Publicitário lança ebook para sanar dúvidas sobre ecommerce
Embora o comércio eletrônico esteja crescendo no Brasil – segundo dados das E-bit, em 2015 o número total de vendas através das lojas virtuais cresceu apenas 15% a mais que o ano anterior, registrando R$41,3 bilhões em faturamento – nem tudo é um mar de rosas para os mais de 450 mil lojistas virtuais brasileiros, nem tudo é um mar de rosas para os lojistas. De acordo com um levantamento da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), 70% das lojas virtuais ativas em nosso país vendem menos de 10 produtos por mês, ou seja, praticamente não pagam os custos de operação. As causas deste insucesso são várias, que vão desde a crença em um mito de que a internet é a solução de todos os problemas até a má estruturação de seu modelo de negócio. Em São José dos Campos e região não é diferente. Atualmente há mais de 60 lojas virtuais no Vale, mas poucas são bem estruturadas.
Foi pensando nesta dificuldade que os micros e pequenos lojistas virtuais locais enfrentam que o publicitário e consultor de marketing digital Douglas Martineli criou o ebook “5 Pilares do E-commerce: Reestruturando o modelo de operações de sua loja virtual”. O material tem o objetivo de sanar algumas dúvidas sobre a operação de um e-commerce e apresentar vários pontos importantes para o dia a dia de um lojista.
O ebook tem distribuição gratuita e está disponível para download através do site www.douglasmartineli.net/5pilaresdoecommerce.
A Faculdade Bilac receberá um evento pra lá de interessante no dia 13/04, às 19h. O tema será “Mercado em tempos de crise”. Serão duas ótimas palestras. Confira:
“Aprenda a escrever conteúdos, matérias, artigos, contos, romances. Resumindo, seja um escritor.”
O entrevistado desta semana aqui no Publicitando é o redator Mário Nunes. Ele está atualmente na Focusnetworks – OnLife Business Group e conta um pouco de sua trajetória profissional até aqui, além de dar algumas ótimas dicas para quem está dando os primeiros passos na profissão de publicitário e quer ser redator.
Confira:
1 – Você já atuou em agências “tradicionais” e agora atua numa agência focada em digital. O que mudou em seu trabalho como redator?
Basicamente, tudo. Nas agências “tradicionais”, os clientes requisitavam campanhas com um único objetivo: vender mais (seja produto ou serviço). Sendo assim, o meu trabalho como redator era direto, incisivo e essencialmente persuasivo.
Na Focusnetworks, eu trabalho principalmente com produção de conteúdo. Nós usamos a criatividade para desenvolver uma relação positiva e duradoura entre marca/cliente. A venda, nesse caso, é uma consequência natural, não um objetivo primordial. Esse simples fato abre inúmeras possibilidades para a redação. Eu posso explorar o universo do produto ou serviço, sem nem ao menos citá-lo no material. As métricas também são sensacionais para o trabalho do redator. É possível perceber instantaneamente se uma determinada linguagem adotada deu certo ou não. Assim, podemos corrigir a rota, buscando outro caminho criativo.
Mário Nunes, nosso entrevistado da vez
2 – Em sua opinião por que há poucos redatores no mercado valeparaibano?
Não acho que esse seja um problema exclusivo do vale. O mercado em geral forma menos redatores do que outros profissionais. Agora, focando em nossa região, vejo alguns pontos cruciais. Primeiro, é importante lembrar que, até pouco tempo, grande parte das agências regionais de pequeno e até médio porte não possuíam um redator em sua equipe. O tal ‘criativo’ fazia os dois papéis, era designer e redator. Eu mesmo trabalhei dessa forma em duas agências. Isso causava um afastamento de quem queria trabalhar exclusivamente com redação. Porém, tenho observado uma mudança nesse ponto. Segundo, a própria profissão não é muito difundida por aqui. Os alunos entram na faculdade de publicidade e só vão descobrir que existe a possibilidade de ser redator, quando se deparam com a matéria Redação Publicitária I. E por último, entra o fator oportunidade. Se o aluno se destaca como criativo, é mais fácil ele achar oportunidades como designer do que como redator. Principalmente como freelancer.
3 – Que dicas você daria para quem está iniciando em propaganda/comunicação e quer ser redator?
Monte um portfólio com peças fantasma e encontre um estágio. Esses são os dois primeiros passos.
No segundo ano de PP, quando eu decidi ser redator, abordei o KK Abdalla em uma palestra da Secom. Pedi pra ele me dar uma oportunidade de estágio na KMS, e ele me deu uma lista de exercícios para redação. rsrsrs. Escrevi centenas de títulos e recebi várias dicas dele, mas não consegui um estágio porque eles estavam sem vagas. Com os títulos em mãos, apresentei um portfólio na Supera e fui contratado como estagiário. Daí em diante, eu me desenvolvi como redator.
E pra passar um pulo do gato, estude outras técnicas de redação, além da redação publicitária. Aprenda a escrever conteúdos, matérias, artigos, contos, romances. Resumindo, seja um escritor.
4 – O que faz para se manter criativo?
Para responder essa pergunta, vou dividir o meu processo criativo em duas etapas: 1- ter a ideia; 2- escrever a ideia.
Para me manter criativo na etapa 1, eu exploro a maior diversidade de experiências e interações possíveis. Saio de casa e vou ter com o mundo. Gosto de observar o comportamento das pessoas, faço muitas perguntas e tiro insights criativos de conversas cotidianas.
E para me manter criativo na etapa 2, eu escrevo e leio muito, muito mesmo. Nas horas vagas, escrevo músicas e contos literários. E para abastecer o repertório, leio, pelo menos, um autor diferente por mês.
Eldorado e Estadão são as rádios oficiais da Hora do Planeta 2016
Parceiras da campanha promovida pelo WWF, emissoras já convidam ouvintes a participar de ações, dia 19 de março (sábado)
No próximo dia 19 (sábado), o mundo todo celebra a Hora do Planeta. A ação, idealizada pelo WWF, organização não-governamental dedicada à preservação da natureza, novamente terá as emissoras do Grupo Estado como rádios oficiais da iniciativa em São Paulo. A Rádio Eldorado, pelo oitavo ano consecutivo, e a Rádio Estadão, pelo quarto, preparam uma série de ações para envolver seus ouvintes. Em ambas, já estão no ar chamadas e depoimentos, assim como nos sites das emissoras.
A iniciativa da WWF busca envolver a população de todo o planeta no ato simbólico de apagar as luzes durante uma hora, em protesto contra o desmatamento e as mudanças climáticas. No dia 19, às 20h30, o site da Eldorado (WWW.territorioeldorado.com.br) ficará “apagado” por uma hora.
Desde o início do mês, as emissoras veiculam boletins sobre dicas do que fazer na “Hora do Planeta”, bem como trazem depoimentos de personalidades, chamando os ouvintes a participar da iniciativa. Entre os convidados, nomes como Gloria Pires, Leonardo Miggiorin, Betty Prado, Marina Person, Ivan Achcar e Paulo Lima, que também dão dicas sobre sustentabilidade.
Segundo Paulina Chamorro, apresentadora e editora de Meio Ambiente e Cidadania das rádios, a Eldorado se envolve desde o início com a Hora do Planeta e, em razão da importância do tema, era uma consequência a Estadão também apoiar. “Quanto mais percebemos a importância de pequenos atos, hoje, para as gerações futuras, mais esse movimento tende a crescer. O desafio de fazer um planeta melhor é de todos e essa é uma das grandes missões das emissoras do Grupo Estado”, enfatiza.
Ações no Brasil todo – O evento teve sua primeira edição em 2007 e a cada ano, alguns dos mais conhecidos monumentos mundiais, como as pirâmides do Egito, a Torre Eiffel em Paris, e a Acrópole de Atenas ficam no escuro durante sessenta minutos. No Brasil, também já foram apagados o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e a Ponte Estaiada, em São Paulo. Em 2013, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.
Este ano, o maior movimento mundial de alerta para a questão das mudanças climáticas, conta com a adesão de 118 cidades brasileiras, incluindo as capitais João Pessoa (PB), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Teresina (PI), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Aracaju (SE), Natal (RN), Macapá (AP), Maceió (AL), Boa Vista (RR), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Recife (PE), Vitória (ES), Salvador (BA), Manaus (AM) e Palmas (TO).
No dia, a WWF-Brasil organizará uma caminhada, a partir das 9h. O evento, chamado Horinha do Planeta, é focado na conscientização das crianças para a importância da conservação do meio ambiente. À noite, até o momento, dois importantes ícones cariocas terão suas luzes apagadas entre 20h30 e 21h30: o Pão de Açúcar e o Museu do Amanhã, que se juntarão ao movimento global criado pela rede WWF.
Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone