4 perguntas que você precisa fazer sobre mensuração de mídia

Talvez seja hora de rever como você está abordando suas métricas de sucesso

por Fernando Teixeira

Você tem uma estrutura para medir e otimizar suas campanhas de publicidade com foco nas métricas mais importantes do seu negócio? E isso está tornando você mais inteligente como profissional de marketing ao longo do tempo?

Fernando Teixeira é Head of Practice – Advertising na Adobe

À medida que mais e mais formatos de mensuração de mídia são desenvolvidos, é essencial que se conectem as métricas aos objetivos. Infelizmente, muitos aderem a KPIs que podem ser facilmente manipulados e não transmitem valor real de publicidade ao comprador de mídia. Isso pode ser um desafio na hora de otimizar seu desempenho e aproveitar ao máximo os investimentos em anúncios digitais.

Dentro dessa cadeia, quatro questões-chave para pensar:

1. Estou comprando o que acho que estou comprando?

Parece simples, mas não é. Esta questão está relacionada à qualidade da mídia. Questões como visibilidade, fraude e segurança de marca têm sido as perguntas que mantêm os maiores anunciantes acordados à noite. Embora a otimização dessas métricas muitas vezes pareça um desafio já resolvido com tecnologias de ad cloud, pequenas alterações nas equações matemáticas que usamos podem ter grandes retornos.

Vamos começar com a visibilidade. Determinar se um anúncio é visível tem sido uma métrica com a qual a indústria normalmente está obcecada. Embora 100% de visibilidade seja uma meta razoável, nem sempre é a melhor medida de audiência real. As métricas de volume, como o número real de pessoas que podem ver o anúncio, são mais significativas. Portanto, você pode optar por analisar o CPM visível (viewable CPM), que leva em conta a visibilidade assim como o custo final e a contagem total dessas visualizações.

A seguir, está a segurança de marca: meus anúncios realmente são exibidos em um ambiente com o qual estou confortável? Eu comprei espaço nos aplicativos, sites e programas de TV que pretendia comprar? Depois, fraude: realmente exibi anúncios para seres humanos?

A maioria das plataformas de compra agora considera esses tipos de problemas por meio de recursos relacionados à transparência. E, embora as ferramentas não detectem todas as infrações, você pode reagir em tempo real diretamente nessas plataformas.

2. Estou investindo a quantia certa em uma determinada tática ou canal? Existe um ponto de saturação?

Em seguida vem o desafio de equilibrar alcance e frequência em cada canal de publicidade. Já cheguei a um ponto de retorno decrescente em determinada tática ou canal? Existe espaço para crescer? Investir mais dinheiro em uma determinada tática trará valor incremental à marca ou eu estarei alcançando os consumidores que alcancei em outro lugar? Basta lembrar de quantas vezes você viu um banner que não tinha nada a ver com você (ou com seu momento) para saber que a resposta provavelmente é não.

As campanhas de anúncios otimizadas para altos percentuais on-target ou taxas de conversão são inerentemente limitadas na escala de impacto que podem ter para uma determinada marca. Marcas com uma tolerância maior para “perder” em uma base de impressão por impressão, na verdade acabam tendo mais “hits” únicos nos clientes com os quais se importam. Considere a possibilidade de atualizar as métricas para recompensar o alcance exclusivo, analisando itens como Custo por alcance humano ou Custo por ponto único de contato.

3. Meus anúncios digitais estão funcionando para que? Eles, por exemplo, levam mais gente para a loja física?

Essa pergunta precisa entrar na mente do cliente: meu anúncio está funcionando? Quais mudanças de percepção estão sendo criadas que podem levar a mudanças comportamentais?

A clareza na mensuração é crítica aqui. Não é incomum que os compradores de mídia se concentrem em metas conflitantes. Quero ter alcance e frequência. Eu quero melhorar a reputação e vender. É essencial saber o que a campanha está tentando alcançar e alinhar as métricas com essas metas específicas.

Isso parece simples, mas é frequentemente ignorado. Conversões são o objetivo dos anunciantes em geral; mas as marcas que buscam experimentação, por exemplo, podem focar no aumento do número total de consumidores. Considerando marcas que trabalham com uma base de clientes já existente, um volume eficiente de conversões (custo por ação) é mais apropriado.

Você pode dar um passo adiante ao enriquecer essa “ação” no final do custo por ação. As marcas que se concentram na coleta de receita conhecida devem contar os totais de transações de cada ação. As marcas que conduzem o teste e a exploração podem querer analisar as métricas de pré-compra, como o tempo de permanência e as ações totais do site, o que pode sinalizar a exploração e a intenção de compra do produto. E se você é como a maioria das marcas de publicidade no mundo, as principais ações do consumidor acontecem off-line. O uso de feeds de atribuição off-line – como dados de ponto de venda, dados do cartão-fidelidade ou geolocalização – tornou-se algo bastante difundido para solucionar esse problema e muitas marcas agora operam com uma estrutura “aways on” para incorporar o comportamento off-line.

Mas essa compreensão mais rica do comportamento ainda é insuficiente para incorporar o sentimento, métrica que “gruda” tudo isso. Compreender como o sentimento pode se relacionar com o comportamento – em vez de tratá-lo como um objetivo final em si mesmo – pode levar a um entendimento muito mais claro de como seus anúncios estão funcionando e unir seus esforços de mídia e criação. Por exemplo, estabelecer uma correlação entre os picos nas métricas da marca e os comportamentos de compra resultantes da visualização de um anúncio específico pode fornecer insights para que isso seja incorporado em futuros processos criativos.

4. Estamos realmente estimulando novas vendas ou impactando pessoas que já iriam comprar de qualquer jeito?

Por último, a parte difícil. As marcas precisam, em última análise, saber se a campanha publicitária está causando um comportamento que não teria acontecido se elas não tivessem anunciado. Isso é complicado, pois o conceito de “atribuição” sugere que os consumidores que compram depois de ver um anúncio foram influenciados por esse anúncio – uma noção que infelizmente nem sempre é verdadeira.

Veja o exemplo daquele anúncio de calçado que acompanha os consumidores em todo o processo de compra que eles já pretendiam concluir, independentemente dos anúncios. Esses banners estão aí para irritá-lo por um motivo muito específico: os modelos de atribuição são recompensados ao colocar um cookie em você antes de fazer uma compra. Essa miopia é grave para o entendimento dos modelos de atribuição.

E se pudéssemos criar uma janela em que as ações do consumidor iriam ocorrer de qualquer maneira e, em seguida, removê-las da equação na hora de atribuir crédito? Este é o mundo dos testes incrementais que está surgindo rapidamente, impulsionado por um novo conjunto de ferramentas e um crescente entendimento das limitações das métricas de desempenho usadas até hoje.

Essa parte começa a parecer uma aula de ciências, com grupos de teste e controle, “pílulas de açúcar” ou placebos, e a necessidade de uma nova classe de analistas de mídia para interpretar e responder aos resultados. Se isso parece novo e desafiador para você como marca, você provavelmente não está sozinho. Enfatizar a importância das ferramentas de teste incremental com seus parceiros de tecnologia e começar a construir sua equipe para incorporar especialistas em experimentos de publicidade é uma obrigação para marcas que buscam maximizar o impacto de seus anúncios.

Uma pergunta que adoro fazer em reuniões é: “os seus resultados de conversão em mídia excluem o impacto nas pessoas que já iam comprar de qualquer jeito?” A maioria dos profissionais de marketing ainda trava na hora da resposta.

Se você for bem-sucedido nessas estratégias de mensuração avançadas, precisará ter o framework correto. Fazendo essas perguntas a você mesmo e ajustando seus KPIs para permitir a otimização de campanhas em tempo real nas métricas relevantes, você estará criando as bases necessárias para aproveitar ao máximo seus investimentos em compra de mídia.

OBS.: O artigo tem como base o texto original de Tom Riordan, Head of Measurement Services na Adobe

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Três passos para as empresas engajarem o público certo e venderem mais na internet

Especialista em audiência na internet, Samuel Pereira explica como atrair a atenção do público mesmo com a avalanche de informações

Existe uma forma totalmente nova de se comunicar com a audiência através da internet. Segundo o especialista Samuel Pereira, autor do livro “Atenção: o Maior Ativo do Mundo” e criador do Segredos da Audiência, maior evento de tráfego e audiência da América Latina, a forma como as pessoas lidam com a propaganda mudou. “Elas preferem ir atrás da informação quando precisam dela, em vez de serem interrompidas por propagandas que não pediram para ver”, alerta.

