Reflita sobre os processos na sua empresa:
A) Corremos atrás de conteúdo para conseguir fechar mais uma edição dos nossos canais de comunicação interna. Ou:
B) Identificamos conteúdos relevantes e, então, distribuímos entre nossos canais, conforme seus objetivos.
Parece meio complexo, mas é simples. Se a gente corre atrás de conteúdo e pauta pra, com muito suor, elaborar mais uma edição dos nossos canais, estamos, na verdade, com o objetivo de fazer o canal. Porém, o canal não deve ser o objetivo final. Ele deve ser apenas a ferramenta para comunicar. E é isso que muda na opção B, e faz toda a diferença. Os canais estão à nossa disposição, para escoar as mensagens que identificamos e que são coerentes ao momento da empresa.
O que isso quer dizer?
Muitas vezes, temos um mix de canais nas empresas que não funciona mais. E a gente vive se desdobrando pra conseguir alimentar todos eles. E, nesse processo todo, o que realmente deveria ser comunicado se perde.
Por isso, é extremamente importante reavaliar os canais e sua efetividade com certa frequência. O que funcionava ano passado pode não funcionar mais este ano.
Outro ponto importante: estabeleça objetivos para seus canais.
A é para informações estratégicas, com profundidade. B é para notas e processos do dia a dia. C é para ações e necessidades das áreas. Assim, fica mais fácil organizar o fluxo e a natureza das informações dentro da empresa.
O que não dá mais é para sair caçando conteúdo e virar escravos dos canais. Uma comunicação estratégica começa com objetivos bem definidos e um olhar atento ao que acontece na empresa.
• Organize seus canais: estabeleça o objetivo de cada um.
• Crie um fluxo de prioridades e relevância: primeiro identifique o que precisa ser divulgado na empresa, depois análise a natureza da informação e, então, selecione o canal mais adequado.
• Avalie o mix de canais pelo menos uma vez por ano.
Como ser um bom líder
Docente do Senac Taubaté traz dicas de como se tornar um bom chefe
Ser um bom líder, para algumas pessoas, pode parecer fácil. Mas para muitos, assumir uma equipe pode ser bastante assustador. Lidar com pessoas diferentes em um mesmo ambiente, a cobrança de ser chefe, ser muito duro ou muito fraco, motivar sua equipe, etc., são situações do dia a dia que um bom chefe deve lidar com maestria.
Se você tem dúvidas sobre sua liderança ou quer melhorar ainda mais o engajamento de sua equipe e sua postura como chefe, confira algumas dicas da docente da área de gestão e negócios do Senac Taubaté, Suélen de Carvalho Vieira.
1. O que caracteriza uma pessoa como um bom líder?
Um bom líder deve ter um discurso coerente com as suas atitudes praticadas na gestão. Se o líder fizer essa autoanálise, conseguirá perceber se suas atitudes são reflexos dos valores que acredita para ser um bom líder e isso servirá como um termômetro.
“É comum as pessoas terem objetivos e não terem um plano coerente para execução das ações a fim de alcançá-los, e muitas das vezes não priorizam estabelecer os valores e princípios que vão nortear essa conquista”, conta a docente.
2. Qual o primeiro passo para ser um bom líder?
Ao assumir um cargo de gestão, o primeiro passo é investir tempo em conhecer a equipe que irá trabalhar “com você” e não “para você”.
“O conhecer, não é saber somente aquelas informações básicas de apresentações, mas a especificidade e a individualidade de cada um. Saber sua trajetória profissional, seu perfil de trabalho, suas conquistas profissionais, as lições aprendidas, valores escolhidos e seus sonhos e ideais, para que, através desse conhecimento, o líder possa integrar as pessoas a um objetivo comum, e potencializar as qualidades individuais para desenvolver um bom trabalho e sinergia na equipe”, afirma Suélen.
