Black Friday na nossa região

Black Friday movimenta o comércio no Vale do Paraíba
Via Vale Garden Shopping está otimista com a data e preparou diversas ações atrativas para o consumidor

A Black Friday está se aproximando e o comércio da região do Vale do Paraíba está otimista com a data. Diversas lojas e centros comerciais já estão se preparando com campanhas e promoções para lá de vantajosas e a expectativa é grande.

Imagem: Freepik

Uma recente pesquisa realizada pelo Google e Ibope mostra que 87% dos entrevistados pretendem realizar compras na edição deste ano da Black Friday, programada para o próximo dia 24 de novembro, uma sexta-feira. O valor que cada um dos entrevistados afirmou que irá gastar esse ano é cerca de R$1071,00. Foram entrevistados 1.211 consumidores entre os dia 27 de outubro e 4 de novembro.

O Via Vale Garden Shopping, em Taubaté, está otimista com a chegada da data e espera que uma boa fatia desses consumidores compareçam ao empreendimento para aproveitar as ofertas. “Os lojistas participantes estão preparando ações bastante impactantes para a Black Friday. Algumas lojas estarão com descontos de até 80% em peças selecionadas, o que impacta de maneira positiva o consumidor. Nosso objetivo é movimentar o Garden, trazendo ao público descontos reais, que irão valer a pena”, enfatiza Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do Via Vale.

O levantamento mostra ainda que os smartphones são os preferidos na hora de fazer a compra ficando com 38%. A categoria de eletro eletrônicos é a que mais desperta interesse no consumidor, ficando com 65% da intenção de compras. Na sequência, vêm roupas e calçados com 47%. A consolidação da data no Brasil também faz com que os compradores fiquem mais maduros, ou seja, aguardam a data por saber que os descontos são bons, guardam dinheiro e fazem as compras à vista.

 

Ações do Via Vale

Para a data, o Via Vale Garden Shopping preparou diversas ações, juntamente aos lojistas, para promover ótimos descontos aos clientes e com isso e estabelecimento estima um aumento de 12% em relação ao ano anterior. “A primeira ação que iremos fazer é estender a Black Friday. No Garden ela começará no dia 24, mas vai até o dia 26, ou seja, o consumidor terá um final de semana inteiro para aproveitar os descontos oferecidos nas lojas do shopping”, explica Bruna.

Uma outra campanha que está sendo realizada pelo Via Vale que promete chamar bastante a atenção dos consumidores é o “Leva o Print”. Trata-se de uma ação onde no período da Black Friday, o lojista colocará um produto com um desconto bastante atrativo e que seja bastante desejado, essa publicação será divulgada nas redes sociais do shopping e quem tirar um print da tela e levar na loja em questão, garantirá aquele desconto.

Nos dias da campanha o Garden também trabalhará com alguns horários diferenciados. Na sexta-feira (24) a Lojas Americanas abre das 7h às 00h e as lojas Renner, Havan e Riachuelo das 8h às 23h. Já no sábado (25) todas as lojas funcionam das 10h às 23. No domingo (26) o horário de funcionamento das lojas do shopping será normal, das 13h às 20h.

Como será investido o 13° salário

Pesquisa recebida pela ACIT aponta expetativas de gastos com a primeira parcela 13º salário

Uma pesquisa recebida pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), aponta que o percentual de brasileiros que pretende gastar a primeira parcela do 13º salário com presentes de fim de ano subiu de 5% para 8,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já a quantidade de consumidores que planejam viajar com o dinheiro extra saltou de 2,5% para 8,6%.

O comércio vem demonstrando um comportamento mais otimista com as vendas para esse período de natal, baseado nas vendas ao longo de datas comemorativas de 2017. A expectativa é de que os consumidores adquiriam uma quantidade maior de presentes e com valores um pouco mais elevados para esse natal. No entanto, mesmo com esse possível aumento, as vendas não devem atingir o patamar de compras realizadas em 2014, último ano considerado excelente para o comercio varejista.

“Estamos esperando uma venda superior ao ano anterior, o que já dá uma ânimo bem maior aos lojistas e comerciantes, que esperam que o natal seja mais aquecido em 2017. Todos estamos acreditando que a economia está retomando seu rumo, mesmo que lentamente.” ressalta José Saud, presidente da ACIT.

Mesmo com o otimismo sobre as vendas, os comerciantes estão cautelosos e devem oferecer boas oportunidades aos consumidores, como facilidade no pagamento e descontos nas negociações.

