Aplicativo paga para clientes

Novo aplicativo revoluciona ao pagar para clientes visitarem restaurante

Que tal ganhar dinheiro visitando restaurantes, consumindo os produtos que mais gosta e indicando para amigos? Como diz o ditado, não tem melhor propaganda que o boca a boca. E por incrível que pareça, muitos a fazem sem nem perceber e sem ganhar nada em troca, além da satisfação de compartilhar algo que gostou. Pensando nisso, surgiu o aplicativo chamado Magpi, que paga em dinheiro aos usuários pela propaganda que, na maioria das vezes, as pessoas já fazem gratuitamente.

O aplicativo, que já funciona como um canal de relacionamento entre o usuário e o restaurante, está disponível para download na versão beta e já conta com vários estabelecimentos participantes, como os restaurantes Tejo, Bartolomeu, Pizza Hut, entre outros. A meta é chegar a 100 restaurantes até o final do semestre, só em Brasília. Até o final do ano, já existe um planejamento de expansão para Goiânia e São Paulo, afirma Eduardo Ferrari, Head de negócios.

Quando o usuário clicar no aplicativo aparecerá uma plataforma de restaurantes e logo ao lado o valor que cada um oferece por uma visita. E se isso ainda não for o suficiente, o aplicativo ainda dá a opção de ganhar consumindo e indicando amigos.No caso da visita, cada estabelecimento conta com um sensor localizado estrategicamente de forma a permitir o check in apenas dentro do estabelecimento.

No Magpi, sempre que o usuário indicar o restaurante para um amigo e eles validarem a visita, ganha quem fez a indicação. No consumo, basta pedir a nota fiscal com CPF e enviá-la pelo aplicativo para ganhar um percentual do valor total. Os valores são definidos por cada restaurante, de acordo com o ticket médio, que pode por exemplo, definir R$ 2 por visita, R$ 3 por indicação e 10% da conta para consumo.

Easy Use – Os criadores apostam na mobilidade e na capilaridade da ferramenta. “Dificilmente, nos moldes atuais, uma pessoa não tem um smartphone conectado nas redes sociais e no Whatsapp. Como isso é comum entre amigos, agora vai ser comum entre pessoas que desejam ser pagas para conhecer um restaurante ou indicar para amigos através do Magpi”, destaca Fabio Henrique, Head de Finanças. “O aplicativo ainda vai ser muito assunto para as rodas de amigos”, aposta Fábio.

Outra vantagem destacada pela equipe de desenvolvimento, é a facilidade de uso e a praticidade. O app reúne todos os estabelecimentos cadastrados em uma única plataforma. Desta forma, os usuários não precisam baixar um aplicativo para cada restaurante. Através do Magpi, é possível ver quanto cada restaurante paga para conhecê-lo com um simples clique.

Bom para os negócios – O aplicativo também tem a função de auxiliar os empresários na prospecção do seu negócio, além de estreitar o relacionamento entre os usuários do Magpi e os estabelecimentos. A proposta do app é levar clientes para dentro da loja (restaurante). “Diferente de um anúncio numa revista, por exemplo, em que a pessoa conhece o negócio folheando a publicação onde estiver, lá na casa dela, no Magpi o anúncio leva a pessoa a conhecer o negócio “in loco”, afirma o publicitário Welington Braga, CEO e idealizador do projeto.

Outra vantagem para o empresário é acompanhar com exatidão o retorno de cada real investido na ferramenta de publicidade. O aplicativo disponibiliza aos donos de restaurantes um painel de gestão, onde poderão acompanhar quantos clientes visitaram o seu restaurante, o montante por eles gastos, quantos foram os amigos indicado, entre outras informações. “No Magpi, o dono do estabelecimento só paga, quando o cliente visita o seu restaurante. Assim, com o cliente dentro do seu negócio, é mais fácil fidelizar e vender”, avalia Welington Braga

O protagonismo no cliente é a chave do sucesso da nova forma de publicidade “Ao remunerar quem indica seu estabelecimento ou o cliente que faz uma visita, as chances de que ele goste e consuma, são bem maiores”, aposta Braga. “No Magpi, o cliente que comprova o consumo no seu restaurante, ganha mais. Assim, é possível comparar o investimento realizado na divulgação, com o quanto o cliente trouxe de retorno”, conclui Narmer Abouhassan, Head de Produtos do Magpi.

