IA para pequenos negócios: GoDaddy Airo revoluciona a gestão de pequenas empresas no Brasil

Com a experiência de Inteligência Artificial da GoDaddy, pequenos empreendedores podem criar um logotipo, site, e-mail e campanhas para mídias sociais em segundos

Em um mundo onde o tempo é essencial, o GoDaddy Airo® foi projetado para economizar o tempo dos proprietários de pequenas empresas e ajudá-los a ter sucesso

O GoDaddy Airo, agora disponível em português, combina a tecnologia de inteligência artificial (IA) com a facilidade de uso. Os pequenos empreendedores não precisam mais ser especialistas em tecnologia para aproveitar o poder da IA pois, a nova pesquisa Empreendedorismo Globo da GoDaddy de 2025 revelou que os donos de pequenas empresas no Brasil estimam que já economizam 9 horas por semana usando ferramentas de IA.

“O tempo é o recurso mais valioso de um empreendedor. Muitos deles sonham em ter mais tempo para se dedicar ao que realmente os apaixona: sua criatividade, seus negócios, sua família. O GoDaddy Airo lhes devolve esse tempo”, diz Luiz D’Elboux, Country Manager da GoDaddy no Brasil.

“O GoDaddy Airo é uma solução dinâmica que está constantemente evoluindo, aprendendo e melhorando para atender às necessidades em constante mudança das pequenas empresas”, acrescentou D’Elboux. “Acreditamos que a IA pode ajudar os empreendedores brasileiros a desbloquear uma jornada digital bem-sucedida.”

Essa experiência inovadora baseada em IA torna a tecnologia anteriormente disponível para grandes corporações acessível a todas as empresas, independentemente de seu tamanho. Além disso, 82% das pequenas empresas pesquisadas acreditam que a IA as ajudará a competir com empresas maiores nos próximos 12 meses.

O GoDaddy Airo facilita negócios on-line com IA

Com a compra de um domínio, o GoDaddy Airo aproveita o poder da IA para facilitar a vida de qualquer pessoa que queira abrir uma empresa e levar sua ideia para o próximo nível com uma interface on-line intuitiva e fácil de usar que não requer conhecimento técnico.

Os principais recursos incluem:

· Criação de logotipo – Criar uma identidade visual atraente é essencial para qualquer empresa, mas pode ser demorado e caro. Com o GoDaddy Airo, os empreendedores podem gerar logotipos exclusivos e profissionais em minutos, proporcionando uma imagem de marca sólida sem a necessidade de conhecimento especializado em design.

· Desenvolvimento instantâneo de sites – um dos recursos de destaque da plataforma é sua capacidade de gerar sites completos instantaneamente. Os empreendedores podem publicar um site funcional com conteúdo personalizado em questão de minutos, simplificando a criação de presença digital sem a necessidade de habilidades técnicas.

· Otimização automatizada de mecanismos de pesquisa – a GoDaddy ajuda as empresas a melhorar suas classificações de pesquisa fornecendo sugestões para otimizar seus sites com palavras-chave e descrições direcionadas. A IA analisa e recomenda melhorias, aumentando a visibilidade nos resultados dos mecanismos de pesquisa e ajudando as pequenas empresas a atrair mais clientes.

· Serviços de e-mail profissional – um e-mail baseado no domínio da empresa não apenas cria a confiança do cliente, mas também promove a marca em cada mensagem enviada. Além disso, ele conta com o apoio da segurança avançada de e-mail por meio do Microsoft 365, com recursos como proteção proativa, backup de e-mail, arquivamento e migração contínua.

A presidente internacional da GoDaddy, Laura Messerschmitt, comentou: “A GoDaddy tem tudo a ver com o apoio à incrível motivação dos empreendedores, incluindo os do Brasil, que está repleto de talentos e criatividade. O GoDaddy Airo foi projetado para equipá-los com as ferramentas necessárias para criar presenças digitais fortes e alcançar públicos mais amplos, ajudando a transformar suas visões de sucesso comercial em realidade.”

Criatividade e tecnologia no marketing: como eles podem aumentar o faturamento das empresas?

Por Renan Cardarello*

Em um mercado altamente conectado, a tecnologia se tornou uma ferramenta preciosa no marketing, sendo assumida como forma de melhorar o desempenho das campanhas e a conquista de melhores resultados. Por mais que contar com este apoio traga, de fato, retornos bastante positivos, eles apenas funcionarão até certo ponto, dificilmente atingindo um verdadeiro ‘estouro’ à marca. Afinal, muito mais do que adotar recursos tecnológicos robustos, é preciso uni-los a estratégias criativas e inovadoras que potencializem esses resultados rumo à prosperidade da empresa.

Desde o surgimento da IA generativa com o lançamento público do ChatGPT, em 2022, a forma de se conseguir “grandes ideias” se tornou uma atividade banal. Basta que seja escrito um prompt e a inteligência te oferta vários temas que podem ser utilizados nos criativos de campanhas para almejar conversar com os públicos de interesse. Isso fez com que, segundo uma pesquisa divulgada na Opinion Box, 94% das empresas direcionassem seu planejamento ao marketing digital visando o crescimento da marca.

