Geopixel busca estagiários para fazer parte da equipe de Marketing
A vaga é para quem reside em São José dos Campos ou região e está cursando Ensino Superior em Marketing, Comunicação, Publicidade, Design, Administração ou cursos correlatos.
– Presencial
– O profissional apoiará nas atividades de designer para materiais simplificados, atividades de marketing digital (mídias sociais) e atividades administrativas gerais do departamento.
– Habilidades com ferramentas de designer gráfico
– Diferencial conhecimento em ferramentas de vídeo, plataformas de automação em marketing
– Muita energia, vontade de trabalhar e de aprender
Para participar da seleção, envie seu currículo para:
trabalheconosco@geopixel.com.br
Série de podcasts sobre saúde mental estreia em coprodução com a EOM LAB e a Psicóloga Pâmella Streb
A EOM LAB, renomada produtora de experiências sonoras do Vale do Paraíba, uniu-se à psicóloga Pâmella Streb para lançar uma nova série de podcasts voltada à saúde mental chamada “Momento Organideia”. Esta série de quatro episódios, que estreará na quarta-feira, dia 5 de julho, promete trazer clareza e compreensão sobre tópicos cruciais da saúde mental, respondendo a perguntas comuns e dissipando dúvidas.
Com episódios curtos e abordagens leves, a Dra. Pâmella Streb oferecerá insights valiosos baseados em sua vasta experiência clínica. O primeiro episódio trará à tona um tópico intrigante: a “Obesidade Mental”.
Esta série marca uma nova direção para a EOM LAB, reforçando seu compromisso com conteúdos que importam. “Nós realmente acreditamos na importância de trazer a discussão sobre saúde mental para nossas produções”, disse o CEO da EOM LAB, Felipe Raphael.
A EOM LAB e a Dra. Pâmella estão entusiasmadas em abrir o diálogo sobre saúde mental para seu público, trazendo assuntos relevantes e abordagens acessíveis a todos.
Os episódios serão publicados no canal EOM PLAY no Spotify
Maria Rita e Elis Regina juntas em peça da VW Brasil
Para celebrar seus 70 anos no Brasil a Volkswagen lança campanha que resgata conexão emocional com o povo brasileiro. A marca usou a canção ‘Como nossos pais’ (autoria de Belchior e grande sucesso na voz de Elis) para fazer uma homenagem. Depois de 41 anos da partida de Elis Regina, Maria Rita reencontra a mãe em um dueto musical inédito e emocionante.
A campanha de 70 anos da Volkswagen do Brasil também aposta em uma conexão com o anúncio realizado pela marca de que a Kombi ressurgirá. Ela retorna em sua versão eletrificada, o ID.Buzz. Isso acontece dez anos após o fim da produção do modelo. A versão 100% elétrica chegará ao Brasil em lote limitado especial com 70 unidades em homenagem aos 70 anos da marca.
Numa analogia à própria música, trazendo em seus versos que ‘o novo sempre vem’ e revelando a transição geracional, a campanha também evidencia – sem deixar de celebrar o passado – o fortalecimento da Volkswagen do Brasil na estratégia global de eletrificação da marca.
Encontro entre mãe e filha criado por Inteligência Artificial
O filme criado pela AlmapBBDO e produzido pela Boiler Filmes, tem direção de cena de Dulcidio Caldeira e usou o recurso de tecnologia de inteligência artificial treinada especificamente para o reconhecimento facial de Elis Regina, uma estratégia diferente do que é feito normalmente em projetos de IA, que usam tecnologia pré-treinada a partir de dados genéricos. Agência e produtora juntaram forças com uma empresa de pós-produção norte americana especializada e com histórico de projetos executados para a indústria cinematográfica de Hollywood. Durante dias, a IA recebeu intenso treinamento com diferentes tecnologias, combinando a atuação da dublê com os movimentos e imagens de Elis, chegando ao inédito e surpreendente resultado do rosto da cantora.
Veja o filme:
Além de estreia na TV aberta, a estratégia de comunicação conta com materiais Out of Home, mídias digitais e ativações no The Town, festival de música que conta com o patrocínio da Volkswagen do Brasil e será realizado em setembro de 2023, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), e que contará com Maria Rita entre as atrações.
