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Responsabilidades:
– Cultivar relacionamentos sólidos com clientes, compreendendo suas necessidades e objetivos estratégicos.
– Ser o elo de ligação entre clientes e nossos departamentos internos, assegurando uma comunicação eficaz e compreensão clara dos objetivos do projeto.
– Desenvolver propostas e estratégias alinhadas com as metas da empresa e dos clientes.
– Monitorar o progresso dos projetos, identificando oportunidades e soluções para garantir a satisfação do cliente.
– Oferecer relatórios e análises regulares sobre o desempenho das campanhas.
– Desenvolver projetos em conjunto com a direção da empresa e, participar de reuniões estratégicas com a direção da empresa.
Requisitos:
– Habilidades de comunicação e capacidade de trabalhar em equipe.
– Boa organização, gestão de tempo e capacidade de priorizar tarefas.
– Conhecimento de Publicidade, Marketing, Comunicação ou áreas corelacionadas.
Contratação PJ
Local: Urbanova São José dos Campos
Salário fixo de R$ 3.500 + Comissão
Interessados enviar cv no e-mail: greice.kelly@ovale.com.br
Carros elétricos: a realidade que slogan nenhum vai mostrar
Por R. Guerra Cruz
As propagandas de carros elétricos nos encantam com imagens de paisagens exuberantes, tecnologia de ponta e um estilo de vida moderno e sustentável. Mas, como em qualquer grande transformação, há nuances e desafios que merecem ser examinados com cuidado.
Impacto Ambiental: Nem tudo que reluz é “verde”
A produção de baterias, a alma dos carros elétricos, pode ter um lado obscuro. A extração de minerais raros e o consumo de energia em larga escala geram preocupações ambientais.
Além disso, o descarte inadequado de baterias usadas é um problema real, com potencial para contaminar o solo e as águas. No entanto, há esperança: a indústria está trabalhando para tornar a produção de baterias mais sustentável, utilizando materiais reciclados e fontes de energia renovável.
A longo prazo, os carros elétricos contribuem para a redução da emissão de gases poluentes, combatendo a mudança climática e melhorando a qualidade do ar.
Acessibilidade: Um obstáculo a ser superado.
O preço dos carros elétricos ainda é um impeditivo para a maioria dos consumidores, assim como a infraestrutura de recarga, ainda precária em muitas regiões, limita a viabilidade da adoção em massa.
No entanto, as coisas estão mudando: os custos estão diminuindo com o avanço da tecnologia e a produção em escala, enquanto incentivos fiscais e a expansão da infraestrutura de recarga, impulsionados por investimentos públicos e privados, estão tornando os carros elétricos mais acessíveis.
Impacto Social: Uma transição que “vai dar trabalho”
A migração para carros elétricos pode levar à perda de empregos na indústria automobilística tradicional, especialmente na área de motores a combustão, e a mineração de minerais raros para baterias levanta preocupações com condições de trabalho precárias e violações de direitos humanos.
No entanto, podemos construir um futuro melhor: a indústria de carros elétricos está criando novas oportunidades de trabalho em áreas como pesquisa, desenvolvimento e instalação de infraestrutura de recarga. Além disso, há um movimento crescente para garantir práticas de mineração éticas e sustentáveis, com foco em condições de trabalho justas e respeito aos direitos humanos.
O que as propagandas e slogans estão dizendo?
Chevrolet: “Bolt EV: O futuro é elétrico.”
● O slogan da Chevrolet reflete a visão otimista da marca em relação ao futuro da mobilidade elétrica, enfatizando a inovação e a modernidade.
Kia: “Niro EV: O crossover elétrico para todos.”
● A Kia destaca a acessibilidade de seu modelo elétrico, transmitindo a mensagem de que a tecnologia elétrica está ao alcance de todos os consumidores.
Volvo: “XC40 Recharge: O SUV elétrico que te leva mais longe.”
● A Volvo posiciona seu SUV elétrico como uma opção de alta performance e autonomia, enfatizando a capacidade do veículo em ir além das expectativas.
Promessas e desafios da indústria de carros
É fundamental ter uma visão crítica e abrangente, que considere os benefícios e as polêmicas que envolvem essa tecnologia. Cabe a governos, empresas e consumidores trabalharem juntos para construir um futuro sustentável, equitativo e acessível para todos, mas saiba que slogan nenhum vai falar sobre isso.
Na semana do Dia do Preservativo, Rilex se destaca ao inovar na promoção da saúde sexual
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, há cerca de 200 mil novas Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) por dia na América Latina. Por isso, reforçando o compromisso com a conscientização e educação sexual, a Rilex Preservativos, chama atenção principalmente, no dia 13 de fevereiro, na última terça-feira, quando é lembrado o Dia Internacional do Preservativo, uma data que enfatiza e ressalta a importância sobre a saúde sexual.
A data, além de ser uma oportunidade para promover a educação sexual e a prevenção de ISTs, é também ocasião para informar que a camisinha é uma das formas mais eficazes de proteção contra essas infecções, além de ser um método contraceptivo seguro.
Neste ano, a data tem uma conotação ainda maior por coincidir com o último dia de Carnaval, uma festa conhecida por suas celebrações e pela liberação dos costumes sociais. Portanto, é essencial reforçar a mensagem de que a diversão pode e deve estar sempre aliada à responsabilidade e ao cuidado com a saúde.
Pensando nisso, durante o pré-carnaval de São José dos Campos, no interior de São Paulo, a Rilex Preservativos realizou uma ação inovadora, distribuindo gratuitamente preservativos e sorvetes de sabores diferenciados.