Apesar disso, é necessário pontuar que essas respostas são dadas para qualquer indivíduo que escreva um prompt ou solicitação parecida, e esse é o problema que vem junto com a otimização do trabalho criativo através da dependência extrema em ferramentas. Ao delegar quase toda essa responsabilidade à IA, movimento que costuma decorrer muito em nome da “eficiência acima de tudo”, ela acaba por sugerir ideias parecidas para trabalhos em que a criatividade é o destaque e o hook (gancho) natural para conseguir a atenção do público.

Isso não descarta, contudo, a utilização da inteligência artificial generativa dentro do campo de marketing, uma vez que ela pode ajudar os profissionais a aprimorarem ainda mais seu processo criativo. Como essa tecnologia não possui uma história única por trás de si, com momentos icônicos e observações do nosso mundo e dia a dia que podem ser transfiguradas em um insight interessante para assets, a ajuda humana com a criatividade e ponto de vista pessoal sobre algo pode trazer conteúdos muito mais valiosos para as marcas que os profissionais estão representando quando fazem seu trabalho.

A partir desse ponto, trabalhar em dupla com os softwares de inteligência realmente se torna um empurrão fortalecedor na questão de refinamento do conteúdo bruto que as pessoas trazem, preenchendo um gap de perspectivas e experiências pessoais que a IA deixa a desejar, algo fundamental, por exemplo, para um trabalho de SEO, onde o EEAT (experiência, expertise, autoridade e confiança) são pontos cruciais para facilitar uma colocação orgânica entre as primeiras posições de pesquisa no Google.

Na prática, após uma campanha robusta e estimulante ter sido originada, aqui, sim, entram – e com razão – as ferramentas de inteligência artificial e machine learning que são conhecidas há décadas. Para lidar com tantos dados que as campanhas digitais proporcionam, assistências de máquinas para o resumo das principais informações e suas métricas são de extrema importância para poderem apresentar à equipe pontos que podem ser reforçados, assim como insights e relatórios emitidos em tempo real que embasem as futuras tomadas de decisões.

Quando há um verdadeiro trabalho em equipe entre a criatividade peculiar do lado humano, e a eficiência proporcionada pela IA e sua extrema força de entendimento de dados, é possível formar um time com uma maior capacidade inovadora e equipada para lidar com otimizações e personalizações em escala massiva – algo que o marketing, certamente, pode se beneficiar a longo prazo.

*Renan Cardarello é CEO da iOBEE – Agência de Marketing Digital e Assessoria.

Criatividade e tecnologia no marketing: como eles podem aumentar o faturamento das empresas?

Por Renan Cardarello*

Em um mercado altamente conectado, a tecnologia se tornou uma ferramenta preciosa no marketing, sendo assumida como forma de melhorar o desempenho das campanhas e a conquista de melhores resultados. Por mais que contar com este apoio traga, de fato, retornos bastante positivos, eles apenas funcionarão até certo ponto, dificilmente atingindo um verdadeiro ‘estouro’ à marca. Afinal, muito mais do que adotar recursos tecnológicos robustos, é preciso uni-los a estratégias criativas e inovadoras que potencializem esses resultados rumo à prosperidade da empresa.

Desde o surgimento da IA generativa com o lançamento público do ChatGPT, em 2022, a forma de se conseguir “grandes ideias” se tornou uma atividade banal. Basta que seja escrito um prompt e a inteligência te oferta vários temas que podem ser utilizados nos criativos de campanhas para almejar conversar com os públicos de interesse. Isso fez com que, segundo uma pesquisa divulgada na Opinion Box, 94% das empresas direcionassem seu planejamento ao marketing digital visando o crescimento da marca.

Apesar disso, é necessário pontuar que essas respostas são dadas para qualquer indivíduo que escreva um prompt ou solicitação parecida, e esse é o problema que vem junto com a otimização do trabalho criativo através da dependência extrema em ferramentas. Ao delegar quase toda essa responsabilidade à IA, movimento que costuma decorrer muito em nome da “eficiência acima de tudo”, ela acaba por sugerir ideias parecidas para trabalhos em que a criatividade é o destaque e o hook (gancho) natural para conseguir a atenção do público.

Isso não descarta, contudo, a utilização da inteligência artificial generativa dentro do campo de marketing, uma vez que ela pode ajudar os profissionais a aprimorarem ainda mais seu processo criativo. Como essa tecnologia não possui uma história única por trás de si, com momentos icônicos e observações do nosso mundo e dia a dia que podem ser transfiguradas em um insight interessante para assets, a ajuda humana com a criatividade e ponto de vista pessoal sobre algo pode trazer conteúdos muito mais valiosos para as marcas que os profissionais estão representando quando fazem seu trabalho.

A partir desse ponto, trabalhar em dupla com os softwares de inteligência realmente se torna um empurrão fortalecedor na questão de refinamento do conteúdo bruto que as pessoas trazem, preenchendo um gap de perspectivas e experiências pessoais que a IA deixa a desejar, algo fundamental, por exemplo, para um trabalho de SEO, onde o EEAT (experiência, expertise, autoridade e confiança) são pontos cruciais para facilitar uma colocação orgânica entre as primeiras posições de pesquisa no Google.