3. Quero ser um líder
– Um bom líder ama não só o que faz, mas ama pessoas. “Sempre que inicio uma aula de gestão faço a seguinte afirmação: ‘Se você busca trabalhar gerindo pessoas e recursos humanos, você precisa amar o que é vital para o sucesso de um negócio, as pessoas’. O ser humano é subjetivo com características peculiares, não tem uma fórmula matemática para tratar todos da mesma maneira. Por isso a complexidade de gerir pessoas, mas se você partir deste princípio e lembrar que você também é um ser humano, ficará mais fácil ter algumas atitudes para ser um bom líder”, explica.
– O líder deve se ver como parte integrante da equipe. Buscar práticas como conhecer rotinas e processos, observar, ter macro visão, ter imparcialidade nas análises promovendo cultura de fatos e dados, saber ouvir (dar atenção às pessoas), paciência, respeito, ser acessível a sua equipe, ter inteligência emocional e como premissa ter ética na condução de suas ações.
4. Cuidado com os erros
Um dos principais erros cometidos é o líder não ter um planejamento para desenvolver na sua equipe autonomia e não preparar sucessores. Apesar de o comprometimento ser uma atitude esperada nos profissionais, há algo implícito quando se trata do comprometimento no papel de líder. A expectativa é de que ainda que aconteça mudanças e ocorra ausência do líder, a equipe esteja preparada para conduzir suas atividades com foco, domínio e autonomia atingindo as metas estabelecidas. E caso essa ausência seja definitiva, a alta administração deveria ter um plano de contingência e/ou de sucessão, sugerido previamente pelo líder, servindo como base para tomadas de decisão.
5. Não faça em hipótese alguma
Permitir falta de conduta ética na sua equipe de trabalho;
Ser ouvinte de comentários destrutivos dos seus colaboradores sobre seus colegas de trabalho. É preciso perceber quando essa prática se transforma em “fofoca” para não permitir que ela cresça, buscando conscientizar os colaboradores, que toda organização, ao deparar-se com problemas, precisa ter possibilidades de soluções;
Não administrar os conflitos. Se há conflito é porque houve divergência ou distorção no foco e objetivo proposto à equipe. Existem várias causas de conflitos, e o erro ou a falta de comunicação é uma das principais, todavia é importante ressaltar que o conflito bem gerido contribui para o crescimento pessoal e profissional do indivíduo tirando as pessoas da zona de conforto causando mudança e desenvolvimento.
6. Está inseguro em seu cargo?
Há várias ferramentas para fazer uma avaliação sobre o desempenho como líder e a sugestão é que sejam usadas concomitantemente:
Ter conhecimento de indicadores como: absenteísmo, acidentes de trabalho, índice de entrada, índice de saída, índice de rotatividade (turnover) e investimentos em treinamentos;
Pesquisa de Clima Organizacional: é possível verificar com a área de RH qual a projeção e viabilidade para realizar a pesquisa na empresa. Essa pesquisa mostrará qual o índice de satisfação do colaborador em vários âmbitos, inclusive liderança;
Avaliação de Desempenho: há métodos formais de avaliação de desempenho, entre elas a avaliação 180º, onde o gestor avalia o subordinado, o subordinado se auto avalia e também avalia seu superior e tudo através de um formulário padrão, que normalmente é estabelecido pela área de RH. A empresa, juntamente com o gestor, pode viabilizar essa prática contratando também serviços de consultoria que auxilia na elaboração da ferramenta adequando à realidade do negócio;
Prática de feedback: “Gosto muito da frase do Mario Sergio Cortella em A Arte de Liderar, onde ele fala: ‘Elogie em público e corrija em particular. Um líder corrige sem ofender e orienta sem humilhar’. Esse é um ponto importante a considerar, pois o feedback eficaz é aquele que é realizado individualmente, em um local adequado e reservado, tem frequência, manutenção e qualidade de tempo”, completa Suélen. O líder que faz isso constrói uma relação de confiança, fazendo com que seu colaborador tome conhecimento tanto de suas potencialidades como também de suas limitações, a fim de construir em conjunto um plano de desenvolvimento, podendo assim o colaborador expor suas percepções quanto ao desempenho. E nesta relação o líder alcançará a avaliação sobre o seu trabalho.