Apesar de contar com uma vasta linha de produtos de extrema qualidade, a linha Sensações da Rilex merece destaque. Com opções como Hot, Ice, Sensitive, Texturizado e Retardante, a empresa reforça o compromisso de inovar na hora H, proporcionando prazer e saúde aos seus consumidores.
Edu Medeiros, presidente da Rilex destaca, ainda mais nessa ocasião a missão da empresa. “Acreditamos que inovar na hora H é fundamental, e é por isso que investimos em tecnologia e variedade. Tivemos a oportunidade de reforçar essa mensagem ao distribuirmos preservativos durante o pré-Carnaval e com isso, mostramos que diversão e responsabilidade podem – e devem – andar juntas. É nossa missão a promoção de uma vida sexual saudável e protegida para todos.”
IST’s em dados
Dados de um estudo realizado pelo Ministério da Saúde mostram que mais de 38 milhões de habitantes vivem com a incidência do vírus do HIV no país e, que em 2018, a prevalência do vírus foi de 883 mil casos confirmados, o que representa uma taxa de 5,4 a cada mil habitantes.
O rádio é considerado um excelente canal de publicidade para três a cada 10 pessoas
Dia 13 de fevereiro (ontem) marca o Dia Mundial do Rádio, um dos mais importantes canais de comunicação e consumo de conteúdo de massa no Brasil. De acordo com a YouGov, multinacional de pesquisa on-line, mais de três quartos da população do país afirma ouvir rádio por pelo menos alguns minutos em uma semana regular. Isso o torna um meio mais popular do que videogames (móveis ou console/PC), revistas digitais e físicas e jornais impressos. Os dados são da ferramenta YouGov Profiles.
Mais importante ainda, o rádio analógico ainda tem popularidade comparável, e às vezes até maior, do que seus equivalentes digitais. Também nos dados do Profiles, 80,7% dos consumidores no Brasil dizem que passam pelo menos alguns minutos ouvindo música em plataformas de streaming. A porcentagem é apenas um pouco maior do que os 77,3% que ouvem rádio com a mesma regularidade.
Paralelamente, o rádio supera os podcasts em popularidade: apenas 65,2% dos adultos no Brasil afirmam ouvir pelo menos alguns minutos por semana desse tipo de conteúdo, um número muito menor do que o registrado para seu antecessor analógico. O rádio tende a ser mais popular entre os consumidores do sexo masculino e, curiosamente, entre os jovens de 18 a 24 anos. Esses nichos são estatisticamente mais propensos a passar mais de três horas por dia ouvindo rádio.
Rádio digital vs. rádio analógico
Os números do Profiles também confirmam que o rádio não viu a migração para canais digitais que foi observada em outras mídias de massa que agora são consumidas principalmente pela Internet, como conteúdo escrito ou TV. Nos últimos seis meses, 48,9% da população no Brasil afirma ter ouvido música por meio de um rádio analógico (em um dispositivo dedicado, no rádio ou por meio de sistemas Hi-Fi). Esse número é substancialmente menor do que os 62,1% dos brasileiros que ouviram música em plataformas de streaming nesse período.
Mas está bem acima dos 40,6% que consomem streaming de música de estações de rádio por meio de canais digitais, seja na Internet, em smart TVs ou em outro canal semelhante. Isso sugere que os brasileiros que ainda apreciam a experiência única do rádio (ou seja, um programa em tempo real que é sintonizado, em oposição às opções sob demanda) também estão preferindo experimentá-la por meio de dispositivos analógicos, sem depender da Internet.
É importante observar ainda que existem algumas diferenças na forma como os brasileiros ouvem rádio, dependendo se eles sintonizam sua programação favorita por meio de um dispositivo analógico ou com um dispositivo conectado à Internet. Aqueles que preferem a experiência tradicional do rádio tendem a ouvir rádio de manhã e no início da tarde, entre 6h e 13h, enquanto aqueles que optam por se conectar a dispositivos digitais estão mais conectados à tarde e à noite/madrugada.
Como os brasileiros ouvem rádio (por idade e gênero)?
Em termos gerais, ouvir rádio continua sendo uma atividade “secundária” para uma boa parte dos brasileiros, geralmente para substituir as interações sociais. Os dados mostram que 40,8% dos adultos no país, de acordo com o Profiles, dizem que ouvem rádio como som de fundo quando estão sozinhos. Três em cada 10 também concordam com a afirmação “Às vezes dependo do rádio para me fazer companhia”, sugerindo que, pelo menos no Brasil, esse tipo de conteúdo é consumido mais por indivíduos e não por grupos.
Homens e mulheres também têm uma percepção diferente do rádio no Brasil. Os homens são estatisticamente muito mais propensos a dizer que preferem ouvir estações de rádio locais (40,9%, contra 37,3% das mulheres que dizem o mesmo). Ao mesmo tempo, quatro em cada 10 homens brasileiros dizem que o rádio on-line transformou sua interação com o rádio em geral, em comparação com apenas um terço das mulheres brasileiras que dizem o mesmo.
As diferenças são ainda mais marcantes entre as diversas faixas etárias. Embora o rádio ainda seja considerado um excelente canal de publicidade por três em cada 10 brasileiros, os adultos de 25 a 44 anos são os que mais defendem seu potencial de marketing. Por outro lado, os adultos de 45 a 54 anos parecem gostar mais do rádio sozinho, especialmente quando comparados aos hábitos dos jovens de 18 a 24 anos.