Prêmio Recall abre inscrições

Participe do Prêmio Recall de Criação Publicitária

Vem aí o 18º PRÊMIO RECALL DE CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA. O MELHOR DA PROPAGANDA NO INTERIOR PAULISTA. Premiação realizada pela Revista Recall convoca agências do interior de São Paulo para participar da maior premiação publicitária do interior paulista.

O Prêmio Recall será entregue em nove categorias:

• Vídeo – Qualquer vídeo para TV ou internet, com duração máxima de 4 minutos.
• Impresso – Anúncios em jornal ou revista.
• Áudio – Spots, jingles, trilhas e áudio para internet, com duração máxima de 2 minutos.
• Mídia Exterior – Placas de rua (backlight e frontlight), empenas, fachadas, outdoor, busdoor e mídia indoor de locais públicos.
• Gráfico – Folhetos, folders, mala-direta, relatório anual, convites, projetos editoriais, cartazes, catálogos e outros materiais impressos.
• Promocional – Qualquer peça utilizada como apoio em ponto de venda, como displays, móbiles, adesivos de chão, brindes, adesivamento de veículo promocional, wobblers, entre outros.
• Design – Rótulos, embalagens, calendários e projetos de identidade visual.
• Web – Podem ser inscritos sites, portais, peças de loja virtual, hotsites promocionais, websites institucionais, catálogos virtuais, e-mail marketing e banners.
• Social Media – Campanhas e ações para rede social. Também são aceitos aplicativos para redes sociais.
• Também será entregue um troféu de ouro para a agência que obtiver o maior número de trabalhos no short-list.

As inscrições para todas as categorias só poderão ser feitas pelas agências de publicidade com sede no interior do Estado de São Paulo.
Concorrem trabalhos veiculados ou publicados no período de 1º de setembro de 2017 a 31 de agosto de 2018.
Em caso de dúvida, a comissão julgadora solicitará a comprovação da veiculação, sem a qual a peça será desclassificada.

Prazos para a inscrição dos trabalhos e valores

De 1º a 31 de agosto de 2018
Para todas as categorias: R$ 160,00 por peça

De 1º a 14 de setembro de 2018
Para todas as categorias: R$ 180,00 por peça

Cada peça deverá ser considerada uma inscrição isolada, mesmo que faça parte de uma campanha, e cada uma deverá ter uma ficha de inscrição anexa.
Somente podem concorrer peças criadas por agências com sede no interior do Estado de São Paulo. A produção e a veiculação podem ser realizadas em qualquer local, mas a ideia tem de ser, comprovadamente, concebida por uma agência do interior.
Não serão aceitas versões, dublagens e alterações em roteiros em qualquer peça que tenha sido concebida fora da agência. Em caso de dúvida da comissão julgadora sobre a criação da peça, serão requisitados materiais originais para comprovação da concepção da ideia.
A comissão julgadora tem o poder de desclassificar qualquer peça, em caso de dúvida.

A premiação em cada categoria está dividida da seguinte forma:
Vídeo – Ouro / Prata / Bronze
Impresso – Ouro / Prata / Bronze
Áudio – Ouro / Prata / Bronze
Mídia Exterior – Ouro / Prata / Bronze
Gráfico – Ouro / Prata / Bronze
Promocional – Ouro / Prata / Bronze
Design – Ouro / Prata / Bronze
Web – Ouro / Prata / Bronze
Social Media – Ouro / Prata / Bronze
Maior número de peças do short-list – Ouro

Será realizado um julgamento que escolherá 10% dos trabalhos inscritos em cada categoria, formando, assim, o short-list.
A agência que obtiver o maior número de peças no short-list, somando-se todas as categorias, também será premiada.
A pontuação em cada categoria será contabilizada para a atualização do “Ranking Recall 2018”.

PREMIAÇÃO
A premiação e a divulgação dos vencedores em cada categoria serão realizadas em outubro ou novembro de 2018, durante evento que será informado previamente.
A revelação do short-list e dos vencedores será feita apenas no evento.