7. Ferramentas para melhorar a sua liderança
A leitura de livros e artigos sobre gestão, bem como os Tipos de Gerações (baby bommers, X, Y e Z), pesquisas de cases e fazer cursos são imprescindíveis para uma carreira de gestão. O Senac Taubaté oferece, por exemplo, cursos como Técnicas de Liderança, Desenvolvimento de Liderança e Administração de Conflitos.
8. Os tipos de líder. Qual deles é você?
Há vários tipos de líder, mas é importante se fazer uma pergunta: Qual tipo de líder eu quero ser? E o que falta em mim para ser esse líder? Existem muitas teorias sobre os estilos de liderança e ao compreender os estilos é possível nomear o tipo de líder. A teoria mais conhecida trata-se da divisão que se faz entre o líder democrático, autoritário, liberal e situacional.
Democrático: almeja a participação de todos na equipe, incentivando e orientando. Sabe ouvir as opiniões da equipe e define junto com ela os objetivos desejados e as tarefas a serem realizadas;
Autoritário: domina e determina o plano e o que será executado pela equipe, buscando a obediência por partes dos colaboradores. Esse comportamento se assemelha ao antigo “chefe”;
Liberal: o liberal participa minimamente do processo. A equipe possui total liberdade para definir diretrizes e formas da execução do plano, isso é bem aplicável em equipe com profissionais experientes e com comportamento autônomo;
Situacional: uma liderança que transita pelos três estilos anteriores, se ajusta ao perfil da equipe sob condições variadas, podendo ser determinado pelas circunstâncias, capacidade de comunicação e também os traços de personalidade, pois compreende-se que para cada perfil e situação é necessário adequar o tipo de liderança.
“É importante salientar um assunto muito discutido atualmente, que é a Gestão de Mudanças. Vivemos em um mundo globalizado que gera mudanças constantes, sendo necessário o líder saber lidar estrategicamente com as mudanças, bem como gerenciá-las. Há uma grande tendência do comportamental humano que é resistir às mudanças, porém elas sempre vão existir, por isso um grande diferencial é trabalhar adaptação ao cenário de mudança e a resiliência”, conclui a docente.
Cursos na área de gestão e negócios
O Senac Taubaté oferece em sua programação inúmeros cursos na área de gestão e negócios, entre eles:
Administração de Conflitos
Desenvolvimento de Liderança
Gerenciamento do Tempo
Gerência e Supervisão de Vendas
Planejamento de Carreira e Gestão de Talentos
Técnicas de Liderança
Para mais informações sobre os cursos, valores e inscrições, basta entrar em contato com a unidade pessoalmente, por meio do telefone (12) 2125-6099 ou acessando o Portal Senac (www.sp.senac.br/taubate).
Serviço:
Cursos livres na área de gestão e negócios
Senac Taubaté
Endereço: Rua Nelson Freire Campello, 202, Jardim Eulália
Informações: (12) 2125-6099 | www.sp.senac.br/taubate
Tenho ministrado uma disciplina chamada aplicações de propaganda onde me deparei com um livro que faz parte da bibliografia e que relendo seu conteúdo me chamou muito a atenção. Propaganda de A a Z é o manual de inserção ao aluno desde que tive esta matéria, com o Josué Brazil, em 1997. Percebi então que o tempo passou para mim, para professores e alunos, mas que a nossa ciência chamada propaganda parece não ter evoluído em teorias da mesma forma que evoluiu em prática.
Não que o livro não seja bom. É sim, muito! Mas já se tornou história. Não se vive mais os ensinamentos escritos lá!
Em meus próximos artigos, nessa coluna, vou me dedicar a falar um pouco mais sobre os assuntos desse momento de transformação que vivemos no mercado. Cenário causado pela mudança dos paradigmas da era digital e que nós publicitários sentimos primeiro, porque vemos primeiro.
É o que estou chamando de Big Bang da propaganda! Vamos lá :
Devemos acabar com as agências de propaganda.
Um mal sempre morre pela raiz, e está no radical da palavra AGÊNCIA, o mau que vejo como desafio do mercado publicitário. A sua imagem de intermediador!
Em sua origem agenciar é um ato intermediador. Significa que publicitários nasceram como ”marchand”, desenvolvendo espaços que detinham talentos “guardados” sob seus tetos e disponibilizando o conteúdo dessas capacitações criativas para a comercialização em propaganda. De forma resumida o publicitário se originou como um profissional da intermediação de talentos, em um momento onde compreender e lidar com a genialidade artística era tão difícil quanto o artista conseguir se sustentar comercialmente.
Enfim, o publicitário se caracterizou por ser essa ponte entre a criatividade e o comércio, mas isso não se sustenta mais no novo mundo, onde tudo vira um simples wathsapp. E é ai que a imagem do publicitário tem virado a do profissional do OPORTUNISMO. É isso o fator preocupante!
As transformações da era digital estão criando um mundo onde produtores artísticos podem e serão consumidos sem o intermediador, portanto sem alguém que o agencie da maneira que conhecemos. É nesse momento, que os publicitários parecem estar perdendo o que faziam de melhor.
A reinvenção passa por aceitar essa transformação e por oferecer algo mais concreto. A Publicidade então, passa a fazer parte da ciência que estuda o consumidor e aplica técnicas criativas gerenciando resultados, o que Eduardo Simon, presidente da nova DPZ&T, chama de marketing em tempo real.
Para mim, também vejo que boa parte do mercado será incluído ao marketing ou a serviços de tecnologia, mas existem outros modelos mais criativos nessa fase, que estou chamando de “big bang” da propaganda, onde há uma pulverização das especialidades.
Vejo que no futuro breve todas as agências precisarão se posicionar sobre qual o serviço ela presta, com excelência, na realidade. Uma coisa é certa a prestação de serviço precisará oferecer conhecimento e vantagens reais ao mercado. Não haverá mais espaços para o achismo, para a falta de ciência, para o experimentalismo e principalmente para o oportunismo.
Deveremos nos consolidar como especialista e com isso deixar a agência para trás, passando a ter escritórios, consultórios ou estúdios. Esse caminho é irreversível, quem não se adaptar vai fechar.
Mas vejo uma luz nisso tudo. Como intermediadores vivíamos parasitando as verbas de comunicação. Se elas eram boas, ganhávamos bem, se não, mal! Como especialistas podemos determinar um novo modelo de negócio. Incluindo valor ao serviço prestado. É a chance que esperávamos de recomeçar.
Nos próximos artigos continuarei tratando do assunto o big bang da propaganda, com temas ainda mais específicos.
De maneira geral a ideia de criatividade se atribui aos profissionais da propaganda e se opõe, de certo modo, a um dos pilares do jornalismo constituído no mundo moderno, que é o compromisso, sobretudo, com a verdade. No entanto, para sobreviver a um mercado que oscila e, todos os anos, recebe novos profissionais formados, é necessário abusar da criatividade profissional.
E quando falamos em criar, estamos falando justamente de inovar o jornalismo no mercado de trabalho, encontrando novas brechas e limites para que a profissão nunca deixe de se atualizar, afinal com o advento do jornalismo informativo, a área aderiu um modelo industrial de produção que requer uma análise cautelosa. Além disso, o mercado de trabalho está cada dia mais receptivo com um novo jeito de atuação, o empreendedorismo. Mas como consciliar uma profissão que necessita de um trabalho em equipe com a arte de empreender, que geralmente vem acompanhada de uma solitária jornada?
