalhar de chinelo ou de terno, pra gente tanto faz
Snacks e bebidas à vontade
Aula de dança (pra queimar os snacks :P)
Aula de inglês
Gente talentosa e feliz
Planos de saúde e odontológico

Candidate-se por aqui

O cliente em primeiro e no centro das estratégias

Dia do Cliente, a celebração do ano que iguala todos

O empresário norte-americano Henry Ford tinha uma frase como máxima: “Não é o empregador quem paga os salários, mas o cliente”. Isso é algo que nenhum empreendedor deve se esquecer. Desde um padeiro com seu pequeno comércio em algum bairro da cidade até empresários do calibre de Ford.

No próximo dia 15 de setembro será comemorado o Dia do cliente, um dos poucos dias no ano em que uma celebração iguala todos. Porque afinal de contas, todos somos clientes.

Atualmente, na era da mobilidade e do mundo virtual, as empresas devem assumir o desafio de oferecer soluções e agregar valor a um cliente exigente e com pouco tempo. A frase “o cliente tem sempre razão” já não é suficiente. Deve-se ir muito além disso.

Para a Nuvem Shop – plataforma de e-commerce que oferece serviços que possibilitam a qualquer pessoa criar e profissionalizar sua própria loja online – o desafio não é simplesmente atender o cliente, mas apoiá-lo no desenvolvimento, crescimento e êxito de seu negócio, e ainda mais, contribuir com sua felicidade. Por isso a empresa conta com a área de Customer Success.

Na opinião dos especialistas, quais são os desafios mais importantes para atender ao cliente hoje?

“O maior desafio é conseguir oferecer uma experiência homogênea em todos os canais, de boa qualidade, e o mais rápido possível”- ressaltou Alejandro Vazquez Co-Founder & Chief Customer Officer da Nuvem Shop.

“Acredito que hoje em dia os clientes gostem que tudo seja resolvido na hora. Então, ter um atendimento em tempo real, com soluções imediatas é imprescindível ”, completou Natalia Lopez, Scalable Channel da empresa.

Nenhuma marca duvidaria do poder que o usuário exerce hoje. Entretanto, as formas de dimensionar e dar lugar a esse cliente dentro da estratégia variam de empresa para empresa. Neste contexto, ao mesmo tempo que cresce o compromisso das companhias para entender e se aproximar dos clientes, a tendência lógica leva a pensar em uma estratégia client first.

Client first: é uma abordagem adequada?

Vazquéz da Nuvem Shop expressa: “Ser cliente-first ou customer-oriented não necessariamente é assumir que o cliente sempre tem razão. Ser uma empresa customer-first implica em escutar seus principais usuários, aqueles de quem a empresa realmente resolve os problemas, e desenvolver um melhor produto e serviço”.

“Realmente a Nuvem se preocupa muito com o feedback e sugestões dos nossos clientes. No entanto, isso não significa que o cliente tem razão sempre, pois muitas vezes, por ter visibilidade de uma parte e não do todo, a solução desejada pode não resolver a questão a longo prazo. Por isso, nos preocupamos em absorver o feedback e processar uma solução que realmente ajude profundamente o cliente”, completou Carol Izidoro também da área de Customer Service da Nuvem Shop.

O cliente entra em contato por todos os canais disponíveis e quer uma resposta rápida porque esse é o seu negócio e a depender da ajuda oferecida pelas áreas de Customer, saberá se pode fazer ou não determinada ação (“tempo real”, “quero agora, de imediato”).

As empresas têm o desafio de responder sem aumentar as equipes de forma desmedida: a chave é a escalabilidade. Que o cliente tenha as respostas ao alcance das mãos, que não tenha nem mesmo que escrever um email, não porque lhe seja incômodo, mas porque diretamente tudo é tão claro que não há necessidade.

Em que medida é possível a atenção personalizada?

“Existe uma tendência de tentar oferecer tudo isso apoiado em inteligência artificial e machine learning. Em muitos cenários será o melhor caminho para o usuário, complementado eventualmente pela ajuda relevante de um profissional, como nossos Assessores Nuvem, que podem gerar muito valor nas interações pessoais, seja por e-mail, chat ou telefone” salientou Vazquez.

“Escalabilidade, para mim, é o objetivo – ou deveria ser – de toda a empresa. Por mais que o cliente goste de conversar e saber que existem pessoas reais conversando com ele, esperar para “dar um passo” em seu próprio negócio, dependendo de outras pessoas, é andar na contra mão”, assentiu Natalia Lopez.

O cliente em primeiro e no centro das estratégias. Tempo real e escalabilidade se apresentam como as palavras chave desta nova era. O desafio é grande, mas, sem dúvidas, as companhias que saibam responder, farão a diferença.

Fonte: Partner Press&RP