Apesar do aumento na vontade de consumir, a pesquisa aponta que dois terços dos brasileiros ainda vão usar o dinheiro do 13º para pagar dívidas ou poupar (42,9% e 22,9%, respectivamente), praticamente os mesmos níveis do ano passado. O levantamento ainda indica que os indecisos caíram de 22,5% para 17,1%, o que reforça a tendência de maior consumo nos próximos meses.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Ipsos com 1.200 pessoas em todas as regiões do Brasil entre os dias 1º e 15 de outubro.

“Apesar da pesquisa da ACSP mostrar um panorama nacional, podemos usar esses indicadores para nossa região e nossa cidade, pois os comportamentos são bem parecidos e tem pouca perspectiva de mudanças. Diante dos dados, aliado às nossas promoções e capacitações, estamos confiantes que teremos um período de vendas com saldo positivo” afirma Saud.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Perspectiva de um bom Natal

73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, projetam SPC Brasil e CNDL

Neste ano, brasileiro vai desembolsar, em média, R$104 por presente. Lojas online ultrapassam shopping center como principal local de compras e 52% dos consumidores vão fazer pagamento à vista. Roupas encabeçam ranking de presentes

Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59. Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos. Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães. “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista. Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
Informações à Imprensa

Fonte: SPC Brasil – Vinicius Bruno

Digital Workplace e home office: o perfil do trabalhador na Era da Colaboração

Profissional deve ser mais proativo e atuar como gestor do próprio trabalho. Ferramentas de colaboração evitam o isolamento social

por George Paiva*

Tecnologia e capital humano nunca estiveram tão próximos quanto agora, na Era da Colaboração. Com diversas tecnologias que permitem otimizar o tempo, diminuir custos e aumentar produtividade, os digital workspaces ganham mais espaço e adeptos em todo o globo. E um dado chama a atenção: a pesquisa Home Office Brasil edição 2016, da SAP Consultoria RH, aponta que nos últimos cinco anos, 80% das empresas brasileiras – públicas e privadas – implementaram a prática de home office, sendo 67% delas multinacionais.

A definição de home office não é apenas mudar o local de trabalho: estamos falando de uma profunda mudança de hábitos, que envolve horários, relações interpessoais, lazer e forma de ver a vida.

Para que esse movimento seja possível, a empresa deve disponibilizar o acesso a informações, ferramentas e recursos que, antes, eram localizados apenas nos escritórios. Ao mesmo tempo, o perfil desse profissional também se transforma: ele passa a ser responsável por produzir de onde estiver e sua gestão passa a ser feita por resultados, e não mais pelo modo de se trabalhar.

Há algumas características básicas que devem estar presentes nos colaboradores remotos:

● Conhecer bem o trabalho e as ferramentas: além de saber realizar as atividades básicas do dia a dia, o profissional deve dominar as ferramentas que o ajudarão a ser mais produtivo. Para que os resultados sejam de acordo com o esperado, ele também deve conhecer muito bem a organização em que trabalha e os seus processos operacionais e de colaboração.

● Gerir os próprios resultados: para atingir a produtividade esperada, cabe ao indivíduo fazer uma autogestão, pois ter alto nível de desempenho é essencial para trabalhadores remotos. Apesar do conceito de colaboração, a necessidade de supervisão e ajuda dos colegas deve ser menor em um digital workspace, assim, o tempo de troca de informações e reuniões será otimizado e melhor aproveitado.

● Controlar o próprio tempo: o teletrabalhador é mais sensível à distração e à dispersão. Ter uma agenda de atividades e um local adaptado dentro de casa são dicas preciosas para manter a autodisciplina e evitar a procrastinação de atividades.

As mudanças também devem ocorrer no psicológico de cada pessoa. Apesar de ser uma boa opção para aumentar a qualidade de vida, o home office exige que o profissional se adeque às novas formas de interação social. Evitar a solidão e o isolamento no exercício das atividades de trabalho é o grande desafio que os digital workspaces impõem às pessoas. Boas alternativas são encontros periódicos entre colegas e clientes e participar ativamente de redes sociais e grupos corporativos.

Não se trata, de fato, de uma mudança de tecnologia, apenas. É uma quebra de paradigma na forma de lidar com as relações de trabalho e sociais. De lidar com a vida.

*George Paiva é diretor de RH na América Latina da Orange Business Services

Fonte: aboutCOM – Natália Diogo