Vaga para analista de marketing

Vaga para Analista de Marketing Digital

Desejável:

– Superior completo em Marketing ou Publicidade

– Vivência anterior com gestão de plataformas digitais

– Inglês avançado

– Experiência na gestão de sites, planejamento de redes sociais, gerenciamento de leads, planejamento estratégico digital e mídia performance

Local de trabalho: Jacareí – SP

Interessados mandar CV com pretensão salarial para marketing@cherybrasil.com.br com o título da vaga no assunto do e-mail

Uma nova ferramenta: o e-mail remarketing

ReachLocal lança solução de e-mail remarketing

Novidade viabiliza o envio de mensagens por e-mail para usuários que acessaram um site, aumentando os resultados das campanhas online de marketing digital

A ReachLocal, empresa global com tecnologia exclusiva de marketing digital para aumentar a performance das campanhas online e incrementar resultados de vendas, acaba de lançar uma ferramenta que rastreia acessos em sites, resgata leads perdidos e melhora a conversão, aumentando a performance de campanhas de marketing digital.

Segundo pesquisa elaborada pela ReachLocal, que levantou dados de tráfego em websites, até 95% das pessoas que visitam um site saem sem fazer nenhum tipo de interação, como cadastrar e-mails, por exemplo. O comportamento é comum na internet e acontece por diversos motivos, como falta de tempo ou clareza nas informações de contato, excesso de vídeos ou anúncios, problemas com navegação ou preferência por sites concorrentes.

O e-mail remarketing, nova solução oferecida pela ReachLocal, consegue identificar o endereço eletrônico de até 25% destes usuários utilizando cookies do navegador. Com o dado de contato rastreado, é possível enviar mensagens automáticas e personalizadas, recuperando, assim, o tráfego perdido. “A ferramenta aumenta as chances de conversão por conseguir dialogar com o lead em um momento mais propício, voltando a impactá-lo”, explica Thiago Santos, VP de operações e serviços da ReachLocal.

Se a empresa já investe em ferramentas que levam usuários ao site, como links patrocinados e Google Remarketing, a nova solução aumenta as chances de melhorar o retorno sobre o investimento em marketing digital, pois maximiza a interação com o tráfego.

O e-mail remarketing chega para complementar o conjunto de soluções estratégicas de marketing digital da empresa. A ferramenta é ideal para empresas que prestam serviços em setores como turismo, estética e automotivo com planos a partir de R$ 499,00 mensais.

Sobre a ReachLocal
A ReachLocal é uma empresa global do grupo americano Gannett, proprietário do USA Today e de mais de 200 sites de notícias no mundo, que desenvolveu uma tecnologia exclusiva de marketing digital para aumentar a performance das campanhas online através da mensuração dos mais diversos canais de comunicação e aumentar os resultados de vendas para empresas de todos os portes. Além da plataforma tecnológica, a ReachLocal domina todas as etapas das campanhas que envolvem marketing digital, do desenvolvimento estratégico, implementação até a mensuração de resultados, tornando-se um player fundamental para agências de publicidade, comunicação e empresas que queiram aumentar a sua performance em vendas.
Presente no Brasil desde 2012, a ReachLocal conta com 4 mil clientes ativos. A filial brasileira é também a responsável pela expansão da empresa na América Latina. Fundada em 2004, nos Estados Unidos, com operações próprias no Canadá, México, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Holanda, Japão, Polônia e Eslováquia e representação no Argentina, Chile e na Colômbia. Hoje são mais de 2000 funcionários que atendem cerca de 24 mil clientes e geram mais de 35 mil campanhas digitais ativas em todo o mundo.

Cloud Computing: 2 mitos que ainda barram projetos

Segurança da informação e tempo de resposta ainda são preocupação para muitas companhias brasileiras. Entenda por que esse temor não é necessário

Após tantos anos de debates e aprendizado, há um entendimento pacificado no mercado sobre a importância da cloud computing para o ambiente corporativo. Essa percepção é traduzida em números: segundo a consultoria IDC Brasil, até o final deste ano, o mercado de cloud pública deve crescer 20% atingindo uma somatória de US$ 890 milhões e, até 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, o que significa que serão diversos serviços de mais de uma nuvem pública integrados para atender necessidades de negócios.