Samuel Pereira

Para ajudar os empreendedores e profissionais responsáveis por marcas e empresas a compreenderem como captar a atenção do público e transforma-lo em cliente, Samuel desenvolveu o conceito de Jornada do Engajamento, este material está presente em seu livro que já chegou à lisa dos mais vendidos. “Os três passos da jornada do engajamento ajudam a construir uma trilha com muito mais chances de fazer a audiência estar com você a escolher contratar seus produtos ou serviços”, completa Samuel, que destaca a importância de conquistar o interesse das pessoas com algo de valor em vez de apenas interromper o conteúdo que estão consumindo. “A ideia é que as marcas e empresas não tenham que correr atrás do cliente, mas sejam encontradas quando ele precisar do seu serviço”, completa, antes de listar os passos.

1- Atração do interesse:

O primeiro passo é definir o público-alvo e se tornar um verdadeiro especialista em interpretar suas dores e desejos. “O empreendedor tem que saber explicar o problema do seu público-alvo melhor do que ele mesmo”, sugere. Assim, o cliente em potencial automaticamente percebe que pode encontrar a solução para o problema. “O segredo é focar em uma comunicação para gerar identificação, trazendo características que fazem parte desse público, como a linguagem, os desenhos e os problemas, assim o consumidor vai sentir que é este o produto ou serviço que vai ajudá-lo”.

2- Doutrinação:

Ao contrário do que muitos fazem na internet, o conteúdo não deve ser composto apenas de dicas soltas. “O que as marcas ou especialistas produzem deve seguir uma lógica que leve as pessoas até o que vai ser oferecido depois”, enfatiza. Ao fazer assim, o conteúdo irá ter um objetivo na jornada do cliente. “A ideia é usar o que é ensinado para reforçar a importância do produto ou serviço que você oferece”, completa.

3- Conversão:

Por fim, deve-se oferecer o produto ou serviço que soluciona um ou mais problemas do público-alvo. “As marcas devem oferecer ao seu cliente não o meio, mas o fim, ou seja, a transformação que ele terá ao adquirir o produto ou serviço”, ensina. Um exemplo é quando se vende um produto para cabelos: a venda deve se preocuparem oferecer cabelos mais bonitos e saudáveis, e não apenas um creme. “O segredo é vender o resultado que ele terá com o serviço, método ou produto”, completa Samuel Pereira.

Definir esses três passos é fundamental para que a audiência seja alcançada no momento certo, preparada para consumir o produto, e entenda os motivos pelos quais deve comprá-lo.

Sobre Samuel Pereira

Samuel Pereira, é publicitário, empresário, especialista em tráfego e audiência na internet e criador do Segredos da Audiência Ao Vivo, o maior evento de tráfego e audiência do mundo, que em sua última edição reuniu mais de 3 mil pessoas. Concentra o seu trabalho em ajudar empreendedores a criar negócios online sustentáveis a longo prazo, por meio de estratégias de tráfego e audiência que não dependam das constantes mudanças de regras das redes sociais, atraindo um público extremamente qualificado e capaz de gerar resultados. É ainda, autor do livro “Atenção: o maior ativo do mundo – o caminho mais efetivo para ser conhecido, gerar valor para seu público e ganhar dinheiro” e co-autor de “Negócios Digitais”.

Fonte: Sigma Six Comunicação Integrada – Taiana Bueno

Para conseguir mais clientes

ACIT oferece curso de Técnicas de Prospecção de Clientes

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), atenta às necessidades de seus clientes, vai realizar o curso Técnicas de Prospecção de Clientes no próximo dia 09 de agosto, quinta-feira.

Entendendo que encontrar novos clientes é sempre um grande desafio para qualquer empresa, a ACIT preparou um conteúdo para orientar os associados na captação de seu público alvo. Serão abordadas estratégias para otimizar tempo e aumentar a taxa de conversão de clientes.

Dentre os tópicos estão: como determinas as etapas do processo de prospecção; o funil de vendas e a análise de mercado; métodos e técnicas de contato com os potenciais clientes.

O curso tem duração de 3 horas/aula e acontece no auditório da instituição das 19h às 22h. É aberto à todos os interessados e as vagas são limitadas. Associados ACIT tem desconto na inscrição, que deve ser realizada pelos telefones (12) 2125-8210/8211, whatsapp (12) 99189-7964 ou pelo e-mail cursos.acit@taubate.com.br.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Curso de SEO

SEO: Fundamentos e Técnicas de Otimização para mecanismos de busca 

Mais do que entender os principais conceitos do SEO, esse curso capacitará o aluno para estruturar um plano de ação que refletirá no ganho de posições e, claro, em melhores taxas de conversão dentro da sua página.

Detalhes e inscrições por aqui