JULGAMENTO
O júri será formado por publicitários renomados das principais agências, produtoras de som e imagem, escritórios de design e veículos da capital, escolhidos pela equipe da revista Recall, cujos nomes serão previamente divulgados.

INSCRIÇÃO
Para participar deve ser preenchida a ficha de inscrição no site www.revistarecall.com.br e devem ser observados os seguintes critérios por categoria:

Vídeo
Os vídeos devem ser enviados por e-mail, junto com a ficha de inscrição, no formato MP4.

Áudio
Todas as peças sonoras devem ser enviadas por e-mail, junto, com a ficha de inscrição, no formato MP3.

Impresso
Devem ser enviados montados em um papel cartão, ou similar, no tamanho A2 (42 cm x 59,4 cm). O anúncio pode ser cópia fotográfica em tamanho natural, impressão com qualidade ou mesmo o próprio original do anúncio impresso. Também deve ser enviado por e-mail o arquivo JPG da peça.

Mídia Exterior
Devem ser enviados montados em um papel-cartão, ou similar, no tamanho A2 (42 cm x 59,4 cm). Também deve ser enviado por e-mail o arquivo JPG da peça.

Gráfico, Promocional e Design
Enviar, preferencialmente, material original, acompanhado de ficha de inscrição. Caso não seja o original, deve ser montado em papel-cartão, tamanho A2 (42 cm x 59,4 cm). Também deve ser enviado por e-mail o arquivo JPG da peça.

Web e Social Media
Preencher a ficha de inscrição no site indicando a URL da peça. O júri acessará o site durante a reunião de análise das peças. Serão realizadas três tentativas de acesso alternadas durante o encontro dos jurados.

As peças físicas devem ser enviadas para:
Revista Recall
Rua São Sebastião, 1.380 – Centro
Ribeirão Preto (SP)
CEP 14015-040
Telefone (16) 2111-7200

Os e-mails devem ser enviados para:
recall@revistarecall.com.br

PAGAMENTO
Para efetivar a inscrição, é necessário o envio do comprovante de depósito na seguinte conta corrente:
Revista Recall Editora Ltda.
Banco Bradesco
Agência 1662-4
Conta corrente 42277-0
CNPJ – 01.975.060/0001-92

Todas as peças físicas serão incorporadas ao acervo do Prêmio Recall e não serão devolvidas.

A agência concorda que, se sua peça for classificada no short-list, ela poderá fazer parte de um material promocional do prêmio, que poderá ser comercializado, reproduzido ou distribuído gratuitamente, de acordo com os critérios da revista Recall.

A Revista Recall também se reserva no direito de excluir os trabalhos que não estiverem de acordo com as especificações descritas acima. Ao assinar a ficha de inscrição, a agência concorda integralmente com o regulamento.

INFORMAÇÕES

Qualquer dúvida, entre em contato pelo telefone (16) 2111-7200 ou pelo e-mail recall@revistarecall.com.br

Como a inteligência artificial impacta a comunicação

Robôs já conversam com os humanos e nos ajudam a pedir pizza, comprar uma casa e até nas ações de marketing

*Por Fabiana Macedo

Com a evolução em alta velocidade da tecnologia nos últimos anos, a inteligência artificial (área da ciência da computação que trabalha com sistemas e equipamentos capazes de simular a capacidade humana de raciocinar e realizar tarefas) deixou de ser coisa de filme futurista e hoje já faz parte do dia a dia de muita gente. Quer exemplos?

Ela já está presente nos smartphones com Android ou no iPhone, que atendem a comandos de voz feitos pelos usuários; em caixas de som inteligentes de empresas como Google e Amazon, que conversam com seus donos e dão informações variadas sobre temas como música, clima e receitas; e nos robôs de atendimento, que permitem comprar passagens aéreas, pedir pizzas, receber notícias personalizadas e até facilitam a venda de imóveis (caso de uma solução criada pela startup brasileira Hypnobox).