Ficha Técnica – Filme
Anunciante: Volkswagen
Título: Gerações
Produto: Institucional
Agência: AlmapBBDO
Presidente e CEO: Filipe Bartholomeu
CCO: Luiz Sanches e Pernil
ECDs: Rodrigo Almeida e Rafael Gil
DCs: Iron Brito e Felipe Cirino
Criação: Francis Allan e Gustavo Tasselli
Aprovação pelo cliente: Roger Corassa, Livia Kinoshita, Cristiano Mineiro, Arthur Rocha, Agnes Marques e Helena Oliveira
Produção Audiovisual: Diego Villas Bôas, Vera Jacinto e Murillo Moretti
Atendimento: Christiano Bock, Mariana Nanes, Stephanie Gasparini, Juliana Stern, Fernanda Waniarka e Bruna Nascimento
Planejamento: Sergio Katz, Marcelo Bazán, Bruno Ortiz Machado, Tomás Garnier Coutinho, Julia Albero, Lavieri Junior, Giulia Arruda, Ana Carolina de Losso, Giovanna Orsatti e Beatriz Freitas
Mídia: Rafaela Alves, Luana Gallizzi, Everton Maciel, Lucas Fanti, Stephanie Santos e Isadora Lee
BI: Diego Rodrigues, Guilherme von Brewer, Amanda Rosa, Sara Ribeiro e Matheus Rodrigues e Victor Castilho
Conteúdo: Cristiana Uehara, Talita C. de Souza, Hannamy Layla, Samanta de Melo e Beatriz Amâncio
Produtor Gráfico: José Roberto
Tratamento de Imagem: HH Produção e Tecnologia de Imagens Publicitárias
Produtora Do Filme: Boiler Filmes
Direção: Dulcidio Caldeira
Produção Executiva: Juliana Martellotta
Head De Atendimento: Larissa Perrotta
Atendimento: Jonas Monte, Jess Thomaz e Maria Clara Gonçalves
Head De Produção: Juliana Sigolo
Equipe De Coordenação: Bruna Fernandes, Cintia Varella e Marina Rohnik
1º Assistente De Direção: Bruno Roberti
2º Assistente De Direção: Felipe Luisari
Diretor De Fotografia: Juliano Lopes
Diretor De Fotografia 2o. Unidade: Rafael Martineli
Direção De Arte: Martin Garcia
Diretor De Produção (São Paulo): Roberto Bellezia
Diretor De Produção (Floripa): Magali Heinze
Figurinista (Floripa): Giovanna Moretto
Produtora De Elenco (São Paulo/ Floripa): Cintia Cappellano
Celebridade: Maria Rita
Agentes: Alexandre Rodrigues Rosa e Verônica Falcão Rodrigues Braga
Produtora Executiva: Mariana Da Annunciação Dos Reis
Make & Hair: Ricardo Dos Anjos
Stylist: Heleno Manoel
Coordenador De Pós: Ricardo Quintela
Montagem: Ricardo Quintela
Assistente De Montagem: Fabio José Bento
Finalização: Rafael Barão
Assistentes De Finalização: Renata Dalbem e Jean Neto
Color Grading: Acauan Pastore
Pós-Produção: Flow Effects
Produtora: Raw Audio
Produção Musical: Fernando Forni, Ricardo Pinda e Rogerinho Pereira
Direção Musical: Hilton Raw
Sound Design e Mixagem: Enrico Maccio e Philip Braunstein
Atendimento: Carol Peternelli
Coordenação: Robério Barbosa
Locução: Maria Rita
Estúdio gravação RJ Cia do Técnicos
Músicos:
Baixo – Alberto Continentino
Teclado – Rodrigo Tavares
Bateria – Wallace Santos
Guitarra – Fernando Caneca
Engenheiro de Som: Flavio Senna
Nas últimas semanas, a indústria cinematográfica de Hollywood tem convivido com uma intensa greve liderada pelos roteiristas. Reivindicando uma série de melhorias na remuneração e condições de trabalho, os profissionais do cinema e da TV levaram às ruas inúmeras placas ilustrando as suas insatisfações e desejos. Dentre essas peças, me chamou a atenção a enorme quantidade de sinalizações exigindo a proibição do uso da Inteligência Artificial na escrita dos roteiros.