Considera-se hoje desde a maneira como a infraestrutura é desenvolvida, com segurança da informação, conectividade e aceleração, sendo que até aplicações são pensadas para ter melhor performance em cloud. É só olhar para infraestruturas com redes definidas por software (Software-Defined Network, ou SDN) e as aplicações simples do dia a dia da empresa, como e-mail, por exemplo.

Dois condutores estão possibilitando essa expansão da cloud. Um deles é a infraestrutura, que aliada à internet e às novas tecnologias, permite a utilização e o gerenciamento de diversas soluções de cloud, com controle de tráfego e qualidade, a partir de uma contratação elástica sob demanda, que aumenta ou diminui conforme a necessidade da empresa. O outro é o custo: a premissa da cloud é o compartilhamento seguro de ambiente, maximizando a operação e resultando em economia.

Contudo, mesmo passado tanto tempo desde que o conceito chegou ao mercado e após tantos aprendizados sobre o tema, ainda há dois mitos que circundam a tecnologia de cloud computing e que, por vezes, são barreiras de entrada para empresas que poderiam se abrir aos benefícios acima listados:

Segurança da informação: são poucas as empresas que visitamos que não temem pela proteção e garantia da integridade dos seus dados em um ambiente de nuvem. Sempre repito: os provedores de cloud possuem políticas e tecnologias de segurança da informação que estão anos-luz à frente do que pequenas, médias ou até mesmo grandes companhias poderiam ter em seus ambientes proprietários. Provedores fazem investimentos pesados para evitar todo o tipo de potencial invasão ou vazamento na transmissão de informações e possuem equipes com centenas de profissionais para ficarem absolutamente atualizados nas mais recentes descobertas de ciberameaças. Segurança da informação é crucial para toda companhia global que fornece cloud computing e o item não concorre com outros tipos de investimento, como acontece em companhias cujo core business não é TI. Todo esse arsenal faz com que seja muito mais fácil uma empresa ter seu data center proprietário invadido do que uma grande provedora sofrer alguma intercorrência.

Performance: Há quem ainda diga que o conceito de cloud computing diminui a performance, porque, uma vez que as aplicações não estão no ambiente da empresa, poderia haver demora para que o acesso seja feito a distância. Trata-se de mais uma ideia equivocada: se a companhia possui uma infraestrutura de conectividade adequada a suportar as aplicações em nuvem, o tempo de resposta tende a ser muito maior. Isso ocorre porque quanto mais aplicações a companhia tem, maior a demanda por capacidade de processamento dos servidores internos. A atualização dessas tecnologias é tão rápida quanto o crescimento da demanda interna pelas aplicações? A resposta é dificilmente, caso a empresa não seja de TI. Mais vale ter uma conexão que suporte o uso da nuvem do que investir em pesados servidores que consigam dar conta do processamento – e que, ainda por cima, consomem espaço e energia em uma proporção considerável.

Se não fossem esses mitos, quanto a mais sobre os US$ 890 milhões o mercado de cloud computing movimentaria no Brasil? Difícil responder, mas tenho certeza que estamos vivenciando uma oportunidade sem limites para os próximos ano.

*José Renato de Mello Gonçalves é responsável pela diretoria comercial do Brasil da Orange Business Services

Fonte: aboutCOM – Natália Diogo

Performance e experiência do consumidor

Não existe mídia de performance sem experiência do consumidor

Por Fernando Teixeira*

Quantas vezes você já foi a um evento ou leu um artigo de um profissional de marketing falando maravilhas sobre a incrível performance de marketing e mídia de uma empresa, enquanto você lembrava da péssima experiência que teve com aquela marca? Ligações insistentes, o banner que te persegue na internet, o vídeo que cobre a notícia inteira – cenas de praticamente um filme de terror. Filme, não: um seriado de episódios diários que jogam totalmente contra a proposta de cativar e fidelizar clientes e torná-los promotores das marcas.

