SXS Summit Club 2026 abre vendas para edição de 9 de junho na Arena Fulltrader, em São José dos Campos

 

Maior evento de conteúdo e networking da região reúne empresários, gestores e líderes para um dia de imersão com temas atuais e aplicáveis

Após a repercussão da edição realizada em novembro de 2025, o SXS Summit Club anuncia sua nova edição em 09 de junho de 2026, na Arena Fulltrader, em São José dos Campos. Reconhecido como o maior evento de conteúdo e networking da região, o encontro é voltado a empresários, gestores e líderes, além de equipes de marketing, comercial e comunicação.

O SXS Summit Club é o ponto de encontro entre empresários que constroem o futuro. Aqui, o que mais vale são as ideias compartilhadas e as conexões que nascem. A proposta do evento é reunir pessoas que tomam decisão e executam, em uma jornada de imersão com conteúdo prático, networking orientado e temas que refletem o cenário atual das empresas.

Idealizado para levar conhecimento e gerar retorno para quem faz parte dele, o Summit Club conecta pilares estratégicos e operacionais, com assuntos como Marketing e Vendas, canais de aquisição, gestão de empresa, inteligência artificial na prática, a nova Reforma Tributária, além de temas ligados a finanças e caixa para crescimento, processo comercial, produção de conteúdo e vídeos de alto impacto, cultura e metas.

A realização é da SXS Marketing (SXS Group). A SXS Group está localizada no bairro Aquarius, em São José dos Campos, atua há mais de 7 anos no Vale do Paraíba, atende empresas na cidade, região e em São Paulo, e também desenvolve projetos no Brasil e nos Estados Unidos para empresários brasileiros.

“O SXS Summit Club foi idealizado para levar conhecimento e gerar retorno para quem faz parte dele. Sua empresa merece estar aqui. É um ambiente de conteúdo aplicado e conexões estratégicas para acelerar resultados”, afirma Rafael Seixas, CEO e fundador da SXS Marketing.

Com vagas limitadas, a organização reforça que o público é direcionado e que os ingressos são disponibilizados em quantidade restrita.

SERVIÇO

SXS Summit Club 2026
Data: 09 de junho de 2026
Local: Arena Fulltrader — São José dos Campos (SP)
Site oficial
Ingressos aqui (Sympla)
Realização: SXS Marketing | SXS Group

Mais uma vez no shortlist do Festvideo

A Outracena, produtora de SJCampos, está mais uma vez no shortlist do Festvideo, edição 2026, com o filme do natal de 2025 do Vale Sul Shopping.

Para a produção foi construída uma praça de 400m2, com árvores, bancos, playground, e um fundo cenográfico de 320m2, em um estúdio de 1.000 m2 em São Paulo, onde a produtora contou uma emocionante história sobre gentileza, que foi a mensagem escolhida pelo shopping no natal de 2025.

Foram mais de 97 profissionais envolvidos, uma equipe incrível, elenco, figurino, maquiagem, cenografia, canção original, montagem, color, tudo feito com muito detalhe.

Nesse link você assiste ao filme 
E quem quiser ver um pouco sobre o que rolou por traz das câmeras, tem o making of nesse link

Ação que transforma rede wi-fi em defesa ao meio-ambiente vira Lei em cidade do Litoral Paulista

Criada pela agência Felicidade Collective, “Wi-Fi Consciente” busca novos destinos para ampliar programa de conscientização e preservação ambiental

Um projeto que nasceu como uma forma simples e efetiva de levar maior conscientização sobre importantes causas do meio ambiente acaba de virar Lei na cidade de Ubatuba, litoral norte do estado de São Paulo. Intitulada “Wi-Fi Consciente e criada no início de 2025 pela agência Felicidade Collective para a Associação Amigos de Itamambuca, a iniciativa foi aplicada primeiramente no bairro de Itamambuca, tendo ampla adesão do comércio e estabelecimentos de serviços locais para, na sequência, evoluir para uma proposta de legislação – que foi rapidamente aceita e, agora, promulgada.

A Lei N.º 132/2025, em vigor desde fevereiro de 2026, leva o nome da campanha “Wi-Fi Consciente” e estabelece a divulgação de mensagens ambientais no nome das redes de wi-fi. Aprovada por unanimidade, ela já começa a ser adaptada pelos estabelecimentos da região. Em vez de “Pousada_da_Maria”, por exemplo, o público começa a se deparar com mensagens de incentivo e conscientização ambiental como “não_deixe_lixo_na_praia”, “mantenha_a_praia_limpa”, “proteja_o_sarue” e “preserve_o_jundu” ao buscar o acesso ao wi-fi.

Com isso, instituições públicas da cidade são obrigadas, enquanto estabelecimentos privados são convidados, a trocar o nome de suas redes de internet sem fio oferecidas à população por dicas e direcionamentos de preservação, ampliando conscientização e engajamento da população e, principalmente, dos turistas e visitantes sobre o cuidado com o meio ambiente. Além dos nomes das redes, os estabelecimentos também são orientados a colocar uma senha que dê continuidade às mensagens de boas práticas.

“Foi uma ideia simples, que dependia apenas do engajamento dos comerciantes para funcionar e ser amplamente divulgada entre a população. Em alguns meses de projeto rolando, a aceitação foi tão boa que logo levaram para discussão na Câmara Municipal com objetivo de estabelecer uma lei. É um projeto com custo zero para quem adere, que usa um elemento que todos querem como ponto de contato para educar e gerar consciência”, conta Tomás Correa, cofundador e CCO (Chief Creative Officer) da Felicidade Collective.

