Estágio aberto em marketing

Estágio em Marketing

Imagem de Tumisu por Pixabay

Nível: Técnico, Universitário,
Modalidade: Presencial
Bolsa Auxílio: R$ 1.250,00 mensal
Auxílio Transporte: R$ 9,00 por dia
Horário Estágio: De segunda à sexta-feira das 08:00 às 15:00 com 1 hora de almoço

Atividades do estágio: Auxílio operacional Marketplace e loja física, auxílio com pedidos, dúvidas, consultas dos clientes, cadastro de produtos e atualização do site e anúncios. Prestar suporte as vendas online.

Requisitos: Conhecimento em edição e tratamento de imagens para desenvolvimento dos anúncios, conhecimento em markeplace será um diferencial. Soft Skills: proatividade, boa comunicação, trabalho em equipe, gestão do tempo, organização

INTERESSADOS DEVEM SE CADASTRAR NO SITE www.centralestagio.com

ENVIAR CURRÍCULO PARA rh@centralestagio.com
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Google Ads e estratégias de SEM e SEO podem ficar obsoletos com o avanço da IA

Por Daniel Bastreghi*

Com o avanço e a popularização da inteligência artificial, como por exemplo, na modalidade generativa, é possível pressupor mudanças radicais na sociedade, principalmente nas dinâmicas sociais, econômicas, de consumo e de produção da informação. Para esse ano e para os próximos, uma previsão já bem difundida é a perda de relevância dos serviços de busca, como Google, Bing e Yahoo.

É muito provável que, nos próximos anos, muitas buscas deixem de ser feitas e se transformem em interações com os sistemas de IA. Isso por si só já traz um grande impacto: atualmente, SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) são estratégias consolidadas de marketing digital, com bom retorno para anunciantes e estão entre as principais fontes de receita para a gigante Google, mas isso está prestes a mudar.

É provável que, em alguns anos, SEM e SEO sejam práticas obsoletas. As palavras-chaves poderão não ser mais interessantes para exibir anúncios, pois as pessoas não estarão lá pesquisando um termo ou fazendo uma pergunta, mas sim usando a inteligência artificial generativa, como o ChatGPT ou o Copilot, da Microsoft, para tirar dúvidas e encontrar informações e soluções. Sendo assim, o Google precisará novamente inovar. O modelo de negócio que serviu de pilar estrutural para o marketing nos serviços de busca pode estar ameaçado.

E, apesar de ainda não existir uma ideia certeira de como as plataformas de anúncios poderão ser integrados às interfaces de IA, já é sabido que a inteligência artificial muda radicalmente a forma como os consumidores interagem com o digital. Ela proporciona uma experiência muito mais fluida e objetiva. Se antes era necessário navegar por diversos websites para encontrar uma informação, agora pode bastar uma pergunta ao ChatGPT, ao Bard ou ao Copilot, talvez até por áudio ao invés de texto. Essa interação é mais breve e funcional para o usuário e pode ser que não envolva uma tela, então ele se sentiria mais confortável e satisfeito.

Outra previsão é que, com essa mudança, o marketing tende a ser menos intrusivo. Isso será uma necessidade, pois a tolerância e a resposta dos consumidores aos anúncios baseados em interrupção vêm piorando. A monetização de conteúdo através de anúncios apostava em um aumento da tolerância do usuário ao marketing de interrupção, como ocorreu na televisão, no rádio e na mídia impressa. Mas o digital é um ambiente absurdamente diferente que instiga o usuário a constante interação e ao imediatismo. Então, qualquer comunicação não solicitada, como um pop-up ou spam, é percebido como uma perturbação e uma violação de seu espaço.

Logo, as plataformas de anúncios como Google Ads, Meta Ads, Linkedin Ads, entre outras, terão de buscar formatos de anúncios integrados aos diálogos com as IAs generativas, assim como programar os algoritmos de entrega e personalização desses anúncios para momentos realmente propícios e relevantes para o usuário. Isso não é simples, e sim um desafio tecnológico e mercadológico imenso, mas certamente promissor.

Além disso, as IAs devem agravar o efeito bolha. As mídias sociais, ao personalizar o conteúdo, favorecem a percepção errônea nos usuários de homogeneidade de preferências e ideias: forma-se uma pequena sociedade geograficamente dispersa onde todos acompanham o mesmo esporte, torcem para os mesmos times, têm os mesmos ideais e preferências políticas, etc. Isso é o conhecido “efeito bolha”. Se, em detrimento dos serviços de busca, os usuários passarem a interagir com as IAs generativas, terão experiências ainda mais personalizadas e, portanto, mais restritas às próprias bolhas.

Para se saírem bem neste cenário, as empresas devem estar atentas a duas formas de incorporar a inteligência artificial: a primeira e mais óbvia, como uma ferramenta produtiva para elevar a qualidade e acelerar entregas. A outra, mais desafiadora, será o uso da IA para proporcionar experiências com alto nível de personalização nos canais. Esta será a forma mais relevante de acelerar a transformação digital e de conquistar uma vantagem competitiva, mesmo que temporária, até que uma nova mudança aconteça no cenário do marketing.

*Daniel R. Bastreghi é sócio administrador e Consultor de Marketing na DRB.MKT, atuando com orientação e assessoria de planejamento de marketing, planejamento estratégico, estruturação comercial, implantação de CRM, inbound marketing, ações integradas de marketing digital e pesquisas. É autor do livro “Os 5 fatores de sucesso na Internet” e da ferramenta de planejamento “Marketing Strategy Canvas”. Daniel é MBA em Gestão de Projetos e especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico.

Grupo de Planejamento oferece curso de mapeamento de tendências

Curso de Mapeamento de tendências como ferramenta na comunicação

Marcas de diferentes categorias buscam cada dia mais serem percebidas como inovadoras antecipando os passos de seus consumidores. Mas como transformar esse discurso em prática?

A comunicação vive hoje o desafio de transformar essa visão de futuro em discursos atuais que sejam ao mesmo tempo relevantes e diferenciados. Com isso, o mapeamento de tendências acaba sendo um terreno fértil para marcas e profissionais que se orientam a partir do comportamento do consumidor.

Pensando nisso, a ideia dessa aula e explorar diferentes possibilidades da construção de comunicação a partir do mapeamento de tendências em uma conversa que aborda o tema dos aspectos mais estratégicos aos mais táticos.

Passaremos por pontos como:
– A diferença entre mapeamento de tendências e coolhunting;
– Tipos de futuro;
– Metodologia de mapeamento de tendências;
– Metodologia de construção de cenários de futuros;
– Cases de sucesso.

Com quem?
Rafael Lopes é estrategista acumulando mais de 13 anos de experiência em diferentes segmentos como comunicação, branding e consultoria de negócios. Ao longo desse período, teve a oportunidade de trabalhar com marcas como Vivo, Coca-Cola, L’Óreal Paris, Google, Tiktok entre outras marcas de referência em diferentes categorias. Essa experiência foi construída com sua passagens por agências como WMcCann, VMLY&R e AKQA. Atualmente, exerce a função de Head de Consultoria – América Latina na WGSN – empresa global referência no mapeamento de tendências de comportamento.

Quando?
22/02/2024
19:00 a 22:00h

Onde?
Curso online

Quanto?
Valor para “associados ao GP”: R$50,00
Valor para “Inscrição Avulsa (sem associação)”: R$200,00
Valor para “Combo Associação + Inscrição”: R$200,00

Como faço para me inscrever?
Basta clicar aqui.