Vaga de estágio em Comunicação Social (ênfase em vídeo)
Foto de Jakob Owens na Unsplash
A Zan Comunicação (SJCampos) está procurando um(a) estagiário(a) de Comunicação Social com interesse em produção e edição de vídeo para integrar sua equipe de conteúdo.
A vaga é para sistema híbrido (presencial + remoto), com carga horária de 6 horas por dia.
Bolsa auxílio: R$1000
As principais atividades incluem:
– Apoio à produção de conteúdo para redes sociais
– Captação de imagens e vídeos
– Edição de vídeos curtos
– Suporte à equipe de comunicação nas rotinas de criação
É uma ótima oportunidade para desenvolver habilidades práticas e construir portfólio na área.
Interessados(as) podem enviar mensagem para [12981468568].
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Auxiliar de Marketing Digital (Foco em Ativos Digitais e Meta Ads)
Imagem gerada pela IA do Canva
Vaga para você que é organizado, antenado no universo digital e tem familiaridade com gestão de acessos e anúncios. Oportunidade para Auxiliar de Marketing Digital, com foco em suporte técnico-operacional e performance em plataformas como Meta Ads.
Principais responsabilidades:
Recuperar acessos e ativos digitais inativos ou comprometidos;
Criar e organizar perfis, contas de anúncios (BM), páginas e demais ativos necessários para a operação;
Alocar perfis e acessos conforme funções e demandas da equipe;
Ativar e verificar autenticação de dois fatores (2FA) para garantir segurança;
Realizar o “aquecimento” de ativos digitais para evitar bloqueios e garantir estabilidade das campanhas;
Atualizar tokens para manter integrações e automações ativas;
Verificar e manter o sistema interno atualizado com os acessos corretos;
Prestar atendimento e suporte ao cliente, esclarecendo dúvidas técnicas e operacionais.
Requisitos:
Experiência ou conhecimento em Meta Ads (obrigatório);
Organização, atenção aos detalhes e agilidade para lidar com múltiplas contas e acessos;
Proatividade para resolver problemas e buscar soluções técnicas;
Desejável conhecimento básico em marketing digital e ferramentas de autenticação.
Regime de contratação: PJ
Remuneração: R$ 2.200,00
Horário de trabalho: Segunda a sexta
Local de trabalho: Taubaté
Crescimento da desconfiança reforça a importância da autenticidade, da transparência e da profissionalização dos creators
Uma pesquisa realizada pela Typeform revelou um dado preocupante: 71% dos consumidores já se arrependeram de uma compra feita com base na recomendação de um influenciador digital. O levantamento acende um alerta sobre a crescente desconfiança entre o público e os criadores, mesmo em um cenário onde o marketing de influência segue em expansão.
De acordo com o estudo, as maiores reclamações que, consequentemente, estão gerando esse arrependimento estão ligados à falta de autenticidade no engajamento (380 respostas) e a falta de transparência (294 respostas), seguidas pelo excesso de postagens patrocinadas (237 respostas) e pelo uso excessivo de conteúdo gerado por IA (215 respostas).
Outro dado que chama atenção no levantamento é que 56% dos influenciadores admitiram divulgar produtos que, na verdade, não gostam. Para Fabio Gonçalves, diretor de talentos internacionais da Viral Nation e especialista no mercado de marketing de influência há mais de dez anos, esses dados refletem uma transformação no comportamento dos consumidores e um alerta para o setor.
“O público amadureceu. As pessoas estão mais críticas, mais informadas e muito mais conscientes do seu poder de escolha. O problema é que ainda existem muitos influenciadores que não entenderam que audiência não é sinônimo de influência. Quando o criador faz publicidade sem critério, sem conexão real com a marca e sem pensar na dor ou na necessidade da audiência, o resultado é esse: frustração, quebra de confiança e arrependimento de compra”, explica.
Fabio também pontua que parte desse problema tem a ver com o despreparo de certas marcas e vem de uma prática excessiva de publis que não fazem sentido para o nicho do criador. “Existe uma visão equivocada, por parte de alguns influenciadores e até de algumas marcas, de que basta ter números altos para vender qualquer coisa. Só que o consumidor de hoje é muito mais exigente. Ele percebe quando é só uma publicidade vazia. E isso não só prejudica a conversão, como também desgasta a imagem do influenciador no longo prazo. É importante ressaltar que nem sempre o erro é do influenciador; em muitos casos, as marcas não estão atentas ao mercado e, dessa forma, erram na escolha dos creators que não fazem sentido para a campanha desejada”, destaca.
Segundo o especialista, o mercado vive um ponto de virada, em que não basta mais ter seguidores ou entregar alcance. Na opinião do profissional, o que vai sustentar o marketing de influência daqui pra frente são três pilares: relevância, credibilidade e coerência. Ele explica que o criador precisa entender profundamente o seu público, escolher com responsabilidade as marcas com as quais se associa e priorizar parcerias que façam sentido na vida dele e na dos seguidores.
Na visão de Gonçalves, esse cenário tem levado as agências e plataformas do setor a adotarem uma postura muito mais criteriosa na gestão de campanhas e na curadoria de talentos. “Aqui na Viral Nation, nosso trabalho é garantir que os criadores que representamos estejam preparados para esse novo cenário, onde construir comunidade, gerar valor e ser relevante vem antes de qualquer conversão. Trabalhamos para que cada campanha faça sentido na vida do creator e, principalmente, na jornada do consumidor. O mercado vai continuar crescendo, mas quem não entender que influência é sobre confiança, e não só sobre alcance, vai ficar para trás”.
METODOLOGIA
A pesquisa realizada pela Typeform, plataforma de criação de formulários e questionários online, obteve 1.300 respostas de influenciadores digitais, profissionais de marketing e consumidores. O estudo completo pode ser acessado aqui