Nível: Técnico, Universitário,
Modalidade: Presencial
Bolsa Auxílio: R$ 1.250,00 mensal
Auxílio Transporte: R$ 9,00 por dia
Horário Estágio: De segunda à sexta-feira das 08:00 às 15:00 com 1 hora de almoço
Atividades do estágio: Auxílio operacional Marketplace e loja física, auxílio com pedidos, dúvidas, consultas dos clientes, cadastro de produtos e atualização do site e anúncios. Prestar suporte as vendas online.
Requisitos: Conhecimento em edição e tratamento de imagens para desenvolvimento dos anúncios, conhecimento em markeplace será um diferencial. Soft Skills: proatividade, boa comunicação, trabalho em equipe, gestão do tempo, organização
INTERESSADOS DEVEM SE CADASTRAR NO SITE www.centralestagio.com
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Com o avanço e a popularização da inteligência artificial, como por exemplo, na modalidade generativa, é possível pressupor mudanças radicais na sociedade, principalmente nas dinâmicas sociais, econômicas, de consumo e de produção da informação. Para esse ano e para os próximos, uma previsão já bem difundida é a perda de relevância dos serviços de busca, como Google, Bing e Yahoo.
É muito provável que, nos próximos anos, muitas buscas deixem de ser feitas e se transformem em interações com os sistemas de IA. Isso por si só já traz um grande impacto: atualmente, SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization) são estratégias consolidadas de marketing digital, com bom retorno para anunciantes e estão entre as principais fontes de receita para a gigante Google, mas isso está prestes a mudar.
É provável que, em alguns anos, SEM e SEO sejam práticas obsoletas. As palavras-chaves poderão não ser mais interessantes para exibir anúncios, pois as pessoas não estarão lá pesquisando um termo ou fazendo uma pergunta, mas sim usando a inteligência artificial generativa, como o ChatGPT ou o Copilot, da Microsoft, para tirar dúvidas e encontrar informações e soluções. Sendo assim, o Google precisará novamente inovar. O modelo de negócio que serviu de pilar estrutural para o marketing nos serviços de busca pode estar ameaçado.
E, apesar de ainda não existir uma ideia certeira de como as plataformas de anúncios poderão ser integrados às interfaces de IA, já é sabido que a inteligência artificial muda radicalmente a forma como os consumidores interagem com o digital. Ela proporciona uma experiência muito mais fluida e objetiva. Se antes era necessário navegar por diversos websites para encontrar uma informação, agora pode bastar uma pergunta ao ChatGPT, ao Bard ou ao Copilot, talvez até por áudio ao invés de texto. Essa interação é mais breve e funcional para o usuário e pode ser que não envolva uma tela, então ele se sentiria mais confortável e satisfeito.
Outra previsão é que, com essa mudança, o marketing tende a ser menos intrusivo. Isso será uma necessidade, pois a tolerância e a resposta dos consumidores aos anúncios baseados em interrupção vêm piorando. A monetização de conteúdo através de anúncios apostava em um aumento da tolerância do usuário ao marketing de interrupção, como ocorreu na televisão, no rádio e na mídia impressa. Mas o digital é um ambiente absurdamente diferente que instiga o usuário a constante interação e ao imediatismo. Então, qualquer comunicação não solicitada, como um pop-up ou spam, é percebido como uma perturbação e uma violação de seu espaço.
Logo, as plataformas de anúncios como Google Ads, Meta Ads, Linkedin Ads, entre outras, terão de buscar formatos de anúncios integrados aos diálogos com as IAs generativas, assim como programar os algoritmos de entrega e personalização desses anúncios para momentos realmente propícios e relevantes para o usuário. Isso não é simples, e sim um desafio tecnológico e mercadológico imenso, mas certamente promissor.
