Estácio lança campanha com Emicida

Estácio faz seu brilho com Emicida

2021 está aí. Com o início deste novo ciclo, o resgate da esperança e novas metas se fazem cada vez mais presentes. Conectada com este novo momento, a Estácio, uma das maiores instituições de ensino superior do país, acaba de lançar a sua nova campanha “Faz seu brilho”.

https://youtu.be/anCIgF4kYCk

A campanha – que foi ao ar no último dia 04 – desta nova fase tem a criação da Artplan e co-criação de uma das maiores influências jovens da atualidade e que transcende a musicalidade, o rapper Emicida. A parceria com Emicida – reconhecido pelos seus versos incisivos, discurso forte e rimas cheias de sensibilidade – tem o objetivo de despertar o brilho que existe dentro de cada estudante. O rapper é protagonista de uma série de ações para a marca, e incentiva as pessoas a buscarem seu próprio brilho com a convocação “Arrasta pra cima e brilha”.

Escrevendo a sua Brilhografia

Na campanha, Emicida é o porta-voz da marca, que convoca as pessoas a escreverem a sua “Brilhografia” e despertar o talento que vai construir um futuro de crescimento, com base em conhecimento. No vídeo, sob a direção de Fred Ouro Preto (mesmo diretor do documentário “AmarElo – É tudo pra ontem), Emicida está em uma carteira de estudantes, localizada em um enorme estúdio vazio. Com sua rima potente, o rapper dispara versos que falam direto com aqueles que desejam e podem fazer a diferença em suas próprias vidas.

https://youtu.be/FvfTXJDPMwI

Brilhogia, uma nova disciplina

Além de uma campanha com vários formatos que vai cobrir todas as mídias como TV aberta, TV paga, rádio, OOH e digital, Emicida protagoniza também vídeos com mensagens sobre autoestima, propósito e empreendedorismo para uma ação que vai muito além da comunicação. O rapper será curador criativo de uma nova disciplina da instituição chamada “Brilhogia”. A ideia é ajudar estudantes a revelarem o seu potencial criativo e intelectual por meio do conhecimento sobre como expor o brilho próprio de cada um.

Com isso, a Estácio estabelece que o “Faz seu brilho” é muito maior que uma simples assinatura.

https://youtu.be/r-MxQQ4Bguk

Ficha Técnica

Anunciante: Estácio

Agência: Artplan

Campanha: Arrasta Pra Cima e Brilha

Diretor de Criação: Marcello Noronha

Co-criação: Emicida

Criação: Marcello Noronha, Felippe Mendonça, Luiz Faria e Manuela Porto

RTVC: Felipe Cunha

Diretora de Atendimento: Ana Paula Sanchez

Atendimento: Cristiana Miranda, Priscila Corrêa, Priscila França e Stella Malta

Diretora Geral de Mídia: Sabrina Frota

Diretora de Mídia: Joana Chulam e Sara Gobbi

Mídia: Marcio Marchiori

Diretor de Planejamento: Paula Lagrotta

Planejamento: Aline Freitas

Produtora do filme: Café Royal

Diretor: Fred Ouro Preto

Produtora de Som: Cabaret

Cliente: Eduardo Guedes, Renata Rudge, Renata Veloso, Mylena Moraes, Kaio Nazioneno, Bianca Rezende e Ana Paula Barros

Fonte: APPROACH COMUNICAÇÃO – Luciana Thomaz

Coluna Propaganda&Arte

O que Dolly, Chaves e guarda-chuva de chocolate têm em comum?

Além do famoso Dollynho, do programa do Chaves e daqueles chocolatinhos em formato de guarda-chuva, o seriado La Casa de Papel, faz parte de um seleto grupo de coisas ruins que adoramos.

Quando falo que algo é ruim, não estou entrando no mérito de uma avaliação artística, no caso dos programas de TV, ou uma análise de qualidade técnica, no caso dos alimentos. Por isso, para que nosso texto seja produtivo e minha linha de raciocínio fique clara, vamos considerar as seguintes questões:

1- O que significa dizer que algo é “ruim”?
Não estamos pensando nos campos morais ou éticos, de algo bom e ruim. E sim, de algo simples, com poucos elementos em sua composição, barato, com baixos investimentos e, por esse motivo, de baixo valor final.

Esse conceito explicaria as propagandas e os comerciais de baixo custo do refrigerante Dolly, assim como sua mascote que até meme virou, tamanha proximidade esse personagem tem com o público brasileiro.

Já os guarda-chuvas de chocolate, docinhos de décadas atrás, assim como as moedinhas de chocolate e os polêmicos cigarrinhos, oferecem um chocolate comum e barato, com um gosto característico, se diferenciando pelo formato. O resultado é um sucesso gigante com o grande público que consome o que é barato ou se afeiçoa por algum ponto desse produto.

2- Tudo o que é ruim é simples? E tudo que é simples é ruim?
Esse outro conceito precisa ser quebrado. O artista Romero Britto é bastante criticado por apresentar um estilo bastante colorido, simples e até infantil. Ele fez sucesso assim e agradou pessoas de todas as classes sociais. Esse é um feito que precisa ser reconhecido.

Outros artistas também usaram a simplicidade para expressar sua arte e, no meio artístico, são consagrados e colocados no hall da arte moderna. É o caso do movimento Minimalista que surgiu na década de 60 em New York e até hoje faz muito sucesso.