Sobre a Magpi Digital Media – Com pouco mais de 1 ano de existência, a empresa foi fundada em 2016 no Distrito Federal, quando tiveram início as atividades de pesquisa e desenvolvimento do APP. A inspiração veio do nome de um pássaro, o magpie, conhecido como pássaro mensageiro. O Magpi iniciou sua atuação na área de gastronomia, mas, em futuro próximo, planeja atender outros segmentos.

Fonte: Infinito Comunicação – Lu Alves

Entusiastas de Tecnologia estão dominando a hello

​​Comunidade “Apaixonados por Tecnologia” e “Amantes de Tecnologia” estão entre as mais populares da rede

O recente ataque hacker do ransomware “Wanna Cry”, que infectou mais de 200 mil máquinas em pelo menos 150 países foi motivo de muita discussão nas comunidades de tecnologia e redes sociais que têm espaço para esse assunto. É o caso da Hello Network, rede social do empreendedor Orkut Buyukkokten, em que a comunidade de Tecnologia está entre as três maiores, atrás somente das comunidades de Música e Animais.

O sucesso da rede social hello está associado a segmentação dos assuntos no aplicativo, que facilita o encontro entre pessoas com interesses em comum. Orkut acredita que em outras redes sociais os usuários muitas vezes ficam constrangidos de postar tantas fotos ou mensagens de um mesmo tema, mas no app hello este espaço para compartilhar paixões é garantido.

Segundo o criador da rede, Orkut Buyukkokten, “A hello é a primeira rede social construída para que possamos ser autênticos e nos conectar com quem compartilha de nossas paixões”.

Entre os principais temas compartilhado nas comunidades, estão os sistemas operacionais para celulares – iOS e Android, o evento Campus Party, novas tecnologias, redes sociais, profissões de TI e até mesmo o recente ataque hacker. No app hello os nerds, os amantes da tecnologia ou mesmo os profissionais podem discutir e se aprofundar sobre o tema, em um espaço exclusivo criado para falar de tecnologia.

Além de compartilhar fotos, nas comunidades do Hello é possível também conversar por meio do bate papo coletivo e enviar mensagens privadas para os demais membros.

Diferente da antiga rede social Orkut, as comunidades do Hello são públicas. Isto permite uma maior interação entre os usuários que possuem afinidades, mesmo entre aqueles que não se conhecem.

Sobre a Hello Network

A Hello Network Inc. foi fundada pelo conhecido empreendedor social Orkut Buyukkokten (criador da rede orkut.com) e um pequeno grupo de ex-engenheiros do Google. Depois de testemunhar a evolução das redes sociais por dezesseis anos, Orkut se inspirou para reunir pessoas em torno de suas paixões comuns – uma visão que muda a forma de socializar. Com sede em San Francisco (CA) e um escritório em Mountain View (CA), a hello foi lançada em inglês no mês de junho de 2016, e no mês seguinte em português e francês. O download é gratuito na App Store e Google Play e está disponível a partir do iOS 8 e a partir do KitKat para Android.

Fonte: Goytacaz Comunicação – Melissa Castro

Evento realizado no último sábado pela UP[W]IT discutiu a participação e as dificuldades das mulheres no mercado de tecnologia

Evento promovido pela UP[W]IT mostra que participação das mulheres no mercado de tecnologia é irreversível

Encontro “Mulheres Líderes na Tecnologia” discutiu dificuldades das mulheres no mercado e o aprimoramento das estratégias das empresas para mais contratações em suas áreas de TI

A participação das mulheres no mercado de tecnologia é um movimento crescente e irreversível. Mesmo assim, é preciso que estas profissionais estejam unidas para enfrentar as dificuldades em um segmento ainda tão fechado e masculino.

