O “Gameverso” é um dos entretenimentos de férias para a garotada. A diversão estará na Praça de Eventos do Shopping Jardim Oriente, em São José dos Campos, com atividades gratuitas, entre elas: fliperamas, board game, free play, games retrôs e modernos, board games, podcast, espaço cultural com artistas da região, museu do game, feira de vinil e fitas cassetes, action figures e artigos geek, expositores e produtos, DJ com som ambiente. O evento será de 15 de janeiro a 15 de fevereiro.
Os Campeonatos
Os campeonatos serão realizados em parceria com @dududuboard e @fighting_games_vale, este último, será o responsável oficial pelos jogos de luta, reunindo a comunidade FGC. Para participar do campeonato há uma taxa de inscrição: antecipada, R$10 e no dia, R$15. Inscrição pelo direct do @fighting_games_vale.
Programação dos Campeonatos:
31/01- sábado — a partir das 14h30:
Street Fighter Alpha 2
Em seguida: Mortal Kombat 11 Ultimate
07/02- sábado — a partir das 14h30:
Tekken 8
Em seguida: Street Fighter 6
Eliminação simples: FT2 | Finais FT3
Recomendamos trazer controle
Serviço: Campeonatos Gameverso
Inscrições: exclusivamente pelo direct do @fighting_games_vale
Taxa de Inscrição: R$ 10 (antecipado) e R$ 15 (no dia, tendo vagas)
Premiações: medalhas para os vencedores e prêmios extras para os campeões.
A publicidade nunca foi um campo estático. Pelo contrário: ela se reinventa a cada mudança cultural, tecnológica e comportamental. E, nos últimos anos, essa transformação ficou ainda mais acelerada. Novas plataformas, novos formatos e, principalmente, um novo consumidor estão redefinindo como marcas se comunicam.
Hoje, entender tendências de conteúdo não é apenas uma vantagem competitiva — é uma necessidade básica para quem estuda ou atua no mercado de comunicação.
Menos discurso de marca, mais conversa real
Uma das mudanças mais perceptíveis é a queda do discurso publicitário excessivamente institucional. O consumidor atual está mais crítico, informado e impaciente. Segundo estudos recorrentes divulgados pela Meta e pelo Google em seus relatórios de tendências de marketing, conteúdos que soam como propaganda explícita tendem a gerar menos engajamento do que aqueles que estabelecem diálogo.
As marcas que se destacam são aquelas que falam com as pessoas, e não para elas. Isso significa adotar uma linguagem mais humana, próxima e, muitas vezes, informal.
Conteúdo curto, direto e relevante
O sucesso de plataformas como TikTok, Reels e Shorts deixou um recado claro: a atenção é um ativo escasso. De acordo com análises da HubSpot sobre comportamento digital, conteúdos curtos, objetivos e visualmente atraentes têm mais chances de retenção, especialmente entre o público jovem.
Na prática, isso não significa superficialidade, mas sim clareza. A publicidade atual precisa ser capaz de transmitir uma ideia forte em poucos segundos — e esse é um grande desafio criativo.
Autenticidade virou estratégia
Outra tendência forte é a valorização da autenticidade. Bastidores, erros, processos criativos e histórias reais passaram a ter tanto valor quanto campanhas altamente produzidas. Segundo a consultoria Deloitte, consumidores confiam mais em marcas que se mostram transparentes e coerentes entre discurso e prática.
Isso explica o crescimento de conteúdos como:
Bastidores de campanhas
Relatos de processos criativos
Depoimentos reais de clientes e colaboradores
Na publicidade contemporânea, parecer perfeito já não é tão eficaz quanto parecer verdadeiro.
Humor inteligente e repertório cultural
O humor continua sendo uma ferramenta poderosa, mas agora ele exige repertório. Memes, referências culturais e timing certo fazem parte da construção de marcas relevantes. De acordo com análises da própria Meta sobre engajamento em redes sociais, conteúdos bem-humorados tendem a ser mais compartilhados quando respeitam o contexto cultural e o público-alvo.
Aqui, o papel do profissional de comunicação é fundamental: entender o que faz sentido para determinada audiência e o que pode soar forçado ou oportunista.
Comunidades no lugar de seguidores
Por fim, uma das tendências mais estratégicas é a mudança de foco: menos obsessão por números e mais atenção à construção de comunidades. Segundo relatórios da Hootsuite sobre mídias sociais, marcas que investem em relacionamento contínuo conseguem maior fidelização e engajamento de longo prazo.
Isso se traduz em:
Respostas reais nos comentários
Conteúdos pensados para nichos específicos
Valorização da troca, e não apenas da exposição
A publicidade deixa de ser um monólogo e passa a ser uma experiência coletiva.
O que isso tudo significa para quem está começando?
Para estudantes e jovens profissionais, essas tendências deixam um recado importante: não basta dominar ferramentas. É preciso entender comportamento, cultura, dados e pessoas. A publicidade do presente — e do futuro — exige profissionais curiosos, estratégicos e atentos às transformações do mundo ao redor.
Mais do que vender produtos, a publicidade atual busca criar conexões. E quem entende isso sai na frente.
Segundo especialista, o consumidor rejeita interrupções e valoriza experiências fluidas e autênticas no ambiente digital
A comunicação das marcas passa por uma transformação profunda. Enquanto a produção de conteúdo e a segmentação avançam com o apoio da inteligência artificial, o público se mostra cada vez mais seletivo e resistente a mensagens intrusivas. Nesse cenário, interromper deixou de ser eficaz e conversar, engajar e gerar valor se tornaram essenciais para a relevância das marcas.