Para ampliar ainda mais a participação de comércios e instituições privadas, o projeto prevê que as empresas que aderirem ao programa recebam o selo de Empresa Amiga do Meio Ambiente, concedido pela Prefeitura de Ubatuba e que precisa ser renovado anualmente, estabelecendo uma chancela para quem cuida e ajuda a disseminar a educação e boas práticas ambientais. Além dos adesivos que sinalizam “Aqui tem wi-fi com educação ambiental”, a agência está trabalhando em novos materiais de comunicação como displays e banners que vão ampliar o conhecimento do projeto, convidando o público a acessar via QR Code uma cartilha que ensina como aproveitar as praias preservando a natureza. Com a mensagem distribuída por toda a cidade, a campanha deixa de ser uma ação isolada e passa a fazer parte da cultura local, e os turistas entendem o contexto e, naturalmente, passam a fazer parte do movimento.

Criada em formato “open source”, em que qualquer comunidade ou município pode replicar, a Felicidade busca agora ampliar a iniciativa para outras cidades brasileiras, transformando os nomes das redes de wi-fi em veículos de conscientização. O programa conta com um site que permite aos estabelecimentos solicitar o selo participante, baixar materiais de comunicação do programa e guias de capacitação para empresas.

“Estamos falando de uma ação que não tem fronteiras ou barreiras de língua. Uma vez que a conscientização ambiental é importante e necessária em qualquer lugar do mundo, sobretudo em pontos turísticos, essa iniciativa pode em breve se tornar um padrão global com zero investimento e baixíssima complexidade, mas com um enorme impacto positivo.”, complementa Correa.

Desenvolve Vale aborda impacto da Inteligência Artificial nos negócios em evento com a FIA Business School

Especialista Luis Guedes, pós-doutorado em IA pela USP, falou sobre os desafios, limitações e trunfos do uso da tecnologia, além de apontar caminhos para aproveitar as vantagens competitivas trazidas pela ferramenta

A Inteligência Artificial (IA) e suas implicações nas empresas foram tema de encontro do Desenvolve Vale nesta semana no auditório da Colinas Green Tower, em São José dos Campos.

Promovido em parceria com a FIA Business School, o evento foi uma oportunidade de tirar dúvidas e debater com um especialista no assunto: Luis Guedes, pós-doutorado em IA pela USP, que atuou como executivo por mais de 15 anos com passagens pelo Google, Vivo, Embratel e NEC. Pesquisador associado ao PGT/USP, Guedes tem mais de 40 artigos sobre o tema publicados, além de coautoria em cinco livros.

O diretor da FIA, Eduardo Savarese, começou o evento desmistificando o tema e resumindo o objetivo da aula magna. “Nossa intenção aqui é tirar um pouco da visão lúdica da IA e mostrar como levar isso para a produtividade das empresas, para potencializar o trabalho dos profissionais e das diferentes áreas. A FIA tem 120 projetos de consultoria no Brasil e todos tratam de alguma forma de IA”, revelou.

Em sua apresentação, Guedes listou tarefas em que a IA pode conseguir bons resultados – como tarefas repetitivas; geração de texto fluente e coerente; síntese de documentos longos; tradução e adaptação de tom – e apontou o que ela não é capaz de fazer com êxito: garantir veracidade das informações, raciocínio lógico-matemático complexo, acesso a dados em tempo real, julgamento ético contextualizado, memória de longo prazo entre sessões e compreensão causal profunda.

“A IA não possui empatia nem qualquer tipo de sentimento. Tudo que ela entrega é uma hipótese, que precisa de tratamento. Por isso, é preciso fazer uma verificação sistemática, usar fontes primárias para dados críticos. Também ter ‘prompt engineering’ eficaz: peça para citar fontes e admitir incertezas. Por fim, é importante alimentar a IA com a sua base de informações”, disse Guedes, que é professor da FIA Business School nas áreas de IA e Estratégia, e membro do Comitê Brasileiro de Estudos em IA.

Para ele, o primeiro passo dos líderes das empresas deve ser identificar quais problemas, ligados à competitividade do negócio, precisam ser resolvidos, e em qual área começar.

“Também é importante que a equipe tenha um patamar mínimo de conhecimento sobre IA e definir qual a ferramenta ideal para a empresa. Criar um grupo para discutir a IA, uma comunidade de prática, ajuda bastante”, afirmou o especialista, citando que a Governança de IA é uma realidade em muitas empresas.

“O líder de hoje precisa ser transformador, redesenhar processo, formar equipes e capturar valor em escala. Ser visto como um curador de opções e líder de estratégia, não como dono das respostas. Nunca se precisou tanto de humanos. A tecnologia precisa estar a serviço das pessoas; depois, do lucro”, concluiu.

Para Kiko Sawaya, founder e CEO do DV, o encontro deu pistas para a implantação consciente e assertiva de ferramentas de IA nas empresas. “A gente sai daqui pensando em qual será o primeiro passo para o uso da IA nas nossas empresas, com a certeza de que não podemos ficar parados, precisamos encontrar maneiras de continuar nos diferenciando. É necessário nos abrir para um mundo em mudança, que nos traz desafios constantes. O DV quer estar à frente dessas discussões”, destacou.

Fonte: Cabana – Filipe Manoukian