Esta foi uma das conclusões do encontro “Mulheres Líderes na Tecnologia”, promovido no último sábado, 27 de maio, pela UP[W]IT (Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation), iniciativa que estimula a participação feminina na área de tecnologia e inovação por meio da criação de experiências.

O evento, que contou com a participação de cerca de 70 mulheres ligadas à tecnologia, além de discutir as dificuldades e as vitórias de mulheres inspiradoras, ofereceu mentoria e orientação de carreira para mulheres que estão em busca de oportunidades no ramo de tecnologia e aprimoramento às estratégias das empresas para a contratação de mais mulheres para as suas áreas de TI.

“O PNAD aponta que apenas 15% dos alunos dos cursos de ciências da computação e engenharia são mulheres, e 80% desistem no primeiro ano de curso. Queremos consolidar a carreira destas mulheres. Nós vemos conexões acontecendo e mulheres cada vez mais fortalecidas”, afirmou Carine Roos, fundadora da UP[W]IT e uma das idealizadoras do evento.

Luciana Terceiro, especialista em design de interação e também idealizadora do evento, destacou a importância de espaços para que as mulheres possam falar sobre as dificuldades deste mercado e para perceberem que não estão sozinhas. “As mulheres se sentem pouco à vontade e com pouca abertura para falar sobre as dificuldades deste mercado por um viés feminino”, disse.

Além delas, o evento também contou com a organização de Cíntia Citton, consultora de inovação, Fernanda Joris, Designer Digital na Eokoe e AppCívico; Vania Teofilo, mestre em Design de Artefatos Digitais – UFPE, além de Ana Carmen Foschini e Fernanda Coelho, especialistas em comunicação e marketing digital.

As três painelistas presentes no evento mostraram as dificuldades e as necessidades de superação constantes no mercado de tecnologia. Juliana Glasser, programadora e maker, fundadora da Carambola e do Engenho Maker, destacou que, infelizmente, é natural que o crescimento das mulheres no mercado de tecnologia seja lento. “Estas questões ainda são complexas, mas existe muita gente comprando esta ideia”, afirmou.

Patrícia Borges, que trabalha na plataforma de autenticação dos usuários da Globo.com, tem 10 anos de experiência como desenvolvedora de software em projetos nos mais variados campos, afirma que o grande número de “nãos” recebidos ao longo da sua trajetória a fortaleceram. “As mulheres conseguem se diferenciar muito rápido no mercado de tecnologia”, lembrou.

Já Nina Silva, que atua há 15 anos no segmento, integra atualmente o time de Gerenciamento de Projetos na Honda, é participante do SAP Global Committee responsável pela implementação do PMO em TI da empresa, lembrou que a participação das mulheres no segmento está de fato crescendo. “Mas existem inclusões e inclusões. Quando se trata de níveis realmente estratégicos, que é onde as mudanças acontecem, ainda é muito pouco. A gente precisa lutar não só pela diversidade, mas também pela manutenção dela”, afirmou.

O painel foi facilitado por Ligia Oliveira, da Cia de Talentos, gestora responsável pelo planejamento, acompanhamento e execução de projetos de employer branding, com foco em atração e relacionamento com jovens e universidades para empresas nacionais e multinacionais.

Após o painel, foi realizado um trabalho de mentoria entre as participantes. Uma das principais conclusões foi que retorno financeiro é importante, mas o que realmente atrai essas mulheres é o reconhecimento do trabalho, um plano de carreira sólido e a possibilidade de realmente fazer a diferença. A grande discrepância entre o conteúdo aprendido nas faculdades e o que o mercado realmente exige também foi um ponto importante abordado entre as profissionais.

O encontro teve o patrocínio da Globo.com e McKinsey, além da parceria com o Coletivo Mola e a Cia de Talentos.

Durante todo o mês de abril a UP[W]IT promoveu a campanha “Futuras Líderes”, que utilizou as redes sociais Facebook, Instagram e Twitter e criou um movimento de inspiração, visibilidade e empatia na rede por meio da divulgação de mulheres líderes na tecnologia e mulheres que estão iniciando suas carreiras na área.