Corriqueiras, as situações acima ilustram o status-quo: muitas vezes os profissionais de marketing trabalham tão focados na performance que se esquecem da não-performance. Comemoram uma taxa de clique (CTR) de 1% sem pensar que isso pode significar que 99% de pessoas não ligam para a sua mensagem. Isso mesmo: consumidores que não estão nem aí! Definitivamente, não querem vê-la ou assisti-la. Nessa toada, anunciantes muitas vezes compram mídia barata e gastam o mínimo em produção para derrubar o custo de aquisição (CPA) sem perceber que, na verdade, estão gastando para entregar experiências irrelevantes a muitas pessoas.

Esse custo de “não-CPA” ou “não-CTR” pode não ser contabilizado, mas tenha certeza: a conta chega. Cada experiência não relevante, não personalizada e intrometida da marca, torna mais difícil (e mais caro!) converter os não-consumidores. Mais do que isso, o efeito rebote é imediato: com esse tipo de experiência negativa que insiste em persegui-lo, o consumidor passará a odiar a marca.

O nível de exigência dos consumidores de hoje é outro. O sarrafo está lá em cima. Empresas nativas digitais como Amazon, Facebook, Airbnb, Uber e tantas outras oferecem uma experiência tão boa e consistente ao longo do tempo que acabam por se tornarem o “novo normal” em padrão de referência.

Vivemos uma era de experiências acumuladas. Todos os impactos positivos com a marca, em interações de milésimos de segundos, contam. As experiências negativas também. Quando tratamos especificamente da publicidade digital isso é ainda mais acentuado, pois – enquanto consumidores – cada vez menos aceitamos a interrupção da propaganda. Como resposta, recorremos aos bloqueadores de pop-up e pagamos por serviços para não ter propaganda. Não é que a propaganda virou vilã, mas sim que ela é simplesmente irrelevante para uma imensa audiência impactada pela campanha.

Para resolver esse desafio, a propaganda precisa da tecnologia. Esse casamento é essencial para entregar mensagens personalizadas, pessoa por pessoa, no contexto correto, no momento certo, no melhor site, pelo melhor custo para a marca. Hoje, graças à automação da publicidade, isso é possível ser feito em escala e com baixo custo. A automação para o marketing, a inteligência artificial e o aprendizado das máquinas são os elementos tecnológicos que viabilizam essa sinergia entre publicidade digital e consumidores. São estes recursos que ajudam o marketing a entregar o que as pessoas querem, na hora em que elas desejam, culminando na entrega de boas experiências e em maiores oportunidades de negócios. Bom para consumidores, bom para as marcas.

O ponto de partida para o perfeito desenrolar da experiência com publicidade digital está no conhecimento que as marcas têm de seus consumidores, suas audiências, e de como se comportam no ambiente on-line. Só depois disso a mídia é acionada. A compra de mídia com base em dados (data-driven) é assim: cresce conforme se adquire conhecimento, e não conforme foi negociada a verba.

A mensagem que as pessoas recebem deve ser personalizada, uma a uma. Depois do clique, a vida continua no site e nos apps. Nesses ambientes, o consumidor deve ser recebido com a mesma mensagem que viu na mídia. Um site deve se transformar em milhares de sites, um para cada audiência, levando-as até a conversão. Tudo isso contribui para o desenho de um ciclo virtuoso para a marca: mais conhecimento do público, novas experiências, campanhas, interações e – chegamos lá – performance/conversão.

Para entregar esse marketing sem rupturas, os gestores da área precisam entender de tecnologia. Devem aprender sobre sistemas, plataformas e dados. O novo marketing passa obrigatoriamente por APIs e integrações. É um marketing cirúrgico, pensado nos detalhes, podendo atingir mais ou menos gente até encontrar seu ponto ótimo – o ponto da melhor experiência para o consumidor e performance para a marca.

Como isso nem sempre significa comprar mais veiculação, muitas vezes os incentivos dos vendedores de mídia podem não estar alinhados com os do anunciante. É por isso que as marcas devem ser protagonistas, exigir transparência na cadeia e se estruturar com pessoas e plataformas. Terceirizar toda a operação de marketing pode significar deixar os incentivos da cadeia dominarem, cada um do seu jeito. O resultado é a proliferação do status-quo: a comemoração cega da performance de 1%, enquanto se gasta dinheiro da marca com mensagem que não interessa.

*Fernando Teixeira é head de advertising da Adobe para a América Latina.