Segunda edição do Nexus Summit

Guichê Virtual apoia evento que atrai investidores e empreendedores para a região

Encontro acontecerá nos dias 29 e 30 de agosto, no Centro de Eventos do Parque Tecnológico de São José dos Campos

O Guichê Virtual, aplicativo líder na venda de passagens de ônibus e startup do Parahyba Valley, participa e apoia a segunda edição do Nexus Summit, no Parque Tecnológico de São José dos Campos, nos dias 29 e 30 de agosto.

O evento, realizado pelo Nexus – o hub de inovação do PqTec, reúne empreendedores e investidores da região, com programação intensa e ótimas oportunidades de negócios e networking.

Halyson Valadão, CMO do Guichê Virtual, fala sobre a relevância desse tipo de encontro: “é importante reunir o ecossistema de startups do Vale do Paraíba para aproximá-lo dos futuros empreendedores da região. Além disso, devemos colocar São José dos Campos no mapa da economia criativa e, com isso, atrair investidores e profissionais em busca de novas oportunidades”.

O encontro contará com a participação de nomes importantes do empreendedorismo na região, como Halyson Valadão, CMO do Guichê Virtual; Michel Amaral, CEO da Designa; Rafael Kizo, founder da Mlabs, entre outros.

Os ingressos do Nexus Summit 2019 estão disponíveis na página oficial do evento.

Mais informações:

Data: 29 e 30/08 (quinta e sexta)

Horário: a partir das 08:30h

Local do evento: Parque Tecnológico de São José dos Campos – Dr. Altino Bondensan, 500 – Bloco Nexus, São José dos Campos – SP, 12247-016

Coluna “Discutindo a relação…”

Perdendo ídolos e esquecendo a razão

Eu tentei fugir deste assunto… Tentei encontrar alguma outra coisa sobre a qual escrever esse mês. Mas o coração falou mais alto, embora estivesse encolhido…

O assunto é a saída do Fábio Fernandes da F/Nazca, agência que fundou ao lado de dois outros sócios e que rapidamente se firmou como uma das maiores e mais criativas do mercado brasileiro. O Fabio e a F/Nazca fizeram muita coisa maravilhosa para a Skol (o maravilhoso conceito “Desce redondo” que está aí até hoje), fez o adorável Formigas para a Philco e o Grand Prix de Filme em Cannes 2015 para a Leica, intitulado “100”.

A F/Nazca soma nada mais nada menos do que 70 leões em Cannes desde o seu lançamento.

A notícia caiu como uma bomba e me deixou abalado. Chateado mesmo. Pensei: ah, não, mais um craque se vai… mais um ídolo da minha profissão meio que se despede dos gramados publicitários. E o pior: sai da agência que criou dizendo claramente que não saiu por uma decisão sua!

Foto by Meio&Mensagem

A notícia também me deixou reflexivo.Fiquei a pensar em que caminhos a atividade publicitária está tomando ou irá tomar. Pelo menos nos grandes grupos, nas grandes redes de agências, parece que ou o mais importante é aumentar a rentabilidade e aumentar o valor das ações para os acionistas (não importando muito a qualidade da entrega) ou os chefões acreditam que essa geração não é capaz ou adaptável o suficiente para encarar os novos desafios dos novos cenários que aí estão. Não sei…

Só sei que a emoção acabou vencendo a razão e eu só consegui ficar triste e lembrando todos aqueles que recentemente deixaram de trabalhar com minha querida propaganda: Washington Olivetto, Marcelo Serpa, Alexandre Gama, Celso Loduca…

Muitos dirão que eles já eram, que tudo mudou, que a vida é assim mesmo, que é preciso renovar, que o cenário é outro, que o digital hoje manda, que o data é soberano e etc etc etc.

Não quero saber da razão! Não!

Assisti palestra com esses caras, li muito sobre eles – livros, entrevistas, artigos etc – admirei cada campanha “ducaralho” que fizeram, vibrei com cada leão que conquistaram. Tenho o direito de ficar p da vida, de ficar chateado pra caramba!

Tomara que os novos rumos que a propaganda brasileira escolher trilhar daqui para a frente valham muito a pena! Eu acho que gente como o Fabio Fernandez tem muita lenha – da boa – para queimar ainda.Tomara que eu esteja só triste e não pensando com a cabeça…

Tomara!

