Coluna “Discutindo a relação…”

É bom, mas é ruim

Durante um bom tempo na propaganda brasileira fomos inspirados por grandes profissionais. Mulheres e homens que atraiam todos os olhares e ouvidos e geravam uma enorme atração para a profissão e a atividade de propaganda. Durante esse período que durou – provavelmente e no máximo – até a primeira década dos anos 2000, muitos dos jovens que entravam nas faculdades de propaganda eram influenciados por estes ídolos.

E isso era bom!

A profissão de propaganda frequentava a novela das oito da Globo. E as publicitárias e publicitários das novelas eram chiques, sexys e bem resolvidos financeiramente. Além de tudo isso tinha a criatividade. Ahhh, a criatividade! Que legal seria ter ideias incríveis e colocar um comercial na Globo e uma página dupla na Veja!!!

Essa fase foi importante para a propaganda. Mas passou…

E veio uma era em que o trabalho publicitário é mais horizontal. Não é mais Romário (ou Pelé, Ou Zico, Ou Maradona, ou Messi) e mais 10. Não tem mais o cara ou a cara que é o craque que atrai multidões. O negócio agora é equipe, é time. A propaganda ficou mais colaborativa, mais ágil e com menos… brilho.

E isso é bom!

Muito embora os jovens talvez já não se sintam tão atraídos pela profissão porque não há grandes estrelas – e isso se reflete diretamente na queda de entrada de alunas e alunos nos cursos de publicidade e propaganda – acredito firmemente que a atividade publicitária ficou mais legal.

Então… é bom, mas é ruim.

Vamos – nós da educação ao lado do mercado – ter que buscar caminhos e soluções para que, mesmo nesse modelo horizontal e sem os grandes figurões ou figuronas, possamos mostrar que a propaganda ainda é criativa (mais do que já foi), atraente, sexy, divertida e uma baita opção de carreira. As agências têm que voltar a ser um lugar realmente bacana pra se trabalhar. A gente tem que trabalhar para mostrar pra garotada que tá lá no ensino fundamental e médio que esse negócio de ser publicitária e publicitário é muito legal!

Vamos nessa?

Vaga aberta para Analista de Comunicação

Poliedro busca um Analista de Comunicação

A vaga é para integrar o time de marketing do Poliedro Educação

Principais responsabilidades dessa função:

Conduzir os processos relacionados à produção de conteúdo para os canais de comunicação interna;
Gerenciar as etapas de produção, aprovação e envio dos boletins internos;
Receber as demandas de comunicação das áreas internas, apurar e propor soluções;
Buscar e apurar possíveis pautas em todas as unidades de negócio;
Garantir a uniformidade de informações e linguagem dos textos;
Propor plano de comunicação de programas e iniciativas internas;
Propor plano para campanhas de endomarketing.

Conhecimentos e experiências:

Ensino superior em Comunicação Social – Jornalismo ou Relações Públicas;
Domínio da língua portuguesa;
Experiência com produção de textos institucionais e jornalísticos;
Experiência em criação de planos de comunicação interna e endomarketing;
Experiência corporativa;
Conhecimento sobre linguagem e produção de conteúdo para web;
Conhecimento básico em Photoshop e publicação de conteúdo pelo WordPress.

Candidate-se por aqui

Humanização das marcas: a tecnologia como meio, e não fim

(*) Por Raphael Godoy

Não é nenhuma novidade que a tecnologia está no nosso dia a dia, com grande impacto também no mundo dos negócios. Os consumidores não querem só comprar pela internet. Querem ter o controle sobre a data de entrega, saber que podem se comunicar com a empresa pelos canais de sua preferência, ter sempre a oportunidade para avaliar a experiência, além de contar com as redes sociais como amplificadores de opinião. E em toda essa jornada, as empresas têm oportunidades únicas para usar a tecnologia a favor do seu relacionamento com o consumidor, seja para avisar sobre um prazo, enviar o código para pagamento, interagir com oportunidades de acordo com o perfil, dar as respostas certas no tempo esperado ou responder interações nas redes. Mas, mesmo com tanta importância, a tecnologia precisa ser entendida como meio, e jamais como fim. Digo isso me dirigindo a todos, mas com especial atenção às marcas, já que para estar perto de quem é importante para a empresa, tanto interna como externamente, é preciso se manter humano, não importando o quanto de tecnologia existe ao redor.

E se você não tinha essa dimensão, saiba que esta é a correlação de forças que tem tirado o sono de muitos líderes, em todas as áreas. O desafio pode parecer até simples mas, na prática, exige esforço, combinado a muita observação e a ações eficientes.