Na prática, após uma campanha robusta e estimulante ter sido originada, aqui, sim, entram – e com razão – as ferramentas de inteligência artificial e machine learning que são conhecidas há décadas. Para lidar com tantos dados que as campanhas digitais proporcionam, assistências de máquinas para o resumo das principais informações e suas métricas são de extrema importância para poderem apresentar à equipe pontos que podem ser reforçados, assim como insights e relatórios emitidos em tempo real que embasem as futuras tomadas de decisões.

Quando há um verdadeiro trabalho em equipe entre a criatividade peculiar do lado humano, e a eficiência proporcionada pela IA e sua extrema força de entendimento de dados, é possível formar um time com uma maior capacidade inovadora e equipada para lidar com otimizações e personalizações em escala massiva – algo que o marketing, certamente, pode se beneficiar a longo prazo.

*Renan Cardarello é CEO da iOBEE – Agência de Marketing Digital e Assessoria.

Como serão os consumidores da Geração Beta?

Por Luiz Correia*

 

Mais uma geração surgindo. Os primeiros dias de janeiro foram marcados pelo nascimento daqueles que irão compor a chamada Geração Beta, em mais um ciclo demográfico que se estenderá até 2039. Assim como as anteriores, seus membros podem trazer perfis, comportamentos e demandas bem diferentes e alinhadas à imersão tecnológica que vivemos atualmente, demonstrando tendências ao mercado que já podem ser analisadas a fim de se prepararem para seus futuros consumidores.

Este conceito de gerações inclui um grupo de pessoas cujas características compartilhadas são influenciadas pelo contexto histórico, social e econômico nos quais crescem. No caso da Beta, por mais que estejamos ainda muito no início dessa nova fase, muito provavelmente, ela terá seus anseios e comportamentos moldados pela enorme imersão nos recursos tecnológicos que já temos hoje como, especialmente, a inteligência artificial (IA).

Enquanto, por exemplo, a geração Z apresenta um comportamento mais proativo e empenhado em correr atrás de seus objetivos e desejos, os membros da Beta podem não apresentar a mesma preocupação. Afinal, com ferramentas robustas como, por exemplo, o ChatGPT, basta fazer a pergunta certa sobre o assunto de interesse que ela fornecerá todas as informações necessárias. Isso pode levar essas pessoas a se esforçarem menos para aprender algo, uma vez que precisarão apenas saber, exatamente, o que perguntar a essas ferramentas.

Por um lado, essa imersão tecnológica pode trazer frutos muito positivos para nosso dia a dia, tornando nossas rotinas mais ágeis e facilitadas. Não à toa, no Brasil, a proporção de pessoas com 10 anos ou mais que utilizaram a Internet passou de 84,7% em 2021 para 87,2% em 2022, segundo dados divulgados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Contudo, toda moeda tem seus dois lados.

Conforme informações divulgadas no relatório “Privacidade de Dados em 2025”, um terço dos brasileiros já foram vítimas de perda ou roubo de dados. Há uma linha muito tênue entre o bom ou mau uso dos avanços tecnológicos, principalmente, naqueles que não souberem como se proteger diante dessas tentativas de crimes digitais, o que pode se acentuar ainda mais em uma geração que tenderá a crescer ainda mais imersa nessas ferramentas.

Mercadologicamente, essa inserção tecnológica também se refletirá nos hábitos de consumo dessa geração. Além de poderem preferir muito mais as compras online do que presenciais – cuja presença digital será determinante para a sobrevivência das empresas – esses membros poderão ser muito mais fiéis a uma marca do que a um produto em si, com pouca probabilidade de passar a comprar de outra empresa.

Ao mesmo tempo em que essa fidelidade pode ser algo extremamente positivo, também eleva a competitividade do mercado em busca de novos consumidores. Afinal, como atrair um cliente que já é altamente adepto a uma marca, se os produtos, em si, tendem a não ser mais suficientes neste poder de escolha? Criando experiências marcantes e atendendo a desejos de maneira assertiva.

Os vendedores do futuro não deverão focar apenas nas qualidades e diferenciais de seus produtos, mas em como eles podem atender as necessidades desse público-alvo, na forma pela qual irá ajudar no dia a dia de cada um desses consumidores. Isso demandará uma forte reinvenção das marcas, criando jornadas que captem sua atenção e os vislumbrem. Assim, mesmo diante de outra empresa que ofereça algo similar, as chances de se deslumbrarem pelo concorrente e trocarem de marca serão reduzidas.

A virtualização do mercado é um fato incontestável. Em suas mãos, essa geração terá acesso a uma extensa quantidade de informações de forma rápido e fácil. Então, além de se apegarem cada vez mais ao online, a geração beta poderá ser bem mais crítica quanto às marcas que quiserem se envolver. Caberá a cada empresa, dessa forma, se reinventar e assegurar um atendimento excepcional às necessidades de seus clientes, proporcionando experiências que cativem e retenham esses futuros consumidores.

*Luiz Correia é head comercial na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot e RCS.