Além disso, as IAs devem agravar o efeito bolha. As mídias sociais, ao personalizar o conteúdo, favorecem a percepção errônea nos usuários de homogeneidade de preferências e ideias: forma-se uma pequena sociedade geograficamente dispersa onde todos acompanham o mesmo esporte, torcem para os mesmos times, têm os mesmos ideais e preferências políticas, etc. Isso é o conhecido “efeito bolha”. Se, em detrimento dos serviços de busca, os usuários passarem a interagir com as IAs generativas, terão experiências ainda mais personalizadas e, portanto, mais restritas às próprias bolhas.
Para se saírem bem neste cenário, as empresas devem estar atentas a duas formas de incorporar a inteligência artificial: a primeira e mais óbvia, como uma ferramenta produtiva para elevar a qualidade e acelerar entregas. A outra, mais desafiadora, será o uso da IA para proporcionar experiências com alto nível de personalização nos canais. Esta será a forma mais relevante de acelerar a transformação digital e de conquistar uma vantagem competitiva, mesmo que temporária, até que uma nova mudança aconteça no cenário do marketing.
*Daniel R. Bastreghi é sócio administrador e Consultor de Marketing na DRB.MKT, atuando com orientação e assessoria de planejamento de marketing, planejamento estratégico, estruturação comercial, implantação de CRM, inbound marketing, ações integradas de marketing digital e pesquisas. É autor do livro “Os 5 fatores de sucesso na Internet” e da ferramenta de planejamento “Marketing Strategy Canvas”. Daniel é MBA em Gestão de Projetos e especialista em Planejamento e Gerenciamento Estratégico.
Não se pode negar que, desde 2021, o marketing digital B2B tem enfrentado uma transformação significativa, impulsionada pelo aumento da exigência do público em se interessar e ser atraído por conteúdos que realmente agregam valor em suas vidas. Neste novo cenário, uma abordagem da marca mais focada na assertividade e na personalização, em vez de suposições, torna-se crucial.
Entendendo o novo cenário
Em novembro do ano passado, a Ploomes divulgou a pesquisa “Maturidade digital nas empresas B2B”, que apontou o aumento no uso de ferramentas digitais: entre os entrevistados, 78% confirmaram essa utilização em seus modelos de negócios B2B, contra 73% na mesma pesquisa realizada em 2022. Outro crescimento importante destacado na pesquisa: 75% responderam que suas empresas ampliaram a digitalização em um ano (o resultado de 2022 foi 68%).
Na prática, ao mesmo tempo em que o marketing B2B permite a criação de ofertas inovadoras em mercados acostumados com soluções tradicionais, surgem desafios distintos e, para superar este “muro” mais alto, é preciso enfatizar a educação e a explicação dos benefícios auferidos pelas novidades, tanto para decisores quanto para influenciadores, considerando seus variados níveis de conhecimento e cultura.
Em função disso, a hipersegmentação surge como uma tendência certa para ser trabalhada em 2024 e nos anos seguintes.
Os três motivos que devem ser considerados:
1) Perfis distintos – No ambiente corporativo, observamos três perfis principais em relação a fornecedores ou ofertas:
Defensores: Apoiam e promovem ativamente um fornecedor ou oferta. Influenciam decisões de compra com sua crença nos benefícios apresentados.
Apoiadores: Semelhantes aos defensores, mas com um apoio mais passivo. Concordam com a escolha do fornecedor ou oferta, seguindo a tendência da organização.
Detratores: Com uma visão negativa ou cética, podem influenciar decisões contra a adoção ou continuação de um fornecedor/oferta.
Se esses perfis são cruciais para entender a dinâmica das relações com fornecedores e as diversas opiniões internas, por que as estratégias de comunicação, muitas vezes, os tratam de forma homogênea? O correto é personalizar.
2) Estrutura decisória nas empresas –A tomada de decisão e a influência dentro das empresas revelam diferentes níveis de decisores e influenciadores:
Decisores estratégicos (Alto escalão): Responsáveis por decisões que moldam o futuro da empresa.
Decisores táticos (Gestão média): Implementam as estratégias definidas pelo alto escalão.
Decisores operacionais (Supervisores/Coordenadores): Focam nas decisões cotidianas, assegurando alinhamento com as metas estratégicas.
Influenciadores-chave: Especialistas cujas opiniões são fundamentais em todos os níveis.