Sobre a UP[W]IT

UPWIT – Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation ou Destravando o Poder das Mulheres para Inovação e Transformação – é uma organização voltada para a inclusão de mulheres em diversos setores e esferas de decisão da sociedade, especialmente tecnologia e inovação.

Por meio de workshops presenciais com até 70 participantes, realizados periodicamente, a UPWIT incentiva práticas inclusivas e a criação de soluções inovadoras que contribuam para a igualdade de oportunidades entre os gêneros. Referência de prática para a inclusão de mulheres e minorias de gênero, a UPWIT também consolida informações sobre o mercado brasileiro e o cenário atual para embasar suas ações e estratégias de transformação social.

Fonte: Carolina Marcondes

Mais do que nunca colaborar é preciso

Precisamos falar sobre colaboração

Transformação digital e ambiente hiperconectado pedem uma mudança cultural na forma como, hoje, as empresas se organizam para trabalhar. E essa é uma boa notícia

por Rodrigo Coppola

A inércia, lei descrita no século 17 pelo físico Isaac Newton, talvez seja um dos principais freios da inovação tecnológica. A tendência de se manter a trajetória a uma mesma velocidade não é restrita somente a objetos em movimento, mas à organização social como um todo. Trazer inovação passa, portanto, pela transposição de barreiras culturais. E os temas colaboração e transformação digital estão, exatamente, nesse estágio: o de vencer as forças que visam manter o status quo.

Primeiramente, é preciso entender do que se trata, efetivamente, a transformação digital. Essa tendência tem como base a forma como as pessoas interagem com o mundo em todos os aspectos, seja em sua vida profissional, seja na pessoal, graças à capacidade quase irrestrita de conexão, mobilidade, cloud computing e acesso facilitado à informação.

Colaboração, por sua vez, ganha cada vez mais força em um ambiente hiperconectado. O que no passado dependia de reuniões ou encontros presenciais para ser debatido, hoje, ocorre quase que sem barreiras, independentemente de onde as pessoas estejam: conectado à internet, qualquer aparelho pode permitir troca de ideias com ajuda de soluções de áudio, videoconferência e outras tecnologias que permitem a interação entre as pessoas. Mas isso é apenas o começo.

Abraçar a colaboração é muito mais do que implantar uma solução: trata-se de uma nova maneira de estruturar a organização. Isso reflete no ambiente de trabalho – como é o caso dos workspaces do futuro, que explorem os benefícios da comunicação unificada e contenham soluções de conferência, como serviços de reuniões via web e vídeos fáceis de usar, com áudio interativo, e ferramentas que amparam as dinâmicas entre os funcionários – como ocorre com as comunicações unificadas – uma convergência de tecnologias que une todos os meios e dispositivos de comunicação e mídia, sejam eles de voz, texto ou vídeo. Tudo isso para permitir que os colaboradores se comuniquem com mais efetividade e criem uma dinâmica de trabalho mais produtiva.

Mas como mudar o status quo?

Para que a inovação supere a inércia e consiga derrubar as barreiras que impedem o posicionamento digital das organizações, é preciso que sejam vistas vantagens de uma transição. Qualquer adoção de nova tecnologia deve ser feita após uma profunda avaliação do negócio e o entendimento de seus pontos positivos – cenário que é avaliado caso a caso, dependendo da realidade de cada empresa. Mas uma coisa é certa: no médio prazo, a pressão, que já é feita, hoje, pelos clientes, virá de dentro da própria empresa. E com força: a Deloitte estima que até 2020, cerca de 75% da força de trabalho mundial será formada por Millennials.

Esse grupo já está inserido, a partir de suas experiências digitais, no ambiente hiperconectado proporcionado pela transformação digital. A produtividade do negócio dependerá disso. Por isso, antes que seja tarde demais, precisamos falar sobre colaboração.

*Rodrigo Coppola é Gerente de Desenvolvimento de Negócios de Colaboração para América Latina na Orange Business Services.

Fonte: About.com – Danilo Fernandez