Parcelamento em 10x cresceu no Dia do Cliente

Compras parceladas em 10x aumentaram 254% no Dia do Cliente, diz pesquisa

Realizado pela Social Miner em parceria com Loja Integrada, levantamento mapeou o perfil dos clientes que costumam comprar em lojas virtuais durante a data comercial

Os lojistas virtuais costumam aproveitar o Dia do Cliente – que foi comemorado no último dia 15 de setembro – para presentear os consumidores com promoções e descontos. Os benefícios podem valer só para a data ou para a semana toda, atraindo cada vez mais consumidores. Segundo pesquisa realizada pela Social Miner – empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa – em parceria com a Loja Integrada – plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do Brasil, com 700 mil lojas criadas -, mais de 88% dos clientes disseram que usariam a data comercial para realizar compras devido aos preços promocionais.

A pesquisa revela ainda que a maioria das compras feita no Dia do Cliente em 2018 foram parceladas, 30% das compras foram dividas em 3 vezes no cartão de crédito, já 22% dos clientes decidiram parcelar em 5 vezes. Se comparado com o ano anterior, as compras realizadas em parcelamento de 10 vezes tiveram aumento de 254%.

Perfil dos compradores

A maioria das pessoas que costumam comprar no Dia do Cliente têm entre 25 e 34 anos (39%). Para os consumidores entrevistados, um fator decisivo na hora da compra é a confiança que eles depositam na loja virtual (30,5%), seguido de preço (20,1%), em terceiro fica o tempo de entrega com 19,7%, alguns também levam em consideração as formas de pagamento (16,4%) e a confiança na marca do produto (13,4%). Os dados ainda mostram que 75% dos clientes costumam ficar de olho nas promoções oferecidas por suas lojas preferidas.

Para Julia Mariá, head de marketing da Loja Integrada, os lojistas precisam aproveitar a fidelidade dos clientes para oferecerem mais vantagens em datas comerciais, como o Dia do Cliente. “As datas sazonais, como Dia dos Namorados, Dia das Mães e dos Pais, são muito importantes para o comércio eletrônico e costumam potencializar as vendas das lojas virtuais. É preciso criar uma estratégia de vendas e investir na divulgação. Já que as vendas aumentam muito, um bom planejamento evitará que a loja tenha prejuízos posteriores”, orienta.

Expectativa vendas online na Black Friday

Hoje os e-shoppers somam mais de 60 milhões no Brasil e o que contribui para esse crescimento é a Black Friday e as demais datas que a sucedem. Segundo levantamento do Google, a edição de 2017 faturou R$ 2,1 bilhões, um crescimento 10% maior do que em 2016, consolidando o dia como a segunda melhor data para o varejo brasileiro, perdendo apenas para o Natal.

Para 2018, a expectativa é que a Black Friday ganhe ainda mais força. De acordo com pesquisa recente do Google cerca de 70% dos internautas brasileiros já compraram em uma Black Friday e 99,5% dos consumidores on-line entrevistados afirmaram que já conhecem a data – podendo utilizar o dia de descontos para realizar uma compra.

Fonte: Agência NoAr – Ana Paula Vieira

Cresce o uso dos serviços de voz

Adobe Digital Insights: nos EUA, um em cada três consumidores já possui um alto-falante inteligente

Estudo “State of Voice Assistants”, da Adobe, mostra que, em poucos meses, o número de pessoas que utilizam a tecnologia cresceu 5%

O uso de serviços de voz pelos consumidores está aumentando. Esta foi a conclusão da pesquisa “State of Voice Assistants” do Adobe Digital Insights – braço de pesquisas da Adobe -, que entrevistou mais de mil consumidores dos EUA. Segundo o estudo, as atividades mais comuns demandadas por voz são músicas (70%) e a previsão do tempo (64%). Outras ações populares incluem fazer perguntas divertidas (53%), pesquisa on-line (47%), verificação de notícias (46%), pesquisa básica/confirmação de informações (35%) e busca por trajetos (34%).

Os assistentes de voz para smartphones, segundo o estudo, estão impulsionando o uso da voz: 32% dos consumidores relatam possuir um alto-falante inteligente, em comparação com 28% em janeiro de 2018 – um aumento de 14% em apenas alguns meses. Enquanto isso, 76% dos proprietários de alto-falantes inteligentes afirmam que passaram a utilizar mais o assistente. Já 71% deles afirmaram usá-los pelo uma vez ao dia – sendo que, desses, 44% dizem utilizar “várias vezes por dia”. Apenas 8% dos proprietários relatam que quase nunca o utilizam.