Facilitadores e implementadores: Garantem a execução eficiente das decisões.
Stakeholders internos e externos: Influenciam indiretamente as decisões com seus feedbacks e necessidades.
Mediante essa estrutura, cada nível tem funções que são, ao mesmo tempo, distintas e complementares. Essa integração hierárquica se torna essencial nos processos de mudança e implementação de estratégias de negócios, pois gera a visão completa do processo de relacionamento com os clientes B2B
3) Diferenças cruciais entre os níveis de decisão –As diferenças entre os níveis de decisão em áreas como Tecnologia da Informação (TI), Compras e Negócios, por exemplo, são cruciais para entender o impacto nas decisões organizacionais:
TI: Gerentes focam no operacional diário, enquanto diretores definem a estratégia tecnológica.
Compras: Gerentes lidam com o cotidiano e negociações; diretores formulam estratégias de longo prazo.
Negócios: Gerentes buscam eficiência e satisfação do cliente, enquanto diretores visam o crescimento e estratégias de longo prazo.
São papéis distintos que contribuem para uma estrutura de decisão complexa e comprovam a importância da customização na estratégia de marketing B2B.
Ascensão da hipersegmentação
Os três motivos citados me fazem crer que, em 2024, a hipersegmentação é um caminho sem volta, se destacando como uma tendência indiscutível. A era do “marketing de massa” no B2B cede lugar a uma comunicação personalizada e direcionada, o que torna essencial a compreensão aprofundada dos diversos perfis, assim como abordagens adaptadas a cada segmento.
É nesse contexto que o Account-Based Marketing (ABM) ganha destaque, pois foca esforços de comunicação e vendas em contas específicas de alto valor para atender às necessidades únicas de cada cliente.
Convido você a refletir sobre o impacto dessas mudanças em suas estratégias. Como adaptar sua abordagem às necessidades de um mercado em evolução? Como garantir que sua comunicação e tomada de decisão sejam tão adaptáveis e multifacetadas quanto o ambiente em que operamos?
Enfim, são questões cruciais ao nos prepararmos para os desafios e oportunidades de 2024 e além.
*Mário Soma é CEO e Head B2B da Pólvora Comunicação
Curso de Mapeamento de tendências como ferramenta na comunicação
Marcas de diferentes categorias buscam cada dia mais serem percebidas como inovadoras antecipando os passos de seus consumidores. Mas como transformar esse discurso em prática?
A comunicação vive hoje o desafio de transformar essa visão de futuro em discursos atuais que sejam ao mesmo tempo relevantes e diferenciados. Com isso, o mapeamento de tendências acaba sendo um terreno fértil para marcas e profissionais que se orientam a partir do comportamento do consumidor.
Pensando nisso, a ideia dessa aula e explorar diferentes possibilidades da construção de comunicação a partir do mapeamento de tendências em uma conversa que aborda o tema dos aspectos mais estratégicos aos mais táticos.
Passaremos por pontos como:
– A diferença entre mapeamento de tendências e coolhunting;
– Tipos de futuro;
– Metodologia de mapeamento de tendências;
– Metodologia de construção de cenários de futuros;
– Cases de sucesso.
Com quem?
Rafael Lopes é estrategista acumulando mais de 13 anos de experiência em diferentes segmentos como comunicação, branding e consultoria de negócios. Ao longo desse período, teve a oportunidade de trabalhar com marcas como Vivo, Coca-Cola, L’Óreal Paris, Google, Tiktok entre outras marcas de referência em diferentes categorias. Essa experiência foi construída com sua passagens por agências como WMcCann, VMLY&R e AKQA. Atualmente, exerce a função de Head de Consultoria – América Latina na WGSN – empresa global referência no mapeamento de tendências de comportamento.
Quando?
22/02/2024
19:00 a 22:00h
Onde?
Curso online
Quanto?
Valor para “associados ao GP”: R$50,00
Valor para “Inscrição Avulsa (sem associação)”: R$200,00
Valor para “Combo Associação + Inscrição”: R$200,00