Vaga para desenvolvedor

Agência busca desenvolvedor web

A Comuniq está em busca de reforço para seu time. Ela busca contratar um novo desenvolvedor web para seu time.

Veja perfil para a vaga na arte abaixo:

Entenda os podcasts

Sete dicas para quem quer ingressar no mundo dos podcasts

por Achiles Júnior e Maria Carolina Avis*

A primeira coisa é entender o que é podcast, concorda?

Trata-se de uma nova mídia cujo nome tem sua origem no latim e significa “meio ou caminho”. É utilizada para transmissão de informações, da mesma maneira que a televisão, rádio, revista ou mesmo o jornal. Assim, o podcast pode ser compreendido como uma espécie de programa de rádio, que tem como diferença básica e grande vantagem ser produzido sob demanda específica.

Com ele, é possível acessar, ouvir, curtir e aprender o que quiser e quando considerar mais adequado.

Porém, o tal do podcast tem novos recursos, nasce e cresce com novas possibilidades, novos hábitos de vida e novas formas de utilização. Dessa forma, pode ser entendido como uma nova mídia que tem como finalidade a transmissão de informações. É muito recente em terras brasileiras, onde cresce e pouco a pouco passa a fazer parte de novos hábitos e costumes.

No podcast pode-se usar, ainda, os chamados agregadores, que são aplicativos (SoundCloud, WeCast, Stitcher, Overcast, Feedly, iTunes, Podflix, entre outros). São serviços específicos para usufruir de temas de sua preferência, tais como cultura, esportes, ciência, educacional e política.

Vale lembrar que esse hábito cresce impulsionado pelo aumento do comportamento mobile do cidadão.

Segue, então, algumas dicas para quem pretende ingressar e se destacar no mundo dos podcasts:

Busque relevância

Como esse mercado é relativamente novo, busque a atenção de todos, inclusive de gigantes da indústria. Para se destacar é necessário ser relevante e encontrar algo que você domine, algo que possa agregar à vida das pessoas, que seja valioso e gere conteúdo relevante — aliás, esta última regra é a mais importante.

Nichos de audiência

Ser relevante em um assunto que ninguém se interessa pode ser ainda mais complicado. Sendo assim, encontre seu nicho de audiência. Entenda qual seu segmento e interaja de maneira eficiente.

Marca pessoal forte

Diga “a que veio” e qual seu propósito no meio de tanta gente produzindo conteúdo. Crie uma marca pessoal forte — afinal, não basta ser o melhor profissional, mas continuar desconhecido no mercado, concorda?

Planejamento e organização

Pense em conteúdo, logicamente, mas nunca se esqueça de que um planejamento que vai desde a criação, postagem, até a divulgação de seu podcast é base para o sucesso, ou certamente minimiza o fracasso. Com planejamento, sempre vai funcionar, seja no mundo real ou virtual.

Equipamento

Invista na qualidade dos áudios. Vale adquirir algum equipamento com alto padrão de captação e de som. Que tal um microfone profissional para ter um áudio de padrão de estúdio?

Fidelização

Encontrado seu nicho, as palavras de ordem são: identificá-los, valorizá-los e fidelizá-los. Afinal eles serão os grandes propagadores para o bem ou para o mal em sua caminhada no mundo dos podcasts. Como diz o ditado: as formigas têm megafones.

Participantes convidados

A participação de pessoas relevantes, conhecidas e influentes dentro do segmento de sua atuação é bem-vinda, principalmente no início. Credibilidade vem de influência, premissa nesse mundo novo do qual fazemos parte.

* Achiles Júnior e Maria Carolina Avis são professores de Marketing Digital no Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 – Lorena Oliva

Instagram: Plataforma monetiza stories privados de influenciadores digitais

Bume cria sistema de assinaturas para seguidores terem acesso a conteúdo exclusivo

Lançada pelo Instagram em novembro de 2018, a função “Melhores Amigos” facilitou a vida de quem, muitas vezes, tinha de criar um perfil exclusivo para interagir somente com amigos mais próximos ou bloquear determinados seguidores um a um antes de postar. De olho nessa atualização, a plataforma Bume, de gestão e crescimento na rede social, desenvolveu uma ferramenta voltada a influenciadores, produtores de conteúdo e empresas, que permite a automatização de uma rede de assinantes para stories privados mediante pagamento de mensalidade.

A ferramenta permite que marcas e criadores de conteúdo tragam mais engajamento às suas redes sociais. É possível, por exemplo, desenvolver workshops especiais, de acordo com a área de atuação do influenciador. Foi o caso da FII’s, plataforma de fundos imobiliários que abriu um curso sobre o mercado financeiro e dicas para prosperar no ramo, em que disponibilizaram 100 vagas na função Melhores Amigos.

Além de automatizar e gerenciar a nova funcionalidade do Instagram, o software também disponibiliza uma landing page para os influenciadores enviarem convites aos interessados em se tornarem “melhores amigos” no Instagram. “Os seguidores que desejam fazer parte da rede exclusiva se registram diretamente no link e, uma vez concluído o processo, em até dois minutos terão acesso ao Melhores Amigos”, explica Pedro Villalobos, gerente de produto do Bume. A assinatura pode ser mensal ou anual, mas o valor a ser pago e o limite de participantes são definidos pelo próprio criador de conteúdo.

Demais funcionalidades

As assinaturas complementam uma série de funções disponíveis no Bume para gestão de contas no Instagram. O software auxilia a segmentar o púbico; agendar posts e stories; gerar interações e enviar mensagens diretas automáticas; elaborar relatórios de crescimento, entre outras. Para dar um boom nas redes sociais e desfrutar das funcionalidades da plataforma, o usuário pode escolher entre três tipos de plano: semestral (R$ 347), trimestral (R$ 197) e mensal (R$ 79).

Fonte: Press Works

Coluna Branding: a alma da marca

Na era da informação teremos mais blanding e menos branding?

É sabido que boa parte dos especialistas indicam que as maiores marcas da atualidade tendem a perder importância ou até sumir nos próximos 10 anos. Isso se dá pelo fato da marca não conseguir ser digital. Digo ser, e não se adaptar, existe uma distância muito grande entre estas situações. O próximo passo da existência digital é não haver mais um meio digital e sim um mundo digital, onde as marcas deverão ser nativas deste modelo para terem competitividade. A chegada da internet das coisas, da inteligência artificial, da impressão 3D nas residências,da entrega por drone, tudo isto prevê modelos de negócios cuja interação estará cada vez mais por caminhos online.

Imagine a cena, uma mulher que escolhe um escarpam novo usado por uma atriz com quem se identifica, pelo vidro do seu box enquanto toma banho, assistindo a um filme. Verifica a modelagem 3D, se vendo em uma representação digital sua com o calçado, discute com uma atendente com inteligência artificial que rastreia seu perfil de compra por big data, compra por cripto moedas e recebe em 1 hora o produto em casa vindo de drone. Todas estas tecnologias aqui citadas já estão disponíveis, basta apenas que uma marca as implemente nativamente e a popularizem.

Imagem de rawpixel por Pixabay

O universo digital muito em breve assumirá o papel do maior shopping que já vimos e ocupará o espaço na vida das pessoas. Isso muda a cultura do comércio, isso muda a forma de produzir, isso muda a necessidades de empregar pessoas. Isso muda tudo.

O problema aí é que o mundo digital é tão veloz quanto fulgaz, e o trabalho de construção de marca pode aos poucos ir ficando obsoleto, para um tendência a perecividade da marca. Vejamos como exemplo a cadeia napster, torrent e o próprio Spotify. Chegaram, dominaram, explodiram como marca e perderam importância dentro de um mesmo segmento em poucos anos. São blandings, construções perecíveis de marcas e que contrapõe ao branding, como modelos de marcas criadas para não terem uma obsolescência programada. O mesmo vem acontecendo com as redes sociais Facebook com a tendência de queda e migração programada para o Instagram ou até outros.

Vejam que estas marcas são todas nativas digitais, portanto, vocês conseguem imaginar a dificuldade que possuem as marcas tradicionais para saltarem nessa direção?

Seria o fim do branding?

Vejam outro lado, notícias chamam a atenção para a volta do Mappin loja de varejo gigantesca que encerrou suas portas na década de 80 e que agora está de volta no mundo digital, usando toda uma construção de identidade física para credibilizar um serviço online. Isso não é branding?

Do meu ponto de vista o segredo desse novo mundo para a construção de marca é saber o que precisa ser construído com perenidade e também saber aproveitar aquilo que precisa ser perecível. Entender que o Branding precisará englobar o blanding e conviver com este barulho. Não acredito que o limite para essas tendências esteja claro para alguém ainda, em breve veremos aquilo que só precisa explodir por um tempo como uma tendência de moda e aquele negócio que precisa durar e ter uma promessa enraizada e profunda, ganharemos assim mais uma ferramenta na gestão de marcas.