Pensando nessa pergunta e em como respondê-la, preparamos uma lista de 5 dicas para o profissional de jornalismo, que deseja também encontrar o seu “lugar ao Sol” com criatividade sem perder seu compromisso com a verdade. Confere ai:
1)FUJA DO PADRÃO:
Vivemos em uma era onde o jornalismo brasileiro vem carregado de notícias e fotografias idênticas, há pouca busca pelo diferente e talvez, até pelo ‘olhar de outro modo’. No primeiro ano da faculdade conhecemos a jornalista Eliane Brum e seu livro “A Vida que Ninguém Vê” e embora já comemore alguns anos de formada, a essência dessa profissional ainda é um ótimo parâmetro de criatividade.
Afinal, como o título sugere, Eliane foge dos padrões e busca sempre o outro lado da moeda.
Para o jornalista que deseja espaço no mercado, a criatividade e o exercício dela na profissão é, não somente “criar”, mas sim recriar o que estamos acostumados a ver todos os dias. É necessário, sobretudo, ver além das manchetes e releases prontos recebidos na caixa de email, o jornalista do mundo moderno precisa ter a sede “de fazer a diferença” todos os dias. Busque novos olhares, busque novas técnicas e não permita que a zona de conforto te prenda apenas em um único ângulo da foto.
2)NÃO CAIA NAS ARMADILHAS DO SENSACIONALISMO
Sabemos que a ansiedade por atrair o público a todo custo é a grande culpada pela sociedade do espetáculo e também por uma mídia superestimada. Para se destacar, aparentemente, vale tudo, mas eu te digo que será o caminho contrário que lhe trará grandes resultados futuros. Destaque-se pela verdade e pelo respeito as histórias que conta, busque sempre a empatia em suas matérias, sem jamais ferir a imparcialidade. Não permita que o jornalismo se torne apenas uma ferramenta de entretenimento, recoloque-se no mercado mostrando que vale a pena manter a pauta, ainda que ela não envolva escândalos ou tragédias. Afinal, a grande luta do jornalismo no mundo moderno é manter viva a informação sem interferências.
3)JORNALISMO VAI ALÉM DE REDAÇÕES E ESTÚDIOS DE TV.
Para sobreviver no mercado de trabalho, você precisa entender que o jornalismo não se resume apenas em notícias de jornal e televisão, mas sim que ele faz parte do enorme leque da Comunicação Social, pensando assim você saberá que há muitas mais ferramentas na profissão do que a sociedade quer que você acredite. Invista no corporativo, no pessoal e no empreendedorismo. A comunicação rompe barreiras e pode, sim, mudar o mundo se usada da maneira correta. Nunca se esqueça que um jornalista é peça importante dessa mutação, instigando o pensamento e a reflexão por onde quer que passe.
Enxergue a profissão como um gancho e desenvolva novas pautas dentro de um mesmo cenário, use neologismos, faça analogias e metáforas, abuse da criatividade, dessa forma seus textos e produções se destacarão por si mesmos.
4)ATUALIZE-SE SEMPRE E SOBRE TUDO.
O mal do século são as informações instantâneas e a superficialidade com que as mesmas são executadas. Saia da margem amplie e aprofunde seus conhecimentos. Nunca se esqueça que um profissional atualizado sempre terá lugar no mercado. Pesquise, seja curioso, descubra o jornalismo digital, o mundo moderno, suas mudanças e suas novas tecnologias. Use a mutação a seu favor, afinal “o que melhor se adapta as mudanças é quem sobrevive”
5)USE O JORNALISMO PARA EMPREENDER
Pense fora da caixa e use o jornalismo, a comunicação social e todas as ferramentas que eles possuem, para criar seu próprio negócio. Não se prenda apenas as oportunidades de mercado, crie seu lugar no mercado e faça a diferença. O mercado carece de assessorias, textos críticos e pontos de vista argumentativos, além de cliques que consigam enxergar além. Esteja sempre a frente e não perca a sensibilidade. O jornalista que faz da criatividade uma aliada, esse sim, sobrevive no mercado de trabalho, pois consegue enxergar novas possibilidades por trás de qualquer crise.