Para uma ideia acontecer!

Como tirar uma ideia do papel e colocá-la na rua. Confira oito dicas de um especialista no assunto

Algumas dicas valem ouro na hora de começar uma startup, mas onde encontrá-las, com quem falar, por onde começar? A IN3, software house nascida dentro de uma venture builder, desenvolve projetos desde sua concepção até o produto final e seu CEO Ale Porto tem alguns conselhos para quem quer começar uma startup.

Confira oito conselhos de quem ajuda diariamente startups a transformar ideias em realidade:

– Pesquisar o mercado e identificar quem são os concorrentes. É sempre importante reconhecer se existe espaço para mais um negócio ou, quando disruptivo, se questionar do porquê não foi feito ainda ou se existe algum caso sem sucesso;

– Saber com quem vai se associar, muitos negócios chegam ao fim por escolhas erradas de sócios;

– Ter um business plan do seu negócio muito bem detalhado. Muitas pessoas tem boas idéias, mas não sabem como monetizá-las;

– Não querer abraçar o mundo e fazer tudo sozinho. Se você não conhece bem alguma área, como por exemplo, jurídica ou financeira, é bom recorrer a especialistas para ajudar no seu crescimento do seu negócio;

– Testar! Essa é a melhor maneira de saber se o negócio realmente funciona. Colher feedbacks com o público e até mesmo com amigos e familiares;

– Contratar uma equipe correta é essencial para o sucesso da empresa, equipe e produtividade caminham juntas;

– Uma ideia não acontece sozinha, a prática é muito mais complicada do que parece:

– Acreditar no negócio e ter muita força de vontade fazem a diferença nos momentos mais complicados;

– Timing é a palavra de ordem, saber o momento certo de colocar o produto na rua pode mudar o curso de uma startup.

“Um bom aplicativo se vende sozinho, porém não meça esforços para investir em marketing”, completa Ale Porto.

Fonte: Incube Mobi – Thaina Protta

Fundador do Orkut fala sobre tendências nas redes sociais

10 tendências no ambiente de redes sociais

Muitas novas redes sociais vêm surgindo e nos deixando curiosos sobre seu potencial e o quanto podem engajar os usuários. Orkut Buyukkokten que há treze anos fundou a maior rede social do mundo, o orkut.com, e agora está à frente do app hello, uma rede social que aproxima as pessoas por seus interesses, lista os 10 pontos que considera cruciais para o sucesso no ambiente de redes sociais.

1. Conheça seu poder e suas fraquezas
A maioria dos serviços de mídia social mede o sucesso pela quantidade de usuários que possuem, ou pela quantidade de tempo gasto pelos usuários em seus serviços. Eu acredito que essa é uma fraqueza. As redes sociais devem nos unir, não nos fazem gastar mais tempo usando nossos dispositivos. E apesar das redes sociais terem mudado a forma como acessamos a Internet de maneira positiva (por exemplo, nos oferecendo informações que nunca pensamos antes explorar), o serviço ainda não foi otimizado para nos ajudar a nos aproximar realmente de forma significativa, mesmo com o tempo todo que estamos passamos online.

2. Esteja preparado – evolução e mudanças são inevitáveis
Eu acredito que o orkut.com ajudou o mundo a se tornar um lugar melhor conectando-nos uns aos outros e aproximando-nos todos juntos. O ambiente virtual social evoluiu tremendamente desde que o orkut.com foi lançado em 2004. O orkut.com foi construído para desktops e navegadores, pensado para uma geração diferente. A nova geração cresceu com redes sociais principalmente consumidas em smartphones. Eu vejo a hello como um sucessor espiritual do orkut.com e uma continuação da evolução das redes sociais.

3. Paixões e interesses são o que nos conectam
As tecnologias devem nos aproximar – criando conexões que fortalecem nossas amizades e nos ajudam a conhecer pessoas incríveis que compartilham algo em comum conosco. O ambiente social deve nos fazer descer e deixar inspirados para explorar o mundo a partir do que nos apaixona. Eu sabia que as redes sociais precisavam de uma mudança, por isso quis lançar a hello.

4. Sempre focar no comportamento do consumidor
Eu acredito que é muito importante manter-se atualizado sobre o comportamento do consumidor, tendências geracionais e tecnologia. A inovação é um aspecto fundamental para manter um produto relevante e competitivo. O Orkut foi construído em uma era diferente, em que as pessoas adoravam redes sociais em seus desktops e navegadores. Nós construímos a hello em uma plataforma móvel que reflete a mudança que vivemos sobre onde e como as pessoas acessam seus dados.

5. Nova mudança deve acontecer em breve no mercado
As redes sociais mudaram a maneira como compartilhamos, interagimos e nos comunicamos com nossos amigos, colegas de família e desconhecidos. Hoje a maior parte do tempo que temos for a do trabalho passamos em aplicativos de redes sociais. A maioria de nós tem smartphones, está online o tempo todo e interagindo com amigos em várias redes sociais. Agora, com o vídeo e a transmissão ao vivo tornando-se ainda mais populares, estamos começando a ver outra mudança na forma como as redes sociais mudaram a maneira como usamos a Internet.

6. Gigantes e start ups podem coexistir
Google, Facebook e Amazon têm uma enorme base de usuários e oferecem ótimos benefícios para seus consumidores. Para os recém-chegados que possuem produtos similares, é mais difícil competir com essas empresas. No entanto, existem muitos mercados, necessidades e serviços que não são abordados, o que traz uma grande oportunidade para startups. O tempo todo vemos pequenas e emergentes empresas crescendo. 7. A inteligência artificial é uma ferramenta para uma vida melhor
A aprendizagem de máquinas e a AI permitiram muitos avanços na segurança de dados, detecção de fraude, processamento de linguagem natural, cuidados de saúde e até mesmo, para termos carros inteligentes. Com o avanço da tecnologia, a realidade virtual se tornou acessível às massas. Eu vejo isso como um novo meio, a maneira como fomos apresentados ao rádio, walkmans, TVs e smartphones. A IA pode proporcionar uma experiência imersiva em que podemos visualizar e interagir com pessoas e ambientes de uma maneira completamente nova e realista. É um meio revolucionário que alcança muitas indústrias, incluindo jogos, saúde, educação e entretenimento.

8. Humanos e algoritmos devem trabalhar juntos para evitar propagandas falsas
As notícias falsas se espalham rapidamente por conta de pessoas que desejam ser as primeiras a compartilhar informações, em busca de obter mais cliques, likes e seguidores. Se as conexões sociais fossem mais autênticas e não conduzidas por métricas de vaidade, isso também amenizaria essa questão. Os algoritmos gerados por computador são menos capazes de distinguir o que é real e o que é falso comparado aos humanos. Entretanto, apenas com interação humana não é possível ter uma solução escalável para lidar com problemas como a propagação de notícias falsas. Eu acredito que a melhor abordagem é uma combinação de humanos e algoritmos de computador.

9. Ambientes virtuais devem estar livres de haters
Eu acho muito importante promover uma comunidade que tenha bons valores. Isso inclui auto-expressão, autenticidade, compaixão e amor. Além dos valores da comunidade, também é necessário que as redes ofereçam ferramentas para que seus consumidores lidem com conteúdos ou indivíduos indesejados. É um equilíbrio delicado esse de permitir liberdade de expressão, mas também permitir aos membros da comunidade a capacidade de adaptar seu ambiente de rede social.

10. Uma missão clara e forte deve ser definida
A hello é uma plataforma única com um propósito fundamentalmente diferente. Sua missão é não apenas conectar pessoas que já se conhecem, mas também facilitar a construção de novas conexões, por meio de interesses comuns. A maneira mais natural para nos conectamos em nossas vidas é compartilhando o que temos em comum. Na hello usamos usa essa lógica para ajudar a apresentar os membros uns aos outros.

Orkut B.

Fonte:  HUG Comunicação Corporativa – Thamiris Rezende

Conheça 6 grandes inovações que estão levando à expansão da “IoT”

Estudo aponta quais ações estão contribuindo para que a Internet das Coisas entre de vez no dia a dia das pessoas

O estudo “Sensor Sensibility – Getting the Most from the Internet of Things”, da Software.org, uma organização de pesquisa internacional, independente e apartidária, indica quais são as principais inovações que estão permitindo o desenvolvimento da IoT (Internet das Coisas). “Apesar do termo ‘internet das coisas’ estar sendo usado há anos, só agora estamos realmente começando a ver seus benefícios”, explica o country manager da BSA no Brasil, Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga. “Muitas ferramentas tecnológicas poderosas estão convergindo para multiplicar as oportunidades geradas ao se conectar os dispositivos que fazem parte do nosso cotidiano”, completa.

Conheça os 6 principais avanços :

1 Sensores estão ficando cada vez menores, baratos e poderosos

Eles permitem que dispositivos vejam, escutem e sintam além da capacidade humana. Permitir que os dispositivos sintam e controlem o ambiente é parte fundamental para a criação de uma rede conectada.

2 Dados criados por dispositivos estão crescendo exponencialmente

O aumento do volume de dados faz com que possamos aproveitá-los mais, já que estamos criando um gigantesco banco de informações que pode ser consultado para tomar decisões mais estratégicas. Quanto mais explorarmos os dados, mais possibilidades se abrirão.

3 Softwares inteligentes podem ser embutidos em qualquer produto ou solução

Ao inserir softwares em dispositivos e objetos, permitimos sua conexão com a internet e com a Nuvem, deixando-os mais inteligentes, além de possibilitar a sua integração a um sistema. Além disso, viabiliza que o sistema seja aperfeiçoado por meio de simples atualizações de software. A presença dos códigos em nossas vidas cresceu tanto que hoje em dia, por exemplo, geladeiras de última geração têm mais linhas de código que um computador de mesa tinha há 20 anos.

4 A conectividade está ficando mais rápida, onipresente e indo mais longe

Para atingir todo o potencial de rede da Nuvem, dispositivos devem estar conectados por meio de internet de alta velocidade, baixo custo e ampla abrangência. Conexões preparadas para lidar com redes mais densas já estão sendo desenvolvidas para serem mais flexíveis e rápidas.

