Criar conteúdo marketing digital para redes sociais e páginas de vendas como imagens, textos e vídeos curtos.
Requisitos
– Estudando Nível Superior
– Noções de Redes Sociais
– Gostar e ter facilidade para produção imagens, vídeos e textos
– Habilidade de comunicação
– Contratação em regime Estágio (30h semanais)
Tipo de vaga: Estágio / Trainee
Duração do contrato: 24 meses
Pagamento: R$1.000,00 por mês
Horário de trabalho:
De segunda à sexta-feira
Inclua um link de portfólio.
Escreva que tipo de conteúdo já criou.
A verdadeira força de uma marca não está em seguir cegamente tendências narrativas do momento. É preciso saber quando é hora de desafiar o status quo
Por Mark Cardoso*
A ascensão e capilaridade do conceito de propósito no métier corporativo foi meteórica. O que antes era um processo de busca por uma identidade única e autêntica para as marcas andou se tornando um imperativo estratégico capaz de guiar decisões, conectar com o público e construir marcas fortes e duradouras. No entanto, a popularidade do termo “propósito” trouxe consigo um efeito colateral: sua banalização.
Em uma esquina da Faria Lima, em uma calçada da Vila Olímpia, em um café da Berrini ou da Paulista, hoje, é possível ouvir ressoar a palavra “propósito” como o mantra da vez do mundo corporativo, contextualizada ou descontextualizadamente. E não somente: em uma igreja do interior, nos stories de um influenciador ou nas salas comerciais de um coach, propósito parece ser o “último grito” narrativo para compor sermões, ostentações de estilo de vida e mentoria a empreendedores.
Mas voltemos ao mundo corporativo, que é o que nos interessa aqui…
Em seu livro “A Marca Além do Propósito”, Renato Figueiredo nos alerta sobre os perigos da fixação em um único ponto estratégico, como o propósito, deixando de lado outros tantos elementos fundamentais da construção e do desenvolvimento de marca (branding). Como afirma o autor, marcas se desviam da geração de resultados ao olharem fixamente um único ponto.
Essa busca desesperada por ver um propósito em tudo, muitas vezes desvinculada da realidade e dos valores da empresa, tem levado a um cenário em que o discurso sobre propósito se sobrepõe às ações. A autenticidade, que antes era um pilar fundamental, cede lugar a um discurso vazio e padronizado, no qual todas as empresas parecem dizer a mesma coisa: o Ctrl-C, Ctrl+V de narrativas marcárias. Talvez isso tenha feito o CEO Global da Unilever, Hein Schumacher, dar aquela declaração polarizante em que disse que “devemos parar de encaixar propósito à força nas marcas. Para algumas, simplesmente não será relevante. E isso está bem”.
O Propósito está morto. Viva o Propósito!
Figueiredo propõe uma abordagem mais holística, baseada em três pilares: REI – Reputação, Estilo e Ideia. Segundo ele, “apenas a partir de uma postura menos pretensiosa as marcas poderão ter resultados mais expressivos para os negócios, para as pessoas e para o mundo do qual todos dependemos”. O delírio de algumas marcas quanto ao seu “brand purpose” começa a soar ridículo.
É importante não subestimar o consumidor, entendendo que ele sabe que, apesar de todo o pano de fundo, o que nós queremos mesmo é vender mais. Mais importante ainda é saber – e refletir essa noção na narrativa (brand storyline) – que uma marca não vai salvar o mundo, mas pode transformar algumas realidades; não vai resolver a vida de alguém, mas pode atualizar comportamentos; não vai convencer de imediato, mas pode provocar novos pontos de vista; não vai…
Para as marcas, sabemos: a perda de autenticidade pode resultar em uma diminuição da credibilidade, dificuldade em se conectar com o público e, consequentemente, em um menor engajamento e fidelização dos consumidores. Para eles, inclusive, a saturação de discursos sobre propósito pode gerar desconfiança e ceticismo, tornando-os ainda mais criteriosos em relação às marcas do mercado.
Uma forma de escapar dessa arapuca é olhar também para a Reputação da marca, que é algo construído ao longo de uma jornada. Nessa seara, consistência (!) nas ações de comunicação e, claro, nas entregas com qualidade em produtos e serviços são chave; é a experiência do público com a marca e seus produtos que delineiam a percepção, matéria-prima da reputação.
Outro pilar importante é a zeladoria no que diz respeito ao Estilo, que é a expressão visual e comunicacional da marca, aquilo que a diferencia dos concorrentes e a torna memorável (brand recall). Para isso, o primor de execução na identidade visual, na linguagem, no tom das mensagens e na experiência é essencial.
Tudo isso sem esquecer da Ideia, que é filha caçula do Propósito de Marca: é por meio da ideia que a razão de ser da marca se manifesta, é comunicada e ganha vida. Ela pode ser a materialização de um valor, uma promessa ou uma aspiração. Como a gente sabe: é por causa da ideia, muitas vezes, que o consumidor escolhe uma marca em vez de outra.
Como ilustração, imagine uma marca de roupas sustentáveis… o seu propósito pode ser “reduzir o impacto ambiental da indústria da moda”. A ideia da marca, por sua vez, pode ser “moda consciente e atemporal, que valoriza a qualidade e a durabilidade”. A ideia vai além do propósito, definindo a identidade visual da marca, a linguagem utilizada, os materiais empregados e a experiência final do cliente que vai se relacionar com tudo isso.
A verdadeira força de uma marca não está em seguir cegamente as tendências narrativas do momento, mas em saber quando é necessário desafiar o status quo. Propósito, quando autêntico, é poderoso, mas só é um verdadeiro diferencial quando aliado à preocupação com a reputação, ao primor estilístico e a uma ideia clara, tangível, com pitadas possíveis de genialidade.
Se a Geração Z é a geração da apatia – tendo sido a GenY a da ansiedade – e começa a adentrar a sociedade de consumo com visões e um estilo de vida mais pragmáticos, o mercado precisa, então, de marcas que se atrelem menos às buzzwords e mais à prática de geração de valor real para seus consumidores e para o mundo.
*Mark Cardoso é Head of Brand do Grupo Superlógica. Jornalista e publicitário, com mestrado em Marketing/Branding (Desenvolvimento de Marca) pela Universidade de Brasília (UnB), já acumula mais de 20 anos de experiência com passagens por veículos, agências, marcas e empresas. Com um livro publicado, o psicanalista acredita na pergunta como início do movimento e, talvez por isso, já tenha vivido em cinco cidades diferentes.
Essa semana faleceu Oliviero Toscani. O inicialmente fotógrafo italiano que alcançou destaque mundial ao passar a cuidar da publicidade da marca Benetton, uma marca do mundo da moda.
Toscani era amado e odiado em uma época ainda distante das redes sociais e de suas muitas polêmicas e ondas de cancelamento.
O fato é que, tempos depois, Toscani teve grande parte de seu trabalho reconhecido e sua morte foi amplamente comentada e lamentada por várias figuras e setores do mercado publicitário nacional e mundial.
Tenho, entretanto, que confessar uma coisa a vocês: de início o trabalho dele não me agradava, não me convencia. Eu era meio contrário a ele. Coisas, talvez, de um jovem publicitário muito apaixonado e convicto dos dogmas inquebráveis da boa e velha publicidade.
Lembro de ter assistido ao Roda Viva em que ele foi o entrevistado e ter, inicialmente, me posicionado contra as coisas que ele colocava enquanto respondia aos questionamentos. Lembro também de ele ter sido hostilizado por um famoso – e também já falecido – publicitário brasileiro. Hostilizado mesmo. Atacado direta e frontalmente. E ele se portou de maneira educada e digna.
Comprei o livro que ele escreveu (e o tenho até hoje) pra entender melhor o que fazia e porque fazia. E gostei. Aprendi que é muito importante ler, ouvir e conhecer aquilo que nos é inicialmente estranho e contrário. Aprendi a dar uma chance ao contraditório.
Refletindo ontem e hoje a partir da notícia de seu falecimento, penso que o trabalho dele foi disruptivo, em uma época que essa palavrinha ainda não havia sido “descoberta” e anexada definitivamente ao vocabulário publicitário mundial.
Oliviero trouxe uma nova maneira de pensar a publicidade. Uma maneira que integrava a crítica social, que incorporava o assustador, o chocante e o real a um mundo perfeitinho, plastificado, estilizado e estereotipado da propaganda de então. Hoje vivenciamos o momento da propaganda sem cara de propaganda, do marketing sem jeitão de marketing e etc.
Hoje vemos castings mais reais, mais preocupação com diversidade e inclusão, menos produto e mais conceito, menos propaganda e mais conteúdo.
Pode ter certeza: tem muitas sementes lançadas ao vento pelo Toscani nisso tudo que vemos por aí atualmente!
O evento promove Cultura STEAM e Aprendizagem Criativa para toda a família em Taubaté
No sexta-feira, 25 de outubro, o GAMT, em parceria com o Via Vale Shopping e o Hub de Inovação e Tecnologia de Taubaté (HITT), convida famílias, educadores e estudantes para um evento gratuito e interativo, que vai transformar o aprendizado em uma experiência prática e criativa. Voltado para crianças a partir de 6 anos, adolescentes e jovens, o evento oferece uma imersão no universo STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), promovendo uma educação significativa e divertida para todas as idades.
O evento acontece das 10h às 16h no piso 2 do shopping, dentro do HITT, e tem como principal objetivo estimular o aprendizado “mão na massa”, demonstrando como essas áreas podem ser integradas de forma inovadora e aplicadas tanto no ambiente escolar quanto no cotidiano. Com atividades práticas e lúdicas, o público será desafiado a desenvolver habilidades essenciais para o futuro.
Destaques do Evento:
Circuito STEAM: Atividades interativas em Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, voltadas para crianças, adolescentes e jovens.
Oficina para Educadores e Pais: Em parceria com a Scieduc, será oferecida uma oficina especial com estratégias práticas para aplicar STEAM e metodologias “mão na massa” no dia a dia, tanto na escola quanto em casa. Para participar da oficina, é necessário se inscrever previamente pelo Sympla.
“Estamos muito animados em apoiar um evento que une educação e inovação de uma forma tão interativa. Nossa expectativa é que o público vivencie experiências únicas, aprendendo enquanto se diverte. O Via Vale Shopping valoriza iniciativas que não só entretêm, mas também transformam, e acreditamos que este evento vai inspirar crianças, jovens e educadores a enxergarem novas possibilidades para o futuro.” comenta Marcela Cerqueira, a Coordenadora de Marketing do Via Vale Shopping.
Inscrições: A participação no evento é gratuita e aberta ao público geral. Apenas para a oficina será necessário realizar a inscrição, garantindo o controle das rodadas. Inscreva-se pelo link: Sympla.
Venha participar deste evento e descubra como a ciência, a tecnologia e a criatividade podem transformar a forma de aprender e ensinar!
Para mais informações sobre eventos do shopping, visite os canais oficiais: @viavaleshopping.