Vaga para Executivo de Negócios

Vaga para Executivo de Negócios – mídias digitais (Para atuar na região de Taubaté, Pinda e Vale Histórico)

Principais Responsabilidades:

. Prospectar novos clientes e identificar oportunidades de negócios em plataformas digitais (sites g1, ge, gshow, globoplay, receitas.com, aplicativos, redes sociais e etc);
. Atender e gerir carteiras de clientes ativos, garantindo relacionamento de longo prazo e recorrência nas vendas;
. Apresentar propostas comerciais personalizadas, de acordo com os objetivos de comunicação e marketing dos clientes (Banners, Branded Content, Pre-roll, entre outros formatos);
. Acompanhar campanhas publicitárias, assegurando a entrega correta dos espaços contratados e a satisfação do cliente;
. Elaborar relatório de vendas, pipeline e performance comercial.

Formação:

. Ensino superior completo ou em andamento em Administração, Marketing, Publicidade e Propaganda, Comunicação ou áreas correlatas.

Experiência Prévia: Vendas de Publicidade e Mídia Digital.

Conhecimentos desejáveis:

. Conhecimento de métricas e formatos de mídia digital (Google Ads, Social Media Ads, Programática, Branded Content, etc);
. Domínio de ferramentas CRM e Pacote Office (Excel e Power Point);
. CNH – Categoria B.

Benefícios:

. Assistência Médica
. Vale Transporte
. Seguro de Vida em Grupo
. Ticket Refeição

Como se candidatar:

– Envie seu currículo para: rh@vanguarda.tv
– Colocar no assunto do e-mail: Executivo de Negócios (Mídias Digitais)

Nos envie seu currículo até 13/02/2026

Vaga para Redator(a) Publicitário(a)

Verge Parceria Estratégica busca redator

Você é criativo(a), apaixonado(a) por comunicação e tem talento para transformar ideias em palavras que conectam marcas e pessoas? Então, essa oportunidade é para você!

A Verge busca um profissional que tenha habilidade para criar textos envolventes e estratégicos, com foco em campanhas publicitárias, conteúdo digital, roteiros, materiais impressos e peças de comunicação institucional para entidades públicas e privadas. O redator atuará em parceria com nossas equipes de Criação, Planejamento e Atendimento, contribuindo para a construção de mensagens impactantes que dialoguem diretamente com o público-alvo de nossos clientes.

Perfil desejado

  • Formação em Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Letras ou áreas correlatas;
  • Experiência prévia como redator(a) publicitário(a);
  • Excelente domínio da língua portuguesa e boa redação criativa;
  • Capacidade de interpretar e traduzir briefings em ideias originais e consistentes;
  • Familiaridade com as tendências de comunicação;
  • Proatividade, organização e habilidade para trabalhar em equipe e cumprir prazos;

Diferenciais

  • Conhecimento em SEO e escrita para mídias digitais;
  • Conhecimento do idioma inglês.

O que a agência oferece

  • Ambiente de trabalho dinâmico e colaborativo;
  • Oportunidade de trabalhar com grandes clientes e projetos desafiadores;
  • Salário compatível com o mercado e benefícios.

Local de trabalho
Verge – Parceria Estratégica, em Taubaté-SP.

Se você se identificou com a vaga, envie seu currículo e portfólio para selecao@verge.com.br com o assunto “Vaga Redator Publicitário”.

O consumidor multimpactado

por Josué Brazil

Vivemos em um cenário no qual várias disciplinas alternativas de comunicação surgiram e vem surgindo. Isso possibilitou várias maneiras de contatar o consumidor, muito além do cenário das mídias de massa e de mão única que vivenciamos até bem pouco tempo.

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

O surgimento das mídias digitais – internet – foi um ampliador e acelerador deste cenário. Como consequência a comunicação ficou mais dirigida e menos massiva, ao mesmo tempo em que o consumidor passou a sofrer uma enorme carga de impactos de comunicação, informação e marketing: o consumidor multimpactado.

Em megacidades como São Paulo e Nova Iorque as pessoas são expostas a milhares de mensagens por dia. De acordo com Daniel Leal:

“O conceito de Capitalismo Informacional determinou que a Tecnologia da Informação é o paradigma das mudanças sociais, que reestruturou o modo de vida moderno a partir da década de 80. Com isso, consolidamos uma sociedade conectada e cada vez mais desconfiada, consequência direta da sobrecarga de informação disponível (“information overload” ou “infoxication” – como é conhecido pelos norte-americanos) que dificulta a tomada de decisão em diversas situações.”

Dados apontam também que o Brasil figura como terceiro país na lista entre os que mais exibem comerciais durante o dia. E aí é importante citar que de acordo com o Dimension 2019, estudo realizado pelo Kantar Ibope Media, para grande parte dos consumidores toda comunicação de marca é publicidade.

A partir desta realidade entendemos que o espectador agora é INTERATOR. E que o consumidor agora é PROSSUMIDOR. Com a popularização da Internet o cidadão ampliou o seu lugar de fala e mudou o jogo. Para Raquel Recuero (Redes Sociais na Internet, 2010) vivemos uma nova revolução na qual as redes são as mensagens.

Esse quadro fez emergir um novo consumidor. Bastante diferente do consumidor de duas ou três décadas atrás.

De acordo com Joseph Jaffe em sua obra O declínio da mídia de massa, o consumidor atual é:

1 – O consumidor de hoje é inteligente;

2 – O consumidor de hoje está emancipado;

3 – O consumidor de hoje é cético;

4 – O consumidor de hoje está ligado;

5 – O consumidor de hoje tem pouco tempo;

6– O consumidor de hoje é exigente;

7 – O consumidor de hoje é “desfiel”;

8 – O consumidor de hoje está sempre acessível;

9 – O consumidor de hoje está a frente;

10 – O consumidor de hoje é vingativo.

A ideia e a compreensão do conceito do consumidor multimpactado nos leva a discutir a Economia da Atenção. Já sabemos que o excesso de informação conduz à escassez de atenção. Mas isso já é assunto para o nosso próximo artigo.

Coluna “Discutindo a relação…”

Não terminou. Apenas começou.

Lá pelos idos de 1990 e 2000 em minha agência de propaganda trabalhávamos duro para vender uma campanha ao cliente e depois colocá-la no ar. Era duro, era cansativo e não tínhamos tantos recursos computacionais e de automação como existem atualmente.

Entretanto, depois que a campanha ia para a rua o trabalho para aquela conta “terminava”, ou ganhávamos um fôlego até o desenvolvimento de uma nova campanha.

Os tempos definitivamente mudaram nos últimos anos. Colocar a campanha no ar está longe, hoje em dia, de significar o “fim do trabalho”. Ao contrário, o trabalho apenas começa.

Uma frase ou expressão que pode definir o trabalho de propaganda e comunicação atual é “End to End”. A propaganda agora acontece para além do plano de mídia e das peças veiculadas. Há de se monitorar, cuidar, dialogar, interagir, reagir, corrigir, rever e seguir.

Imagem de Gerd Altmann do Pixabay

As mídias digitais mudaram definitivamente as regras deste jogo. A ação de comunicação, a campanha, segue viva e passível de alterações de rota.

O conceito ou ideia de campanha também vem ficando ultrapassado já há algum tempo e talvez o conceito que melhor traduza o trabalho de propaganda/marketing/comunicação seja o de construir plataformas de negócios. As plataformas não têm início-meio-fim. Elas são uma base de relacionamento constante. E nesta construção deve haver intensa participação da agência, do cliente e de parceiros com expertises muito específicas para a formatação da plataforma.

São tempos de agências líquidas, mutantes e antenadas o tempo todo.

Lá se foi o tempo em que por a campanha na rua significa alguns momentos de paz e certa tranquilidade. Agora é só o começo!