5 Softwares de análise estão usando a Nuvem para deixar dados mais acessíveis, úteis e cada vez mais valiosos

Quando dois dispositivos se comunicam, é essencial que exista a Nuvem para armazenar, processar e analisar os dados obtidos. A Nuvem também garante que os dados sejam armazenados e consultados remotamente, além de permitir a criação de sistemas integrados e inteligentes que deixam os aparelhos cada vez mais smarts. A análise inteligente das informações atrelada aos dispositivos resulta em uma rede muito mais poderosa do que a simples adição isolada deles.

6 Tecnologias de segurança evoluem continuamente para permitir que os dispositivos fiquem conectados e os dados fiquem protegidos mesmo com a evolução das ameaças

Quanto mais os dispositivos conectados fazem parte de nossas vidas, mais precisamos que tecnologias se renovem continuamente para garantir um uso seguro da rede. A criptografia, por exemplo, já esta sendo utilizada para proteger dados, para assegurar que apenas dispositivos habilitados estejam conectados à rede e para proteger dados em trânsito e armazenados na Nuvem.

7 A inovação não está restrita a grandes empresas, mas também nasce nas garagens de empreendedores e inventores independentes

Com a proliferação de dispositivos conectados e das Nuvens e a facilidade para se comprar e conectar sensores, o percurso entre ideia e protótipo e entre protótipo e produto está encurtado, facilitando a criação de novas soluções conectadas por inventores independentes. A inovação não está mais limitada às grandes corporações.

“Estamos no caminho certo para que a revolução dos dispositivos conectados melhore nossa qualidade de vida e transforme a maneira como trabalhamos, além de ser um gás na nossa economia, criando novos empregos, indústrias e oportunidades para um futuro mais próspero”, analisa o country manager da BSA no Brasil, Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga. “A Internet das Coisas está trazendo todo o potencial dos softwares e da internet para o mundo físico, fazendo uma revolução por meio de sensores, dados, criptografia e nuvens”, completa.

Estudo na íntegra (em inglês): https://we.tl/rmr2DGjrMv

Coluna Branding: a alma da marca

O que você é?

Nessa última semana fui surpreendido com uma pergunta de um aluno que questionava o que eu era além de professor?

Esse questionamento, que soou inicialmente como aquela velha história de desprestígio com a função de professor, me deu a oportunidade de refletir um pouco mais sobre um assunto importante e contemporâneo, então, relutei um pouco mas respondi: “SOU HUMANO!”

Passadas as risadas do grupo que estava ao meu redor, tive a oportunidade de desenvolver mais o assunto com os alunos e gerar um aprendizado muito interessante. O que nos define não poderia ser tão stricto sensu.

Temos como mania, nos definir por nossa profissão. Sou publicitário, design, arquiteto, ou ainda mais stricto, sou diretor de arte, design gráfico ou design de interiores … mas aí a pergunta que fica é …E quando nos falta o emprego o que somos? Perdemos a nossa finalidade e assim a nossa identidade?

No mundo de hoje, quantos de nós se sentem frustrados com o que não conseguem representar profissionalmente? Será que ao colocar tanta importância em uma empregabilidade não estamos fragilizando a nossa natureza?

É interessante também perceber que, se tivesse que me definir mais assertivamente, provavelmente diria que sou algo como ” um cientista social aplicado”, e neste caso é até lógico que como tal, deveria me preocupar com os principais assuntos sociais do mundo e a clara falta de “Humanidade” em que nos deparamos por todos os lados.

É como se de repente nos víssemos todos desempregados dos cargos de “Humanos” e nos definíssemos a partir do nosso bico, que é ter uma profissão.

Não estou me desfazendo da importância da formação profissional, seria até um contra-senso trabalhando como um professor fazê-lo mas, questiono sim, se estamos posicionando acertadamente o valor da empregabilidade nessa relação.

Os jovens, os quais ensino diariamente, deixam claro que não querem estar limitados a um projeto de vida que os fixe a um cargo, setor, empresa, profissão ou país. São claramente sonhadores de espírito livre que precisam de nós apenas para dar-lhes um ancoradouro moral, uma trilha mais justa e sustentável.

No mundo novo, me parece claro que eles irão mais longe tecnicamente que a nossa geração, e com muito menos esforço, pois, estão vivendo uma revolução tecnológica que avança em velocidade maior que a dos séculos anteriores. Este processo garante também um conforto menor ao emprego, o que talvez preocupe demasiadamente a atual geração de adultos de 35 a 50.

Ser hoje, portanto, um ser humano, um cientista social no cargo de professor, me obriga a pensar melhor no que posso contribuir para o futuro desses jovens .

Sendo assim, acho que preciso aprimorar as minhas aulas para que consiga transferir claramente qual é a hierarquia das coisas, pois, se no futuro faltar-lhes o emprego, ainda assim devem estar preparados para serem um analista da vida cotidiana, e se tiverem calada a sua voz social, mesmo assim, NUNCA PODERÃO PERDER A SUA HUMANIDADE!

Para nós professores, #FicaDica!