E não para por aqui. Os fabricantes de eletrodomésticos também estão incorporando essa tecnologia a equipamentos como fogões, geladeiras e máquinas de lavar. A ideia é que esses eletrodomésticos, além de atenderem aos comandos dos usuários, aprendam com os hábitos de seus proprietários. Trata-se de um mercado bilionário, em franco crescimento. Segundo a consultoria IDC, os chamados sistemas cognitivos e de inteligência artificial devem movimentar US$ 47 bilhões em 2020, contra US$ 8 bilhões registrados em 2016.

Mas e como isso impacta o mundo da comunicação? Ao integrar a inteligência artificial e sua capacidade de monitoramento ao banco de dados das empresas e aos sistemas de gestão de relacionamento com o cliente é possível, por exemplo, gerar campanhas online muito mais eficientes, que segmentam a audiência e entregam apenas ao perfil desejado. A IA terá impacto desde a criação de uma campanha (com os dados captados dos clientes) até a forma de entrega, com a inteligência e a segmentação proporcionada pela tecnologia.

E será que os profissionais de comunicação chegarão a ser substituídos por esses sistemas? Para tentar oferecer uma amostra desse futuro, a startup americana Knowhere criou nos Estados Unidos uma espécie de “robô jornalista”, que escreve notícias e promete ser 100% imparcial. O programa lê sites jornalísticos, determina os temas mais quentes do momento e escreve artigos sobre esses temas. Nada que assuste os profissionais de imprensa – pelo menos por enquanto.

Apesar de o brilhante físico Stephen Hawking (que morreu em março) ter previsto que a inteligência artificial pode substituir todos os humanos, ainda levará muito tempo para que esse tipo de cenário se concretize (se é que um dia isso realmente vai acontecer). No momento, o que cabe a nós, “meros mortais”, é aprender a lidar com essas ferramentas, tirar proveito da sua capacidade de atendimento e aprendizado, do volume de dados que proporcionam para a tomada de decisão e da redução de custo que elas oferecem. As máquinas estão cada vez mais inteligentes. E precisamos tê-las do nosso lado.

* Fabiana Macedo é CEO da Punto Comunicação

Fonte: Punto Comunicação

Coluna Branding: a alma da marca

A definição da marca

Costumo dizer aos meus alunos que, ao apresentarem seus trabalhos a mim, definam o que suas criações nos contam. Este é um exercício de síntese que sempre é muito desafiador a todos eles, mas, que para mim diz muito sobre a capacidade do aluno em fazer design de logotipos.

A palavra “definir” por origem é a descrição do completo fim de um assunto (DE- completamente, FINIS -fim, limite).

É possível entender isso em 2 formas: o assunto está completo e, portanto, não há nada mais a entregar ou, o meu conhecimento sobre este assunto está por completo e se limita a este espaço.

É na hora que definimos uma criação, que vemos qual dos dois entendimentos estamos falando, principalmente na criação de um logotipo, e a maioria dos alunos pensa que deve entregar um assunto por completo, pois assim estará mostrando seu grande conhecimento, sendo mais digno de uma boa nota.

No entanto, entendo que o segundo entendimento é mais propício a um designer do que o primeiro.

Foto: Pixabay

Explico: As vezes criamos conceitos visuais que tem formas tão perfeitamente arranjadas que completam o sentido daquilo que se tem a dizer. São imagens cuja representação é sinônima da informação, e que não geram dúvidas a quem lê o seu trabalho. Nesses momentos, em muitas vezes DESCARTO ESTA IDEIA, pois entendo que um bom trabalho de design gráfico é aquele que contém o mistério.

O valor da criação está no mistério, nossa compreensão precisa ser fustigada e estimulada em busca de algo mais. Como já falei em outros textos, é necessária uma certa rebeldia criativa. Aquela vontade de não estar satisfeito, de querer dominar o assunto, sem ter o poder para isso.

O designer precisa ter apenas consciência da limitação da sua criatividade, mas esta precisa estar em expansão sendo ampliada pela interferência e uso do leitor. Deve poder ser retrabalhado, reconstruído e reestruturado com o tempo, por ter ganho mais corpo e mais significado. É como um filhote de pássaro que quanto mais cresce mais colorido fica.