Raphael Godoy

Se focarmos no ponto de vista externo, é nítida a demanda dos consumidores por personalização e por interação humanizada com as marcas, nos diferentes pontos de contato. E isso não quer dizer somente falar com alguém que não é um robô. Mais do que isso, as pessoas querem respostas, na forma e no tempo corretos para elas, com simpatia e empatia.

O tão falado Customer Experience, analisado sob o prisma da comunicação, não se trata apenas de permitir que o cliente possa escolher o mais adequado entre os diferentes canais de comunicação. É preciso ir muito além. Uma marca que é tida como humanizada é aquela que conhece o perfil, estilo e, até mesmo, a linguagem das pessoas com as quais se relaciona. E, mais do que isso, utiliza todo esse conhecimento valioso não só para vender ou ter mais seguidores, mas para se posicionar de modo único nos corações e mentes de seu público alvo. Uma pesquisa da Forrester, realizada em 2020, mostrou que 25% das empresas poderiam perder mais de 1% de sua receita anual ao não responder satisfatoriamente aos problemas e eventos sociais com os quais seus clientes se identificam.

E isso vale para a esfera interna também. As empresas que já perceberam a importância de cuidar e valorizar seus colaboradores, e de proporcionar uma cultura organizacional saudável e diversa, hoje contam com profissionais mais felizes e engajados, o que no final do dia tem sido essencial para criar uma unidade, que acaba se refletindo na produtividade, no resultado financeiro e na percepção da marca.

Em um período tão marcado pelos desafios da pandemia e pelo aumento da competição no ambiente digital, uma vez que muitas empresas se viram forçadas a digitalizar as suas operações, o debate sobre humanização das marcas não é importante; é vital! E as companhias que souberem, genuinamente, melhorar seus processos e sua comunicação com esse princípio no campo das ideias, mas mais ainda no das ações, terá maior chance de conquistar o coração não só do consumidor, mas da sociedade toda. É assim que as grandes empresas se formam. E quanto mais humanas, melhor!

(*) Raphael Godoy é CMO da ZENVIA, plataforma de comunicação que empodera as empresas para criarem experiências únicas de comunicação para seus clientes.

Marketing Week da USP reúne grandes nomes do mercado nacional

Evento tem presença confirmada do empresário da Anitta comentando estratégias de marketing da cantora

Mundialmente reconhecida, a USP é sinônimo do ensino de qualidade e referência na formação de exímios profissionais. Com o objetivo de compartilhar seu comprometimento tanto com alunos quanto com entusiastas da área, o Diretório Acadêmico de Marketing (DAMA) anuncia a 6ª edição da Marketing Week.

Com as inscrições já disponíveis para serem realizadas, o evento online e gratuito, abre diálogos sobre as tendências do mercado, abrangendo diversas áreas relacionadas à atuação do marketing no cotidiano de organizações e corporações.

De 13 a 17 de setembro o público terá acesso a transmissão ao vivo de temas como “O Impacto do BBB na criação de Influencers”, em painel comandado pelo Jude Reis da agência Music2Mynd, que atende o ex-BBB Gil do Vigor e famosos como Caio Castro, Preta Gil e Pabllo Vittar, “Tendências de consumo pós-pandemia”, em conversa com Fabrício Fudissaku, do Facebook Brasil e até conhecer de perto as estratégias de marketing de Anitta pela voz do empresário Paulo Pimenta, que cuida da imagem da cantora.

Guilherme Correa, da P&G, também é presença confirmada no evento para mostrar como a comunicação engloba todas as áreas do ambiente estratégico.

A Marketing Week traz ainda profissionais como Fernanda Cedraz, da Gucci, falando sobre “Marketing de Luxo”, Margot Takeda, da A10 Design, que aborda “Importâncias do branding”, o advogado Luiz Augusto D´urso conduzindo bate-papo com tema bem atual sobre “Os desafios que o marketing encara com a LGPD”, entre outros.

Ao todo o evento conta com 25 painéis divididos em três horários distintos, com apoio do Santander Universidades, Sodiê Doces e P&G.

Para participar do evento, os interessados devem acessar o Sympla, por meio deste link e fazer sua inscrição. A programação completa e mais informações estão disponíveis no www.marketingweekusp.com.br e no Instagram @marketingweekusp.

Serviço:

6ª edição da Marketing Week

Data: 13 a 17 de setembro

Link para inscrições aqui 

Fonte: Máxima – Tiago Cazeri