Segundo Mauro Graeff Jr., sócio-fundador e CEO da Canarinho, hub de comunicação, as pessoas não estão sem tempo, apenas não aceitam desperdiçá-lo com conteúdos irrelevantes. “Quando algo é realmente bom, chega no momento certo e no formato ideal, o público assiste, interage e recomenda. Hoje, o publicitário deixou de ser um ‘interruptor’ para se tornar um criador”, afirma.
Esse movimento é intensificado pelo protagonismo do digital. Dados do Cenp mostram que quatro em cada dez reais investidos em publicidade no Brasil já são destinados à internet, com crescimento consistente do audiovisual. O vídeo se consolidou como linguagem nativa das plataformas, capaz de explicar produtos, gerar emoção e construir marca em poucos segundos. “O consumidor pesquisa, compara e decide no ambiente digital. A comunicação precisa acompanhar essa jornada de forma fluida e menos invasiva”, explica o executivo.
A influência digital também se tornou um pilar estratégico. Mais de 80% dos consumidores já compraram produtos indicados por creators, evidenciando o poder de credibilidade dessas vozes. Para o executivo, essa força atravessa toda a jornada do consumidor, da descoberta ao pós-venda, e reforça a necessidade de estratégias integradas.
Nesse contexto, a inteligência artificial ganha protagonismo ao reduzir custos e acelerar processos. “Quanto mais conteúdo automatizado existe, mais valiosa se torna a curadoria humana. A autenticidade passa a ser um diferencial competitivo”, aponta Graeff Jr enfatizando que vencerão as marcas que conseguirem unir criatividade, dados, tecnologia e coerência. “Em um ambiente de atenção fragmentada, não ganha quem fala mais alto, mas quem fala de forma contínua, conectada e consistente”, conclui.
Agência ideal existe? O que observar antes de escolher uma parceira de propaganda ou marketing
Por Josué Brazil (e aquela forcinha da IA)
Escolher uma agência de propaganda ou uma consultoria de marketing não é só uma questão de “quem faz o post mais bonito” ou “quem cobra mais barato”. Para marcas — e também para jovens profissionais que em breve estarão do outro lado da mesa — essa decisão envolve estratégia, visão de negócio e, principalmente, alinhamento.
Se você é estudante ou está começando na área, entender esses critérios desde já ajuda a desenvolver um olhar mais profissional e crítico sobre o mercado. Vamos a eles:
1. Entendimento real do negócio (antes da criatividade)
Antes de falar de campanhas, peças ou redes sociais, uma boa agência precisa entender o contexto do cliente: mercado, concorrência, público, objetivos e desafios. Segundo Philip Kotler, referência mundial em marketing, “marketing não é arte isolada, é ciência aplicada ao negócio”. Se a agência não faz boas perguntas no início, esse é um sinal de alerta.
2. Portfólio coerente (e não só bonito)
Avaliar o portfólio é essencial, mas não apenas pelo visual. Observe se os trabalhos apresentados mostram diversidade de soluções, estratégia por trás das campanhas e resultados claros. De acordo com uma pesquisa da HubSpot, empresas que analisam cases com foco em resultados têm 33% mais chances de escolher parceiros de longo prazo.
3. Clareza de processo e metodologia
Agência boa não vive só de inspiração. Ela tem método. Briefing estruturado, planejamento, cronograma, métricas e acompanhamento fazem parte do pacote. Segundo David Ogilvy, um dos maiores nomes da publicidade, “quanto mais informados estivermos, mais eficaz será nossa comunicação”.
4. Transparência e comunicação aberta
Uma relação saudável entre cliente e agência é baseada em troca constante. Isso inclui explicar decisões, justificar caminhos criativos e ser honesto sobre o que funciona — e o que não funciona. De acordo com o relatório Trust Barometer, da Edelman, transparência é um dos principais fatores de confiança entre marcas e parceiros estratégicos.
5. Time e repertório importam (e muito)
Quem está por trás das ideias? Conhecer o time, suas formações e experiências ajuda a entender o nível estratégico da agência. Além disso, profissionais com repertório cultural e digital atualizado tendem a criar soluções mais relevantes. Segundo a McKinsey, equipes diversas e bem preparadas aumentam em até 35% a performance criativa e estratégica.
6. Resultados, métricas e aprendizado contínuo
Likes são legais, mas não pagam boletos. Uma boa consultoria ou agência acompanha indicadores reais: engajamento qualificado, leads, conversão, percepção de marca. Como aponta o relatório Marketing Analytics, da Deloitte, decisões baseadas em dados tornam as estratégias até 5 vezes mais eficientes.
7. Alinhamento de valores e expectativas
Por fim, talvez o ponto mais subjetivo — e um dos mais importantes. Cultura, ética, visão de futuro e ritmo de trabalho precisam estar alinhados. Quando isso acontece, a parceria flui. Segundo Simon Sinek, “as pessoas não compram o que você faz, elas compram o porquê você faz”.
Escolher um parceiro
Escolher uma agência ou consultoria é escolher um parceiro de crescimento. Para estudantes e jovens profissionais, entender esses critérios desde cedo ajuda não só a contratar melhor no futuro, mas também a se posicionar melhor como profissional no mercado.
No fim das contas, a melhor agência não é a maior, nem a mais famosa — é aquela que entende o problema, propõe soluções inteligentes e constrói resultados junto com o cliente.