O movimento dos roteiristas é apenas um exemplo dentre diversas manifestações recentes de classes trabalhadoras que se mostraram receosas diante da transformação digital exercida pelo expressivo desenvolvimento da IA. Antes de mais nada, no entanto, por mais impactante e surpreendente que seja o poderio dessas ferramentas, podemos cravar que ainda é muito cedo para imaginarmos uma revolução tamanha a ponto de imaginar que profissões inteiras sejam suprimidas de uma hora para outra.
Acredito que esse tipo de temor se deve ao misticismo que acabou sendo gerado em volta da IA. Por mais brilhante e interessante que esteja o atual nível dessas ferramentas, elas ainda apresentam muitas falhas em seu funcionamento. Por exemplo, o ChatGPT, que se tornou a plataforma mais comentada nesses últimos meses, apresentou diversos casos de ‘alucinações’, situação em que simplesmente inventa mentiras por não ter encontrado uma resposta convincente.
Por outro lado, não podemos também menosprezar a importância que ela traz para a sociedade num todo. Até porque, hoje a IA já está presente nas principais ferramentas voltadas ao meio da comunicação. Grandes empresas como Microsoft (por meio do lançamento do Copilot), Adobe (com o novo Firefly), o Google (com o Bard), e até mesmo o Shutterstock, um dos bancos de imagens mais usados do Brasil, já integraram esse tipo de tecnologia para aprimorar ainda mais as suas funcionalidades.
Sendo assim, não há como escapar da realidade que, querendo ou não, todos os comunicadores que utilizam essas plataformas no seu dia a dia terão o seu trabalho impactado de alguma forma. Posso utilizar como exemplo as próprias transformações que tenho convivido na minha área de atuação. Como diretor criativo de agência de marketing, uma parte fundamental para qualquer campanha que desenvolvemos é o planejamento estratégico. Esse estágio do trabalho é responsável por toda uma pesquisa de campo, além de toda a estruturação e construção das ideias.
Dito isso, o uso de ferramentas baseadas em IA contribuem nesse ponto da proposta, desde a coleta e análise dos dados, como também na previsibilidade do projeto com base nas tendências, na identificação de riscos e oportunidades, e na personalização baseada no histórico do mercado e do cliente. Em outras palavras, a tecnologia baseada em inteligência artificial ajuda a tornar esse planejamento algo muito mais bem estruturado, melhorando a eficiência por trás dessa operação, contribuindo ainda para a tomada de decisão das etapas seguintes.
No entanto, quando começamos a colocar a mão na massa pensando na parte mais criativa do projeto, existe uma coisa que máquina nenhuma ainda consegue suprir: a cultura. Todo o produto que surge a partir da criatividade humana, seja um vídeo, uma peça publicitária, ou até mesmo um roteiro para um filme ou série, exige uma somatória de fatores que é resultado das bagagens culturais de todas as partes envolvidas no projeto – desde os profissionais responsáveis, até a marca que irá estampar o produto. Quando esse processo é desenvolvido artificialmente, sem a vivência e o expertise necessárias, acaba resultando em soluções frágeis e fragmentadas, o que se torna facilmente perceptível para o público.
A grande verdade é que o uso da IA já é uma realidade irreversível. O que estamos vivenciando hoje é uma das mais céleres ondas de transformação digital desde a virada do século. Por mais que ainda exista um temor e um misticismo em torno dessas ferramentas, as tentativas de proibição ou limitação serão frustradas pela própria eficiência e a imposição por parte das grandes marcas do mercado. Diferentemente do que um roteirista normalmente faz, ainda não precisamos caracterizá-la como heroína ou vilã. Até porque essa história ainda está só no começo.
*Ricardo Tarza é sócio e diretor de inovação e criatividade na DreamOne. Pós-graduado em gestão de marcas e produtos pela Faculdade Belas Artes de São Paulo.