Deu match! Startup conecta empresas a prestadores de serviços digitais e movimenta R$ 5 milhões em dois anos

Plataforma da Clint funciona como “Tinder do marketing digital” e garante super matches de negócios

O mundo já é digital, e a pandemia da Covid-19 potencializou e impulsionou ainda mais este mercado. De acordo com a CMO Survey publicada em junho de 2020, os profissionais de marketing nos Estados Unidos relataram 85% mais abertura para introduzir ofertas digitais aos clientes durante a pandemia. Outro dado presente na pesquisa é que os orçamentos de marketing não caíram na mesma proporção que outros setores da organização, atingindo uma média de 12,6% do orçamento e 11,4% da receita da empresa.

Em meio a novas oportunidades no universo digital e o contexto global de isolamento social, a Clint reforça sua presença no mercado em busca da organização do caos digital em três frentes: educação do mercado, aceleração de vendas e a criação da plataforma que conecta prestadores de serviços digitais a empresas.

André Bernet, CEO da Clint

Fundada em 2011 como agência especializada em geração de sites, posteriormente a Clint migrou para o inbound marketing e outros serviços de transformação digital. Em 2018, passou a ser um marketplace com uma plataforma que direciona as necessidades das empresas clientes para prestadores de serviços digitais qualificados — de freelancers a agências. Em 2018 e 2019, a Clint movimentou aproximadamente R$ 5 milhões em negócios fechados na plataforma e em 2021, prevê movimentação de até R$ 15 milhões. Estes valores são consequência de mais de 1.500 prestadores de serviços cadastrados e 100 mil usuários presentes no ecossistema Clint e que confiam na solução prestada pela empresa.

A tecnologia do “match” da Clint utiliza inteligência artificial para identificar o perfil e as necessidades das empresas que acessam a plataforma e cruza essas informações com seu banco de dados, onde estão informações dos prestadores de serviço. O resultado final aponta três prestadores de serviços digitais que a empresa pode escolher contratar. Desta forma, de um lado a tecnologia permite acelerar os processos de venda dos prestadores de serviço e em outro, que empresas encontrem tais prestadores de forma mais satisfatória.

Para ter um “super match”, com eficiência garantida, a Clint exige que os prestadores tenham registro de, pelo menos, três meses de serviços realizados para cada segmento em que se consideram especialistas. No caso de empresas recém cadastradas na plataforma, basta inserir registros de serviços feitos sem intermédio da Clint.

A mudança de atuação para marketplace ocorreu em 2018 a partir de uma análise estratégica das necessidades do setor e capacidades da Clint. “Após atender clientes como Lenovo, Carmen Steffens e Vtex, ficou claro pra gente que o nosso objetivo era ir além e passamos a ensinar outros prestadores de serviços digitais a melhorar a sua forma de atuar. Logo na sequência, começamos a fazer as conexões entre empresas que precisam melhorar marketing e vendas, com soluções que as ajudem a atingir os seus objetivos, mais um grande passo foi dado. Os resultados estão aparecendo e a nossa vontade de impactar o maior número de empresas e pessoas cresce a cada dia”, aponta o CEO da Clint, André Bernert .

O terceiro passo que a Clint realizou, foi criar um ambiente, a plataforma, para que esses prestadores de serviço pudessem acelerar as suas vendas através de uma série de funcionalidades. Os prestadores de serviço podem prospectar clientes, enviar propostas e receber pagamentos através de cartão ou boleto, além de poder realizar ligações através de telefonia digital nativa e enviar emails.

A solução ainda possibilita que o vendedor lide com diversas cadências de ações comerciais, conforme o segmento da empresa e complexidade de seu processo de vendas. “O que também é interessante em nossa plataforma, é que este processo de vendas não é exclusivo para os leads que vem da nossa solução e sim de qualquer negócio que o prestador de serviço queira incluir”, afirma Bernet.

A facilidade e a rapidez nos processos da plataforma, são trunfos que atraem clientes de perfis diferentes, desde agências, consultorias, prestadores de serviços autônomos e empresas de grande porte. Nesta última categoria, a Clint já atendeu empresas como Minister, TOTVS, Boxnet, Weduka e Pessoalize.