Uma marca com estas características por mais misteriosa que possa parecer é também mais forte e definida, pois, os seus consumidores vão estar ansiosos por compreendê-la, e assim, também mais relacionados a ela.

Nós os designers de marca precisamos estar imersos nestes mistérios quando criamos. Percebendo o encantamento dele, para que este nos diga mais sobre o assunto, e para que seja possível dar novas formas.

Por fim, a resposta para esta prova que sempre faço aos meus alunos é saber que o designer, é aquele que alimenta sua criação como se esta fosse viva, e usa para isso, a poderosa intuição do criativo e a sua capacidade de formalizá-la, assim, aumenta a compreensão e a definição do seu trabalho.

Assistente virtual cognitivo

Assistente virtual cognitivo: o próximo passo da colaboração homem-máquina nos negócios

* Por Edgar Lisboa

Segundo o estudo Empowering Digital Workplaces, da Ricoh, 86% dos tomadores de decisões empresariais empenham-se em melhorar a agilidade como um objetivo comercial em 2018. Isso porque os negócios da era digital pedem agilidade, com a soma de capacidades que relacionam pensamento, criatividade, intuição e execução.

Nesse aspecto, a inovação é uma busca permanente para alcançar novos e melhores resultados em um mercado cada vez mais amplo e em constante mudança. Mesmo porque, ao contrário das condições de anos atrás, a inteligência artificial está se tornando cada vez mais acessível, expressando um diferencial competitivo.

Um elemento-chave para melhorar a agilidade é investir em tecnologias que permitam às pessoas trabalhar de forma diferente. Essa foi uma descoberta da pesquisa The Tech Evolved, realizada pela Ricoh em parceria com a Coleman Research. Segundo o estudo, (52%) dos responsáveis pela tomada de decisões nas empresas acreditam que se as companhias não introduzirem novas tecnologias, fracassarão em cinco anos. Com relação à transformação dos locais de trabalho, a pesquisa assinala que os líderes confiam que automação (72%), análise de dados (64%), tecnologias de gestão de documentos (62%) e videoconferências (56%) serão as tecnologias de maior impacto. De acordo com o levantamento, a previsão é de que, em 2036, os funcionários serão capazes de enviar assistentes virtuais ou hologramas (59%) para assistir a reuniões em seu nome.

A era cognitiva, uma oportunidade para os negócios na América Latina

As máquinas estão cada vez mais preparadas para repetir as faculdades cognitivas humanas, inclusive no processamento de informações, pela compreensão da linguagem natural. Assim, são capazes de gerar hipóteses baseadas em evidências e de aprender o significado das palavras, considerando variáveis e circunstâncias. Já são realidade, por exemplo, os assistentes virtuais que leem milhões de páginas em segundos e conseguem entender, organizar e correlacionar os dados.

A base dessa nova realidade é a inteligência cognitiva, considerada a versão 2.0 da inteligência artificial. Ela melhora a experiência das organizações, colaboradores e clientes com interfaces amigáveis e compreensíveis, que possibilitam interação fácil por texto ou voz. Por outro lado, tem o papel de identificar e quantificar cada ação ou evento que esteja ocorrendo, seja com o apoio de sensores (IoT) ou exponencialmente, ao somar informações da internet.

Essa nova forma de colaboração entre o homem e a máquina acelera em grande escala o conhecimento humano. Também ajuda no processo de tomada de decisões, transformando o modelo de negócios das empresas. Além de ser parte da transformação digital, uma realidade irreversível.

Ou seja, a era da tecnologia cognitiva já chegou ao mundo empresarial. Por isso, as empresas da América Latina devem priorizar a otimização de seus modelos operacionais e comerciais em sintonia com a agilidade exigida pelos mercados.

Também devem levar em conta a melhoria da experiência dos funcionários e dos clientes e como as soluções tecnológicas serão essenciais para a competitividade de seus negócios.

* Edgar Lisboa é IT Services Solutions Manager na Ricoh Latin America.

Fonte: Grupo RMA