3- Eu preciso ter vergonha de gostar de algo “ruim”?
Claro que não. Cada um tem um tipo de gosto e cada pessoa aprecia um tipo de complexidade da arte ou produto. Seja de um seriado, como La Casa de Papel, que apresenta um roteiro forçado em algumas cenas e personagens estereotipados, mas agrada pelo conjunto da obra e o carisma de certos personagens. Ou então, o seriado mexicano Chespirito (Chaves e Chapolin) que conta com poucos atores, cenários baratos e personagens planos para conseguir cativar o público e gerar empatia de seus telespectadores.

É interessante, porém, saber que existem sempre produtos de melhor qualidade, seja um tipo de bebida, um chocolate, filmes ou séries, que demandaram mais tempo, investimento e raciocínio de seus criadores para conseguir chegar ao seu produto final. Isso também precisa ser valorizado.

4- E se eu não ligar para essas coisas de ruim ou bom?
Eu coloquei essa questão aqui, pois sei que cada um tem o direito de considerar ruim ou bom algo que viu, consumiu ou gosta. A análise aqui é mais no mérito de entender os motivos que levam algo de baixo investimento a fazer tanto sucesso. E o ponto que eu acredito responder à pergunta é a SIMPLICIDADE, que gera uma unidade mais palpável e comunica com mais pessoas.

Uma propaganda ruim, uma mascote comum, um programa de baixo investimento, um alimento extremamente barato e com sabor exagerado. Todos estes são caminhos que indústrias e profissionais escolheram para trilhar e, pelo jeito, sempre vai existir mercado para esse tipo de produto. Ruim ou não, o importante é que a gente consome, adora e não esquece. No final, é disso que trata a propaganda, não é?

Via Vale recebe temporada de promoção do Cinemark

Unidade do Garden oferece ingressos por preços promocionais de R$ 5 a R$ 12

No mês de abril a rede Cinemark de cinemas está voltando com algumas promoções que prometem fazer muito sucesso entre os apaixonados por filmes.

No Via Vale Garden Shopping, a promoção que já está ativa é a “Barato de Cinema”. De segunda à quarta-feira, os clientes da Rede que frequentam a unidade no Garden poderão assistir a filmes pelos valores de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), para sessões em 2D, e de R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) para sessões em 3D.

A programação completa dos cinemas pode ser consultada no site da Rede: www.cinemark.com.br. As promoções são válidas por tempo indeterminado, exceto em feriados e nas salas XD, Prime e D-Box.

Serviço – Cinemark Via Vale Garden Shopping – Taubaté

Promoção – “Barato de Cinema”:
Ingressos – segunda à quarta:
Salas 2D -R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)
Salas 3D – R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia)

Coluna Propaganda&Arte

Qual a relevância dos filmes do Oscar para as futuras gerações?

Quando se fala em filmes logo se pensa em ficar em casa tranquilo em um momento de puro entretenimento, mas para muitas pessoas fazer a sétima arte exige muito trabalho, estudo e sacrifícios. Ainda mais se você sonha em ganhar um Oscar.

Eu gosto muito de ver filmes, tanto para aproveitar um fim de semana preguiçoso, quanto para analisar as fotografias, os roteiros, os efeitos especiais e sonoros que fazem toda a diferença no produto final. Não quero entrar no mérito se os filmes ganhadores do Oscar são bons ou não, se o sistema de votação é justo ou não. Até porque esse é um elemento de arte, e arte é técnica, é subjetiva, é momento de vida e é História. Isso mesmo.

Eu sempre questionei esses filmes que se aproveitam de discussões do momento para mostrar situações nas telonas. Atualmente vemos muitos indicados falando de diversidade, sexualidade, preconceito, dentre outros assuntos polêmicos. Confesso que sempre achei forçada essa linha da Academia querer premiar os filmes que representam um momento da sociedade, um assunto relevante para aquele ano, pois para mim arte é atemporal e deveria premiar o que é bom e ponto final. E quando eu achava que nada me faria mudar de ideia, tcham! Um ponto de virada.

Depois de analisar filmes vencedores do Oscar dos anos 70 para cá, percebi a importância dessas premiações. Além de valorizar a parte técnica que só tem se aprimorado com a tecnologia e com novos autores de diversos países aparecendo, nós podemos fazer uma verdadeira viagem no tempo ao vê-los.

Por exemplo, assisti a um filme vencedor do fim dos anos 70, chamado Kramer vs. Kramer, onde um pai muito dedicado à sua carreira (aliás, um publicitário como eu – me identifiquei!) não percebe seu casamento desmoronar e acaba perdendo a mulher que sai de casa deixando-o com a missão de criar o filho e fazer as tarefas da casa (e quem tem filho sabe que são muitas – me identifiquei parte 2!).

Resumindo, ela pede o divórcio e eles entram em uma batalha judicial pela guarda do menino. Pense no fim dos anos 70. Nesse momento, a sociedade dos anos 80 já respirava um novo panorama, as mulheres estavam vendo uma possibilidade de viver uma nova chance, uma vez que o casamento já não funcionava e buscavam cada vez mais independência e igualdade. O número de divórcios começou a crescer e no meio disso tudo, levantou-se a questão: quais são as consequências de um divórcio?

Claro, toda decisão traz consequências e eu nem preciso dizer o impacto de um divórcio para uma criança de sete anos, como é o caso do filme. Essas grandes questões nos fazem pensar como aquelas pessoas pensavam, gerando emoções muito semelhantes e conflitos que marcaram uma geração.

Quer fazer uma experiência interessante? Escolha algum filme vencedor do Oscar de qualquer década para ver e sinta o ponto alto da história. Seja transportado para as emoções que foram geradas naquela época, por aquele filme. Ainda não inventaram forma melhor de viajar no tempo. Talvez escutar a um álbum musical famoso, que marcou época, mas esse já é assunto para um novo texto.

Qual filme do Oscar, na sua opinião, marcou sua geração?