É por isso que “ao analisar mais de 4.000 projetos abertos na nossa plataforma, ficou ainda mais claro que o mercado precisa de soluções como a Clint, para que empresas consigam contratar serviços complexos que as ajudem a melhorar marketing e vendas. Hoje, para pedir comida você usa o iFood, para se deslocar, o Uber, para comprar um livro, a Amazon e para encontrar um bom prestador de serviço digital? As empresas pedem indicações, pesquisam no Google e depois, não possuem um canal para reportar se a sua experiência com aquele parceiro foi boa ou ruim. Trabalhamos para promover conexões de sucesso que ajudem o mercado a crescer”, complementa Bernert.

A plataforma, que estava em uso apenas para clientes já cadastrados, está aberta ao mercado desde fevereiro de 2021, com isso, a Clint espera impulsionar as conexões entre prestadores de serviços digitais e empresas, movimentando de R$ 10 a R$ 15 milhões. Para 2022, a previsão é de até R$ 50 milhões de reais em movimentações dentro da plataforma.

Fonte: Dialetto – Aline Ramalho

mLabs lança clube do conhecimento

Maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do Brasil traz novidade voltada para usuários em busca de mais conhecimento a respeito do uso das mídias sociais para ter mais resultado

Com a rápida digitalização e a busca por novos hábitos de consumo provocados pela pandemia, os clubes de assinatura ganharam ainda mais relevância e têm sido cada vez mais incorporados a outros segmentos, como, por exemplo, o Marketing. Expandindo esse setor para esse modelo de consumo, a mLabs, maior plataforma de gerenciamento de mídias sociais do país, vai lançar o Clube Social Media Exponencial, um clube de conhecimento que visa democratizar o acesso à educação de qualidade sobre mídias sociais para negócios. O lançamento será realizado no dia 03 de março para quem é cliente mLabs, e no dia 31 de março para todo o mercado.

Por meio dele, os assinantes terão acesso a materiais, conteúdos e a uma masterclass ao vivo todos os meses com Rafael Kiso, fundador da mLabs, e com outros profissionais especialistas do mercado de Marketing. Quem fizer parte do Clube Social Media também receberá dados exclusivos da mLabs sobre redes sociais, social commerce, tendências digitais, entre outros, além do acesso ao curso do Social Media Exponencial, que tem mais de 80 horas/aulas.

“Esse é um curso que tem feito bastante sucesso, já temos 1 mil alunos com NPS de 91, e vai seguir agora com um novo modelo: o Clube Social Media Exponencial vai estreitar ainda mais a relação do usuário com o conteúdo e proporcionará um aprendizado completo”, explicou Rafael Kiso, também eleito o melhor profissional de Planejamento Digital pela Abradi. “O nosso objetivo com esse clube é entregar conhecimento de qualidade acessível nesse modelo, ajudando assim a mais pequenos negócios e também profissionais de mídias sociais. Além disso, as plataformas de mídias sociais são bem dinâmicas, todos os dias as coisas mudam, novas redes surgem e, portanto, todos precisam de atualizações constantes para ficar sempre à frente no mercado. Por isso, esse modelo de clube que adotaremos traz para o público um meio dinâmico de conhecimento, cujas masterclasses correspondem ao que é mais importante para o momento dado o contexto do que está acontecendo e com melhores especialistas do mercado que custariam individualmente muito mais caro”, completou.

O lançamento do Clube Social Media Exponencial será realizado por meio do site https://newsite-homolog.mlabs.com.br/social-media-exponencial. Os valores e formas de pagamento estarão disponíveis a partir da data de lançamento.

Fonte: vcrp – Nahiza Monteles

O mobile streaming conquista o grande público, abrindo oportunidades publicitárias imperdíveis em vários mercados

O novo Relatório da Adjust sobre o Mobile Streaming descobriu que 52,5% dos consumidores pelo mundo usaram seus smartphones para ver streaming de conteúdos de vídeo desde o surto da Covid-19

O streaming por Over The Top (OTT) explodiu durante a pandemia mundial, de acordo com um novo relatório lançado hoje pela plataforma global de app marketing analytics Adjust, revelando uma mudança decisiva nos padrões de consumo em direção ao mobile. Quebrando o mito de que a maior parte do mobile streaming acontece durante viagens no transporte público, 84% dos consumidores nos países pesquisados usam seus smartphones para assistir a streamings na mesma quantidade ou mais desde o começo da pandemia.

Em média, mais da metade dos consumidores entrevistados (52,51%) disse assistir mais ao streaming de vídeos desde o lockdown. Apenas 12% dos consumidores estão vendo menos streamings — o que significa que quatro vezes mais consumidores estão usando seus smartphones para o streaming de vídeos.

Com base em uma pesquisa com mais de 8 mil entrevistados, nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Singapura, Coréia e China, o Relatório sobre o Mobile Streaming 2021 também encontrou fortes hábitos de streaming em todas as gerações nos países “mobile first”. Ao todo, quase 90% dos usuários com ou mais de 55 anos na China (89,8%) e na Turquia (88,9%) disseram assistir a streamings pelo celular todos os dias ou, pelo menos, uma vez por semana.

“Essa mudança drástica para um mobile streaming que faz parte da rotina do mundo todo e de várias gerações criou grandes oportunidades publicitárias e um novo papel para o mobile analytics”,disse Dr. Gijsbert Pols, Estrategista de Produto na Adjust.

“Entendendo como e quando os consumidores assistem a streamings, assim como quais canais e campanhas entregam o maior impacto de marketing, o potencial para criar bases de usuários grandes e leais com um LTV alto é praticamente ilimitado.”

Outras descobertas do relatório incluem:

A maioria dos consumidores assiste a um mobile streaming pelo menos uma vez por dia. Usuários na China (93,75%) e na Turquia (91,9%) veem um streaming com mais frequência — todos os dias uma vez por semana — comparados com 69,4% nos Estados Unidos e 45,7% no Reino Unido.

Usuários de todas as gerações e regiões assistem a um streaming, pelo menos, por uma hora por sessão, uma prova de que os espectadores não estão mais consumindo somente conteúdos curtos — eles estão maratonando episódios e filmes inteiros.
Os millennials, os maiores usuários de mobile streaming, também assistem por mais tempo. A duração da sessão leva, em média, 90 minutos (94,2), enquanto a Geração Z vem logo em seguida, pouco abaixo dos 90 minutos (87,6).
Segundo os dados, os usuários com ou mais de 55 anos são menos intensos, porém com 65 minutos em média por sessão, esse público parece estar aquecendo.

Os consumidores estão gastando uma quantia considerável em serviços de entretenimento de streaming e sob demanda. A Coreia sai na frente com US$ 42,68 por mês em comparação com US$ 33,58 nos Estados Unidos e US$ 34,82 no Reino Unido.

A CTV abre oportunidades novas para a segunda tela

A pesquisa da Adjust também destaca quão disseminada a segunda tela se tornou pelo mundo, com a ascensão da Connected TV (CTV). Em média, mais de três quartos (76%) dos entrevistados usam seus celulares mobile ao assistir à televisão; esse comportamento de audiência é mais pronunciado em Singapura e na China (ambos com 85%), seguidos de perto pelos Estados Unidos (83%).

Os aplicativos sociais são a escolha número 1 de quem usa uma segunda tela — a opção de 65,4% dos entrevistados, em média —, seguidos pelos aplicativos de banking (54,9%) e jogos (44,9%). Os usuários de segunda tela na Ásia-Pacífico têm um apetite saudável por aplicativos de delivery de comida, com o uso mais forte na China (65,2%), Coreia (36,6%) e Singapura (48,2%).

Image by mohamed Hassan from Pixabay

Os anunciantes podem explorar a tendência da segunda tela colocando um CTA nos anúncios de TV, por exemplo, com o download do aplicativo via um código QR. Isso tem o potencial de criar uma experiência totalmente nova e interativa com a marca em dois dispositivos.

Para mais insights, baixe o relatório completo aqui.

Metodologia

O Relatório Mobile Streaming 2021 baseia-se em uma pesquisa de consumo conduzida pelo Censuswide em nome da Adjust, a partir de uma pesquisa global com 8.000 consumidores de streaming de TV/vídeo com mais de 16 anos. A pesquisa usa amostras representativas nacionalmente de 1.000 consumidores de streaming de TV/vídeo em cada um dos seguintes países: Reino Unido, Alemanha, Turquia, Japão, Cingapura, Coréia e China entre 6 de novembro de 2020 e 10 de novembro de 2020, e os EUA entre 23 e 29 de setembro de 2020.

Fonte: aboutCOM

TikTok e Comunidades Digitais: conheça as maiores oportunidades do marketing digital em 2021

Cezar Lima, empreendedor e sócio proprietário da Stardust Digital, dá dicas para driblar a competitividade e ganhar relevância no mercado digital

A pandemia trouxe uma evolução de 6 anos em 6 meses para o setor do marketing digital. Até mesmo as empresas mais conservadoras, reticentes em evoluir, se viram obrigadas a migrar suas atividades para o ambiente online a fim de não perder clientes. Após a mudança, a conclusão foi consenso entre grande parte dos empresários: trabalhar de forma virtual é viável e muito mais barato.

Cezar Lima

Agora que todos já estão mais familiarizados com a nova forma de trabalhar, começaram as especulações sobre quais serão as maiores tendências para o marketing digital em 2021. Para auxiliar as empresas que almejam mais sucesso, o empreendedor Cezar Augusto de Lima Choptian, sócio fundador da agência Stardust Digital (www.stardust.digital), destaca duas plataformas que merecem atenção no próximo ano.

TikTok

Apesar de ainda não ser considerada uma mídia profissional, quem se adiantou e começou a produzir conteúdo para o TikTok já está se tornando referência na plataforma. “Micro influencers com pouca representatividade no Instagram já contam com mais de 500 mil seguidores no TikTok. Eles foram rápidos e ocuparam um espaço que ainda não tinha competitividade. Sem concorrência, a relevância é mais rápida”, aponta Lima.

Segundo ele, o aplicativo para criar e compartilhar vídeos curtos criou um movimento inverso em que pessoas famosas estão seguindo e compartilhando o conteúdo de usuários anônimos, auxiliando no surgimento de novas celebridades. “Influenciadores fazem questão de estar em todas as redes e, a partir do momento que estão ali, também se tornam consumidores”, diz. Para as empresas, não é diferente.

Lima aponta o TikTok como uma tendência para as empresas que querem se tornar referência em 2021. “A atuação corporativa dessa plataforma é completamente diferente de outras redes sociais”, conta. “O desafio agora é aprender como entrar no mundo do TikTok. Mas quem assimilar primeiro, vai sair na frente de muita gente”, complementa.

Comunidades Digitais

Participar de grupos é um movimento natural na vida de qualquer indivíduo, seja nas redes sociais ou fora delas. Nesse sentido, surge uma tendência cada vez mais forte: a comunidade digital. “Diferente das redes tradicionais, como Facebook e Instagram, em que o algoritmo te coloca numa bolha para que você interaja apenas com os conteúdos que lhe interessam e com pessoas que compartilham das mesmas opiniões que você, as comunidades digitais foram criadas para serem ambientes de discussão entre pessoas que pensam diferente sobre um tema em comum”, explica Lima.

A comunidade digital pode ser facilmente compreendida como uma rede social de nicho. Ela já é realidade, mas ainda não se tornou tão popular, por isso segue como tendência para 2021. Assim como no Facebook e no Instagram, qualquer pessoa ou empresa pode dar início a esse tipo “blog colaborativo”. Contudo, para ganhar relevância, é preciso trabalhar duro. “Ninguém quer entrar em algo que ainda não oferece nada de novo”, diz. “A empresa que cria uma comunidade pode começar a fomentar o conteúdo a partir dos próprios colaboradores e círculo próximo de amigos. Assim que já tiver uma boa base, com tópicos atrativos e relevantes, está na hora de divulgar nas mídias tradicionais e levar os consumidores pra lá”, complementa.

Assim como no TikTok, a chance de ganhar visibilidade a partir das comunidades digitais é maior devido à falta de concorrência. “O maior desafio da plataforma é fazer com quem uma pessoa se transforme de leitor para produtor de conteúdo, pois aí ela começa a compartilhar os tópicos da comunidade nas redes sociais dela, ampliando ainda mais a visibilidade para aquela empresa ou tema”, aponta.

 

A NuCommunuty, comunidade oficial do Nubank, já surge como case de sucesso. Dentro da plataforma, clientes e fãs da marca falam sobre a experiência de usuário e debatem possíveis novidades para a instituição financeira. “Essa foi a forma que a empresa encontrou para unir os clientes, receber feedback, testar ideias e validar tendências. Em contrapartida, eles oferecem lançamentos em primeira mão para quem está ali. É uma forma de valorizar quem te segue”, complementa Cezar Lima.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Fernanda Glinka