Os dados mostram também que 36% dos entrevistados disseram que usam os alto-falantes inteligentes para fazer chamadas, 31% para dar comandos em suas smart-homes, 30% para compras, 17% para pedir refeições e 16% para pesquisa de voo/hotel.

Confira outras constatações do State of Voice Assistants:

– Quase metade (47%) dos proprietários de alto-falantes inteligentes relataram usar a tecnologia para iniciar suas pesquisas de produtos;

– 43% utilizam para criar listas de compras;

– 32% para comparação de preços;

– 45% dos consumidores que já possuem um alto-falante inteligente afirmaram planejar comprar outro para si próprio. Já 23% planejam comprar para presentear outra pessoa;

– 23% dos não-proprietários disseram que planejam comprar, enquanto 9% planejam adquirir para outra pessoa.

Para conferir o estudo completo, clique aqui.

Fonte: Adobe Systems Incorporated – RMA Comunicação – Alisson Costa

Os conteúdos em áudio estão de volta

Publicitando volta ao formato áudio

O Publicitando retomou a parceria com o Programa Panorama, agora exibido das 16h00 às 18h00, diariamente, pela Rádio Unitau. O dia da semana continua o mesmo: toda terça feira.

Vocês podem ouvir todos os conteúdos já produzidos em parceria com o Panorama aqui.

Acompanhe o que rolou no programete de ontem, terça, 11/09/2018.

Estudo trata da relação marcas e diversidade

Consumidores querem marcas que apoiam verdadeiramente a diversidade

Pesquisa Diversidade, da Officina Sophia, aponta os temas que as pessoas consideram mais relevantes para apoio das marcas e identifica a relação disso com a propensão de compra

O Brasil e o mundo vivem dois fortes movimentos sociais: de um lado, o forte apoio às minorias e o respeito à diversidade; de outro, um crescimento de movimentos conservadores, culminando muitas vezes na tomada do poder político por esses. Segundo Paulo Secches, presidente Officina Sophia Conhecimento Aplicado, empresa membro da HSR Specialist Researchers, que coordenou o estudo sobre a Diversidade, é nesse universo amplo, múltiplo e diverso que as marcas e empresas devem se posicionar diante do tema.

O estudo aponta nortes importantes para a estratégia das marcas a partir de alguns questionamentos em torno de pontos marcantes ligados à diversidade. Deveriam as marcas fazer de conta que o assunto não é com elas? Ou manter uma posição de neutralidade? Ou ainda adotar uma posição explícita de apoio, mesmo que lidando com as manifestações críticas de correntes mais conservadoras da sociedade? Com base nessas perguntas, a pesquisa colheu insights para subsidiar a discussão, bem como fornecer parâmetros para a gestão das marcas e dos negócios.

O levantamento mostra claramente que as pessoas querem se aproximar de marcas com propósitos e crenças semelhantes às suas. Porém, algumas causas têm mais valor que outras e o estudo identificou quais os temas em que a sociedade é mais favorável:

A pesquisa Diversidade comprova ainda que as Marcas devem ter uma atuação forte e verdadeira, com engajamento genuíno. De modo geral, o brasileiro é favorável ao apoio de causas sobre diversidade. Entretanto, por parte das empresas, entende que deve haver pertinência com relação a esses temas, sem oportunismos. As entrevistas evidenciaram as bandeiras mais pertinentes para o apoio das marcas:

Outro ponto fundamental é que definir propósitos e se posicionar de forma transparente ao levantar algumas bandeiras pode resultar em um bom negócio, com reflexo em vendas de produtos e/ou serviços. Segundo o estudo, existe relação direta entre o apoio a causas e a propensão de compra dos consumidores:

“O consumidor se identifica mais com marcas que respeitam a diversidade de forma contínua e verdadeira no seu dia a dia. As empresas, portanto, devem estar atentas às demandas da sociedade ao definir suas estratégias de negócios. Ademais, o envolvimento de maneira superficial e a defesa de causas por oportunismos ou modismos pode ser um verdadeiro tiro no pé”, assegura Secches.

Amostra – A pesquisa quantitativa Diversidade foi realizada nacionalmente, no mês de julho. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, entre 18 e 50 anos, homens e mulheres, de classes sócio-econômicas ABCD (Critério Brasil), de São Paulo (Capital e interior), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste. O estudo sinaliza ainda que, em média, o apoio aos temas e causas identificadas como mais relevantes é maior nas classes sociais C2D, seguidos pelas B2C1. As classes AB1 também demonstram apoio significativo, mas em menor percentual. Em todos os casos, a proporção de apoio é maior na amostra feminina.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone