Booktubers atraem grande público para debate sobre leitura no Taubaté Shopping

Nomes de destaque dentro dos canais sobre literatura estiveram no centro de compras para um debate sobre o tema

O mundo está cada vez mais digital e como encontrar espaço para a leitura nesse novo contexto? Esse é o trabalho que os booktubers desenvolvem: eles usam a internet para falar sobre suas grandes paixões, no caso, os livros. No domingo (24), três deles compareceram ao evento “Ler pra quê? ”, do projeto Brain Fitness, para discutir um pouco sobre o mercado, o trabalho que realizam e importância da leitura.

Em pouco mais de uma hora e meia de debate, Isabala Lubrano, Tatiana Feltrin e Danilo Leonardi, que juntos somam mais de 500 mil inscritos em seus canais, contaram sobre suas experiências literárias, deram dicas de leitura e também para quem não tem o hábito de ler. Em meio a muitas risadas e indo de assuntos mais leves como indicação de livros, até os mais sérios sobre o futuro do mercado editorial, os booktubers tiveram a atenção das mais de 100 pessoas presentes. Quem estava no evento gostou, como Thais Inocêncio. “O trabalho deles é muito interessante, de levar a leitura para onde a maioria dos jovens estão, que é na internet. Isso influencia muito para que eles gostem de ler”, avalia.

Para os booktubers, participar de eventos como o “Ler pra quê?” é uma oportunidade de interagir mais com o público que os assiste. “O nosso segmento é bem restrito, então quanto mais eventos acontecem, mais conseguimos fortalecer contatos e divulgar melhor o que a gente faz”, diz Isabela. Tatiana e Danilo completam dizendo que o contato com o público torna tudo mais real. “Ter a chance de estar reunido assim mostra que somos de carne e osso, de verdade e que o que a gente faz não é nada diferente do que outras pessoas podem fazer”, finaliza Danilo.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Investimento em marketing digital

Especialista fala sobre a importância de investir em marketing digital

A internet e, mais especialmente, as redes sociais mudaram a forma como nos comunicamos e procuramos empresas para fazer negócios. Estar on-line atualmente significa visibilidade para sua marca, o que tende a gerar mais interação e vendas.

Segundo Rodrigo Darzi, especialista em marketing digital e sócio da agência digital IMMA, a internet modificou muito nossos hábitos de compra e marcas que desejam ser vistas precisam ser digitais de alguma forma. “Ter um site ou uma página social passou a ser sinônimo de credibilidade. Quando procuramos por uma empresa na internet e não achamos, logo a olhamos com desconfiança”.

Porém, segundo Rodrigo, simplesmente ter um site ou página social não é sinônimo de sucesso. “As informações viajam a uma velocidade impressionante. Isso fez com que nos acostumássemos a querer conteúdos cada vez mais atualizados. E quando entramos num site ou na rede social de uma empresa e vemos que última atualização já foi há muito tempo, isso causa uma péssima impressão”.

Também vale lembrar que os mecanismos de busca levam em consideração a periodicidade de atualização de uma página para classificá-la nos rankings de busca. “Ou seja, quando você fica sem atualizar seu site também acaba perdendo posições no Google, diminuindo a possibilidade dos usuários acessarem sua página”, comenta.

Neste sentido, Rodrigo explica que empresas e marcas que querem alcançar um sucesso real precisam investir numa estratégia personalizada de marketing digital. “Esse trabalho vai fazer um estudo profundo sobre os objetivos da empresa e seu público-alvo para indicar os melhores caminhos a serem tomados”.

O especialista ainda explica que, apesar de muitas empresas ainda verem o marketing digital com desconfiança e considerá-lo um gasto extra, o certo seria aceita-lo como investimento para gerar lucros a médio e longo prazo. “Uma marca que está on-line está sempre pronta para ser reconhecida, gerar negócios e obter lucros, o que não é possível de ser alcançado de outra forma num mundo cada vez mais conectado”, finaliza.

Artigo trata da importância dos chatbots

Chatbots: adote ou fique para trás

*Por Wellington Alves

Atualmente contamos com diversos aplicativos baixados em nossos smartphones e muitos deles possuem funções bastante específicas, como os de previsão do tempo, para solicitar táxi ou até mesmo para pedir comida. Mas em breve este cenário deve mudar e estes apps serão substituídos pelos chatbots – você já ouvir falar deles, não é mesmo?

Os chatbots são software de comunicação que conversam com os usuários dentro de aplicativos de mensagem, buscando usar uma linguagem o mais próxima possível do natural – eliminando a impressão de que se está interagindo com um programa de computador. Apesar de não percebermos, eles já estão em nosso dia a dia. Dados do Gartner Institute apontam que, até 2020, 85% das interações dos consumidores serão conduzidas por um mecanismo automático.

Sabe aquelas caixas de diálogo “posso ajudar” que alguns sites e aplicativos possuem? São chatbots. Assim como a recarga de celular realizada por mensagem, por exemplo. Esses são os tipos de software mais frequentes nos dias de hoje. São programados para entenderem comandos pré determinados. Por isso, têm sido bastante utilizados para atendimento aos clientes em um primeiro nível.

Já os mais sofisticados – e menos comuns – utilizam inteligência artificial e machine learning, aprendem a cada conversa realizada e vão aprimorando suas interações. Nestes casos, podem ser utilizados para realizar campanhas de marketing, vendas, pesquisas de opinião e satisfação, qualificação de base de dados e também para o entretenimento.

Apesar de serem os substitutos naturais dos aplicativos – há quem diga que já estamos na era pós-apps – os chatbots não facilitam apenas a vida dos usuários. As empresas também se beneficiam e muito desta nova tecnologia. Afinal, não é novidade que a automatização de alguns serviços resulta em redução de custos. Por isso, têm sido tão utilizados no atendimento aos clientes. As demandas mais básicas podem ser atendidas pelo software, que transfere o contato quando as solicitações forem mais complexas. Outra vantagem é a escalabilidade, pois está disponível 24X7 e pode realizar atendimentos simultâneos.

O fato é que os chatbots serão o futuro da interação entre as marcas e seus clientes. E todos serão beneficiados. Os usuários certamente se adaptarão com mais facilidade, pois já estão acostumados com os apps de mensagem. E as companhias, independente do porte e da área de atuação, serão impactadas mais cedo ou mais tarde. Diante disso, é importante não perder tempo, pensar fora da caixa e avaliar qual a melhor forma de implementar esta tecnologia de acordo com o perfil de cada empresa.

* Wellington Alves, Head de Automação da Indigosoft, startup que oferece soluções de automação digital, focadas em simplificar o trabalho diário de empresas de todos os segmentos, além de consultoria especializada. Mais informações em: http://www.indigosoft.tech

Como obter mais sucesso na Black Friday

Estratégias para fazer a melhor Black Friday de todas foram tema de evento em São Paulo

Representantes de empresas de diferentes setores da economia, de olho na data de maior faturamento do comércio eletrônico do país, se reuniram na manhã de quinta (21) em São Paulo. A Campanha S.O.S. Black Friday é uma iniciativa do Pagar.me e quatro empresas parceiras, para esclarecer seus clientes sobre estratégias e armadilhas presentes na data.

“A Black Friday tornou-se o dia mais importante do ano para todos os envolvidos em e-commerces. Entender o comportamento do consumidor e preparar seu negócio para atender com qualidade o cliente é essencial”, comenta Alessandra Giner, CEO do Pagar.me.

Durante o evento, especialistas em Inteligência de Mercado apresentaram dados e projeções de consumo, além de uma curva de comportamento, indicando horários de pico para pesquisa e para compras. Os indicadores trouxeram dicas sobre posicionamento de ofertas, cuidados com estimativa de fluxo de acessos, entre outros.

Após a apresentação de todo o cenário, foi realizada uma mesa redonda, com representantes de quatro das empresas envolvidas – Pagar.me, MundiPagg, Stone e Equals. O público, composto de representantes de 24 clientes destas empresas, pôde trocar ideias, tirar dúvidas e checar estratégias. Foram levantadas questões de prazos de pagamento, chargeback, segurança de informações entre outros.

As dicas da campanha SOS Black Friday não ficarão restritas aos atuais clientes das empresas parceiras. Elas podem ser acessadas gratuitamente através do hotsite (www.sosblackfriday.com.br), que inclui também um e-Book para download.

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação – Silvia Rossetto