Tomara que meus alunos agora no início, meio ou fim da faculdade possam ter ídolos do calibre que eu tive.

Tomara!

Evento com Luiza Trajano

Colinas Shopping recebe palestra da empresária Luiza Trajano

Evento ocorre no dia 21 de agosto e marca o início das atividades do núcleo São José do Grupo Mulheres do Brasil, criado pela empresária do Magazine Luiza em 2013

O Colinas Shopping recebe, no dia 21 de agosto, a partir das 17h30, uma palestra com a empresária Luiza Trajano, proprietária do Magazine Luiza. O evento, que será realizado no Teatro Colinas, marca o início das atividades do núcleo joseense do Grupo Mulheres do Brasil, criado em 2013 pela empresária.

Na palestra, Luiza vai abordar as atividades realizadas pelo grupo de mulheres, que conta com núcleos espalhados por todo o país e ainda em países como França, Estados Unidos e Espanha.

Apesar de ser criado por uma empresária, o grupo é destinado a pessoas físicas, todas mulheres, com principal objetivo de inspirá-las por meio de exemplos, debates e palestras.

De acordo com a líder do grupo em São José, Kelce Molina, as atividades em São José serão divididas em núcleos. Já são sete instaurados na cidade, com assuntos ligados ao empreendedorismo, igualdade racial e educação, entre outros.

“Qualquer mulher pode se inscrever para participar do grupo. O importante é que a gente possa inspirar histórias de sucesso por meio de palestras e debates”, afirma Kelce, que é mãe e sócia da nadadora Fabiola Molina.

As inscrições podem ser feitas gratuitamente por aqui . O evento tem o apoio do Colinas Shopping.

Palestra Luiza Trajano

Data: 21 de agosto

Horário: 17h30

Local: Teatro Colinas – Colinas Shopping

Valor: gratuito

Inscrições aqui

Fonte: CABANA – Suzane Rodrigues Ferreira

Coluna “Discutindo a relação…”

Pequenas, ágeis e enxutas

Semana passada aconteceu uma discussão muito legal no Linkedin a partir de um texto postado pelo grande Luiz Buono, sócio e fundador da Fábrica. O Luiz tem se destacado nesta plataforma com textos e reflexões sempre muito bacanas e úteis.

No texto ele narrou um acontecimento de três anos atrás: uma pessoa na fila do SXSW lhe disse que o futuro seria das agências ágeis, enxutas e que tivessem liberdade maior de movimento. Agências independentes. E o Luiz relacionou isso com o recente destaque que três agências brasileiras com esse perfil obtiveram na edição deste ano em Cannes. As agências são a David, a AKQA e a W+K. Esse assunto também foi capa da Meio&Mensagem de 01 de julho.

Comentei na postagem do Buono que acreditava fortemente em um futuro breve no qual as estruturas independentes e ágeis terão mais espaço, enquanto as grandes holdings de comunicação passarão por mais dificuldades.

Olhando para nosso mercado, o mercado do Vale do Paraíba e de interior de SP como quase um todo, podemos constatar que as estruturas condensadas de nossas agências – mais por necessidade do que por inventividade –  têm garantido espaço para  competirem até mesmo nos centros maiores. O digital e suas ferramentas deixaram tudo mais horizontal e como sempre tivemos talento agora podemos competir com a vantagem da estrutura pequena (mas competente), do preço inferior (nosso custo é menor) e da agilidade e multioferta de serviços.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

As primeiras a desbravarem essa trilha e abrirem espaço no mato do mercado das capitais e até do exterior foram as chamadas agências digitais.

Muitas agências – tradicionais e digitais – optam inclusive por trabalhar por projetos, montando equipes de freelancers de acordo com cada demanda. Mesmo em São Paulo capital esse modelo já é bastante encontrado. Tive uma conversa muito boa com o Filipe Crespo da criativosbr sobre isso. O modelo de operação deles é exatamente assim. Dois sócios e uma equipe de frilas de acordo com cada demanda de cada cliente.

Também acredito que muitos modelos operacionais de prestação de serviços em comunicação passem a coexistir. Um necessariamente não exclui o outro. Todos os tipos e modelos de negócios em comunicação, marketing e propaganda estão buscando aprimorar suas armas e caprichar cada vez mais na entrega. Uns permanecerão, outros talvez não.

O mercado é assim. E novos modelos de negócios em comunicação ainda estão por surgir. É aguardar para ver.